Ensaios dos Leitores
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Tropa de Elite: o avesso do avesso

Os objetivos da produção de drogas são acumular capitais e produzir lucros. O espaço de sua produção não são as favelas e nem seus proprietários habitam lá. Onde ela é produzida? Quem são os produtores? Onde residem? Por Ana Lúcia da Silva (*), 27/02/2008.

JUSTIÇA # 15/10/2007
Direito prêt-à-porter

Urge a necessidade de não mais encararmos o direito como mera aplicação de normas cabíveis a cada caso, em uma atividade infantil, na qual cada peça deve ser encaixada na fôrma correspondente. Por Matheus Teixeira da Silva.

VÔO DA TAM # 01/08/2007
Jeitinho brasileiro

O Brasil precisa olhar-se no espelho. Sentir vergonha já é um bom começo. Por Antonio Veronese.

BRASIL # 30/04/2007
Imprensa de varejo

elroto@inicia.esDiante de tanto grandes esquemas de troca de favores na política, por que a grande imprensa só se interessa por “varejista”? Se eu gostasse de pizza, proporia uma CPI da imprensa. Por Oliver Buzzo

POVOS INDÍGENAS # 23/04/2007
A capacidade civil dos índios à mercê das interpretações jurídicas

Este artigo analisa a capacidade civil plena dos indígenas e o reconhecimento do direito que estes têm de ingressarem em juízo, na defesa dos seus interesses e direitos, deixando de ser apenas uma pendência legislativa passando também a ser uma questão hermenêutica. Por Adriana Lins

ENSAIOS DOS LEITORES # 22/04/2007
Discurso político e violência urbana

A violência urbana é um mal que envolve muitas vezes em um só lado o crime e a autoridade. Este artigo faz um alerta: é real a possibilidade da construção de uma sociedade em que os ideais de justiça social, de solidariedade e de democracia acabem sendo apenas palavras ocas. Por Gercinaldo Moura

LEITORES # 17/10/2006
Candidatos, volver!

Em épocas de eleição, parece que aflora o instinto revolucionário das pessoas, quando não os "primitivos" dos quais já falava o excelentíssimo senhor extinto... Como é mesmo o nome? Roberto Jefferson! Perdoem minha memória curta de brasileira. Por Lídia Dourado

POESIA # 8/10/2006
Um único partido chamado Brasil

Diz-me!
Que sonhar ainda é possível
Que derrubar o MURRO
Da desigualdade, da injustiça, não é uma utopia (...) Por Anísio Lana

POESIA # SET/2006
Anseio!

Um dia
Tudo aqui na terra será diferente
Todos
Serão felizes
E só o amor vai importar
Os filhos
Amarão aos seus pais
Que darão a eles o direito de serem filhos
Orgulhosos de suas raízes (...) Leia mais

As nossas escolhas

Dia desses, uma manchete do jornal me chamou a atenção e talvez me tenha atrasado o sono. Dizia que “Brasileiro gasta mais com jogo de azar do que com educação”. Não por que o brasileiro não tenha o direito de gastar sua grana com o que bem entender. Mas pelo fato de como nós brasileiros fazemos nossas escolhas e nos relacionamos com elas. Por Marcos Sílvio de Santana, de Patos de Minas (MG), 16/09/2006.

A guerra hiper-real

(...) Terrorismo é o desperdício dos recursos naturais deste planeta. É a má distribuição dos recursos sociais, a desorientação chamada de informação generalizada. É o abuso para com a população civil vindo dos órgãos de controle, pelos programas de governo feitos com a intenção de arrochar economias de populações inteiras como pano de fundo de um totalitarismo mercantil. Do blog Urbanoide Iluminado, 30/08/2006.

Paradigma de quê?

O conceito de paradigma - modelo; padrão – seria aquele no qual todos deveriam se apoiar, para aí então tirar suas próprias opiniões, mas o fato é que nem sempre este pressuposto pode ser aceito, já que às vezes o tal sonhado paradigma nos é imposto, ou quase sempre somos forçados a crer em tal fato (...) Por Juliano Vieira Lopes, junho de 2006

Museu da Língua Portuguesa: Pífio Padrão Global

Como todo cidadão comum, tomei um ônibus na Vila Sônia, zona oeste de São Paulo, linha Estação da Luz, e lá fui, com a musa-vítima açodada pela propaganda, ver o tal Museu da Língua Portuguesa na Praça da Luz, centro velho roto e abandonado de São Paulo. Expectativa enorme, claro, muito mais para um poeta que estuda a língua-mátria, como diz o Caetano Veloso. Fui na onda midiática do momento (...) Poeta Silas Correa Leite, maio de 2006

Ratinhos de laboratórios

(...) vivemos num sistema de valores que nos predem e que "não nos permite agir", nossa vida é preenchida de maneira que ela passe sem que possamos parar pra pensar! Nascemos, atingimos a idade de nos matricularmos num colégio, quando nos damos conta da nossa existência, o que estamos fazendo? Tendo que estudar para que sejamos aprovados da primeira pra secunda série e assim sucessivamente... e não fiquemos de recuperação, muito menos repitamos (...) Por Gilberto Galante Schulz, 16/5/2006

Chega de injustiça!

Neste 31 de março, recordaremos um golpe - não a quartelada de 1º de abril de 64. Trata-se do golpe da chacina da Baixada Fluminense, ocorrido há exatamente um ano. Um olhar sobre esse povo jogado na "ninguendade" é urgente. A publicação da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, "Impunidade na Baixada Fluminense", que lá será lançada durante as atividades desta sexta-feira, revela compromisso com a superação das injustiças. Por Fabio Pereira, 31/3/2006..[+]

O que começou errado tem de ser mudado

Os sem-terras desempregados, diante da injusta divisão de renda, se organizam em movimentos sociais ou populares, como as Ligas Camponesas. Estes Movimentos que existem até hoje consistem em ocupar, resistir e produzir em fazendas de boa terra que não estejam alimentando o povo. Reivindicam da República a reforma agrária no Brasil. (...) Por Rui Fernando Neto, estudante de jornalismo, março de 2006.

Fórum Econômico Mundial e Fórum Social Mundial: possíveis laboratórios para uma democracia global?

A maneira como os grupos envolvidos no FEM ou no FSM lidariam com tamanha variedade, se há contornos de dominação sobressaindo nas ações destes agentes, podem nos dizer hoje se a aposta em uma esfera pública global futura, ou uma democracia mundial, é fadada a ser um grande fracasso. Por George Gomes Coutinho (*), 20/02/2006.

Greve ilegal no país do Presidente Sindicalista

Toda decisão judicial é interpretativa e, portanto, ideológica. Toda interpretação é ideológica. Não existe decisão não interpretativa. Se assim fosse, não seria necessária a figura do juiz. Bastaria um programa de computador (...) O direito inscrito na Constituição Federal independe de regulamentação para o seu exercício. Se a regulamentação não existe cabe ao judiciário decidir, mas nunca eliminar o direito Constitucional. Pode restringir, mas não eliminar o direito. Por Pedro Aparecido de Souza (*), 14/02/2006.

Aviso de incêndio

Ele prendeu aquele desenho de John Lennon na parede e lá ficou por anos e anos a fio. A mais notória de todas as suas frases “Dê uma chance à paz” podia ser lida um pouco abaixo. Um quadro pregado à parede como forma de homenagear John depois de seu assassinato. Reputaria esta homenagem mais ao pacifismo do ex-beatle do que ao valor de sua obra estética. (...) Por Mayron Régis, jornalista, janeiro de 2006

A disputa do cafuné

No fundo, a disputa entre PT e PSDB é pela honra de ser o representante da elite urbana. Por Breno Costa, para a Revista Consciência.Net, dezembro de 2005.

Mensalinho e Vida Severina
por Pedro Luz Cunha

Severino que tristeza,
o seu nome sobre a mesa,
sobre o tal do mensalão!
Tem um tal de Fiorela,
tem ali uma bagatela.
p’ra você é um filão. (...) Mais!

Poderia ser no Brasil

A participação de países africanos nos fóruns internacionais hoje é muito mais expressiva do que há uma década atrás, mais ainda não os colocam em posição favorável ao desenvolvimento macroeconômico. A grande variedade de conflitos políticos e de etnias atrasaram o processo de globalização. As variedades de matérias primas de exploração são imensas e mesmo assim consórcios internacionais são abertos para exploração em solo nativo. Por Mario Mendes Jr., maio de 2005

Um papa para mudar

Eu não esqueço. Era o dia 26 de agosto de 1978. Minha mãe, muito católica, aguardava ao pé do rádio o nome daquele que seria o novo papa. Esperava ela, já impregnada da Teologia da Libertação, que fosse alguém que recuperasse, de verdade, as idéias e a prática de Jesus. E nós, com ela, também esperávamos. Por Elaine Tavares, abril de 2005

Separando o joio do trigo

Somente a paixão pela liberdade ecoada pelos verdadeiros jornalistas pode arrombar os grilhões que nos forjaram e nos livrar dos quengos de sempre. Chega de posar de vítimas. É chegada a hora do grito. Não "Do Fico". Mas do "Libertas quae sera tamen". E os denominados "jornalistas sem diploma" estão se organizando finalmente. Por Ricardo Faria, março de 2005

A maior prisão do mundo.

As ruas encontram-se quase desertas. O vento frio varre todos os cantos. Uma música triste e melancólica faz coro com o silêncio dos inocentes. Se é que isto existe. Um lençol branco cobre o firmamento. Em alguns momentos vê-se o azul imaculado o lençol. As janelas estão fechadas. As portas fazem companhia às janelas. Os flocos de neve caem nos lugares certos. (...) Dedicado a Peter Kropotkin. Por Darlon Carlos, março de 2005

Reflexões do pós-guerra angolano

Há alguns dias, viajei pelo continente Africano. E, mediante o que conhecemos de alguns países, o que mais me chamou a atenção foi Angola, um país enorme, com terra suficiente para alimentar algumas centenas de milhões de pessoas e onde supreendemente quase não existe exploração agrária em seu território, não devo deixar de dizer que o potencial de crescimento é muito grande e também muito viável. Por Mario Mendes Jr., 15 de dezembro, 2004

Globo Repórter ou Globo Ecologia?

Programa das sextas-feiras à noite na TV Globo, o Globo Repórter, originalmente, propõe a abordagem de temas polêmicos, mas o que se vê nas telinhas não condiz com a teoria. Com uma média de 10 edições com pautas ligadas à responsabilidade social, economia ou segurança no período de um ano (03/2004 a 03/2005) o programa caminha gradativamente para se tornar o paraíso dos biólogos, ao tratar correntemente de jacarés barriga-branca ou de espécies raras de cachorro-do-mato que só se encontram no cerrado. Por Brisa Grillo, março de 2005

A Angústia da Madrugada

(...) o que será que eu estou fazendo aqui?! Serei obra de um maquiavélico plano divino ou mero fruto do acaso, produto de poeira estrelar? O complicado não é levar o homem a Marte, difícil sim é compreender o que um bando de macacos pelados está fazendo num planeta como a Terra quando poderia estar em bilhões de outros. Habitamos literalmente um grão de areia na praia, somos uma célula do sistema nervoso universal. Questões simples, de grosso calibre, capaz de abrir um rombo na minha alma do tamanho de minha angústia. Por Fernando Radin Bueno

A ilegalidade da assinatura telefônica

Carlos Rodrigues, outubro de 2004. Em São Paulo já há ação com trânsito em julgado condenando a Telefônica S.A. a devolver em dobro o que o Autor pagou de Assinatura Telefônica em 5 anos. O Desembargador Carlos lenzi, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, entendeu ser ilegal a cobrança de Assinatura Telefônica e concedeu a Tutela Antecipada em ação movida na Justiça local.

A concorrência como arma

Weder Vilela, 10 de outubro, 2004. No balcão da farmácia, o cliente pede 1 grama de cocaína. Como era sua primeira compra, é feito um cadastro, com dados referentes aquele usuárioinformações sobre seu consumo, residência, perfil familiar e, finalmente, se deseja participar de um programa de combate ao vício. Respondeu que não queria, mas que achou interessante saber que existe este tipo de tratamento. Pagou 20 reais pela droga, metade deste valor vai para os cofres públicos, custear um possível tratamento futuro.

Uma caixinha de surpresas... 

Thiago Visconti, 22 de outubro, 2004. Esse mundo é mesmo surpreendente. O interessante é como nós mesmos nos surpreendemos com nós mesmos. No primeiro turno das eleições municipais de Niterói (RJ) cravei 12, João Sampaio, na urna eletrônica. Em nenhum momento hesitei, mesmo sabendo que ele estava fora da disputa, sequer para um segundo turno. Aliás, já sabia inclusive para quem votar no segundo turno: Godofredo Pinto. Simplesmente para evitar Moreira Franco como prefeito dessa cidade tantos anos depois de sua retrógrada passagem pelo cargo.

O avesso da fé

Adilson Luiz Gonçalves, 8 de setembro, 2004. Sobre política, futebol e religião não se discute! Isso é verdade, para quem não está preparado para conviver com o contraditório. Se estivesse, com certeza, saberia tirar proveito de uma saudável troca de opiniões; mas quando o único interesse é ganhar, todos saem perdendo, principalmente a verdade.

Cidadãos de bem X Crime

Eduardo Augusto Pinto, 11 de agosto, 2004. Hoje temos a insegurança reinando e atingindo todas as classes sociais, dos mais ricos aos mais pobres. Portanto, a segurança se tornou objetivo comum de todo o povo brasileiro; precisamos tomar providências urgentes para a regulamentação da Lei que institui o número único de identificação.

O nome é passa-moleque

Ricardo Faria, 10 de agosto, 2004. Ao intrometer-se no jornalismo, o presidente foi realmente longe demais e, cá da arquibancada, começamos a entender que tudo parece não passar de um passa-moleque para encobrir a gatunagem reinante, verdadeiro mar de lama que nos invade do Oiapoque ao Chuí.

Mais um pouco avante!

Mauro Pitanga, 22 de junho, 2004. Só existe uma maneira de se acabar com a hegemonia de uma nação hostil. É fazendo com que o outro lado da balança o mais fraco,  que geralmente é o mais pesado, por ser a maioria, penda para baixo com toda força. Só existe uma maneira de uma nação hostil se enfraquecer, é deixando-a ir mais um pouco avante... Foi assim com todos os impérios. Quanto mais avante foram, mais inimizades atraíram.

Salário mínimo versus Veja

Paula Batista, de Curitiba, 10 de junho, 2004. A Revista Veja, desta semana, edição 1875 (9 de junho de 2004), publicou, na Carta ao leitor, o editorial “Muito barulho por nada”. Para a revista a discussão do Câmara Nacional “foi um exagero de inutilidade”. O que a revista chama de inutilidade, eu chamo de democracia. Seja lá qual for o motivo daqueles políticos que eram contra o valor do salário mínimo (R$ 260), estipulado pelo governo federal, o que importa é que não se pode perder a chance de discutir e participar desse processo.

Um império chamado quarto setor

Faustino Vicente, 9 de junho, 2004. As últimas décadas foram marcadas por importantíssimas conquistas científicas e fantásticas inovações tecnológicas, que acabaram por provocar profundas transformações no estilo de vida das pessoas. Diante dessa conjuntura as empresas, que vendem excelência, trataram de reinventar as suas estruturas.

Ursada tupiniquim

Ao pontuar o equilíbrio fiscal da União em cima de um dos ítens mais importantes para a dignidade do idoso no Brasil, a ação governamental apronta uma “ursada” com os aposentados brasileiros. Por David Sá Barros, 26 de maio, 2004

Despertar

Rosam, maio de 2004. Pela manhã, / quando o corpo acorda, / nasce mais um dia como outro qualquer. / O que fazer com essa alma que não pára de ir?

A propósito: Livros e homens

Marcelo Alcoforado, 23 de maio, 2004. Hoje, em nomínimo, o jornalista Augusto Nunes relata fatos de três momentos em que entrevistou Paulo Maluf. Na primeira das entrevistas, relata Augusto Nunes, perguntado sobre que livro estaria lendo naquele momento, Paulo Maluf respondera: Estou lendo “A Terceira Onda”, de Alvin Toffler.

Oração em Gaza

Ras Aduto, 20 de maio, 2004. "Pediam paz, levaram bomba".

Funk da Monga: a Monga é você

Wilian Pereira, 18 de março, 2004. Certamente você se lembra de já ter visto alguma Monga em algum parque de diversões – desses mais vagabundos, lambe-lambe, que pousam como uma varejeira linda para a diversão das massas populares, na qual me incluo.

A mulher e o Terceiro Setor

Faustino Vicente, 20 de fevereiro, 2004. A evidente desigualdade econômica acabou por provocar desastrosas conseqüências sociais, especialmente nos países menos desenvolvidos. O progressivo e agressivo distanciamento entre a pobreza e a riqueza é a chaga mais viva que envergonha a sociedade. 

Semelhanças

"CCS2", 22 de fevereiro, 2004. Pergunto: vocês viajariam em um B-747 (Jumbo) pilotado por um comandante que nunca tivesse politado um pequeno "teco-teco"? Eu, não! OBS: Qualquer semelhança com o atual governo é mera coincidência.

Cidadania e Política

Marcos Sílvio de Santana, 15 de fevereiro, 2004. O processo de desenvolvimento, hoje reclamado para o Brasil, esbarra em vários e conhecidos entraves, cuja remoção tem-se inviabilizado por uma espécie de analfabetismo político que predomina na sociedade atual.

A saia justa do presidente

Ana Peluso, 14 de fevereiro, 2004. É muito fácil para um jornalista, pegar um amontoado de frases, combiná-las entre si e sair disparando contra qualquer pessoa cuja imagem precise ser desconstruída.

O buraco é aqui!

Ricardo Faria, 26 de janeiro, 2004. Nem mais em cima, nem mais embaixo. A mídia amestrada, jornalões, rádios e tvs estão de quatro. Exatamente como cachorros caídos do caminhão de mudança ou os herdeiros do pai falido.

Sobre a Corrupção

Marcos Sílvio de Santana, 14 de janeiro, 2004. A corrupção é uma forma de violência? Sem dúvida, esta é a mais deplorável e a mais repugnante de todas as formas de violência.

Vende-se um planeta em bom estado!

Por Márcio Salgues, 9 de janeiro, 2004. Como se já não bastasse tudo que se vende por aí, uma das questões mais debatidas na atualidade é a privatização dos recursos hídricos.

Mudança de hábito

Thiago Visconti, 3 de janeiro, 2004. Em época de ano novo a ladainha é sempre a mesma. Muita gente viaja pra casa de parentes, aluga casas em outras cidades, e principalmente vão às praias ver a queima de fogos da virada. Todos comemoram, sabe-se lá o por quê, a entrada de um novo ano, ou será que comemoram o fim do péssimo ano que se passou?

Celso Athayde na Carta Capital

Por Rafael de Lima Caetano Costa, de Araras, 27 de dezembro, 2003. Há algum tempo li uma entrevista conduzida por Phydia de Athayde com uma pessoa, o Celso Athayde.

Polêmicas x manipulação

Por Marcia Cruz Lima, 25 de outubro, 2003. A necessidade de vender jornais e espaços publicitários está causando um fenômeno profundamente irritante.

Contágio de Deus no Parque da Redenção

Por Fabricio Carpinejar, 14 de outubro, 2003. Uma leitura livre e inconseqüente da obra de Iberê Camargo.

Por que?

Ibere Carvalho, 4 de outubro, 2003. Fico pensando... Por que é melhor ser lavador de pratos nos EUA que ser Engenheiro no Brasil? Por que é melhor lavar defuntos no Japão que ser Engenheiro no Brasil? Até quando esta humilhação terceiro-mundista?

Pela neo-cyber loucura autonóica generalizada: defesa do altismo bloggeado

Por Wilian Pereira, 3 de outubro, 2003. Coisa boa é devanear em si, perder-se nas idéias e reentrar os buracos e becos daquelas todas coisas que eu já pensei e deixei pra lá.

Relações internacionais carinhosas

Por Luiz Carlos Santos de Alencar, 25 de junho, 2003. O governo do Brasil, que elevara o tom das contrariedades, em sintonia com a notória vocação dos brasileiros e do mundo, logo ao abrir das hostilidades, resolveu ignorar a 'vox populi' que o orientava.

Rio, cidade calamitosa

Por Renato Rocha, 16 de abril, 2003. A cidade do Rio de Janeiro vem disputando espaço na mídia, de uma forma muito negativa, com uma outra cidade chamada Bagdá.

Éguas e Lacraias

Por Caetano Cury, 16 de março, 2003. Entra ano, sai ano e a mesma história sempre se repete: o carnaval é marcado pelas novas obras-primas da música brasileira que dominam os alto-falantes de todo país.
 

Aos predadores da utopia
Lau Siqueira

dentro de mim
morreram muitos tigres

os que ficaram
no entanto
são livres

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poema à fé de ofício

no trâmite
ao pé da página
a escrivã registra
sua mágoa.
carimbo
da consciência
resgate fugaz
de toda sua despresença.

no trâmite
a escrivã deságua
como um rio incontinente
razões que nem sejam tantas
para se ter como marca
de sua ausência.

no trâmite
freqüentemente
a escrivã apenas sonha
um mundo que nem sente.

no trâmite
há o indício
de que a fé nem é tanta
do ofício.

Aurélio Aquino, novembro de 2003 - João Pessoa, Paraíba - aurelioa@tj.pb.gov.br

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Espaço

Espaço físico, espaço sideral
Espaço aberto, espaço virtual
Espaço de tempo, espaço vital
Espaço pequeno, espaço legal

Espaço é lugar, é o pensamento
Espaço onde, espaço de quem?
Quem tem um espaço?
Quem quer um espaço?

Espaço para alguns...
Muitos sem espaço

Espaço das estrelas, do sol e da lua
Espaço para os sonhos
No espaço, qualquer coisa, qualquer uma

e aí, tudo bem
tu não me conhece, e eu não te conheço, mas não dá nada...

Mauricio, novembro de 2003 - Bosquerolli@dmae.prefpoa.com.br

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Mude
Por Edson Marques

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