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• Obrigatoriedade
do Voto
• Onda
Funk
Referências
Dez
conselhos para os militantes da esquerda
Frei Betto
Ensina
a teu filho
Frei Betto
Descoberta
da Fome
Josué de Castro
O
Analfabeto Político
Bertold Brecht
Um
convite ao vôo
Eduardo Galeano
Letra
A
2004:
quem viver, verá
Flávio
Aguiar, dezembro de 2003
Uma
boa e velha esquerda
Flávio
Aguiar, 2 de agosto, 2003
Os
afegãos vêm aí
Thais Aguiar, 03/12/2001
A
comunicação (é o) que realmente importa
Rosa Alegria, 23
de dezembro, 2004
Quem
tem medo do Zé Dirceu?
Izaías Almada, 20 de
fevereiro, 2004
O
dilema de Tostines
Rodrigo de Almeida, 22 de fevereiro,
2004
“Olga”,
o filme que conta quando éramos heróis
Breno Altman, 25 de agosto, 2004.
Filme exibe, em determinadas passagens, excessivo recurso a clichês
e à linguagem melodramática. Mas estas são questões
menores para quem tem o coração do lado esquerdo do peito.
Qualquer objeção é pequena diante da empreitada de
levar à tela, com paixão e delicadeza, a vida da heróica
militante comunista.
PLPs,
o que é isso?
Márcio Moreira Alves,
1 de fevereiro, 2003
Governo
termina como começou
Ana Lúcia Amaral, 29
de dezembro, 2002
Corra
Lola Corra
Cléa Andrade, 15/05/2001
Recusar
a reforma sindical
Se cabe ao governo Lula fazer
mais esta (contra)reforma, devemos acrescentar: triste o país em
que um governo burguês (Vargas) criou, sob pressão operária,
a nossa legislação social; e um governo de origem operária
(Lula), sob pressão burguesa, parece servilmente disposto a destruí-la.
Por Ricardo Antunes, dezembro de 2004.
A
visão palestina de paz
Yasser Arafat, 28 de fevereiro,
2002
Dom
Helder: legado mais vivo do que nunca
Rogéria Araujo, 27 de agosto,
2004. O padre João Pubben, holandês que acompanhou Dom Helder
Camara em suas últimas celebrações na Igreja das Fronteiras,
em Recife, define bem o pensamento de centenas de religiosos, estudantes
e fiéis que estão reunidos durante os eventos que celebram
os cinco anos da morte do arcebispo emérito de Recife e Olinda,
na capital pernambucana. Disse ele: “Tenho certeza absoluta de Dom Helder
morto, continua vivo. E será sempre assim”.
Demônios
do fundamentalismo
Adriana Armony, 15/11/2001
O
“Bom Povo Brasileiro”
Cecy Fernandes de Assis, 04/07/2001
O
engenho da arte como via de libertação da lógica do
mal
Paulo Augusto, 12
de março, 2002
A
violência como norma
Paulo Augusto, 26
de fevereiro, 2002
Letra
B
Conhecimento
para um Brasil melhor
Rodrigo Baggio, 23/12/2000
Uma
pesquisa macabra
Luitgarde O. Cavalcanti Barros,
26 de janeiro, 2004
Grito
dos Excluidos: Governo em Festa, povo em luta
Luiz Bassegio e Luciane
Udovic, 9 de setembro, 2004. As mobilizações realizadas
em todo o país, no dia sete de setembro, por ocasião do 10º
Grito dos Excluídos, são uma ótima oportunidade para
refletirmos sobre o momento em que vivemos no Brasil.
Argentina:
o balanço que faltou
Paulo Nogueira Batista Jr.,
13
de janeiro, 2004
Previdência
Social: A mudança com justiça e respeito
Ricardo Berzoini, 19 maio 2003
Pedido
de desculpas
Chico Alencar e Antônio
Carlos Biscaia, 25 de fevereiro, 2004
Jogo
de interesses marca projeto de transposição do Velho Chico
Antonio Biondi
e Maurício Hashizume, 10 de dezembro, 2004. Conflitos em torno do
projeto de transposição das águas do rio São
Francisco envolvem interesses políticos, econômicos e regionais
aparentemente inconciliáveis. Em meio à queda-de-braço
que cerca a proposta, as contradições e possibilidades para
o desenvolvimento do semi-árido nordestino saltam à vista.
Didymo
Borges
Arquivo de 2003
Lunes
22 de julio de 1985
Jorge Luis Borges
Impactos
da Alca na agricultura
Altamiro
Borges e João Pedro Stedile, agosto de 2002. Dos nove grupos
de negociação que se reúnem periodicamente para agilizar
a implantação Área de Livre Comércio das Américas
(Alca), um trata especificamente da questão da agricultura.
Lula
e o espelho argentino
Atílio
Boron, 13 de agosto, 2003
Os
Vencedores
Georges Bourdoukan, 01/11/2001
Falidos
e mal pagos: o movimento
O Brasil quebrou.
É hora de botarmos a mão no peito e compungidamente, pelo
menos uma vez nesses 502 anos, abusarmos da sinceridade admitindo: estamos
todos - sem exceção - lascados. Nosso presidente disse recentemente
no Congresso que dias piores ainda vêm por aí. Guerrra, inflação,
juros escorchantes, desemprego, dengue, o diabo. O que mais nos estaria
reservado? Um ataque de etês ao Banco Central? Por Carlos Castelo
Branco, 22/2/2003
Parlamento
para o MERCOSUL 2006
Uma das decisões
da cúpula que reuniu os países membros do MERCOSUL foi a
de criar um Parlamento a partir de 2006. O governo do Uruguai se opôs
mas a idéia foi aprovada. O bloco fundado em 1991 por Argentina,
Brasil, Paraguai e Uruguai recebe agora Colômbia, Equador e Venezuela
como países associados, depois de incorporar Bolívia e Chile
em 1996 e Peru no ano passado. Por Laerte Braga, dezembro de 2004
• Anteriores
de Laerte Braga
Lula
retoma a rédea
Mauro Braga, 29
de novembro, 2003
O
Analfabeto Político
Bertold Brecht
Chega!
Vamos falar de futebol
Dizer que
o superávit maior vai ser usado para pagar dívida é
uma ignorância tão grave quanto desconhecer que o goleiro
não pode pegar a bola com a mão fora da área. Por
Nelson
Breve, 26 de setembro, 2004
Abafadores
de maracutaias
Leonel Brizola, 12 de junho,
2003
Cortesãs
e líderes do passado e do futuro
Maria Izabel Bruginski, 21
de janeiro, 2002
Ideologia
política só traz resultados virtuais
Maria Izabel Bruginski, 8 de
janeiro, 2002
A
Angústia da Madrugada
(...) o que será que
eu estou fazendo aqui?! Serei obra de um maquiavélico plano divino
ou mero fruto do acaso, produto de poeira estrelar? O complicado não
é levar o homem a Marte, difícil sim é compreender
o que um bando de macacos pelados está fazendo num planeta como
a Terra quando poderia estar em bilhões de outros. Por Fernando
Radin Bueno
Comércio
internacional, FMI e Banco Mundial
Stephen Byers, julho de 2003
Letra
C
Uma
vitória da direita
Mário Maestri e Gilberto
Calil, 12 de outubro, 2004. Os resultados do primeiro turno das eleições
para prefeitos e vereadores de mais de cinco mil e quinhentos municípios
do Brasil registraram a vitória indiscutível da estratégia
política dos grandes proprietários nacionais e mundiais.
Na soma final parcial, destaca-se como principal tendência o equilíbrio
relativo entre o PT, PSDB e PMDB. Portanto, se fortalece a proposta da
constituição de dois ou três grandes partidos que se
alternem na gestão da mesma política, ao igual que nos USA
e na Grã-Bretanha.
Um
partido para os trabalhadores
Mário
Maestri e Gilberto Calil, 17 de junho, 2004. Um partido político
é apenas um instrumento, não um fim em si mesmo. Um partido
comprometido com os trabalhadores deve necessariamente constituir uma poderosa
ferramenta da luta contra a opressão capitalista e pela construção
de uma sociedade justa e fraterna.
Demarcando
território
Ricardo Calil, 9 de maio, 2003
A
prosperidade americana
Sebastião Barreto Campello,
1 fevereiro 2003
Lula
extrapolou
Antônio Canuto, 6 de
julho, 2003
Os
clones
Fernando Canzian, 18 de janeiro,
2002
Os
equívocos do projeto de Código Florestal
João Alberto Capiberibe,
03/10/2001
Da
Grobo, da Índia e d'outros quitutes
Carol, 20
de fevereiro, 2002
A
Luta Continua
Artur de Carvalho, 6
de março, 2002
Governo
Lula, o triunfo do neoliberalismo
Carlos Eduardo
Carvalho, 26 se abril, 2004. Adesão do governo Lula ao neoliberalismo
não se resume à continuidade da política econômica,
sua face mais visível. Envolve questões mais profundas e
duradouras, envolve a essência da ideologia neoliberal.
Desejo
de reconstrução da realidade
Marcus Aurélio de Carvalho,
coordenador-geral da Unirr, defende a política de cotas como
meio de acelerar o rompimento de estigmas. "Ou alguém pode imaginar
que é simples para um quase cego ter tentado provar que é
possível ser apresentador de rádio?". Palavra de quem viveu
o problema. Do
IBase, jan/2005
Corrida
às armas
Newton Carlos, 2
de fevereiro, 2002
O
pós-guerra imperial - A doença que enfraquece a Europa
Bernard
Cassen. Dividida em torno da Guerra no Iraque, a União Européia
poderia se beneficiar de uma “vantagem colateral” se afirmasse sua identidade
própria e se distanciasse de um parceiro norte-americano que confunde
aliança com vassalagem. Em junho de 2003.
Descoberta
da Fome
Josué de Castro
O
pacote da barbárie
Reginaldo de Castro, 29/11/2001
Violência
Contra a Mulher
Maria Celeste, 25 de novembro,
2003
Quem
ganha?
Helena Chagas, 4
de março, 2003
A
disputa simbólica
Marilena Chaui, 18 de fevereiro,
2004
Sobre
Roseana Sarney
Mauro Chaves, 22 de janeiro,
2002
Por
fora, bela viola...
Eliomar Coelho, 24 junho 2003
Caribe:
ilhas à deriva
Mario Sergio Conti, 28 de maio,
2004. A França e os Estados Unidos têm interesses econômicos
no Haiti. O Brasil, não. Mas o governo brasileiro se dispôs
a participar do xadrez político da intervenção na
condição de peão, para agradar os governos da França
e dos Estados Unidos.
O
abonado barnabé de luxo
Villas-Bôas Corrêa,
22/12/2001
Virou
a casaca
Grijalbo Fernandes Coutinho,
3 de julho, 2004. Palocci renega de maneira radical seu passado trotskista.
Letra
D
Quem
disse que o medo venceu a esperança?
Marcio
Tavares D´Amaral, 27 de junho, 2003
Olhar
de animal assustado
Arthur Dapieve, 25 de janeiro,
2004
A
Argentina dança o tango dos liberalóides
Paulo Ramos Derengoski, 26/07/2001
Saudades
do anarquista Glauber
Paulo Ramos Derengoski, 07/04/2001
O
resgate do parâmetro humano
Démerson Dias, 1
de fevereiro, 2002
A
voz do silêncio
Maria Berenice Dias, 28 de junho,
2004. Com desenvoltura, a sociedade faz surgir mecanismos de exclusão.
Engessa as pessoas com rigidez dentro de estruturas cristalizadas, criando
sistemas de alijamento do que refoge do padrão convencional. Toda
e qualquer tentativa de fugir dos estereótipos estratificados é
identificada como vício, pecado ou crime e rotulada de imoral, um
atentado à ética e aos bons costumes.
Globo:
o futuro não começou porque o passado está escondido
A Globo completa 40 anos, em 2005.
Metade desse tempo, a emissora passou apoiando a ditadura militar. Como
isso vai ser lembrado? Uma hipótese é a de que as trevas
militares vão ser suavizadas pelos holofotes da Globo. E enquanto
os arquivos da ditadura não forem abertos, podemos fazer pouco contra
isso. Por Sérgio Domingues, do Mídia Vigiada, dezembro
de 2004.
Da
cor do pecado e dos castigos da cor
Sérgio Domingues, fevereiro
de 2004
LEITORES #
17/10/2006
Candidatos,
volver!
Em épocas
de eleição, parece que aflora o instinto revolucionário
das pessoas, quando não os "primitivos" dos quais já falava
o excelentíssimo senhor extinto... Como é mesmo o nome? Roberto
Jefferson! Perdoem minha memória curta de brasileira. Por Lídia
Dourado
ALCA,
o neocolonialismo americano
Olívio Dutra, 22/02/2002
Letra
E
Uma
revolução desarmada
Ana Candida Echevenguá,
16 de janeiro, 2002
Marta
priorizou população carente e ignorou classe média
por Luiza Nagib Eluf. Toda
vez que se pensa em melhorar a distribuição de renda no Brasil,
a primeira idéia que ocorre aos governantes é sacrificar
a classe média. E, aqui, quando se fala em classe média,
é classe média mesmo, não é mero eufemismo
para encobrir a noção de classe alta que, diante da pobreza
geral, soa antipática. Trata-se de tirar de quem tem, mas tem pouco.
Não
sacaneiem o povo
Adolfo Pérez Esquivel,
26 de dezembro, 2001
O
desafio das idéias
Patrícia Evans, 23 de
janeiro, 2003
Letra
F
Por
quê 8 de março?
Maria Dolores Mota Farias,
7 de março, 2002
A
nova Lei de Falências
Maria
Lúcia Fattorelli, 15 de julho, 2003
O
que é a Filosofia da Tecnologia?
Por Andrew Feenberg. Conferência
pronunciada para os estudantes universitários de Komaba, junho de
2003, sob o título de “What is Philosophy of Technology?”. Tradução
de Agustín Apaza, com revisão de Newton Ramos-de-Oliveira.
Apoio
ao Ministro da Saúde Humberto Costa
Jandira
Feghali, 5 de setembro, 2003
Previdência
e rumos do governo
Jandira
Feghali, 6 de agosto, 2003
Uma
das maiores mentiras eleitorais dos últimos tempos
Marilene Felinto,
outubro de 2004. Um grupo político que mente com requinte de baixeza
que é a intimidação pelo medo não merece confiança.
É fugir de São Paulo se a hipocrisia do grupo de José
Serra/Alckmin ganhar a eleição.
Uma
semana sem televisão, um mês sem jornal e revista
Marilene Felinto, abril de 2004.
Recente encontro na PUC não passa de propaganda abusiva (e enganosa)
da TV Globo para chamar atenção sobre si mesma, travestindo
o objetivo do encontro em "defesa ou valorização da produção
artística nacional".
Propaganda
e mentira: da Shell à reforma agrária
Marilene Felinto, 30 de abril,
2002
Chamamento
às elites brasileiras
S. Ferolla e P. Metri, 25 de
fevereiro, 2003
Nem
Marx nem Weber
Carlos Alberto Fernandes, 10
janeiro 2003
Mentira
cresce: guerra era a obsessão de Bush
Argemiro
Ferreira, 12 de janeiro, 2004
Mídia
e espionagem
Argemiro Ferreira, 13
de março, 2003
Escravatura
moderna
Osiris Lopes Filho, 08/12/2001
EM QUESTÃO
# 15/11/2006
Mídia
e direita: que sejam felizes
Muito
se tem escrito sobre a reeleição do presidente Luiz Inácio
da Silva e a derrota dos chamados "formadores de opinião". Sem dúvida,
o segundo mandato de Lula pôs a nocaute o campo jornalístico
brasileiro, seus estatutos de verdade e a crença nos dispositivos
que regulam a relação entre os responsáveis pela produção
e difusão do noticiário. Por Gilson Caroni Filho
Reforma
da Previdência: ruim para uns, pior para outros
Hugo Cavalcanti Melo Filho,
2 de maio, 2003
A
Globalização do terror
José Paulo Cavalcanti
Filho, 14/09/2001
O
funeral dos partidos
Por Guilherme Fiuza, 15 de setembro,
2004. Eleição mostra que os partidos no Brasil viraram, finalmente,
uma grande sopa de letrinhas. À meia-luz, PSDB, PFL e PT são
trigêmeos. E uma das boas novidades vem, não por acaso, de
um parlamentar sem partido.
Scheidt
sangue bom
Guilherme Fiuza, 25 de agosto, 2004.
“Lá vem Robert Scheidt, é a arrancada final, agora ninguém
segura...!”, exclamavam os locutores, num tom crescente de quem estava
prestes a soltar um grito de gol a qualquer momento. Foi nessa hora que
o comentarista de iatismo da Globo proferiu seu comentário definitivo:
“Nessas horas, o sangue alemão faz a diferença.”
O
significado da aliança com o PMDB e a reforma ministerial
Ronaldo Fonseca, fevereiro
de 2004
Os
limites e as escolhas do governo Lula
Henrique
Fontana, 7 de agosto, 2003
A
guerra diferente
Janio de Freitas, 14/10/2001
Danos
da proibição das armas
Denise
Frossard, 4 de outubro, 2003
O
desafio do desenvolvimento
Celso
Furtado, 5 de agosto, 2003
Letra
G
Filhos
de Deus
Luiz
Garcia, agosto de 2003
Águas
em risco
Gustavo Gazzineli, 6 de abril, 2004.
Os quarenta anos da Campanha da Fraternidade são celebrados em 2004
com água. Dá para se perceber a crescente valorização
da água na vida de toda a humanidade. A água inspira a fraternidade.
A água une na alegria. Mergulhados nela o nosso estado de natureza
se manifesta e a diluição da máscara social permite
a aproximação.
O
governo Lula e os novos especialistas
Tarso
Genro, 6 de agosto, 2003
EUA
atacam Iraque
Fabiana Gigli, 21
de março, 2003
Lula:
aposta perdida
Reinaldo
Gonçalves, dezembro de 2003
O
Segredo do Sucesso
Rynaldo Gondim, 27 de setembro,
2002
Viés
autoritário de quem?
José Genoino, 28
de agosto, 2004. É fácil, agora, no gozo pleno das liberdades,
acusar um governo democrático de autoritário. O difícil
era acusar um governo autoritário de autoritário.
Justiçar
é impossível perdoar
Viktor Gordeev, 12
de fevereiro, 2002
Viver
Oded Grajew, 16/03/2001
Obrigado,
MST
O sociólogo Cândido
Grzybowski, diretor do Ibase, além de criticar a condenação
praticamente unânime do Movimento dos Sem-Terra (MST) na imprensa,
relaciona a reforma agrária à possibilidade de um desenvolvimento
democrático sustentável no Brasil, que se contrapõe
ao modelo predominante, excludente e com riscos socioambientais cada vez
maiores não só para os sem-terra, mas para outros diversos
atores, como os povos indígenas. Em 10 de maio, 2004
Tango
assim nunca vimos
Cândido Grzybowski, 16
de janeiro, 2002
Os
juros, o desemprego e a renegociação da dívida interna
Odilon
Guedes & João Machado, 9 de agosto, 2003
Transições
governamentais
Itamar Guilherme, 14 de dezembro,
2002
Os
novos sujeitos da luta pela reforma agrária
A grande conquista do Fórum
Mundial da Reforma Agrária foi dar um passo decisivo para assentar
na cena internacional um novo sujeito coletivo capaz de indicar uma alternativa
aos padrões do paradigma mercantil-produtivista do agronegócio.
Juarez
Guimarães, dezembro de 2004
Movimento
popular força debate sobre inclusão social
Samuel P. Guimarães,
22 de fevereiro, 2002
O
fim dos que se diziam libertários
Será
que teremos de, ao fim e ao cabo, inocentar todos e, enfim, culpar mesmo
Marx? Será que é nele que tudo isso se encerra? Será
que ninguém pode ler Marx e continuar tendo apreço pela liberdade?
Será que Marx, como muitos disseram - mas de modo que não
me convencia - é de fato a culpa de termos esses filósofos
que se dizem libertários mas que não são de fato nada
libertários? A análise é de Paulo Ghiraldelli,
em janeiro de 2006.
Letra
H
Jogo
de interesses marca projeto de transposição do Velho Chico
Antonio Biondi e Maurício
Hashizume, 10 de dezembro, 2004.
Conflitos
em torno do projeto de transposição das águas do rio
São Francisco envolvem interesses políticos, econômicos
e regionais aparentemente inconciliáveis. Em meio à queda-de-braço
que cerca a proposta, as contradições e possibilidades para
o desenvolvimento do semi-árido nordestino saltam à vista.
Os
bingos e a reeleição legislativa
Heloísa Helena, em 05/05/2004
Meus
Secretos Amigos
Garth Henrichs, 17/12/2000
Letra
I
Educação
em crise
Fábio
Oliveira Inácio, 22 de julho, 2003
Virundum
Alexandre Inagaki, 8 de abril,
2002
Letra
J
Rio
desarme-se
Alexandre Jaloto, 23/06/2001
Otimismo
Alexandre Jaloto, 18/06/2001
Letra
K
Direito
de resposta: Eu sou diferente!
Azelene Kaingáng.
Se o ''comum e desprotegido mortal'' que escreveu o artigo na edição
do Jornal do Brasil do dia 07/10/2004 fosse um índio, e não
um privilegiado brasileiro e renomado jurista, talvez não estivesse
por aí fazendo essas afirmações que beiram a irresponsabilidade,
porque os poucos 410 mil índios brasileiríssimos são
sobreviventes de uma história de extermínio, de massacres,
de chacinas e toda a sorte de discriminação e preconceito
de que um povo pode ser vítima.
Fome,
resultado da intolerância
Azelene Kaingáng,
29 de fevereiro, 2004. A questão da fome entre os Povos Indígenas
do Brasil é um dos mais graves problemas por eles enfrentados.
Direitos
humanos violados nos EUA
Jonathan Kandell, 30/11/2001
O
terrorismo deve ser combatido em conjunto
Anatoli Kulikov, general
do Exército russo, para a RIA
"Novosti" em 13/02/2004
Feliz
2011
José Paulo Kupfer, dezembro
de 2003
Letra
L
A
volta do governo que não foi
Fábio
Lacerda, 5 de agosto, 2004. Nunca, em toda a história da América
Latina, um governo ligado historicamente às forças de esquerda
teve uma conjuntura tão favorável quanto o governo de Luiz
Inácio. Ninguém esperava do governo Lula a estatização
de bancos ou coisas do gênero (pelo menos não no início),
mas algumas medidas heterodoxas na economia e/ou uma reforma agrária
minimamente decente eram mais que bem vindas. Ao invés disso, faz
as mesmas opções de seus antecessores.
O
ensino do jornalismo no século 21
Nilson Lage, 06/06/2001
Ninguém
entende o Fome Zero
Antonio Lancetti, 12 abril
2003
Agronegócio:
a nova maquiagem para o velho latifúndio
Edivar Lavratti,
28 de agosto, 2004. O mito de ser essa a atividade geradora de empregos
no interior do país tem atraído muitas pessoas, às
vezes até bem intencionadas a considerarem que o agronegócio
é o “salvador da pátria”, aquele que exporta e gera empregos.
O que verificamos, na realidade, é a aplicação maciça
de alta tecnologia, que deixou dois caminhos principais para o trabalho.
Reforma
Universitária do governo Lula
Roberto Leher, dezembro de
2003
Museu
da Língua Portuguesa: Pífio Padrão Global
Como todo
cidadão comum, tomei um ônibus na Vila Sônia, zona oeste
de São Paulo, linha Estação da Luz, e lá fui,
com a musa-vítima açodada pela propaganda, ver o tal Museu
da Língua Portuguesa na Praça da Luz, centro velho roto e
abandonado de São Paulo. Expectativa enorme, claro, muito mais para
um poeta que estuda a língua-mátria, como diz o Caetano Veloso.
Fui na onda midiática do momento (...) Poeta Silas Correa Leite,
maio de 2006
“Esta
é uma Guerra Diferente...”
José Lemos, 23/09/2001
Da
cor da celebridade
Ivan Lessa, 25 de março,
2004
O
Saci é nosso
Ivan
Lessa, 20 de outubro, 2003
Bushcando
armas
Ivan
Lessa, 17 de julho, 2003
A
evolução do conceito de biodiversidade
Neste texto,
Thomas Michael Lewinsohn mostra como surgiu o conceito de Biodiversidade
e explora um pouco seu significado. Publicado no ComCiência em junho
de 2001.
O
penico do Doutor Price
Léo
Lince, 31 de outubro, 2003
Chico
de Oliveira
Léo
Lince, 2 de outubro, 2003
O
mal-estar no PT
Léo Lince, 5 junho 2003
Península
da Coréia: deslizando para o conflito
Aleksandr
Lossiukov, 31 de julho, 2003
A
vingança de Gaia
James Lovelock,
autor deste artigo, é um dos mais renomados cientistas ambientais
do mundo e membro da Royal Society, do Reino Unido. Ele diz que o efeito
estufa chegou a um ponto sem retorno e que "bilhões" morrerão
neste século. Especial para o jornal inglês 'The Independent',
em janeiro de 2006.
Demorou
Encontraram-se em Brasília,
no último dia 25, protestadores de diferentes raízes. Estudantes,
sindicalistas e trabalhadores rurais sem terra condensaram, ainda que não
de modo compacto, um esboço de reação conseqüente
com o caráter do governo federal. Por Fábio Luís,
dezembro de 2004
"É
preciso viver com sua cabeça"
Yuri
Lujkov, Prefeito de Moscou, 22 de agosto, 2003 |
Letra
M
Os
juros, o desemprego e a renegociação da dívida interna
Odilon
Guedes & João Machado, 9 de agosto, 2003
FHC
perseguido: Se você fosse sincero...
Luiz Antonio Magalhães,
05/06/2001
O
tribuno da plebe
Demétrio Magnoli,
5 de agosto, 2002
O
Número 1 das Drogas
Walter Fanganiello Maierovitch,
5 de janeiro, 2003
Voto
Farpado
Ir votar nesse
domingo é como engolir uma bola de arame farpado. Não temos
mais a motivação de quebrar o regime militar, ou de construir
um projeto de nação, ou de construir uma administração
municipal criativa como era o PT da década de 80. Aqui tudo é
mesmice, tanto política, como técnica, como eticamente, salvo
exceções contadas nos dedos. Por Roberto Malvezzi (Gogó),
outubro de 2004
O
quadrado do descrédito
Ricardo Maranhão, 16
de novembro, 2002
Cortina
de Fumaça
Deputado Marcon – PT/RS, 3
de março, 2004
É
necessário que o povo saiba
Ives Gandra da Silva Martins,
14/11/2001
Há
algo de muito podre no reino da Dinamarca
Com outras
publicações direitistas dinamarquesas, o jornal Jyllands-Posten
participa de ativa campanha xenofóbica, mais ou menos aberta, contra
a comunidade de confissão muçulmana, que é sistematicamente
acusada de ser refratária aos princípios e práticas
democráticas do Ocidente. (...) Um dos desenhos publicados apresenta
o profeta Maomé com uma bomba no turbante, identificando, diretamente,
a comunidade muçulmana ao terrorismo. (...) Por Mário
Maestri e Marconi de Matos, fevereiro de 2006
Passarinho
e o golpe de 64
César Medeiros, 26 de
abril, 2002
Desafios
propostos pelo Fórum Mundial da Reforma Agrária
Leonilde Servolo de Medeiros,
9 de dezembro, 2004. As possibilidades
de avanços da reforma agrária no Brasil sinalizam as perspectivas
de que os temas colocados ganhem força em outras nações.
É em nosso país que se centra atualmente o horizonte possível
da utopia.
Reflexões
do pós-guerra angolano
Há alguns dias, viajei pelo
continente Africano. E, mediante o que conhecemos de alguns países,
o que mais me chamou a atenção foi Angola, um país
enorme, com terra suficiente para alimentar algumas centenas de milhões
de pessoas e onde supreendemente quase não existe exploração
agrária em seu território, não devo deixar de dizer
que o potencial de crescimento é muito grande e também muito
viável. Por Mario Mendes Jr., 15 de dezembro, 2004
Novo
Julgamento de Eldorado dos Carajás
Maria Luisa Mendonça,
09/06/2001
La
hora del gong
Valdemar Menezes, 11 de
novembro, 2004. O recente resultado das urnas fragilizou de maneira
inegável o governo Lula e o Partido dos Trabajadores (PT). Essa
é a conclusão de qualquer observador isento.
O
atoleiro de Lula e do PT
Valdemar
Menezes, 26 de setembro, 2004. A
demissão do economista Carlos Lessa da presidência do Banco
de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), um quadro enfileirado
na ala "desenvolvimentista" do governo, em oposição à
ala monetarista, soou como a queda da última barreira de resistência
à transformação total do governo Lula.
Plano
C
Paulo Metri, 12 de maio,
2004. Os economistas que refutam qualquer plano soberano que priorize
o desenvolvimento e a distribuição de renda no país
estão presos a uma visão política que só permite
a ele utilizar os conceitos técnicos liberais. Plagiando a frase
sobre a guerra e os generais, a economia é muito importante para
ser deixada só para os economistas.
Mutirão
contra o lixo
Carlos Minc, 10 de fevereiro,
2004
Defenestrar
as mariposas
Lula Miranda, 9 maio 2003
Engajamento,
e não abandono, é a resposta que a população
deve dar nas urnas
A polêmica
gerada em torno do documentário Falcão - Meninos do Tráfico
parece ter passado completamente ao largo do Senado Federal. Na audiência
com o rapper MV Bill esta semana, apenas dois senadores apareceram. Preocupadas
demais com seus próprios criminosos, parece que as instituições
brasileiras resolveram "reagir" com elevadas doses de imobilismo e condescendência
diante do que talvez seja a maior expressão do fracasso estatal
diante da sociedade. Por Denis Mizne, abril de 2006
Está
na hora de uma reação drástica na Alerj
Se a
Alerj quer desfazer a impressão de que ali reina a impunidade, vai
ter de aplicar com rigor os instrumentos de controle interno e punição.
Como está, é difícil saber o que é exceção
e o que é regra. Por Alessandro Molon, 24/11/2004
Eles
não chegaram ao andar de cima
Alessandro Molon, 12 de maio,
2003
A
Nossa Nação Foi Humilhada
Jovens cabo-verdianos, o ano
de 2004 está terminando. Falta pouco para comemorarmos a chegada
de 2005. É a contagem regressiva para comemorar o trigésimo
segundo aniversário da morte do nosso herói e três
décadas da independência da pátria mãe. Caro
irmão, filho da pátria amada, o amor à nação
cabo-verdiana me deixa ansioso para ouvir o grito do arquipélago
de Santo Antão a Brava. Por Lino Vaz Moniz, dezembro de 2004
Revolução
bolivariana inicia nova etapa
Fernando Morais, 19 de agosto,
2004. Na madrugada do dia 16, Caracas foi despertada pelo estrondo
e pelas luzes de fogos de artifício, disparados dos milhares de
casebres empilhados nas montanhas que cercam a capital venezuelana.
Fio
da suspeita
Bárbara
Musumeci, 29 de outubro, 2003
Letra
N
O
PM, a prostituta e a pizza
Melquisedec Nascimento,
24 de setembro, 2004. A entrega da sobra de uma pizza a uma prostituta,
para a Polícia Militar, está no mesmo nível dos crimes
hediondos. O resultado dessa margem amplíssima de discricionariedade
concedida a um comandante Policial-militar é um sensível
prejuízo à sociedade, além é claro de ferir
princípios constitucionais basilares, tais como o da Razoabilidade
e o da Proporcionalidade.
Mais
do mesmo
Jurandyr O. Negrão,
dezembro de 2003
As
crianças sem futuro
Marcelo Neri, 19/12/2001
O
que começou errado tem de ser mudado
Os sem-terras
desempregados, diante da injusta divisão de renda, se organizam
em movimentos sociais ou populares, como as Ligas Camponesas. Estes Movimentos
que existem até hoje consistem em ocupar, resistir e produzir em
fazendas de boa terra que não estejam alimentando o povo. Reivindicam
da República a reforma agrária no Brasil. (...) Por Rui
Fernando Neto, estudante de jornalismo, março de 2006.
A
reforma do ensino superior
O documento II do MEC "Reafirmando
princípios e consolidando diretrizes da reforma da educação
superior", de 2 de agosto de 2004, sistematiza todas as medidas da reforma
universitária pretendida pelo governo federal. São princípios
e diretrizes para orientar a reforma do ensino superior. É mais
uma investida para alterar a Constituição de 1988. Por Lafaiete
Neves, 16/11/2004
Meditações
de agosto
Augusto
Nunes, 30 de agosto, 2003
A
Guerra de Rapina
Ruben G. Nunes, 9 de setembro,
2002
Letra
O
O
Brasil, os Palestinos e o Afeganistão
Nilo Odalia, 28/10/2001
A
quem interessa a crise argentina?
Renato Oliveira, 15
de março, 2002
Gandhi
e a ética na mídia
O que está
em vigência hoje, sabe-se, é a mercantilização
absoluta das relações, quando nos obrigamos a calcular o
lucro que cada ação e cada relação nossa nos
trará, para que o acumulemos, como se isto fosse felicidade. Por
Evandro
Vieira Ouriques, 15 de agosto, 2004
Letra
P
Argentina
– queda do império neoliberal
Ivar Pavan, 22
de fevereiro, 2002
Recolonização
Itamar Perenha, 24/12/2000
Alta
do dólar vs. efeito Lula I
Francisco Petros, 10 de outubro,
2002
Da
boca para fora
Leonardo Pimentel, 22 de janeiro,
2002
Brasileiro
no espelho
Flávio Pinheiro, 04/11/2001
De
saúvas e municípios
Mara Biasi Ferrari Pinto, 3
fevereiro 2003
Declarações
de voto
Wladimir
Pomar, 11 de setembro, 2003
Cuba
como referência de dignidade nacional
Pedro
Porfírio, 7 de agosto, 2003
A
tão almejada dignidade
Eliane Potiguara, 20
março 2003
Letra
Q
Letra
R
Democracia
e "Antiterrorismo"
Ignacio Ramonet, 12 de março,
2004
A
Esquerda "Neoclássica"
Henrique Rattner, fevereiro
de 2004
O
dengue num boteco do Leblon
João
Ubaldo Ribeiro, 25 de fevereiro, 2002
Escrevendo
muderno
João
Ubaldo Ribeiro, 26 de julho, 2002
Ratos
de Porão
Ricardo, 13/02/2001
Reforma
agrária não é questão de polícia
Rubens
Ricupero, 3 de agosto, 2003
Monopólio
da União sobre petróleo é constitucional
João
Luiz Coelho da Rocha, 27 de agosto, 2004. O artigo 177 da Constituição
reserva à União Federal um monopólio sobre a “pesquisa
e a lavra das jazidas de petróleo e gás natural e outros
hidrocarbonetos fluídos”, além das atividades de refino de
petróleo, de importação e exportação
dos produtos e derivados petrolíferos, etc.
Quais
as perspectivas do Mercosul em 2002?
Maurício Rocha, 27 de
dezembro, 2001
A
ilegalidade da assinatura telefônica
Carlos
Rodrigues, outubro de 2004. Em São Paulo já há
ação com trânsito em julgado condenando a Telefônica
S.A. a devolver em dobro o que o Autor pagou de Assinatura Telefônica
em 5 anos. O Desembargador Carlos lenzi, do Tribunal de Justiça
de Santa Catarina, entendeu ser ilegal a cobrança de Assinatura
Telefônica e concedeu a Tutela Antecipada em ação movida
na Justiça local.
Não
há "risco PT"
Fernando
Rodrigues, 4 de outubro, 2004. O PT tornou-se um partido grande. Pode
até perder na cidade de São Paulo e em outros grandes centros,
mas a apuração parcial de ontem indicava que a sigla será
uma das quatro que mais recebeu votos para prefeito no país. E daí?
Há uma ameaça para a democracia? (...) O PT vai se tornar
uma espécie de partido único, sufocando os demais? Mais ou
menos. Depende do poder de reação dos adversários.
EUA
inimigo potencial
Miguel Urbano Rodrigues, 27
de dezembro, 2001
A
barbárie americana no Afeganistão
Miguel Urbano Rodrigues, 2
de novembro, 2001
Desencontros
e bazófias
Newton Rodrigues, 13 de fevereiro,
2004
Discutir
as divergências aberta e francamente
Dmitri
Rogozin, 2 de setembro, 2003
As
crianças e a publicidade
Marcos Rolim, 12 de abril,
2002
Os
presídios a Maiakóvski
Marcos Rolim, 25/07/2001
Renasce
o peleguismo?
Os sindicatos ajudam a conquista
de direitos profissionais e civís. Mas é possível
verificar uma afinidade excessiva entre partidos e movimentos sindicais,
o que obstaculiza o livre movimento de ambos. Os diretores de Centrais
operárias podem reduzir o seu papel ao plano de simples correias
de transmissão entre governo e trabalhadores. Surge o “pelego” que
adocica o amargor das medidas impostas pelos antigos parceiros dos trabalhadores,
agora nos palácios. Pelegos auxiliam governos autoritários
a dobrar a vontade dos cidadãos. Por Roberto Romano, do Correio
Popular de Campinas, 16/11/2004
Ética
na política!
Roberto Romano, 2 de janeiro,
2004
ACM
x Roberto Romano
Roberto Romano, 27/05/2001
Energia
no mercado paralelo
Padre Roque, 02/09/2001
Águas
que movimentam o povo
Sem dúvida
2004 é o ano em que o tema da água tomou corpo e se difundiu
nas discussões das universidades, de Igrejas, comunidades, ONGs
e movimentos sociais. Por Alexania Rossato, novembro de 2004
Quem
engana quem na política?
Waldemar Rossi, dezembro de 2004.
Passados quase dois anos do governo Lula, ainda há muita gente que
acredita em possíveis mudanças na política brasileira.
Outros, entretanto, estão se questionando e parcela significativa
de nosso povo já se desiludiu, já perdeu as esperanças
e a confiança. Até mesmo a perplexidade do primeiro ano de
mandato vai dando lugar ao pessimismo. Alguns fatos recentes devem ajudar
à abertura de nossos olhos, uma vez que, segundo o Evangelho, “o
pior cego é aquele que não quer ver”.
Letra
S
A
extinção dos dissídios coletivos
O fantasma que tirava o sono dos
trabalhadores, durante muitos anos, era a inflação que corria
desenfreada. Essa presença inquietante fez com que, durante anos,
as entidades sindicais dedicassem o melhor de seu tempo a correr atrás
dos grandes prejuízos gerados por esse problema. Num belo dia, entretanto,
veio a festa neoliberal de Fernando Henrique Cardoso. As pessoas pareciam
ter despertado de um pesadelo e a inflação havia sumido.
O sindicalismo ficou até um tanto perdido, sem fantasmas a perseguir
e buscando reinventar a si mesmo. O que ficou oculto sob as cores daquela
suposta manhã radiosa é que o confisco da renda real dos
trabalhadores havia mudado de lugar. Por João José
Sady, do Brasil de Fato, 30 de dezembro
de 2004
A
Responsabilidade Social dos Empregadores
Alberto Salazar, 21/12/2001
Notícias
entediantes
Os noticiários
estão cada vez mais entediantes. As notícias são sempre
as mesmas. Sempre recicladas. Às vezes, penso que a culpa seja dos
próprios órgãos da imprensa regular que insistem em
gastar espaço com notícias fúteis. Outras vezes, acho
que o nosso mundinho é que está mesmo cansado, desgastado,
virando uma mesmice só. Por Márcio Salgues, 14/11/2004
Abominável
Mundo Novo
Márcio Salgues, 9 de setembro,
2004. A realidade histórica (...) nos mostra que, por enquanto,
o mundo é um lugar onde ninguém está a salvo da loucura
inquisidora, da insanidade bárbara das mentes doentias dos destroçadores
de corpos, empaladores de almas, que não hesitam em lançar
mão das táticas mais abomináveis e insuportáveis
ao ser humano para a obtenção dos seus fins, sejam eles justos
ou injustos.
Intolerância
humana
Márcio Salgues, 27 de junho,
2004. "As convicções são inimigas mais perigosas da
verdade do que as mentiras" - Friedrich Nietzsche. O mundo seria
mais justo e mais seguro se não houvessem surgido as inúmeras
religiões e fosse regido tão somente pela razão e
a ética. É óbvio que isso é um delírio
de minha parte, visto que o homem se diversifica culturalmente de forma
dinâmica e, com essa diversificação cultural, sua capacidade
criadora de pensar o leva também aos seus próprios delírios.
Eu
acredito em Lula!
Márcio Salgues, 6 de maio
de 2004. Antes de tudo deixo claro que acredito no Lula. Esse negócio
de falar mal da sua capacidade de governar já virou um lugar comum.
Todo mundo quer meter o pau no Judas. Mas algumas coisas curiosas vivem
acontecendo no cenário brasileiro. Agora mesmo tem uma proposta
nova para resolver parte do desemprego no país.
E
o chocolate amargou...
Marcelo Salles, 5 de fevereiro,
2004
Sou
petista, não sou pessimista
Ideli Salvatti, senadora pelo
PT-SC, 14 de fevereiro, 2004
Diversidade
x pensamento único
"A paz
no Brasil é a dignidade humana". Com esta frase, Geneviève
Jacques, do Conselho Mundial de Igrejas, enfatizou a diversidade como forma
de edificar "um outro mundo possível". Helio Santos para Agência
Carta Maior, janeiro de 2003.
Da
Justiça à Democracia, passando pelos sinos
José Saramago, 5
de fevereiro, 2002
Punks
João Sayad, 2 de fevereiro,
2004
Ano
Novo
João Sayad, 5 de janeiro,
2004
Ratinhos
de laboratórios
(...)
vivemos num sistema de valores que nos predem e que "não nos permite
agir", nossa vida é preenchida de maneira que ela passe sem que
possamos parar pra pensar! Nascemos, atingimos a idade de nos matricularmos
num colégio, quando nos damos conta da nossa existência, o
que estamos fazendo? Tendo que estudar para que sejamos aprovados da primeira
pra secunda série e assim sucessivamente... e não fiquemos
de recuperação, muito menos repitamos (...) Por Gilberto
Galante Schulz, 16/5/2006
Fome:
as cifras de uma vergonha mundial
Christian Selles, 4 de dezembro,
2002
Parati:
Escritor "etc." não vai à feira
Deonísio
da Silva, 22 de junho, 2004. A Festa Literária Internacional de
Parati (Flip) é um acontecimento louvável. (...) Seus organizadores,
porém, estão dando alguns tropeços perfeitamente evitáveis,
se fossem mais cuidadosos e dessem o devido respeito a quem os faz por
merecer.
O
Serra tá usando Elysbelt?
José Simão, 14
de março, 2002
A
atualidade de Keynes
Paul Singer, 21 abril 2003
A
administração Petrobrax
Fernando Leite Siqueira, 11
de janeiro, 2002
Nepotismo,
Dossiê e os Riscos da Democracia Plebiscitária
Luiz Eduardo Soares, novembro
de 2003
Lacunas
no programa de combate à AIDS no Brasil
Cláudio Santos de Souza,
17/12/2001
Fazenda
Caixa Dois
Hamilton Octavio de Souza,
30 de março, 2002
Por
baixo e longe demais
Sérgio de Souza, 17/08/2001
Fuzilamentos
em Cuba e Beira Mar
Nei Srouleivich, 17 maio 2003
Três
anos de mudanças radicais na cidade
Marta Suplicy, 7 de janeiro,
2004
Letra
T
Lula
e os povos indígenas
Marcos Terena, 8 de fevereiro,
2004
Mendicância
chique
Roberto Pompeu de Toledo, 14
fevereiro 2003
Desenvolvimento
político sustentável
Maurício Thuswohl, 25 de
novembro, 2004. Com dois anos de governo Lula, a necessidade de um balanço
se impõe em todos os setores, e a pergunta que não quer calar,
no caso da ministra Marina Silva e de sua equipe, é: vale a pena
continuar no governo?
Letra
U
Grito
dos Excluidos: Governo em Festa, povo em luta
Luiz Bassegio e Luciane Udovic,
9 de setembro, 2004. As mobilizações realizadas em todo o
país, no dia sete de setembro, por ocasião do 10º Grito
dos Excluídos, são uma ótima oportunidade para refletirmos
sobre o momento em que vivemos no Brasil.
Somos
todos iguais?
Fritz Utzeri, 10/4/2003
Letra
V
O
brasileiro, o mazombo e o poeta da Vila
Francis Vale, 26 de novembro,
2004. Uma campanha publicitária do Governo Federal repete que
"O Melhor do Brasil é o Brasileiro". Há quem conteste a frase.
E com todo o direito. Optei (sem trocadilhos) por defendê-la.
Agora
vem o terceiro turno
Dom Demétrio Valentini, 4
de novembro, 2004. A grande maioria dos municípios só teve
o primeiro turno. Alguns tiveram o segundo. Bom seria que agora todos tivessem
uma espécie de "terceiro turno", mais prolongado, até permanente,
para cultivar a consciência política, para recolher as lições
deixadas pelas eleições, para acompanhar de perto os governantes
eleitos, para fortalecer a indispensável coesão da cidadania
em vista da urgência de enfrentar os múltiplos desafios da
situação do país.
Médicos
versus planos de saúde
Drauzio Varella, 18/9/2004
Viva
o princípio da reciprocidade!
Wagner Vasconcelos, 15 de janeiro,
2004
Choro
por ti, Argentina
Zuenir Ventura, 17/7/2001
Michael
Moore e um novo jornalismo
Natalia Viana, 19/7/2003
Disputar
os rumos do governo Lula
Chico Vicente, 23 de fevereiro,
2004
A
concorrência como arma
Weder Vilela, 10 de outubro, 2004.
No balcão da farmácia, o cliente pede 1 grama de cocaína.
Como era sua primeira compra, é feito um cadastro, com dados referentes
aquele usuário — informações
sobre seu consumo, residência, perfil familiar e, finalmente, se
deseja participar de um programa de combate ao vício. Respondeu
que não queria, mas que achou interessante saber que existe este
tipo de tratamento. Pagou 20 reais pela droga, metade deste valor vai para
os cofres públicos, custear um possível tratamento futuro.
Letra
W
Liberar
os transgênicos
Quando ainda era candidato, Lula
deu a melhor definição sobre a posição do seu
futuro governo na questão dos transgênicos: “liberar é
burrice”. Que se passa no governo para que o presidente, no caso da edição
de uma MP, faça aquilo que antes chamou de burrice? Jean Marc von
der Weid, 28 de setembro, 2004
O
PT e o deserto da vala comum
Marco Weissheimer, 19 de fevereiro,
2004
Privatização,
transnacionais e democracia
A privatização e a
licitação competitiva de serviços públicos
tem ganho terreno em todos os países nos últimos 20 anos.
Pressionada por fortes interesses económicos e pela ofensiva neoliberal,
verificou-se uma transferência maciça de activos do sector
público para o privado. Por Asbjørn Wahl, no
Resistir.info,
15/12/2002
Letra
X
A
invasão maranhense
Xexéo, 10
de março, 2002
Letra
Z
As
brincadeiras cruéis do PFL
Rodrigo
Zavala, 27 de novembro, 2003
Editoriais
Nós,
os americanos
(...) “Estadunidense”
indica, pelo menos no Brasil, uma posição de repúdio
às políticas norte-americanas, mas soa estranho. É
extremamente lúcida, do ponto de vista intelectual, mas há
(sempre) de se ter o cuidado de não confundir a política
de um núcleo nefasto com seu povo - muitos deles ativistas antiguerra
e que não possuem em sua cultura a prática de se denominarem
estadunidenses. Da Conselho Editorial Consciência.Net, 22/2/2006
Esquerda
dos EUA perdeu contato com os pobres
Editorial do Le Monde, 5 de novembro,
2004. A lição da derrota de John Kerry é a de que
o Partido Democrata perdeu o contato com as classes trabalhistas americanas.
Trata-se de uma lição que vale também para os outros
países ocidentais. Desde o início do século passado,
os partidos social-democratas optaram por definir como prioridade a luta
pelo progresso social.
Barbárie
global
Editorial da Folha de S. Paulo,
16 de maio, 2004. O traço positivista que marca nossa sociedade
científico-tecnológica nos leva a crer - talvez ingenuamente
- num contínuo aprimoramento da civilização. Esse
acúmulo de competência técnica, porém, não
se fez acompanhar de uma maior capacidade de lidar com determinadas situações
políticas.
Falta
de valores
Verdade Online, 15/05/2003
Muito
além do Iraque
Editorial do The Nation,
19/03/2003
Os
Estados Unidos cobram vassalagem
Editorial OESP, 20/03/2002
Crônicas
Aquele
casal
Carlos Drummond de Andrade,
28/02/2001
Saudade
Miguel
Falabella, 08/04/2001
Barata
à vista
Millôr Fernandes, 28/02/2001
O
Chicão
Mário Prata, 23 de janeiro,
2002
Lamentável
sabujice
Eça de Queirós,
22/02/2001
A
Última Crônica
Fernando Sabino, 28/02/2001
Outros
textos
“Não
Queremos Guerra, Queremos Nossas Terras”
Na região
da fronteira do Brasil com o Paraguai o clima é de guerra contra
os Kaiowá Guarani e nossos direitos. Nossas terras foram sendo tomadas
pelos fazendeiros e lavoureiros e nosso povo confinados nos pequenos pedaços
de terra que o SPI tinha demarcado há quase um século. Não
agüentando mais tanta violência e desrespeito, começamos
a retomar nossos tekoha, territórios tradicionais. (...)
Queremos dizer ao Brasil e ao mundo que não queremos guerra. (...)
Da Comissão de Direitos Kaiowá Guarani, dezembro de
2005.
A
falácia do superávit primário
É fundamental desmistificar
as justificativas oficiais e os comentários econômicos da
mídia sobre a necessidade de contingenciamento do orçamento
fiscal ou da geração de superávits primários
incompatíveis com a recuperação do crescimento. Da
Sociedade Brasileira de Economia Política, junho de 2004.
União
faz a força
Carta aos
Petistas: 1- Nosso Partido é herdeiro e protagonista de grandes
lutas do povo brasileiro, por liberdades democráticas, por soberania
nacional e por igualdade social. Foi nessa condição que o
organizamos, ajudamos a construir grandes movimentos e lutas político-sociais,
disputamos eleições, exercemos mandatos legislativos e executivos.
E, pela primeira vez na história do Brasil, elegemos o Presidente
da República. Esta história e estas marcas, entretanto, não
são indeléveis nem se reproduzem naturalmente. (...)
Rumo
a Cancun: organizações e movimentos sociais brasileiros dizem
não aos novos temas na OMC
Nós,
um conjunto de movimentos sociais, ONGs e entidades sindicais brasileiras
estamos nos preparando para estarmos presentes em Cancun, em setembro próximo,
por ocasião da realização da Va Reunião Ministerial
da OMC. Em setembro de 2003.
De
pé trabalhadores
Texto anarquista, 4
de março, 2002
Homossexuais
tornam-se bodes expiatórios para países islâmicos falidos
5 de janeiro, 2002
Um
Plano Marshall contra o terror
2 de janeiro, 2002
Vandalismo
é arte (primeiro nós tomamos Seattle)
17/12/2000
Outros
sites
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