O verde
que não é dólar mas vale OURO!!!, por Petrônio
Souza
O presidente americano
George Bush, em debate pela TV americana quando ainda estava em campanha,
ao referir-se ao terceiro mundo e suas dívidas ao FMI, declarou:
“Existem países que não têm mais como pagar suas dívidas,
por isso podemos pegar parte de suas florestas tropicais como pagamento”.
É claro que o mui amigo da onça George Bush estava se referindo
ao Brasil e ao tesouro natural da Floresta Amazônica, a maior reserva
florestal/mineral do planeta.
Já
há algum tempo, sabemos que campanhas ministradas por grupos ecológicos
internacionais vêm defendendo a internacionalização
da Amazônia, trazendo em alguns mapas da América Latina o
Brasil sem o estado do Amazonas, declarado nos mapas escolares dos Estados
Unidos e Europa como área internacional.
Agora,
é de se espantar o silêncio obscurantista que envolve a questão.
Depois da posse de Bush – que em campanha – insinuou a possibilidade de
desapropriação territorial de países que estão
sob seu jugo, como pagamento de dívidas “inexistentes”, tudo silenciou
sobre o assunto e nenhuma medida direta foi tomada sobre o fato. Se atentarmos
para a possibilidade energética da Amazônia, em tempos de
apagão, uma grande luz se abre para nossa pequena compreensão
dos fatos.
O uso
da Biomassa como fonte energética, os rios, a energia das diversas
fontes de óleos naturais, o sol equatorial, entre outras fontes
de energia, eleva a Amazônia a um status energético sem precedentes
em todo o mundo. Este potencial conjugado com a capacidade de exploração/administração
da Petrobrás seria, com certeza, o maior potentado energético
do planeta, e por que isto não ocorre? Bom, quem “guarda” a Amazônia
é Exército Nacional que a cada dia se desintegra um pouco
e a Petrobrás, tendo a frente o Henri Philippe Reichstul e o David
Zylbersztajn na ANP, só espera um tiro de misericórdia. Tudo
isso é feito debaixo dos nossos olhos e nós não enxergamos
nada.
A questão
não fica aí e é bem mais complexa: O comércio
internacional das drogas movimenta anualmente aproximadamente 950 bilhões
de dólares, e os cartéis de Medelin e Cali estão literalmente
eliminados, varridos do mapa, enterrados debaixo de alguns palmos de terra.
Então por que o comércio internacional de drogas não
acabou?
O Juquinha
dá um tapa no baseado e baseado nos escombros da profissão,
filosofa: “este negócio agora é manejado por megaempresas
internacionais que necessitam das Forças Armadas para controlar
os tráficos”. Então, o subsídio financeiro para a
FARC, que assombra o interior colombiano, estaria explicado?! Parece lógico
que a manutenção da guerrilha colombiana só é
mantida para justificar a compra de armas para o exército colombiano
manejar com mais eficácia o comércio internacional do branco
que satisfaz. Dona Maria que me livre se eu fiquei doidão nesta
maré, mas parte deste comércio utiliza como área de
escoamento o território brasileiro, que é muito bem monitorado
por forças nacionais, estaria aí ALGUM xis da questão?!
Tudo
isso faz parte do processo de internacionalização da Amazônia.
As frentes são montadas e o processo suavemente implementado. Corriqueiramente
lemos no Jornal Militar “Ombro a Ombro” artigos que deixam claro o movimento
da política nacional no sentido de desmantelar o Exército
Brasileiro. THC, oh, desculpe! FHC, José Sarneyzinho e o plantador
de coisas alguma Raul Jugman nunca falaram nada sobre o assunto. Por que
será???
A Amazônia
é hoje o maior tesouro da humanidade e ela não pode pertencer
a um país terceiromundista, onde o governo é historia de
Maria Pezinho. Ela tem que pertencer a maior nação do mundo
e isto o presidente dos Estados Unidos da América já prometeu
aos americanos. Com o desmantelamento contumaz do Exército Nacional,
entendemos que o processo já está armado e o circo montado
para ver os bobos da corte americana encenarem seus papéis, escritos
pela farsa política da globalização.
A Amazônia
vem sofrendo duramente com este processo, os incêndios, a extração
ilegal da madeira, os garimpos clandestinos, são provocados por
‘elementos’ estrangeiros, que querem mostrar ao planeta que os brasileiros
não estão aptos a cuidar do que é seu, e que supostamente
“pertence à humanidade”. Os maiores grupos ecológicos do
mundo são financiados pelas maiores multinacionais do planeta, que
denunciam aos quatros ventos a extinção de plantas e animais,
em seguida a mídia internacional se movimenta para mostrar a todos
as agruras brasileira e a ONU (Organização do Patrimônio
Internacional dos Estados Unidos) reconhece a internacionalização
da região. Perfect!!!
E aí?
E aí, é melhor preparamos a bunda que o chumbo vem grosso.
Como no convite do subtexto do playboy da Brasília amarela, o beiçola
das privatizações: “bem vindo à NOVA ORDEM MUNDIAL”!!!
Que Nossa
Senhora Aparecida tenha braços longos para acolher a todos os seus
filhos despatriados.
Petrônio
Souza é fotógrafo e produtor artístico
Consciência.Net