Resumo do terror israelense
Exército israelense ocupa Ramala: 37 mortos em menos de 24 horas

Ramala, Cisjordânia. O exército israelense ocupou hoje quase toda a cidade autônoma de Ramala, na Cisjordânia, dentro da operação de maior envergadura nos territórios palestinos desde o início da Intifada: toda essa violência matou 37 pessoas em menos de 24 horas.

Morre palestino ferido por israelenses em Hebron

Hebron, Cisjordânia. Um palestino morreu agora à noite atingido por disparos de soldados israelenses na entrada Norte da cidade palestina de Hebron, Sul da Cisjordânia. A informação é de fontes médicas. Naim Al Zabayni, de 58 anos, viajava no carro com seus filhos quando foi atingido por disparos israelenses na estrada que leva de Halhul a Hebron.
    Al Zabayni levou um tiro na cabeça e ficou sem receber cuidados médicos cerca de uma hora, até que o exército autorizou que fosse socorrido por uma ambulância.
(12/03/2002, 19:24 )

Israel Destrói Hospital em Ramallah

    Disparos de tanques israelenses destruíram hoje os prédios do Hospital da Meia Lua Vermelha na cidade de Ramallah, invadida esta madrugada por tropas israelenses, enquanto o Grande Hospital Governamental da cidade está cercado por blindados. A informação foi dada hoje pelo diretor geral de Planificação e Cooperação Internacional da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Ahmed Sohob, cuja casa também está cercada por tanques.

L'Osservatore Romano critica atitudes de Ariel Sharon

Cidade do Vaticano. O conflito israelense-palestino ocupa hoje a capa do jornal do Vaticano, L'Osservatore Romano, que em um editorial critica o primeiro-ministro Ariel Sharon, a quem acusa de se contradizer e alternar propostas de negociação e ataques cruéis. As declarações de abertura à negociação do primeiro-ministro Ariel Sharon contrastam tragicamente com os novos ataques cruéis lançados contra as cidades autônomas e os campos de refugiados palestinos, disse o jornal da Santa Sé.
    A abertura para a negociação não pode conciliar-se com a morte de civis. As contínuas incursões na Cisjordânia e na Faixa de Gaza não podem representar um prelúdio para o diálogo, afirmou o jornal.
(12/03/2002, 15:39)


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