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# 10/01/2008
A mutilação dos direitos dos brasileiros
Mutilado por um Estado que não pensa em formar homens e cidadãos, o brasileiro se vê agora cortado em sua veia. A ordem partiu do primeiro homem de nossa República, aquele que não pensa duas vezes em nos confiscar a nossa própria dignidade. Por Petrônio Souza Gonçalves.
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OPINIÃO
# 26/10/2007
No
país da servidão
Fernando
Henrique era presidente, José Serra ministro. No dia 21 de abril,
quando Minas realiza uma das mais bonitas e comoventes festas cívicas
deste enorme país com uma memória tão pequena, Ouro
Preto, a capital do ideal libertário, recebia as autoridades nacionais
para a festa de Tiradentes. Um grupo de intelectuais mineiros, nacionalistas
e herdeiros dos sonhos de Tiradentes, diante do deplorável governo
entreguista de FHC, resolveu homenagear Fernando Henrique entregando-lhe
a medalha Joaquim Silvério dos Reis, com toda certeza, um dos ídolos
de FHC. Por Petrônio Souza Gonçalves..[+]
ANÁLISE
# 24/05/2007
Brasília,
fonte ou ninho da corrupção?
A política
brasileira se tornou uma empreiteira para construir mansões nos
quintais de poucos. E no final de cada ano, cada um leva, além de
tudo, um pequeno troco. É a mentalidade da nossa política
nacional. Por Petrônio Souza Goncalves
OPINIÃO
# 09/10/2006
Do
arrependimento ao perdão
Do Partido
dos Trabalhadores sobrou apenas o presidente Lula. Os outros ficaram como
penduricalhos, largados à beira do caminho. De volta à Câmara,
com pouco milhares de votos, estão algumas figuras antigas do partido,
mas sem a mesma empáfia.
OPINIÃO
# 25/09/2006
Um
governo paralelo
De escândalo
em escândalo, vai o governo Lula, sempre traído por seus assessores
e colaboradores. Se formos contabilizar os números de ex-assessores
petistas que traíram Lula, poderíamos, com toda certeza,
dar uma nova versão para a sigla do partido: PT, Partido dos Traídores.
Os primeiros que traíram Lula, como ele mesmo definiu, deram-lhe
uma punhalada nas costas.
OPINIÃO
# 03/09/2006
Um
coração roubado
Nero,
o megalomaníaco, corrompeu tudo, menos a arte. Lula, depois de ficar
de fogo em Brasília, corrompeu tudo, até a arte, a nossa
ingênua e desamparada arte brasileira (...)
OPINIÃO
# AGO/2006
O
voto: nossa única voz
(...)
É preciso que cada um de nós casse na sua consciência
os verdadeiros detratores da moralidade pública, da honestidade
institucional, da vergonha que enobrece e dignifica os homens. Estas eleições
vão completar os trabalhos iniciados e não terminados pelas
CPIs, excluindo, um por um, os verdadeiros rufiões da pátria,
os canastrões do dinheiro público, os cafetões dos
sonhos e da crença do povo.
OPINIÃO
# 18/07/2006
A
'americanização' do Clube Atlético Mineiro
A faixa
negra na camisa atleticana está estampada em nossos corações
de luto. O branco não é da paz, é da passividade.
O time está rendido; o torcedor, vencido, vendido; abatido em alma,
corpo e coração.
OPINIÃO
# 13/07/2006
O
que falta ao Lula
Há
um primitivismo cultural e moral reinante no Brasil. Há um primitivismo
encarnado em Lula. Sonhamos o país que deveria ser e vivemos no
país que é. Entre os dois, há um verdadeiro Lula de
distância (...)
OPINIÃO
# 05/07/2006
Nacionalismo
à brasileira
(...)
Mal se foi o último grito de gol, de gozo; foi-se também
o nosso amor estampado, tatuado, declarado. O nosso amor não é
à pátria, é à festa que a pátria pode
nos proporcionar. O hino nacional, cantado em erros aqui e acolá,
vem apenas ser o triste requiém de nossa própria falta de
identidade, de independência moral, política, social e cultural.
OPINIÃO
# 07/05/2006
O
bêbado e o gordo equilibrista
Agora
temos a clara certeza de que o Ronaldo, o fenômeno, está realmente
gordo, e que o presidente Lula bebe mesmo. Prova disso é que quando
um jogador está gordo, em seu pé começa a parecer
bolhas, e quando um presidente da República bebe, o país
transforma-se em uma casa da Mãe Joana, em que todos podem tudo,
até quebra o Congresso Nacional, embriagados pelo poder (...)
OPINIÃO
# 05/05/2006
E
a verba subornou o verbo
No princípio
era o caos. Depois veio o verbo e a verba. Os homens se afeiçoaram
mais à verba que ao verbo, e tudo voltou ao caos original. Ou seja,
à ausência dos princípios do verbo, da palavra divinal
e de tudo que advém dela. Aqui no Brasil, com seus milhares de anos
de atraso e submissão, a verba se fez verbo, bem antes do caos.
E com a verba e com o caos, começamos a escrever nossa história
desde tempos bem remotos; era o nosso Gênesis (...)
À
pesquisa da verdade
Quem nos
ensinou a questionar as pesquisas eleitorais foi o Partido dos Trabalhadores.
Quantas vezes o presidente Lula nos perguntou qual entre nós havia
sido abordado por uma nova pesquisa nas eleições passadas?
Agora, partindo do mesmo princípio, questiono: Como estão
sendo realizadas estas últimas pesquisas? Quais os seus critérios?
Os seus métodos de avaliação e abordagem? Sim, por
que por onde vou e por onde questiono amigos, pessoas próximas,
constato uma profunda divisão entre a indecisão e a anulação
do voto. Por Petrônio Souza Gonçalves, 4/5/2006
Aguardaremos
os próximos capítulos?
Já
faz tempo que a tevê brasileira vem dando um glamour especial ao
banditismo. Os Direitos Humanos, no mesmo sentido, dão o perdão.
A sociedade, as famílias, ficam apenas com o pecado e com o medo
que paralisa os braços e esteriliza os atos. Por Petrônio
Souza Gonçalves, 30/4/2006
Democracia;
ainda que tardia
São
nas grandes democracias consolidadas que conhecemos e compartilhamos, em
todos os níveis, o verdadeiro exercício da independência
e autonomia entre os poderes. Podemos afirmar que uma democracia é
sustentada pela atuação harmoniosa e independente entre os
seus poderes, entre as suas instituições (...) Por Petrônio
Souza Gonçalves, 29/4/2006
Turismo:
o que falta a Minas Gerais?!
A grande
vocação mundial no último milênio foi o turismo.
Mundo afora, empresas nacionais e multinacionais atentaram-se para o potencial
natural que estava à sua volta e começaram a criar uma estrutura
para receber visitantes, que no primeiro momento viajavam o mundo em busca
das belezas originárias de cada país. Por Petrônio
Souza Gonçalves, 29/4/2006
A
nobreza dos sonhos dos homens
(...)
Não sabe o pré-candidato à presidência da República
Garotinho que a palavra candidato vem de candura, de pureza, de
nobreza. Ela era usada no início da nossa história para apontar
a quem era puro de alma e coração em uma sociedade, para
assim poder conquistar o direito de governar a vida dos seus. Por Petrônio
Souza Gonçalves, 27/4/2006
Ali
Babão e os quarenta ladrões
"No presidencialismo,
a responsabilidade pelos atos políticos e administrativos é
do presidente da República. Cabe, portanto, a Lula responder pela
ação criminosa praticada dentro do aparelho estatal. Até
porque a quadrilha era formada pelos seus principais ministros e por dirigentes
nacionais em seus partidos. É impossível excluir o presidente".
(...) Por Petrônio Souza Gonçalves, 18/4/2006
301
picaretas no Pântano Central
Pois é;
Lula previu e agora já começamos a identificar os 300 picaretas
que atuavam e atuam no Congresso Nacional com anéis de doutor. A
Justiça, por meio das CPIs, já desmascarou 40 deles. Todos
imiscuídos nas hostes petistas, atrelados ao poder vigente e condescendente
às várias formas de corrupção. (...) Por Petrônio
Souza Gonçalves, 27/3/2006
“CNBB:
Lula não foi coerente com o que pregou”
Celso
Brant, ser de outra esfera, gênio e santo, homem de amor incondicional
e devocional ao Brasil, inconfidente pós-moderno, um dia me relatava,
emocionado, o martírio e entrega do partido criado por ele, o PMN
- Partido da Mobilização Nacional - por qual disputou a presidência
da República em 1989, por seus homens de confiança. Depois,
sentenciou: “O poder não corrompe as pessoas Petrônio, apenas
revela o corrupto que existe dentro delas...” (...) Por Petrônio
Souza Gonçalves, 15/2/2006
Uma
perda de tempo
(...)
Ações diretas do governo para impulsionar o desenvolvimento
e o crescimento nacionais, não se constata nada, nada; desde muito.
O que se registra até aqui não foge ao raio do assistencialismo;
seja ele social, econômico ou desenvolvimentista. Esta é a
toada da nossa triste, arrastada e atrasada política brasileira,
que vem desde os tempos de Cabral. Por Petrônio Souza Gonçalves,
13/2/2006
Enquanto
Lula chupa laranjas...
Lula e
o PT sempre disseram que chegando ao poder escorraçariam, de uma
vez por todas, da nossa mísera vida pública nacional, homens
da extirpe de Antônio Carlos Magalhães, Roberto Jefferson,
Fernando Henrique Cardoso, entre tantos outros. Agora, assistimos, desolados,
envergonhados, desmoralizados, o contrário de tudo isso (...) Por
Petrônio
Souza Gonçalves, 9/2/2006
O
que o PT nos deve?!
Os jornais
estampam em suas páginas matinais: “PT é o partido com maior
dívida”. “Apesar de ter recebido quase R$ 25 milhões do fundo
partidário no ano passado, legenda do presidente Lula deve R$ 43
milhões e lidera ranking”. A dívida maior do Partido dos
ex-Trabalhadores não se mede apenas em reais, mais em muito mais,
em valores que não podemos contabilizar. (...) Por Petrônio
Souza Gonçalves, 28/1/2006
Governo
Lula: um tapa-buracos
Depois
do governo Lula, o brasileiro ficou mais triste, desesperançoso
e com medo de não ser mais feliz. O governo companheiro foi apenas
uma viagem por uma de nossas rodovias federais. Uma viagem esburacada,
onde muitos sonhos naufragaram. Por Petrônio Souza Gonçalves,
16/1/2006.
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