Tenho a maior pena do Papai Noel.
Com aquela barriga, entregar presente no mundo inteiro e ainda sofrer protestos do Greenpeace por conta do aumento indiscriminado do consumo não deve ser mole.
Tenho a maior pena do Papai Noel.
Com aquela barriga, entregar presente no mundo inteiro e ainda sofrer protestos do Greenpeace por conta do aumento indiscriminado do consumo não deve ser mole.
Será que o Metrô Rio não percebe o quão ridículo é esse negócio de “metrô na superfície”?
Seria o mesmo que chamar a linha de ônibus que liga dois aeroportos de “avião no asfalto”…
E o pior: aumentaram o número de linhas sem qualquer critério e, em conseqüência, o trânsito na cidade.
Pergunta que não quer calar: cadê a expansão? No ritmo que está, mesmo indo para o lado rico da cidade, só vai chegar na Barra da Tijuca na Copa de 2014.
O comentário é de Ivson Alves no blog Coleguinhas:
Os veículos de comunicação brasileiros estão em festa com a derrota do Chavez. Mas se esse fosse um país sério, teriam que responder a uma pergunta: se o cara é um ditador, como é que perdeu eleição? Não há caso na história que uma ditadura de verdade ou disfarçada tenha deixado de vencer eleição com mais de 90% dos votos.
(…) Nem tudo está perdido. Clóvis Rossi e Eliane Catanhêde fazem, na Folha, análises equilibradas sobre o resultado do referendo na Venezuela. Mesmo com as bolas dentro de Rossi e Catanhêde, os veículos de comunicação, especialmente os jornais, ainda têm muitas explicações a dar, como demonstra Luciano Martins Costa aqui.