prêmio jabuti
O jornalismo premiado
Um dos
reflexos do ganho de qualidade dos jornalistas brasileiros com boa formação
acadêmica está nos livros de reportagem que têm sido
publicados recentemente. Eles não são mais apenas uma reunião
de material que já saiu na imprensa periódica, mas um produto
original. Não só novo como também denso, capaz de
servir de referência a outros trabalhos intelectuais. É o
que se pode ver pelos livros que receberam o Prêmio Jabuti deste
ano, todos de alto nível (...) Por Lúcio Flávio Pinto,
reproduzido do Jornal Pessoal nº 374, 2ª quinzena de agosto de
2006..[+]
eleições
2006
Lula, o ego
William
Bonner me deu uma felicidade que há muito tempo não tinha
diante de um aparelho de televisão. Invejei-o na entrevista com
o presidente Lula para o Jornal Nacional. Eu não conseguiria sustentar
a justa pressão que ele exerceu sobre o ensaboado entrevistado,
perguntando quase tudo que gostaríamos que perguntasse ao mais lídimo
representante do povo que já chegou à presidência da
República (...) Por Lúcio Flávio Pinto, reproduzido
do Jornal Pessoal nº 374, 2ª quinzena de agosto de 2006..[+]
IMPRENSA #
06/03/2006
Lúcio Flávio
Pinto responde à ANJ
Parecer
da ANJ sobre o caso Lúcio Flávio Pinto, seguido de resposta
do jornalista perseguido no Pará por exercer a liberdade de expressão
de fato: “Reajo a esse parecer porque ele representa um perigoso precedente
ao exercício da liberdade de informação e opinião
em nosso país, muito mais do que por contraditar meu entendimento
dos fatos”. Leia
aqui.
imprensa paraense
O poder de O Liberal
O Grupo
Liberal tem o poder de fogo de dois jornais diários, nove emissoras
que geram imagem de TV, 90 retransmissoras, oito emissoras de rádio,
um portal de internet e uma TV a cabo, tudo isso com o selo da Rede Globo
(...) Por Lúcio Flávio Pinto, fevereiro de 2006. Publicado
originalmente no Jornal Pessoal nº 361 (2ª quinzena de janeiro/2006)..[+]
tacape liberal
A vil agressão,
um ano depois
Quem fosse
fazer um balanço objetivo do que aconteceu desde que, um ano atrás,
Ronaldo Maiorana me agrediu, chegaria a um resultado de causar perplexidade:
o agressor está livre e desimpedido, enquanto o agredido sustenta
uma batalha judicial com 12 processos instaurados contra si pelo agressor
e seu irmão, Romulo Maiorana Júnior. Como esse absurdo se
tornou possível? A justiça continua a caber no retrato que
dela fez Franz Kafka em O Processo? Por Lúcio Flávio
Pinto. Publicado originalmente no Jornal Pessoal nº 361
(2ª quinzena de janeiro de 2006)..[+]
análise
Trilha de fogo:
a rota da soja
Quem se
der ao trabalho de examinar sucessivas imagens de satélites que
captam fontes de calor, não terá dúvida: é
de fogo a rota de expansão da soja na Amazônia. Enquanto
o desmatamento na região diminuiu 31% do verão de 2004 para
o verão de 2005, os focos de queimadas cresceram 1%. A discrepância
já é um paradoxo. Mas há outro, muito mais grave:
enquanto em Mato Grosso houve uma diminuição de 34% nas queimadas,
em todos os Estados que fazem divisa com o maior produtor de soja do mundo,
as taxas foram positivas. Por
Lúcio Flávio Pinto,
8/1/2006..[+]
os pesos e
as medidas
Triste Unesco, a
do Brasil
(...)
o jornal O Liberal, de meu agressor, Ronaldo Maiorana, financia
a liberdade de imprensa da ANJ/Unesco. Logo, é um cidadão
acima de qualquer suspeita... Por Lúcio Flávio Pinto,
do Jornal Pessoal nº 358, 1ª quinzena de dezembro de 2005..[+]
campanha
Lúcio Flávio
Pinto: premiado e ameaçado
O jornalista
paraense LÚCIO FLÁVIO PINTO, editor do Jornal Pessoal, necessita
do apoio incondicional da opinião pública brasileira por
ser vítima permanente de perseguições e injustiças
em represália à sua determinação de buscar
a verdade no cumprimento dos preceitos universais do jornalismo. Você
pode enviar uma mensagem exigindo o fim das perseguições
ao jornalista LÚCIO FLÁVIO PINTO. A seguir, a carta que será
enviada para o grupo ORM, Organizações Globo, OAB-Nacional,
OAB-Pará, ANJ e Tribunal de Justiça do Pará..[+]
imprensa
Há mesmo
liberdade?
Um caso
pessoal, em um Estado menor da federação, pode expressar
problemas maiores e mais graves que se antepõem à consolidação
da democracia no Brasil. Os poderosos precisam ouvir críticas sem
reagir com violência contra o crítico. A liberdade é
um sustentáculo da diversidade numa sociedade madura. Por Lúcio
Flávio Pinto, 6/12/2005..[+]
entrevista
CPJ homenageia jornalista
paraense
O jornalista
Lúcio Flávio Pinto, repórter especializado em assuntos
da Amazônia e editor do Jornal Pessoal (de Belém, PA), foi
um dos quatro premiados com Prêmio Internacional da Liberdade de
Imprensa, concedido pelo Comitê para a Proteção dos
Jornalistas (CPJ) – organização independente, sem fins lucrativos,
que se dedica a defender a liberdade de imprensa em todo o mundo. Por Elias
Ribeiro Pinto, no Diário do Pará, 19-20/10/2005..[+]
reconhecimento
O significado de
um prêmio
Dize-me
com quem andas e te direi quem és, ensina a sabedoria popular. Cada
vez mais ando com cidadãos simples e suas instituições
representativas, à distância do poder institucional. Minha
relação é travada com pessoas do povo e o critério
que a mantém é o da verdade, do respeito mútuo, da
força da inteligência. Os parâmetros do conhecimento,
do saber e da informação delimitam esse relacionamento (...)
Por Lúcio Flávio Pinto, jornalista, no Jornal Pessoal
nº 355 – 2ª quinzena de outubro/2005..[+]
entrevista
I
‘Caros Amigos’ entrevista Lúcio
Flávio
Nosso
entrevistado é um homem gentil e de aspecto grave, daquele tipo
de repórter investigativo que não se faz mais. Durante três
horas de conversa, ficou claro porque o jornalista e sociólogo Lúcio
Flávio Pinto, 54 anos, vive há quase duas décadas
sob a pressão de vários processos judiciais. O motivo? Escrever
em seu Jornal Pessoal, formato tablóide, com tiragem de 2 mil exemplares,
o que ninguém mais tem coragem de publicar sobre os principais conflitos
da região amazônica, como a grilagem de terra, a exploração
ilegal de madeira e a conivência do Judiciário com esses delitos.
Entrevistadores: Rogério Almeida, Guilherme Carvalho e Nanani Albino,
para a Caros Amigos, 27/7/2004..[+]
injustiça
Jornalista é condenado no Pará
O jornalista paraense Lúcio
Flávio Pinto foi condenado pela Justiça do Pará a
pagar indenização por danos morais ao empreiteiro Cecílio
do Rego Almeida, dono da empresa C. R. Almeida, informou o site O JORNALISTA
em
26/6. Em matéria publicada em 2000 em seu Jornal Pessoal,
o jornalista denunciou grilagem de terras praticada pela empresa, cujo
nome está inscrito no Livro Branco da Grilagem no Brasil, editado
pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário em 2002. Clique
aqui para ler a íntegra
da nota divulgada pelo jornalista em 26/6/2005.
ataque
Sindicato repudia
atentado à liberdade de imprensa
O Sindicato
dos Jornalistas no Estado do Pará (Sinjor-PA) divulgou nota no final
de junho manifestando "veemente repúdio" à decisão
do juiz Almilcar Guimarães, da 4ª Vara Cível do Fórum
de Belém, que emitiu sentença condenando o jornalista Lúcio
Flávio Pinto a pagar indenização ao empresário
Cecílio do Rego Almeida, proprietário da construtora C. R.
Almeida. A ação, por danos morais, tem como alvo uma matéria
publicada no Jornal Pessoal, em 2000. Da redação,
24/6/2005..[+]
entrevista
II
“O poder público induz ao conflito”
O jornalista e sociólogo
Lucio Flávio Pinto dedicou sua vida a contar os caminhos e descaminhos
das disputas de terra na Amazônia, sobretudo no Pará. Aos
55 anos, 39 deles dedicados ao jornalismo, acumula quatro prêmios
Esso de reportagem e 10 livros sobre a região, entre eles Amazônia:
o anteato da destruição e CVRD: a sigla do enclave
na Amazônia, obra mais recente, que trata da Vale do Rio Doce.
"A Vale é maior que o estado do Pará. No ano passado, foi
responsável por 10% do lucro líquido do país, e um
terço disso saiu daqui. Ainda assim, o Pará é o 16º
estado em Índice de Desenvolvimento Humano e o 19º em Índice
de Desenvolvimento Juvenil". Leia entrevista concedida a Paulo Celso Pereira,
no Jornal do Brasil, 21/2/2005..[+]
tacape liberal
I
Comunicado ao público
Há
17 anos assumi com a sociedade o compromisso de manter um jornal que tivesse
como único compromisso divulgar a verdade e só a verdade.
Para não sofrer nenhum tipo de restrição, o Jornal
Pessoal, fundado em setembro de 1997, nunca aceitou publicidade e jamais
condicionou a apuração dos fatos a fatores subjetivos e objetivos
condicionantes. O limite da sua atuação sempre foi sua capacidade
de investigação e raciocínio. Por Lúcio
Flávio Pinto, jornalista em Belém (PA), 25/1/2005..[+]
tacape liberal
II
Executivo de ‘O
Liberal’ comanda espancamento de jornalista
O jornalista
Lúcio Flávio Pinto foi agredido fisicamente e ameaçado
de morte, ontem, pelo empresário Ronaldo Maiorana, diretor-editor-corporativo
do jornal O Liberal, principal veículo das Organizações
Romulo Maiorana (ORM). Participaram do espancamento dois seguranças
que acompanhavam o empresário, ambos policiais militares. O ataque
aconteceu no Restô do Parque, que funciona dentro do Parque da Residência,
antiga residência oficial do governador do Estado e onde hoje está
a sede da Secretaria Executiva de Cultura, que administra o espaço.
Do Diário do Pará, 22/1/2005..[+]
artigo
O rei da quitanda
O poder
de Romulo Maiorana Júnior, o principal executivo do maior grupo
de comunicação do Norte do país, contrasta com a situação
de um Estado destituído de informação, de opinião
e de posição. O grupo Liberal é mais poderoso
do que o Estado no qual atua; A TV Liberal é uma das afiliadas da
Rede Globo de Televisão (...) Por Lúcio Flávio
Pinto, no Jornal Pessoal, em 18/1/2005..[+]
entrevista
‘Jornal dos Jornais’
entrevista Lúcio Flávio Pinto
Aos 50
anos, 34 de profissão, o paraense Lúcio Flávio Pinto
mantém há 13 anos o Jornal Pessoal, em formato tablóide,
que tira 2 mil exemplares por quinzena e o sono diário do jornalista.
Perde dinheiro, ganha inimigos, coleciona ameaças ao tratar dos
assuntos da Amazônia. Vive de assinaturas e não aceita publicidade.
Jornal pessoal é uma invenção, no Brasil, de José
da Silva Lisboa, o visconde de Cairu, que em 1821 começou a redigir
e publicar sozinho o Conciliador do Reino Unido (...) Texto da coluna do
Instituto Gutenberg na revista Jornal dos Jornais - nº 17 -
agosto de 2000..[+]
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