Perdas

Yumi FaraciNa tragédia de Angra, “uma das vítimas encontradas é a filha dos donos da pousada, Yumi Faraci, de 18 anos. (…)

A mesma deste vídeo e que deixou como última mensagem no seu perfil no YouTube: “People, let’s make trade fair! www.maketradefair.com

No seu MySpace: “Born in Brazil and aged 17, I had always lived through a musical atmosphere, as my grandparents constantly taught me japanese songs when I was a toddler; however, I first became interested in playing an instrument when I saw my mother’s guitar left aside in her living room and started smaking it. It may not seem like an enchanting beginning, but, for me, it meant everything.” (aqui)

E como muitas futuras artistas, fazia arquitetura, com o objetivo de “unir diferentes idéias, pontos de vista e exigências (…) uma tentativa de reflexão sobre as diferenças. Sobre as memórias, os diálogos entre nós e o ambiente que nos cerca, e o que deles fica realmente em nós.” Surgiria mais uma arquiteta, Isabella Godinho, outra vítima.

Duas entre tantas histórias. Interrupções que poderíamos ter evitado.

Poderíamos. E o que faremos? Vale refletir à luz de Yumi.


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