Arquivo..Opinião
.
Arquivo

Obrigatoriedade do Voto
Onda Funk
 

Referências

Dez conselhos para os militantes da esquerda
Frei Betto

Ensina a teu filho
Frei Betto

Descoberta da Fome
Josué de Castro

O Analfabeto Político
Bertold Brecht

Um convite ao vôo
Eduardo Galeano

Letra A

2004: quem viver, verá
Flávio Aguiar, dezembro de 2003

Uma boa e velha esquerda
Flávio Aguiar, 2 de agosto, 2003

Os afegãos vêm aí
Thais Aguiar, 03/12/2001

A comunicação (é o) que realmente importa
Rosa Alegria, 23 de dezembro, 2004

Quem tem medo do Zé Dirceu?
Izaías Almada, 20 de fevereiro, 2004

O dilema de Tostines
Rodrigo de Almeida, 22 de fevereiro, 2004

“Olga”, o filme que conta quando éramos heróis
Breno Altman, 25 de agosto, 2004. Filme exibe, em determinadas passagens, excessivo recurso a clichês e à linguagem melodramática. Mas estas são questões menores para quem tem o coração do lado esquerdo do peito. Qualquer objeção é pequena diante da empreitada de levar à tela, com paixão e delicadeza, a vida da heróica militante comunista.

PLPs, o que é isso?
Márcio Moreira Alves, 1 de fevereiro, 2003

Governo termina como começou
Ana Lúcia Amaral, 29 de dezembro, 2002

Corra Lola Corra
Cléa Andrade, 15/05/2001

Recusar a reforma sindical
Se cabe ao governo Lula fazer mais esta (contra)reforma, devemos acrescentar: triste o país em que um governo burguês (Vargas) criou, sob pressão operária, a nossa legislação social; e um governo de origem operária (Lula), sob pressão burguesa, parece servilmente disposto a destruí-la. Por Ricardo Antunes, dezembro de 2004.

A visão palestina de paz
Yasser Arafat, 28 de fevereiro, 2002

Dom Helder: legado mais vivo do que nunca
Rogéria Araujo, 27 de agosto, 2004. O padre João Pubben, holandês que acompanhou Dom Helder Camara em suas últimas celebrações na Igreja das Fronteiras, em Recife, define bem o pensamento de centenas de religiosos, estudantes e fiéis que estão reunidos durante os eventos que celebram os cinco anos da morte do arcebispo emérito de Recife e Olinda, na capital pernambucana. Disse ele: “Tenho certeza absoluta de Dom Helder morto, continua vivo. E será sempre assim”.

Demônios do fundamentalismo
Adriana Armony, 15/11/2001

O “Bom Povo Brasileiro”
Cecy Fernandes de Assis, 04/07/2001

O engenho da arte como via de libertação da lógica do mal
Paulo Augusto, 12 de março, 2002

A violência como norma
Paulo Augusto, 26 de fevereiro, 2002

Letra B

Conhecimento para um Brasil melhor
Rodrigo Baggio, 23/12/2000

Uma pesquisa macabra
Luitgarde O. Cavalcanti Barros, 26 de janeiro, 2004

Grito dos Excluidos: Governo em Festa, povo em luta
Luiz Bassegio e Luciane Udovic, 9 de setembro, 2004. As mobilizações realizadas em todo o país, no dia sete de setembro, por ocasião do 10º Grito dos Excluídos, são uma ótima oportunidade para refletirmos sobre o momento em que vivemos no Brasil.

Argentina: o balanço que faltou
Paulo Nogueira Batista Jr., 13 de janeiro, 2004

Previdência Social: A mudança com justiça e respeito
Ricardo Berzoini, 19 maio 2003

Pedido de desculpas
Chico Alencar e Antônio Carlos Biscaia, 25 de fevereiro, 2004

Jogo de interesses marca projeto de transposição do Velho Chico
Antonio Biondi e Maurício Hashizume, 10 de dezembro, 2004. Conflitos em torno do projeto de transposição das águas do rio São Francisco envolvem interesses políticos, econômicos e regionais aparentemente inconciliáveis. Em meio à queda-de-braço que cerca a proposta, as contradições e possibilidades para o desenvolvimento do semi-árido nordestino saltam à vista.

Didymo Borges
Arquivo de 2003

Lunes 22 de julio de 1985
Jorge Luis Borges

Impactos da Alca na agricultura
Altamiro Borges e João Pedro Stedile, agosto de 2002. Dos nove grupos de negociação que se reúnem periodicamente para agilizar a implantação Área de Livre Comércio das Américas (Alca), um trata especificamente da questão da agricultura.

Lula e o espelho argentino
Atílio Boron, 13 de agosto, 2003

Os Vencedores
Georges Bourdoukan, 01/11/2001

Falidos e mal pagos: o movimento
O Brasil quebrou. É hora de botarmos a mão no peito e compungidamente, pelo menos uma vez nesses 502 anos, abusarmos da sinceridade admitindo: estamos todos - sem exceção - lascados. Nosso presidente disse recentemente no Congresso que dias piores ainda vêm por aí. Guerrra, inflação, juros escorchantes, desemprego, dengue, o diabo. O que mais nos estaria reservado? Um ataque de etês ao Banco Central? Por Carlos Castelo Branco, 22/2/2003

Parlamento para o MERCOSUL 2006
Uma das decisões da cúpula que reuniu os países membros do MERCOSUL foi a de criar um Parlamento a partir de 2006. O governo do Uruguai se opôs mas a idéia foi aprovada. O bloco fundado em 1991 por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai recebe agora Colômbia, Equador e Venezuela como países associados, depois de incorporar Bolívia e Chile em 1996 e Peru no ano passado. Por Laerte Braga, dezembro de 2004

Anteriores de Laerte Braga

Lula retoma a rédea
Mauro Braga, 29 de novembro, 2003

O Analfabeto Político
Bertold Brecht

Chega! Vamos falar de futebol
Dizer que o superávit maior vai ser usado para pagar dívida é uma ignorância tão grave quanto desconhecer que o goleiro não pode pegar a bola com a mão fora da área. Por Nelson Breve, 26 de setembro, 2004

Abafadores de maracutaias
Leonel Brizola, 12 de junho, 2003

Cortesãs e líderes do passado e do futuro
Maria Izabel Bruginski, 21 de janeiro, 2002

Ideologia política só traz resultados virtuais
Maria Izabel Bruginski, 8 de janeiro, 2002

A Angústia da Madrugada
(...) o que será que eu estou fazendo aqui?! Serei obra de um maquiavélico plano divino ou mero fruto do acaso, produto de poeira estrelar? O complicado não é levar o homem a Marte, difícil sim é compreender o que um bando de macacos pelados está fazendo num planeta como a Terra quando poderia estar em bilhões de outros. Por Fernando Radin Bueno

Comércio internacional, FMI e Banco Mundial
Stephen Byers, julho de 2003

Letra C

Uma vitória da direita
Mário Maestri e Gilberto Calil, 12 de outubro, 2004. Os resultados do primeiro turno das eleições para prefeitos e vereadores de mais de cinco mil e quinhentos municípios do Brasil registraram a vitória indiscutível da estratégia política dos grandes proprietários nacionais e mundiais. Na soma final parcial, destaca-se como principal tendência o equilíbrio relativo entre o PT, PSDB e PMDB. Portanto, se fortalece a proposta da constituição de dois ou três grandes partidos que se alternem na gestão da mesma política, ao igual que nos USA e na Grã-Bretanha.

Um partido para os trabalhadores
Mário Maestri e Gilberto Calil, 17 de junho, 2004. Um partido político é apenas um instrumento, não um fim em si mesmo. Um partido comprometido com os trabalhadores deve necessariamente constituir uma poderosa ferramenta da luta contra a opressão capitalista e pela construção de uma sociedade justa e fraterna.

Demarcando território
Ricardo Calil, 9 de maio, 2003

A prosperidade americana
Sebastião Barreto Campello, 1 fevereiro 2003

Lula extrapolou
Antônio Canuto, 6 de julho, 2003

Os clones
Fernando Canzian, 18 de janeiro, 2002

Os equívocos do projeto de Código Florestal
João Alberto Capiberibe, 03/10/2001

Da Grobo, da Índia e d'outros quitutes
Carol, 20 de fevereiro, 2002

A Luta Continua
Artur de Carvalho, 6 de março, 2002

Governo Lula, o triunfo do neoliberalismo
Carlos Eduardo Carvalho, 26 se abril, 2004. Adesão do governo Lula ao neoliberalismo não se resume à continuidade da política econômica, sua face mais visível. Envolve questões mais profundas e duradouras, envolve a essência da ideologia neoliberal.

Desejo de reconstrução da realidade
Marcus Aurélio de Carvalho, coordenador-geral da Unirr, defende a política de cotas como meio de acelerar o rompimento de estigmas. "Ou alguém pode imaginar que é simples para um quase cego ter tentado provar que é possível ser apresentador de rádio?". Palavra de quem viveu o problema. Do IBase, jan/2005

Corrida às armas
Newton Carlos, 2 de fevereiro, 2002

O pós-guerra imperial - A doença que enfraquece a Europa
Bernard Cassen. Dividida em torno da Guerra no Iraque, a União Européia poderia se beneficiar de uma “vantagem colateral” se afirmasse sua identidade própria e se distanciasse de um parceiro norte-americano que confunde aliança com vassalagem. Em junho de 2003.

Descoberta da Fome
Josué de Castro

O pacote da barbárie
Reginaldo de Castro, 29/11/2001

Violência Contra a Mulher
Maria Celeste, 25 de novembro, 2003

Quem ganha?
Helena Chagas, 4 de março, 2003

A disputa simbólica
Marilena Chaui, 18 de fevereiro, 2004

Sobre Roseana Sarney
Mauro Chaves, 22 de janeiro, 2002

Por fora, bela viola...
Eliomar Coelho, 24 junho 2003

Caribe: ilhas à deriva
Mario Sergio Conti, 28 de maio, 2004. A França e os Estados Unidos têm interesses econômicos no Haiti. O Brasil, não. Mas o governo brasileiro se dispôs a participar do xadrez político da intervenção na condição de peão, para agradar os governos da França e dos Estados Unidos.

O abonado barnabé de luxo
Villas-Bôas Corrêa, 22/12/2001

Virou a casaca
Grijalbo Fernandes Coutinho, 3 de julho, 2004. Palocci renega de maneira radical seu passado trotskista.

Letra D

Quem disse que o medo venceu a esperança?
Marcio Tavares D´Amaral, 27 de junho, 2003

Olhar de animal assustado
Arthur Dapieve, 25 de janeiro, 2004

A Argentina dança o tango dos liberalóides
Paulo Ramos Derengoski, 26/07/2001

Saudades do anarquista Glauber
Paulo Ramos Derengoski, 07/04/2001

O resgate do parâmetro humano
Démerson Dias, 1 de fevereiro, 2002

A voz do silêncio
Maria Berenice Dias, 28 de junho, 2004. Com desenvoltura, a sociedade faz surgir mecanismos de exclusão. Engessa as pessoas com rigidez dentro de estruturas cristalizadas, criando sistemas de alijamento do que refoge do padrão convencional. Toda e qualquer tentativa de fugir dos estereótipos estratificados é identificada como vício, pecado ou crime e rotulada de imoral, um atentado à ética e aos bons costumes.

Globo: o futuro não começou porque o passado está escondido
A Globo completa 40 anos, em 2005. Metade desse tempo, a emissora passou apoiando a ditadura militar. Como isso vai ser lembrado? Uma hipótese é a de que as trevas militares vão ser suavizadas pelos holofotes da Globo. E enquanto os arquivos da ditadura não forem abertos, podemos fazer pouco contra isso. Por Sérgio Domingues, do Mídia Vigiada, dezembro de 2004.

Da cor do pecado e dos castigos da cor
Sérgio Domingues, fevereiro de 2004

LEITORES # 17/10/2006
Candidatos, volver!

Em épocas de eleição, parece que aflora o instinto revolucionário das pessoas, quando não os "primitivos" dos quais já falava o excelentíssimo senhor extinto... Como é mesmo o nome? Roberto Jefferson! Perdoem minha memória curta de brasileira. Por Lídia Dourado

ALCA, o neocolonialismo americano
Olívio Dutra, 22/02/2002

Letra E

Uma revolução desarmada
Ana Candida Echevenguá, 16 de janeiro, 2002

Marta priorizou população carente e ignorou classe média
por Luiza Nagib Eluf. Toda vez que se pensa em melhorar a distribuição de renda no Brasil, a primeira idéia que ocorre aos governantes é sacrificar a classe média. E, aqui, quando se fala em classe média, é classe média mesmo, não é mero eufemismo para encobrir a noção de classe alta que, diante da pobreza geral, soa antipática. Trata-se de tirar de quem tem, mas tem pouco.

Não sacaneiem o povo
Adolfo Pérez Esquivel, 26 de dezembro, 2001

O desafio das idéias
Patrícia Evans, 23 de janeiro, 2003

Letra F

Por quê 8 de março?
Maria Dolores Mota Farias, 7 de março, 2002

A nova Lei de Falências
Maria Lúcia Fattorelli, 15 de julho, 2003

O que é a Filosofia da Tecnologia?
Por Andrew Feenberg. Conferência pronunciada para os estudantes universitários de Komaba, junho de 2003, sob o título de “What is Philosophy of Technology?”. Tradução de Agustín Apaza, com revisão de Newton Ramos-de-Oliveira.

Apoio ao Ministro da Saúde Humberto Costa
Jandira Feghali, 5 de setembro, 2003

Previdência e rumos do governo
Jandira Feghali, 6 de agosto, 2003

Uma das maiores mentiras eleitorais dos últimos tempos
Marilene Felinto, outubro de 2004. Um grupo político que mente com requinte de baixeza que é a intimidação pelo medo não merece confiança. É fugir de São Paulo se a hipocrisia do grupo de José Serra/Alckmin ganhar a eleição.

Uma semana sem televisão, um mês sem jornal e revista
Marilene Felinto, abril de 2004. Recente encontro na PUC não passa de propaganda abusiva (e enganosa) da TV Globo para chamar atenção sobre si mesma, travestindo o objetivo do encontro em "defesa ou valorização da produção artística nacional".

Propaganda e mentira: da Shell à reforma agrária
Marilene Felinto, 30 de abril, 2002

Chamamento às elites brasileiras
S. Ferolla e P. Metri, 25 de fevereiro, 2003

Nem Marx nem Weber
Carlos Alberto Fernandes, 10 janeiro 2003

Mentira cresce: guerra era a obsessão de Bush
Argemiro Ferreira, 12 de janeiro, 2004

Mídia e espionagem
Argemiro Ferreira, 13 de março, 2003

Escravatura moderna
Osiris Lopes Filho, 08/12/2001

EM QUESTÃO # 15/11/2006
Mídia e direita: que sejam felizes

Muito se tem escrito sobre a reeleição do presidente Luiz Inácio da Silva e a derrota dos chamados "formadores de opinião". Sem dúvida, o segundo mandato de Lula pôs a nocaute o campo jornalístico brasileiro, seus estatutos de verdade e a crença nos dispositivos que regulam a relação entre os responsáveis pela produção e difusão do noticiário. Por Gilson Caroni Filho

Reforma da Previdência: ruim para uns, pior para outros
Hugo Cavalcanti Melo Filho, 2 de maio, 2003

A Globalização do terror
José Paulo Cavalcanti Filho, 14/09/2001

O funeral dos partidos
Por Guilherme Fiuza, 15 de setembro, 2004. Eleição mostra que os partidos no Brasil viraram, finalmente, uma grande sopa de letrinhas. À meia-luz, PSDB, PFL e PT são trigêmeos. E uma das boas novidades vem, não por acaso, de um parlamentar sem partido.

Scheidt sangue bom
Guilherme Fiuza, 25 de agosto, 2004.  “Lá vem Robert Scheidt, é a arrancada final, agora ninguém segura...!”, exclamavam os locutores, num tom crescente de quem estava prestes a soltar um grito de gol a qualquer momento. Foi nessa hora que o comentarista de iatismo da Globo proferiu seu comentário definitivo: “Nessas horas, o sangue alemão faz a diferença.”

O significado da aliança com o PMDB e a reforma ministerial
Ronaldo Fonseca, fevereiro de 2004

Os limites e as escolhas do governo Lula
Henrique Fontana, 7 de agosto, 2003

A guerra diferente
Janio de Freitas, 14/10/2001

Danos da proibição das armas
Denise Frossard, 4 de outubro, 2003

O desafio do desenvolvimento
Celso Furtado, 5 de agosto, 2003

Letra G

Filhos de Deus
Luiz Garcia, agosto de 2003

Águas em risco
Gustavo Gazzineli, 6 de abril, 2004. Os quarenta anos da Campanha da Fraternidade são celebrados em 2004 com água. Dá para se perceber a crescente valorização da água na vida de toda a humanidade. A água inspira a fraternidade. A água une na alegria. Mergulhados nela o nosso estado de natureza se manifesta e a diluição da máscara social permite a aproximação.

O governo Lula e os novos especialistas
Tarso Genro, 6 de agosto, 2003

EUA atacam Iraque
Fabiana Gigli, 21 de março, 2003

Lula: aposta perdida
Reinaldo Gonçalves, dezembro de 2003

O Segredo do Sucesso
Rynaldo Gondim, 27 de setembro, 2002

Viés autoritário de quem?
José Genoino, 28 de agosto, 2004. É fácil, agora, no gozo pleno das liberdades, acusar um governo democrático de autoritário. O difícil era acusar um governo autoritário de autoritário.

Justiçar é impossível perdoar
Viktor Gordeev, 12 de fevereiro, 2002

Viver
Oded Grajew, 16/03/2001

Obrigado, MST
O sociólogo Cândido Grzybowski, diretor do Ibase, além de criticar a condenação praticamente unânime do Movimento dos Sem-Terra (MST) na imprensa, relaciona a reforma agrária à possibilidade de um desenvolvimento democrático sustentável no Brasil, que se contrapõe ao modelo predominante, excludente e com riscos socioambientais cada vez maiores não só para os sem-terra, mas para outros diversos atores, como os povos indígenas. Em 10 de maio, 2004

Tango assim nunca vimos
Cândido Grzybowski, 16 de janeiro, 2002

Os juros, o desemprego e a renegociação da dívida interna
Odilon Guedes & João Machado, 9 de agosto, 2003

Transições governamentais
Itamar Guilherme, 14 de dezembro, 2002

Os novos sujeitos da luta pela reforma agrária
A grande conquista do Fórum Mundial da Reforma Agrária foi dar um passo decisivo para assentar na cena internacional um novo sujeito coletivo capaz de indicar uma alternativa aos padrões do paradigma mercantil-produtivista do agronegócio. Juarez Guimarães, dezembro de 2004

Movimento popular força debate sobre inclusão social
Samuel P. Guimarães, 22 de fevereiro, 2002

O fim dos que se diziam libertários
Será que teremos de, ao fim e ao cabo, inocentar todos e, enfim, culpar mesmo Marx? Será que é nele que tudo isso se encerra? Será que ninguém pode ler Marx e continuar tendo apreço pela liberdade? Será que Marx, como muitos disseram - mas de modo que não me convencia - é de fato a culpa de termos esses filósofos que se dizem libertários mas que não são de fato nada libertários? A análise é de Paulo Ghiraldelli, em janeiro de 2006.

Letra H

Jogo de interesses marca projeto de transposição do Velho Chico
Antonio Biondi e Maurício Hashizume, 10 de dezembro, 2004. Conflitos em torno do projeto de transposição das águas do rio São Francisco envolvem interesses políticos, econômicos e regionais aparentemente inconciliáveis. Em meio à queda-de-braço que cerca a proposta, as contradições e possibilidades para o desenvolvimento do semi-árido nordestino saltam à vista.

Os bingos e a reeleição legislativa
Heloísa Helena, em 05/05/2004

Meus Secretos Amigos
Garth Henrichs, 17/12/2000

Letra I

Educação em crise
Fábio Oliveira Inácio, 22 de julho, 2003

Virundum
Alexandre Inagaki, 8 de abril, 2002

Letra J

Rio desarme-se
Alexandre Jaloto, 23/06/2001

Otimismo
Alexandre Jaloto, 18/06/2001

Letra K

Direito de resposta: Eu sou diferente!
Azelene Kaingáng. Se o ''comum e desprotegido mortal'' que escreveu o artigo na edição do Jornal do Brasil do dia 07/10/2004 fosse um índio, e não um privilegiado brasileiro e renomado jurista, talvez não estivesse por aí fazendo essas afirmações que beiram a irresponsabilidade, porque os poucos 410 mil índios brasileiríssimos são sobreviventes de uma história de extermínio, de massacres, de chacinas e toda a sorte de discriminação e preconceito de que um povo pode ser vítima.

Fome, resultado da intolerância
Azelene Kaingáng, 29 de fevereiro, 2004. A questão da fome entre os Povos Indígenas do Brasil é um dos mais graves problemas por eles enfrentados.

Direitos humanos violados nos EUA
Jonathan Kandell, 30/11/2001

O terrorismo deve ser combatido em conjunto
Anatoli Kulikov, general do Exército russo, para a RIA "Novosti" em 13/02/2004

Feliz 2011
José Paulo Kupfer, dezembro de 2003

Letra L

A volta do governo que não foi
Fábio Lacerda, 5 de agosto, 2004. Nunca, em toda a história da América Latina, um governo ligado historicamente às forças de esquerda teve uma conjuntura tão favorável quanto o governo de Luiz Inácio. Ninguém esperava do governo Lula a estatização de bancos ou coisas do gênero (pelo menos não no início), mas algumas medidas heterodoxas na economia e/ou uma reforma agrária minimamente decente eram mais que bem vindas. Ao invés disso, faz as mesmas opções de seus antecessores.

O ensino do jornalismo no século 21
Nilson Lage, 06/06/2001

Ninguém entende o Fome Zero
Antonio Lancetti, 12 abril 2003

Agronegócio: a nova maquiagem para o velho latifúndio
Edivar Lavratti, 28 de agosto, 2004. O mito de ser essa a atividade geradora de empregos no interior do país tem atraído muitas pessoas, às vezes até bem intencionadas a considerarem que o agronegócio é o “salvador da pátria”, aquele que exporta e gera empregos. O que verificamos, na realidade, é a aplicação maciça de alta tecnologia, que deixou dois caminhos principais para o trabalho.

Reforma Universitária do governo Lula
Roberto Leher, dezembro de 2003

Museu da Língua Portuguesa: Pífio Padrão Global

Como todo cidadão comum, tomei um ônibus na Vila Sônia, zona oeste de São Paulo, linha Estação da Luz, e lá fui, com a musa-vítima açodada pela propaganda, ver o tal Museu da Língua Portuguesa na Praça da Luz, centro velho roto e abandonado de São Paulo. Expectativa enorme, claro, muito mais para um poeta que estuda a língua-mátria, como diz o Caetano Veloso. Fui na onda midiática do momento (...) Poeta Silas Correa Leite, maio de 2006

“Esta é uma Guerra Diferente...”
José Lemos, 23/09/2001

Da cor da celebridade
Ivan Lessa, 25 de março, 2004

O Saci é nosso
Ivan Lessa, 20 de outubro, 2003

Bushcando armas
Ivan Lessa, 17 de julho, 2003

A evolução do conceito de biodiversidade
Neste texto, Thomas Michael Lewinsohn mostra como surgiu o conceito de Biodiversidade e explora um pouco seu significado. Publicado no ComCiência em junho de 2001.

O penico do Doutor Price
Léo Lince, 31 de outubro, 2003

Chico de Oliveira
Léo Lince, 2 de outubro, 2003

O mal-estar no PT
Léo Lince, 5 junho 2003

Península da Coréia: deslizando para o conflito
Aleksandr Lossiukov, 31 de julho, 2003

A vingança de Gaia
James Lovelock, autor deste artigo, é um dos mais renomados cientistas ambientais do mundo e membro da Royal Society, do Reino Unido. Ele diz que o efeito estufa chegou a um ponto sem retorno e que "bilhões" morrerão neste século. Especial para o jornal inglês 'The Independent', em janeiro de 2006.

Demorou
Encontraram-se em Brasília, no último dia 25, protestadores de diferentes raízes. Estudantes, sindicalistas e trabalhadores rurais sem terra condensaram, ainda que não de modo compacto, um esboço de reação conseqüente com o caráter do governo federal. Por Fábio Luís, dezembro de 2004

"É preciso viver com sua cabeça"
Yuri Lujkov, Prefeito de Moscou, 22 de agosto, 2003

Letra M

Os juros, o desemprego e a renegociação da dívida interna
Odilon Guedes & João Machado, 9 de agosto, 2003

FHC perseguido: Se você fosse sincero...
Luiz Antonio Magalhães, 05/06/2001

O tribuno da plebe
Demétrio Magnoli, 5 de agosto, 2002

O Número 1 das Drogas
Walter Fanganiello Maierovitch, 5 de janeiro, 2003

Voto Farpado
Ir votar nesse domingo é como engolir uma bola de arame farpado. Não temos mais a motivação de quebrar o regime militar, ou de construir um projeto de nação, ou de construir uma administração municipal criativa como era o PT da década de 80. Aqui tudo é mesmice, tanto política, como técnica, como eticamente, salvo exceções contadas nos dedos. Por Roberto Malvezzi (Gogó), outubro de 2004

O quadrado do descrédito
Ricardo Maranhão, 16 de novembro, 2002

Cortina de Fumaça
Deputado Marcon – PT/RS, 3 de março, 2004

É necessário que o povo saiba
Ives Gandra da Silva Martins, 14/11/2001

Há algo de muito podre no reino da Dinamarca
Com outras publicações direitistas dinamarquesas, o jornal Jyllands-Posten participa de ativa campanha xenofóbica, mais ou menos aberta, contra a comunidade de confissão muçulmana, que é sistematicamente acusada de ser refratária aos princípios e práticas democráticas do Ocidente. (...) Um dos desenhos publicados apresenta o profeta Maomé com uma bomba no turbante, identificando, diretamente, a comunidade muçulmana ao terrorismo. (...) Por Mário Maestri e Marconi de Matos, fevereiro de 2006

Passarinho e o golpe de 64
César Medeiros, 26 de abril, 2002

Desafios propostos pelo Fórum Mundial da Reforma Agrária
Leonilde Servolo de Medeiros, 9 de dezembro, 2004. As possibilidades de avanços da reforma agrária no Brasil sinalizam as perspectivas de que os temas colocados ganhem força em outras nações. É em nosso país que se centra atualmente o horizonte possível da utopia.

Reflexões do pós-guerra angolano
Há alguns dias, viajei pelo continente Africano. E, mediante o que conhecemos de alguns países, o que mais me chamou a atenção foi Angola, um país enorme, com terra suficiente para alimentar algumas centenas de milhões de pessoas e onde supreendemente quase não existe exploração agrária em seu território, não devo deixar de dizer que o potencial de crescimento é muito grande e também muito viável. Por Mario Mendes Jr., 15 de dezembro, 2004

Novo Julgamento de Eldorado dos Carajás
Maria Luisa Mendonça, 09/06/2001

La hora del gong
Valdemar Menezes, 11 de novembro, 2004. O recente resultado das urnas fragilizou de maneira inegável o governo Lula e o Partido dos Trabajadores (PT). Essa é a conclusão de qualquer observador isento.

O atoleiro de Lula e do PT
Valdemar Menezes, 26 de setembro, 2004. A demissão do economista Carlos Lessa da presidência do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), um quadro enfileirado na ala "desenvolvimentista" do governo, em oposição à ala monetarista, soou como a queda da última barreira de resistência à transformação total do governo Lula.

Plano C
Paulo Metri, 12 de maio, 2004. Os economistas que refutam qualquer plano soberano que priorize o desenvolvimento e a distribuição de renda no país estão presos a uma visão política que só permite a ele utilizar os conceitos técnicos liberais. Plagiando a frase sobre a guerra e os generais, a economia é muito importante para ser deixada só para os economistas.

Mutirão contra o lixo
Carlos Minc, 10 de fevereiro, 2004

Defenestrar as mariposas
Lula Miranda, 9 maio 2003

Engajamento, e não abandono, é a resposta que a população deve dar nas urnas

A polêmica gerada em torno do documentário Falcão - Meninos do Tráfico parece ter passado completamente ao largo do Senado Federal. Na audiência com o rapper MV Bill esta semana, apenas dois senadores apareceram. Preocupadas demais com seus próprios criminosos, parece que as instituições brasileiras resolveram "reagir" com elevadas doses de imobilismo e condescendência diante do que talvez seja a maior expressão do fracasso estatal diante da sociedade. Por Denis Mizne, abril de 2006

Está na hora de uma reação drástica na Alerj
Se a Alerj quer desfazer a impressão de que ali reina a impunidade, vai ter de aplicar com rigor os instrumentos de controle interno e punição. Como está, é difícil saber o que é exceção e o que é regra. Por Alessandro Molon, 24/11/2004

Eles não chegaram ao andar de cima
Alessandro Molon, 12 de maio, 2003

A Nossa Nação Foi Humilhada
Jovens cabo-verdianos, o ano de 2004 está terminando. Falta pouco para comemorarmos a chegada de 2005. É a contagem regressiva para comemorar o trigésimo segundo aniversário da morte do nosso herói e três décadas da independência da pátria mãe. Caro irmão, filho da pátria amada, o amor à nação cabo-verdiana me deixa ansioso para ouvir o grito do arquipélago de Santo Antão a Brava. Por Lino Vaz Moniz, dezembro de 2004

Revolução bolivariana inicia nova etapa
Fernando Morais, 19 de agosto, 2004. Na madrugada do dia 16, Caracas foi despertada pelo estrondo e pelas luzes de fogos de artifício, disparados dos milhares de casebres empilhados nas montanhas que cercam a capital venezuelana.

Fio da suspeita
Bárbara Musumeci, 29 de outubro, 2003

Letra N

O PM, a prostituta e a pizza
Melquisedec Nascimento, 24 de setembro, 2004. A entrega da sobra de uma pizza a uma prostituta, para a Polícia Militar, está no mesmo nível dos crimes hediondos. O resultado dessa margem amplíssima de discricionariedade concedida a um comandante Policial-militar é um sensível prejuízo à sociedade, além é claro de ferir princípios constitucionais basilares, tais como o da Razoabilidade e o da Proporcionalidade.

Mais do mesmo
Jurandyr O. Negrão, dezembro de 2003

As crianças sem futuro
Marcelo Neri, 19/12/2001

O que começou errado tem de ser mudado

Os sem-terras desempregados, diante da injusta divisão de renda, se organizam em movimentos sociais ou populares, como as Ligas Camponesas. Estes Movimentos que existem até hoje consistem em ocupar, resistir e produzir em fazendas de boa terra que não estejam alimentando o povo. Reivindicam da República a reforma agrária no Brasil. (...) Por Rui Fernando Neto, estudante de jornalismo, março de 2006.

A reforma do ensino superior
O documento II do MEC "Reafirmando princípios e consolidando diretrizes da reforma da educação superior", de 2 de agosto de 2004, sistematiza todas as medidas da reforma universitária pretendida pelo governo federal. São princípios e diretrizes para orientar a reforma do ensino superior. É mais uma investida para alterar a Constituição de 1988. Por Lafaiete Neves, 16/11/2004

Meditações de agosto
Augusto Nunes, 30 de agosto, 2003

A Guerra de Rapina
Ruben G. Nunes, 9 de setembro, 2002

Letra O

O Brasil, os Palestinos e o Afeganistão
Nilo Odalia, 28/10/2001

A quem interessa a crise argentina?
Renato Oliveira, 15 de março, 2002

Gandhi e a ética na mídia
O que está em vigência hoje, sabe-se, é a mercantilização absoluta das relações, quando nos obrigamos a calcular o lucro que cada ação e cada relação nossa nos trará, para que o acumulemos, como se isto fosse felicidade. Por Evandro Vieira Ouriques, 15 de agosto, 2004

Letra P

Argentina – queda do império neoliberal
Ivar Pavan, 22 de fevereiro, 2002

Recolonização
Itamar Perenha, 24/12/2000

Alta do dólar vs. efeito Lula I
Francisco Petros, 10 de outubro, 2002

Da boca para fora
Leonardo Pimentel, 22 de janeiro, 2002

Brasileiro no espelho
Flávio Pinheiro, 04/11/2001

De saúvas e municípios
Mara Biasi Ferrari Pinto, 3 fevereiro 2003

Declarações de voto
Wladimir Pomar, 11 de setembro, 2003

Cuba como referência de dignidade nacional
Pedro Porfírio, 7 de agosto, 2003

A tão almejada dignidade
Eliane Potiguara, 20 março 2003

Letra Q

Letra R

Democracia e "Antiterrorismo"
Ignacio Ramonet, 12 de março, 2004

A Esquerda "Neoclássica"
Henrique Rattner, fevereiro de 2004

O dengue num boteco do Leblon
João Ubaldo Ribeiro, 25 de fevereiro, 2002

Escrevendo muderno
João Ubaldo Ribeiro, 26 de julho, 2002

Ratos de Porão
Ricardo, 13/02/2001

Reforma agrária não é questão de polícia
Rubens Ricupero, 3 de agosto, 2003

Monopólio da União sobre petróleo é constitucional
João Luiz Coelho da Rocha, 27 de agosto, 2004. O artigo 177 da Constituição reserva à União Federal um monopólio sobre a “pesquisa e a lavra das jazidas de petróleo e gás natural e outros hidrocarbonetos fluídos”, além das atividades de refino de petróleo, de importação e exportação dos produtos e derivados petrolíferos, etc.

Quais as perspectivas do Mercosul em 2002?
Maurício Rocha, 27 de dezembro, 2001

A ilegalidade da assinatura telefônica
Carlos Rodrigues, outubro de 2004. Em São Paulo já há ação com trânsito em julgado condenando a Telefônica S.A. a devolver em dobro o que o Autor pagou de Assinatura Telefônica em 5 anos. O Desembargador Carlos lenzi, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, entendeu ser ilegal a cobrança de Assinatura Telefônica e concedeu a Tutela Antecipada em ação movida na Justiça local.

Não há "risco PT"
Fernando Rodrigues, 4 de outubro, 2004. O PT tornou-se um partido grande. Pode até perder na cidade de São Paulo e em outros grandes centros, mas a apuração parcial de ontem indicava que a sigla será uma das quatro que mais recebeu votos para prefeito no país. E daí? Há uma ameaça para a democracia? (...) O PT vai se tornar uma espécie de partido único, sufocando os demais? Mais ou menos. Depende do poder de reação dos adversários.

EUA inimigo potencial
Miguel Urbano Rodrigues, 27 de dezembro, 2001

A barbárie americana no Afeganistão
Miguel Urbano Rodrigues, 2 de novembro, 2001

Desencontros e bazófias
Newton Rodrigues, 13 de fevereiro, 2004

Discutir as divergências aberta e francamente
Dmitri Rogozin, 2 de setembro, 2003

As crianças e a publicidade
Marcos Rolim, 12 de abril, 2002

Os presídios a Maiakóvski
Marcos Rolim, 25/07/2001

Renasce o peleguismo?
Os sindicatos ajudam a conquista de direitos profissionais e civís. Mas é possível verificar uma afinidade excessiva entre partidos e movimentos sindicais, o que obstaculiza o livre movimento de ambos. Os diretores de Centrais operárias podem reduzir o seu papel ao plano de simples correias de transmissão entre governo e trabalhadores. Surge o “pelego” que adocica o amargor das medidas impostas pelos antigos parceiros dos trabalhadores, agora nos palácios. Pelegos auxiliam governos autoritários a dobrar a vontade dos cidadãos. Por Roberto Romano, do Correio Popular de Campinas, 16/11/2004

Ética na política!
Roberto Romano, 2 de janeiro, 2004

ACM x Roberto Romano
Roberto Romano, 27/05/2001

Energia no mercado paralelo
Padre Roque, 02/09/2001

Águas que movimentam o povo
Sem dúvida 2004 é o ano em que o tema da água tomou corpo e se difundiu nas discussões das universidades, de Igrejas, comunidades, ONGs e movimentos sociais. Por Alexania Rossato, novembro de 2004

Quem engana quem na política?
Waldemar Rossi, dezembro de 2004. Passados quase dois anos do governo Lula, ainda há muita gente que acredita em possíveis mudanças na política brasileira. Outros, entretanto, estão se questionando e parcela significativa de nosso povo já se desiludiu, já perdeu as esperanças e a confiança. Até mesmo a perplexidade do primeiro ano de mandato vai dando lugar ao pessimismo. Alguns fatos recentes devem ajudar à abertura de nossos olhos, uma vez que, segundo o Evangelho, “o pior cego é aquele que não quer ver”.

Letra S

A extinção dos dissídios coletivos
O fantasma que tirava o sono dos trabalhadores, durante muitos anos, era a inflação que corria desenfreada. Essa presença inquietante fez com que, durante anos, as entidades sindicais dedicassem o melhor de seu tempo a correr atrás dos grandes prejuízos gerados por esse problema. Num belo dia, entretanto, veio a festa neoliberal de Fernando Henrique Cardoso. As pessoas pareciam ter despertado de um pesadelo e a inflação havia sumido. O sindicalismo ficou até um tanto perdido, sem fantasmas a perseguir e buscando reinventar a si mesmo. O que ficou oculto sob as cores daquela suposta manhã radiosa é que o confisco da renda real dos trabalhadores havia mudado de lugar. Por João José Sady, do Brasil de Fato, 30 de dezembro de 2004

A Responsabilidade Social dos Empregadores
Alberto Salazar, 21/12/2001

Notícias entediantes
Os noticiários estão cada vez mais entediantes. As notícias são sempre as mesmas. Sempre recicladas. Às vezes, penso que a culpa seja dos próprios órgãos da imprensa regular que insistem em gastar espaço com notícias fúteis. Outras vezes, acho que o nosso mundinho é que está mesmo cansado, desgastado, virando uma mesmice só. Por Márcio Salgues, 14/11/2004

Abominável Mundo Novo
Márcio Salgues, 9 de setembro, 2004. A realidade histórica (...) nos mostra que, por enquanto, o mundo é um lugar onde ninguém está a salvo da loucura inquisidora, da insanidade bárbara das mentes doentias dos destroçadores de corpos, empaladores de almas, que não hesitam em lançar mão das táticas mais abomináveis e insuportáveis ao ser humano para a obtenção dos seus fins, sejam eles justos ou injustos.

Intolerância humana
Márcio Salgues, 27 de junho, 2004. "As convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras" - Friedrich Nietzsche. O mundo seria mais justo e mais seguro se não houvessem surgido as inúmeras religiões e fosse regido tão somente pela razão e a ética. É óbvio que isso é um delírio de minha parte, visto que o homem se diversifica culturalmente de forma dinâmica e, com essa diversificação cultural, sua capacidade criadora de pensar o leva também aos seus próprios delírios.

Eu acredito em Lula!
Márcio Salgues, 6 de maio de 2004. Antes de tudo deixo claro que acredito no Lula. Esse negócio de falar mal da sua capacidade de governar já virou um lugar comum. Todo mundo quer meter o pau no Judas. Mas algumas coisas curiosas vivem acontecendo no cenário brasileiro. Agora mesmo tem uma proposta nova para resolver parte do desemprego no país.

E o chocolate amargou...
Marcelo Salles, 5 de fevereiro, 2004

Sou petista, não sou pessimista
Ideli Salvatti, senadora pelo PT-SC, 14 de fevereiro, 2004

Diversidade x pensamento único
"A paz no Brasil é a dignidade humana". Com esta frase, Geneviève Jacques, do Conselho Mundial de Igrejas, enfatizou a diversidade como forma de edificar "um outro mundo possível". Helio Santos para Agência Carta Maior, janeiro de 2003.

Da Justiça à Democracia, passando pelos sinos
José Saramago, 5 de fevereiro, 2002

Punks
João Sayad, 2 de fevereiro, 2004

Ano Novo
João Sayad, 5 de janeiro, 2004

Ratinhos de laboratórios

(...) vivemos num sistema de valores que nos predem e que "não nos permite agir", nossa vida é preenchida de maneira que ela passe sem que possamos parar pra pensar! Nascemos, atingimos a idade de nos matricularmos num colégio, quando nos damos conta da nossa existência, o que estamos fazendo? Tendo que estudar para que sejamos aprovados da primeira pra secunda série e assim sucessivamente... e não fiquemos de recuperação, muito menos repitamos (...) Por Gilberto Galante Schulz, 16/5/2006

Fome: as cifras de uma vergonha mundial
Christian Selles, 4 de dezembro, 2002

Parati: Escritor "etc." não vai à feira
Deonísio da Silva, 22 de junho, 2004. A Festa Literária Internacional de Parati (Flip) é um acontecimento louvável. (...) Seus organizadores, porém, estão dando alguns tropeços perfeitamente evitáveis, se fossem mais cuidadosos e dessem o devido respeito a quem os faz por merecer.

O Serra tá usando Elysbelt?
José Simão, 14 de março, 2002

A atualidade de Keynes
Paul Singer, 21 abril 2003

A administração Petrobrax
Fernando Leite Siqueira, 11 de janeiro, 2002

Nepotismo, Dossiê e os Riscos da Democracia Plebiscitária
Luiz Eduardo Soares, novembro de 2003

Lacunas no programa de combate à AIDS no Brasil
Cláudio Santos de Souza, 17/12/2001

Fazenda Caixa Dois
Hamilton Octavio de Souza, 30 de março, 2002

Por baixo e longe demais
Sérgio de Souza, 17/08/2001

Fuzilamentos em Cuba e Beira Mar
Nei Srouleivich, 17 maio 2003

Três anos de mudanças radicais na cidade
Marta Suplicy, 7 de janeiro, 2004

Letra T

Lula e os povos indígenas
Marcos Terena, 8 de fevereiro, 2004

Mendicância chique
Roberto Pompeu de Toledo, 14 fevereiro 2003

Desenvolvimento político sustentável
Maurício Thuswohl, 25 de novembro, 2004. Com dois anos de governo Lula, a necessidade de um balanço se impõe em todos os setores, e a pergunta que não quer calar, no caso da ministra Marina Silva e de sua equipe, é: vale a pena continuar no governo?

Letra U

Grito dos Excluidos: Governo em Festa, povo em luta
Luiz Bassegio e Luciane Udovic, 9 de setembro, 2004. As mobilizações realizadas em todo o país, no dia sete de setembro, por ocasião do 10º Grito dos Excluídos, são uma ótima oportunidade para refletirmos sobre o momento em que vivemos no Brasil.

Somos todos iguais?
Fritz Utzeri, 10/4/2003

Letra V

O brasileiro, o mazombo e o poeta da Vila
Francis Vale, 26 de novembro, 2004. Uma campanha publicitária do Governo Federal repete que "O Melhor do Brasil é o Brasileiro". Há quem conteste a frase. E com todo o direito.  Optei (sem trocadilhos) por defendê-la.

Agora vem o terceiro turno
Dom Demétrio Valentini, 4 de novembro, 2004. A grande maioria dos municípios só teve o primeiro turno. Alguns tiveram o segundo. Bom seria que agora todos tivessem uma espécie de "terceiro turno", mais prolongado, até permanente, para cultivar a consciência política, para recolher as lições deixadas pelas eleições, para acompanhar de perto os governantes eleitos, para fortalecer a indispensável coesão da cidadania em vista da urgência de enfrentar os múltiplos desafios da situação do país.

Médicos versus planos de saúde
Drauzio Varella, 18/9/2004

Viva o princípio da reciprocidade!
Wagner Vasconcelos, 15 de janeiro, 2004

Choro por ti, Argentina
Zuenir Ventura, 17/7/2001

Michael Moore e um novo jornalismo
Natalia Viana, 19/7/2003

Disputar os rumos do governo Lula
Chico Vicente, 23 de fevereiro, 2004

A concorrência como arma
Weder Vilela, 10 de outubro, 2004. No balcão da farmácia, o cliente pede 1 grama de cocaína. Como era sua primeira compra, é feito um cadastro, com dados referentes aquele usuárioinformações sobre seu consumo, residência, perfil familiar e, finalmente, se deseja participar de um programa de combate ao vício. Respondeu que não queria, mas que achou interessante saber que existe este tipo de tratamento. Pagou 20 reais pela droga, metade deste valor vai para os cofres públicos, custear um possível tratamento futuro.

Letra W

Liberar os transgênicos
Quando ainda era candidato, Lula deu a melhor definição sobre a posição do seu futuro governo na questão dos transgênicos: “liberar é burrice”. Que se passa no governo para que o presidente, no caso da edição de uma MP, faça aquilo que antes chamou de burrice? Jean Marc von der Weid, 28 de setembro, 2004

O PT e o deserto da vala comum
Marco Weissheimer, 19 de fevereiro, 2004

Privatização, transnacionais e democracia
A privatização e a licitação competitiva de serviços públicos tem ganho terreno em todos os países nos últimos 20 anos. Pressionada por fortes interesses económicos e pela ofensiva neoliberal, verificou-se uma transferência maciça de activos do sector público para o privado. Por Asbjørn Wahl, no Resistir.info, 15/12/2002

Letra X

A invasão maranhense
Xexéo, 10 de março, 2002

Letra Z

As brincadeiras cruéis do PFL
Rodrigo Zavala, 27 de novembro, 2003

Editoriais

Nós, os americanos
(...) “Estadunidense” indica, pelo menos no Brasil, uma posição de repúdio às políticas norte-americanas, mas soa estranho. É extremamente lúcida, do ponto de vista intelectual, mas há (sempre) de se ter o cuidado de não confundir a política de um núcleo nefasto com seu povo - muitos deles ativistas antiguerra e que não possuem em sua cultura a prática de se denominarem estadunidenses. Da Conselho Editorial Consciência.Net, 22/2/2006

Esquerda dos EUA perdeu contato com os pobres
Editorial do Le Monde, 5 de novembro, 2004. A lição da derrota de John Kerry é a de que o Partido Democrata perdeu o contato com as classes trabalhistas americanas. Trata-se de uma lição que vale também para os outros países ocidentais. Desde o início do século passado, os partidos social-democratas optaram por definir como prioridade a luta pelo progresso social.

Barbárie global
Editorial da Folha de S. Paulo, 16 de maio, 2004. O traço positivista que marca nossa sociedade científico-tecnológica nos leva a crer - talvez ingenuamente - num contínuo aprimoramento da civilização. Esse acúmulo de competência técnica, porém, não se fez acompanhar de uma maior capacidade de lidar com determinadas situações políticas.

Falta de valores
Verdade Online, 15/05/2003

Muito além do Iraque
Editorial do The Nation, 19/03/2003

Os Estados Unidos cobram vassalagem
Editorial OESP, 20/03/2002

Crônicas

Aquele casal
Carlos Drummond de Andrade, 28/02/2001

Saudade
Miguel Falabella, 08/04/2001

Barata à vista
Millôr Fernandes, 28/02/2001

O Chicão
Mário Prata, 23 de janeiro, 2002

Lamentável sabujice
Eça de Queirós, 22/02/2001

A Última Crônica
Fernando Sabino, 28/02/2001

Outros textos

“Não Queremos Guerra, Queremos Nossas Terras”
Na região da fronteira do Brasil com o Paraguai o clima é de guerra contra os Kaiowá Guarani e nossos direitos. Nossas terras foram sendo tomadas pelos fazendeiros e lavoureiros e nosso povo confinados nos pequenos pedaços de terra que o SPI tinha demarcado há quase um século. Não agüentando mais tanta violência e desrespeito, começamos a retomar nossos tekoha, territórios tradicionais. (...) Queremos dizer ao Brasil e ao mundo que não queremos guerra. (...) Da Comissão de Direitos Kaiowá Guarani, dezembro de 2005.

A falácia do superávit primário
É fundamental desmistificar as justificativas oficiais e os comentários econômicos da mídia sobre a necessidade de contingenciamento do orçamento fiscal ou da geração de superávits primários incompatíveis com a recuperação do crescimento. Da Sociedade Brasileira de Economia Política, junho de 2004.

União faz a força
Carta aos Petistas: 1- Nosso Partido é herdeiro e protagonista de grandes lutas do povo brasileiro, por liberdades democráticas, por soberania nacional e por igualdade social. Foi nessa condição que o organizamos, ajudamos a construir grandes movimentos e lutas político-sociais, disputamos eleições, exercemos mandatos legislativos e executivos. E, pela primeira vez na história do Brasil, elegemos o Presidente da República. Esta história e estas marcas, entretanto, não são indeléveis nem se reproduzem naturalmente. (...)

Rumo a Cancun: organizações e movimentos sociais brasileiros dizem não aos novos temas na OMC
Nós, um conjunto de movimentos sociais, ONGs e entidades sindicais brasileiras estamos nos preparando para estarmos presentes em Cancun, em setembro próximo, por ocasião da realização da Va Reunião Ministerial da OMC. Em setembro de 2003.

De pé trabalhadores
Texto anarquista, 4 de março, 2002

Homossexuais tornam-se bodes expiatórios para países islâmicos falidos
5 de janeiro, 2002

Um Plano Marshall contra o terror
2 de janeiro, 2002

Vandalismo é arte (primeiro nós tomamos Seattle)
17/12/2000

Outros sites

.
Opinião | Editorial | Principal..Consciência.Net