Campanha VEJA que mentira
www.consciencia.net/vejaquementira
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DOSSIÊ VEJA # 05/06/2010
Dossiê da Revista VEJA feito pela mídia livre NOVA-E

Clicando no banner abaixo, você terá acesso a um Dossiê completo sobre as mentiras e omissões da Revista VEJA, um panfleto racista que circula no Brasil.

Dossiê VEJA da Revista Nova-E: clique na imagem.

CRÍTICA DE MÍDIA # 03/10/2007
Assunto para o Procon

Como são poucos os de quem se pode dizer que fracassaram em tudo, “exceto” numa revolução que marcou a história da América Latina, a interpretação que a Revista Veja faz de Che Guevara só agradará a direitistas muito ignorantes. Por Valter Pomar..[+]

COMENTÁRIO # 30/08/2007
Revista Veja e a democracia sem povo

Interessante postagem de Mino Carta em seu blog: Medito sobre a pesquisa realizada por Alberto Carlos Almeida para demonstrar que a elite nativa é “o farol” da nossa modernidade. Em compensação, o povo brasileiro não tem, ao contrário do que sustentam os esquerdistas do País, “valores imaculados”, “sabedoria e senso de justiça natural” (...)..[+]

"INDISPENSÁVEL" # 12/11/2006
Turismo militante no México

“Ainda em 1º de novembro, a revista Veja São Paulo veiculava anúncio do Conselho de Promoção Turística do México, convidando o turista brasileiro a conhecer Oaxaca. Sem preveni-lo de que teria de enfrentar barricadas e tiroteios para ver os belos monumentos históricos das fotos.”

Mino Carta, se referindo ao levante popular na cidade mexicana de Oaxaca, capital do estado com o mesmo nome, na revista 'Carta Capital' em 08/11/2006


VÍDEOS # 04/11/2006
Midiatrix Revelations, o filme

Curta-metragem inteligente e bem-humorado, com cinco minutos de duração. Interpreta e brinca com imagens do filme Matrix para denunciar o simulacro coordenado por grandes grupos de comunicação, que se utilizam de concessões públicas para manipular a realidade. O protagonista Neo de Midiatrix Revelations é ameaçado após descobrirem que ele havia jogado sua televisão fora e cancelado sua assinatura da Revista VEJA. “Era muita porcaria pro meu cérebro”, rebate. A Revista Consciência.Net indica. Clique aqui para assistir.

HUMOR # 04/11/2006
INVEJA: edição especial de novembro


Não tem petistas na campanha VEJA que mentira do Consciência.Net, mas vale a ironia..(Da redação)

ANÁLISE # 01/11/2006
Sobre a liberdade de imprensa

(...) Não se lerá em nenhum veículo da chamada grande imprensa, por exemplo, a denúncia feita pelo desenhista gaúcho Santiago, que teve um trabalho seu publicado sem autorização pela revista Veja. Pior ainda, publicou mesmo tendo sido desautorizado a fazê-lo. É o próprio Santiago quem relata: “Dois dias antes da eleição (segundo turno), recebi um telefonema de um funcionário da redação da revista Veja pedindo autorização para usar este desenho. Respondi que não autorizava pois não concordava com a linha editorial da revista. Repeti que não gostaria de ver trabalho meu nesse momento histórico nas páginas dessa publicação. Pois no sábado fui à banca, abri a revista e lá estava a minha charge publicada na página de apresentação da edição (...) A análise é de Marco Aurélio Weissheimer na Carta Maior.

REPORTAGEM # 16/05/2006
A podridão da revista Veja

Finalmente, o presidente Lula resolveu polemizar com a asquerosa revista Veja, o que ajuda a combater as ilusões na pretensa neutralidade da mídia. Na sua última edição, esse panfleto fascistóide o acusou, sem qualquer prova, de possuir contas secretas no exterior. De imediato, Lula protestou: "A Veja não traz uma denúncia, ela traz uma mentira. A Veja tem alguns jornalistas que estão merecendo o prêmio Nobel de irresponsabilidade. Eu só posso considerar isso um crime. Eu não posso comparar isso a jornalismo. Não acredito que dentro da Veja tenha uma única pessoa com 10% da dignidade e da honestidade que tenho". Por Altamiro Borges, para a Agência Adital, 16/5/2006..[+]

ARTIGO # 04/05/2006
Até Veja reconhece que brasileiros pobres estão vivendo melhor

Com linha editorial de oposição ao governo Lula, reportagem positiva da revista Veja sobre o Programa Bolsa Família é um atestado de competência para o Ministério de Desenvolvimento Social (MDS). A opinião é de Nelson Breve na Agência Carta Maior, em 4/5/2006.

artigo
Veja que mentira!

Usarei este artigo para dizer: a revista VEJA não tem compromisso com a verdade, age deliberadamente para ludibriar a população. VEJA é porta-voz dos sentimentos mais conservadores da direita reacionária e golpista. É preciso dizer e repetir: em qualquer país civilizado do mundo VEJA seria tratada como uma revista de quinta categoria ou como panfleto eleitoreiro de um setor da sociedade. Mas, nas terras tupiniquins, protegida pela oligarquia detentora dos meios de comunicação, VEJA permanece tão ciente de sua intocabilidade que até mantém Diogo Mainardi como seu colunista. O cúmulo do deboche. (...) Por Louise Caroline, abril de 2006..[+]

CARTAS # 16/03/2006
Resposta à VEJA sobre Windows

Caro editor,
Gostaria que a revista se manifestasse em relação ao texto abaixo. Sou assinante da revista Veja e gostaria de comentar a matéria "O Windows descobre a beleza", da edição 1947. Já é a quinta carta que envio para a redação para comentar sobre os textos de tecnologia publicados nesta revista e, até o presente momento, não obtive retorno. Por isso, gostaria de uma resposta para as minhas indagações. O jornalista escreveu que, com exclusividade, fez uma avaliação de uma versão do Windows Vista (...) Por Tiago Eugenio de Melo. Leia mais.

jornalismo marrom
Embaixador venezuelano critica Veja e Abril

O embaixador da Venezuela no Brasil, Julio García Montoya, enviou uma carta a Roberto Civita, presidente da Editora Abril, na qual critica duramente a postura jornalística adotada pela revista Veja e por sua equipe editorial. O documento é datado de 06/02. Ele compara os colunistas da publicação a Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Hitler. A carta de Montoya é uma reação à matéria “Com dinheiro do povo”, publicada na edição N° 1941 da revista, de 01/02/2006. A matéria e a carta do embaixador, na íntegra, foram publicadas no Portal Comunique-se, em 10/2/2006..[+]

campanha ganha ruas
No viaduto falando (mal) da Veja

O BlueBus publicou na última quinta (9/2/2006) duas fotos enviadas por um leitor do sítio. Reproduz também comentário do leitor: “Estas fotos  foram tiradas ontem a tarde no viaduto da Dr. Arnaldo sobre a Av. Sumaré em Sao Paulo (...) Entre as frases impressas, se lê ‘Veja nao’ e ‘Veja mente’...”. Foi o Aguinaldo Rocca, original do BlueBus aqui. Veja as fotos abaixo:
Imagem: Aguinaldo Rocca no www.bluebus.com.br
Imagem: Aguinaldo Rocca no www.bluebus.com.br

crítica
Boletim Veja Q Porcaria: “Fantasmas”

Tinha falado para mim mesmo que não faria mais boletins gigantescos. Mas nesta edição decidi até dar um título específico ao boletim, e intertítulos, para ficar menos cansativo. Por que tanto assunto? Porque a Veja, com uma redação cheia de jornalistas, se apega de maneira tão radical à sua ideologia, seus dogmas e simplificações que as matérias negam a si mesmas o óbvio, para não sair do discurso repetitivo e tosco da revista. (...) Por José Chrispiniano, no Boletim Veja Q Porcaria n.4 - 2006, de 30/1/2006..[+]

cartas
A solução é não assinar

A leitora Leila envia carta à redação, em 26/1/2006: “Gostaria que continuassem o utilíssimo trabalho de desmascarar a revista Veja. Vejo que este ano não tem nada ainda. Mando este que recebi”. Leia o texto enviado: “Na semana de 11 de janeiro deste ano a revista Veja publicou uma matéria intitulada “A solução é derrubar”, assinada pela repórter Camila Antunes, defendendo o processo de higienização em curso no centro de São Paulo (...)”..[+]

reações I
Repúdio à reportagem "A solução é derrubar", da revista Veja

O Instituto Pólis recorreu às associadas da Abong, no Estado de São Paulo, com a intenção de formar uma rede de repúdio à revista Veja. O motivo são os conteúdos anti-jornalísticos publicados nessa revista, como os trazidos pelo texto "A solução é derrubar", de Camila Antunes. Julgamos o texto preconceituoso e violador dos Direitos Humanos, quando trata a população pobre como um "lixo a ser eliminado para o progresso do centro". Também concordamos que essa espécie de texto não pode ser considerado jornalístico, por fazer um ataque gratuito (pelo menos, sem fins jornalísticos) ao Padre Júlio Lancelotti e à população pobre do centro da cidade, além de violar uma série de itens do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros (...) Do Instituto Pólis, janeiro de 2006.

reações II
Reportagem de Veja provoca manifestações

Pela Internet, circulam dezenas de “mensagens de repúdio” à publicação de um texto sobre os projetos de recuperação do centro da cidade de São Paulo, cujo box insultava o Padre Júlio Lancelotti, da Pastoral de Rua, e um dos mais reconhecidos lutadores pela causa de crianças e moradores de rua. Os protestos incluem uma campanha organizada pelo Instituto Polis e outras organizações ligadas à Associação Brasileira de ONGs (Abong) – para incentivar a manifestação dos leitores contra a revista. Matéria de Cristina Charão na Agência Repórter Social, 20/1/2006, também via NPC.

cartas
Matéria da VEJA sobre produtos orgânicos

Venho por meio desta demonstrar meu repúdio a matéria veiculada em vossa revista desta semana e faço das palavras do Fabio Ramos as minhas, segue abaixo o texto por ele escrito. “Resposta de Fabio Ramos a reportagem da Revista Veja, edição 1932, ano 38, número 47, de 23 de novembro de 2005. Na pagina 82, sob o título "A Mania dos Orgânicos, Os alimentos sem agrotóxicos viram moda ao vender idéia de que são mais saudáveis", da repórter Rosana Zakabi, foi veiculada uma série de desinformações contribuindo para o consumidor formar uma opinião equivocada. (...) Por Marcelo, 24/11/2005, à Redação Consciência.Net..[+]

veja vs. chávez
Mídia elitista, a real ameaça à democracia

É triste ver novamente que a revista Veja deseja destruir a imagem do presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Na edição 1.935, de 14 de dezembro de 2005, a revista dedicou 11 páginas ao "combate" ao presidente venezuelano Hugo Chávez, e já na capa mostra a manchete: "Nossos repórteres na Venezuela contam como Chávez está destruindo a democracia". O que a Veja entende por "democracia"? O livre-mercado? A possibilidade de pessoas acumularem lucros exorbitantes em cima do trabalho da classe média e pobre? Parece ser este o entendimento, já que Chávez é declaradamente socialista. (...) Por.Romeu São Marco, 13/12/2005, no Observatório da Imprensa.

reação
Denúncia vazia de Veja causa indignação e campanhas contra a revista ganham força na internet

A denúncia publicada na última edição da revista Veja sobre a suposta ajuda cubana ao PT nas eleições de 2002 foi mesmo uma bomba. Só que quem armou a bomba estava com pressa e não fez o "serviço" direito. Resultado: ela acabou explodindo no colo da própria revista. Ainda que estilhaços da denúncia mal contada possam atingir o alvo verdadeiro (governo e PT), quem acabou ficando ferida de morte foi mesmo a imagem do semanário da Abril, que há muito tempo já vinha sofrendo de falta de credibilidade. Por Cláudio Gonzalez, no Diário Vermelho, 2/11/2005.

composição
Americanos compõem conselho da Veja, diz petista

O conselho de administração do grupo Abril, que detém a propriedade da revista semanal "Veja", tem a participação de representantes norte-americanos. A constatação é do deputado Doutor Rosinha (PT-PR). Dois representantes da Capital International — terceiro maior administrador de fundos dos EUA e parte integrante do conglomerado multinacional Capital Group— fazem parte do conselho da Abril. Matéria no Portal do PT, 1/11/2005.

por trás das palavras
Abril parceira do capital especulativo

É notável a profunda relação entre a revista Veja e o capital especulativo nacional e internacional. Já em 1995, a Editora Abril S.A. realizou uma parceria com as Organizações Cisneros da Venezuela, comandada por Gustavo Cisneros, um dos maiores adversários de Hugo Chávez. Por Gustavo Barreto, para a Agência Carta Maior, em 29/10/2005.

análise
A velha técnica jornalística que serve a interesses espúrios

Mais uma vez a revista "Veja" colocou as mangas de fora. A nova "denúncia" deixou claro, se é que ainda havia dúvidas, quem pauta a publicação da família Civita. Dizer que Cuba doou dois ou três milhões de dólares para a campanha de Lula em 2002 tem objetivos definidos e obedece a interesses que remetem ao Departamento de Estado norte-americano e a oposição, capitaneada pelo PSDB/PFL. Análise de Mário Augusto Jakobskind, no Fazendo Media, 31/10/2005..[+]

declaração
APAC: Mais uma irresponsabilidade da VEJA

A Revista semanal VEJA, dos estrangeiros Civita, em sua edição 1929, de 2.11.2005 publica em destaque reportagem sobre a remessa de dólares de Cuba para financiamento da campanha do Presidente Lula do PT. A matéria é repleta de contradições, inclusive em relação a quantia de dólares enviada por Cuba. (...) Com total estardalhaço e irresponsabilidade, a revista, casualmente, publica essa reportagem às vésperas da visita do moribundo Sr. Bush, que não consegue nem mais iludir a opinião pública de seu país. (...) Resposta da Associação de Pais e Amigos dos Estudantes Brasileiros em Cuba - APAC à Revista Veja, 31/10/2005..[+]

cultura
VEJA! que revista mais reacionária!

Carta de Marcos Esquárcio à redação Consciência.Net em outubro de 2005: Prezados senhores, gostaria de parabenizá-los pela luta de vocês contra esta revista reacionária, mentirosa e enganadora, faço da sua luta a minha também!! Saudações e que Deus nos ajude. Carta do cantor e compositor Caetano Veloso que a veja não publicou, saiu hoje no blog do Noblat (que também é horrivel). "Desatenção ou malícia - A matéria de Sérgio Martins sobre Moby da edição de 21 de setembro é o exemplo mais revoltante do que se faz de mau jornalismo em Veja. Além de importar o tom grosseiro dos  tablóides de rock ingleses para a grande imprensa brasileira (sim, porque no New York Times ninguém escreve assim), Martins falseia fatos. Moby não pediu perdão a Hugo Chávez. E a frase sobre o Big Bang é minha, não de José Miguel Wisnik. Ela foi distorcida com intenção de ridicularizá-lo. (...)"..[+]

referendo
Deu a louca na revista "Veja"?

(...) "Veja", que se ufana em apontar o dedo para repórteres que recebem iPods de gravadoras, poderia ter sido mais generosa com o leitor ao explicar sua opção pelo "não". Para não deixar dúvidas no ar, por que a revista não nos contou que a empresa à qual pertence paga aluguel de cerca R$ 1 milhão à família Birmann, da construtora homônima, que vem a ser proprietária do prédio que serve de sede da Editora Abril e também, veja só, da CBC, a Companhia Brasileira de Cartuchos? Coluna de Barbara Gancia, na Folha de S. Paulo, 14/10/2005..[+]

comprometimento
Prédio da Revista Veja é da CBC, única fabricante de munição no Brasil

A colunista Barbara Gancia divulgou nesta sexta (14/10/2005), no caderno ‘Cotidiano’ da “Folha de São Paulo”, artigo afirmando que o prédio no qual está sediada a editora Abril pertence à CBC (Companhia Brasileira de Cartuchos), monopolista da fabricação de munições no Brasil e cujo aluguel mensal é de R$ 1 milhão. Veja abaixo parte do texto publicado: (...) “Por que a revista [Veja] não nos contou que a empresa à qual pertence paga aluguel de cerca R$ 1 milhão à família Birmann, da construtora homônima, que vem a ser proprietária do prédio que serve de sede da Editora Abril e também, veja só, da CBC, a Companhia Brasileira de Cartuchos?” O Instituto Sou da Paz opina: “Isso mostra quanto custa a opinião de uma revista que decidiu jogar no lixo sua história ao abandonar o jornalismo em troca de matérias pagas.” Original da coluna de Bárbara Gancia no clicando aqui.

revista fórum
Laboratório de invenções da elite

Um movimento popular ganhava atenção e simpatia da opinião pública fazia dois anos. Era preciso desmoralizá-los. Em junho de 1998, a capa da revista semanal com maior tiragem do país enquadrava uma das lideranças do movimento com uma iluminação avermelhada produzida nas telas de um computador sobre o rosto com uma expressão tensa. A chamada não deixava dúvidas: “A esquerda com raiva” (foto ao lado). O rosto demonizado era de João Pedro Stédile, líder do movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), e a publicação, Veja. (...) Leia a análise de Anselmo Massad, da revista Fórum em agosto de 2005, via o Nova-e..[+]

resposta
Luís Nassif responde a Diogo Mainardi

(...) Mainardi é um dos inúmeros personagens parajornalísticos que existem na mídia. Não são jornalistas, não se assumem como tal, seu papel é provocar e divertir. Em quase todas as publicações, há limites a serem obedecidos pelos showmen, de deixar clara a galhofa, de não enveredar pelo caminho da injúria e da difamação. Os riscos de ultrapassar esses limites não são apenas para as vítimas, mas para as próprias publicações. Daí a necessidade de filtros que impeçam as extrapolações.

(...) Na mesma edição em que Mainardi me ataca e também procura vitimizar [Daniel] Dantas, há duas notas no "Radar" que atacam os fundos de pensão pelos gastos com advogados (contratados para defendê-los de Daniel Dantas) e um encarte publicitário de seis páginas da Telemig Celular e da Amazônia Celular - que chama a atenção pelo fato de empresas de atuação regional gastarem pesadamente em uma publicação de circulação nacional, ambas serem controladas por Daniel Dantas e a veiculação ter sido exclusiva na "Veja". Leia a coluna de Nassif na Folha de S. Paulo de 16/8/2005..[+]

análise
Veja na campanha pelo impeachment

No Brasil, a mídia exerce um poder superlativo e desproporcional, bem típico de república de bananas. Nesses países, quem pauta as decisões políticas são os grandes conglomerados de comunicação. Os jornalistas, por sua vez, levam ao papel os acordos de alcova e os interesses corporativos de seus chefes sem, obviamente, explicitar a razão de suas motivações. Ultimamente, a coisa anda tão séria por aqui que alguns deputados chegaram a afirmar o seguinte: pretendem aguardar a "pressão" da imprensa para, aí sim, pedir o impeachment do presidente Lula. Pode parecer estranho, mas, por estas plagas, a instituição responsável pelas resoluções de Estado não atende nem pelo título de parlamento nem pelo título de tribunal. Por.Márcio de Matos Souza, 9/8/2005, no Observatório da Imprensa

carta I
Pontos de vista

Recebi a reportagem sobre a revista VEJA, escrita por vocês. Apesar de pensarmos um pouco diferente, vi que trata-se de uma reportagem séria, então resolvi dar o meu ponto de vista, porque achei um pouco pessoal ou radical o que foi escrito sobre ela, apesar de muito bem escrito. Concordo que a revista VEJA passa, às vezes, do limite buscando uma forma errada para vender mais. Não acho isto correto, mas por outro lado, acho que é uma das melhores revistas de informações do nosso país, pela qual tenho enorme respeito. É questão de ponto de vista e na minha vida tenho como princípio que nada existe só de negativo ou só de positivo. Cada fator é uma mescla dos dois pontos (positivo e negativo). Mas respeito o ponto de vista de vocês. Kênia Cunha Vieira, 9/8/2005

carta II
Veja que mentira!

Edição 1917, de 10/8/2005
Basta! Há algumas semanas não venho suportando mais essa revista! Já passou dos limites do ridiculo e essa última capa acho que foi a gota d'água para qualquer um. Gostaria de sugerir uma MANIFESTAÇÃO DE TODOS JÁ! Precismos mobilizar um ato público na frente da Editora Abril. Vamos usar a imprensa do jeito que eles gostam: sensacionalismo. Vamos queimar revistas, vamos mostrar a eles quem são os neocara pintadas que eles falaram, enfim, vamos mostrar que ainda tem gente acordada nesse país, que não está alienada e que não somos manipulados por capas ou matérias golpistas e tendenciosas. 
Queremos imparcialidade e ética na imprensa! Estou disposto, como designer, a contribuir com divulgação e camisetas. Andre Rodrigues, designer gráfico, 8/8/2005

carta III
Revista VEJA: pior do que imprensa marrom

Fui assinante da Veja, mas não renovei devido a não ter confiança em seu corpo editorial. Quando um jornalista, para não perder o emprego, não pode desmentir uma informação dada pelo próprio, essa revista não deve ser lida. É lamentável o que essa Revista vem fazendo contra o povo brasileiro ao pregar a derrubada do 'Presidente por nós democráticamente eleito'. Iguala-se a grandes grupos de Comunicação que querem derrubar Hugo Chaves. Luiz Marcelo, 29/7/2005

veja-psdb I
Denúncia liga pesquisa publicada na capa de VEJA ao PSDB

O deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR) denuncia, hoje, que o instituto Ipsos-Opinion, autor da pesquisa veiculada na capa da edição desta semana da revista Veja, tem ligações com uma série de dirigentes tucanos. Através da página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet, o parlamentar petista descobriu que o único candidato que, em todo o país, fez uso dos serviços da Ipsos nas eleições de 2002 foi exatamente o tucano Geraldo Alckmin. A pesquisa aponta, entre outras coisas, que 55% dos entrevistados pelo Ipsos teriam respondido que Lula saberia do suposto esquema do mensalão. "A revista inclusive não cita quem encomendou e pagou a pesquisa", observa Dr. Rosinha. "É bem provável que ela tenha sido paga pelo próprio PSDB." Da redação, julho de 2005..[+]

veja-psdb II
Editora Abril fez doações a candidatos tucanos

A Editora Abril S/A, proprietária da revista semanal Veja, doou, nas eleições de 2002, R$ 50,7 mil a candidatos do PSDB. A informação foi obtida junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pelo gabinete do deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR). Um político do PPS também foi beneficiado pelas doações. Segundo a assessoria do deputado petista, a campanha do atual líder da bancada do PSDB na Câmara dos Deputados, Alberto Goldman (PSDB-SP), recebeu doações de R$ 34,9 mil da editora em 2002.  Durante o governo FHC, Alberto Goldman foi relator da Lei Geral de Telecomunicações, que regulamentou a participação do capital estrangeiro no setor. Do Portal do PT, 27/7..[+]

literatura
O jornalismo manipulador da Veja se volta contra escritores

A revista Veja publicou neste fim de semana uma matéria sobre o Movimento Literatura Urgente, deflagrado no ano passado, com o propósito de discutir propostas de políticas públicas para a literatura, e que enviou ao Ministério da Cultura um manifesto com dez propostas iniciais (disponível no site www.literatura-urgente.com.br), assinado por 181 escritores de todo o País. A matéria da Veja é superficial e maldosa, como era de se esperar. Mesmo quem não manja bulhufas de jornalismo pode perceber facilmente que Veja não faz reportagens. Faz editoriais. Não sai a campo para recolher informações, cruzar dados e descortinar a realidade para informar seus leitores. Nada disso: é a realidade que tem que se encaixar à visão de mundo dos chefões da revista. Análise da revista FÓRUM publicada no site NOVAE em julho de 2005.

Último recurso

Inimiga ferrenha do MST, a revista Veja, da Editora Abril, inaugurou recentemente novo enfoque para bater no movimento social: o jornalista Tales Alvarenga escreveu um artigo alertando a sociedade para o perigo do uniforme. Entre várias sandices, afirma que se deve desconfiar das camisetas, bonés e sandálias havaianas usadas pelos integrantes do MST. Segundo ele, o uso de uniforme lembra o nazismo e o exército vermelho de Mao Tsé Tung. Só faltou atacar os cardeais da Igreja Católica que elegeram – de uniforme – o papa, e as Forças Armadas. Na.coluna Espelho da Mídia, 23/6, no Brasil de Fato

Veja e o Racismo

Dentre as revistas de informação semanal no Brasil, Veja se destaca pela longevidade e número de exemplares em circulação. Sem aderir aprioristicamente à noção de que esse veículo é porta-voz dos valores mais conservadores da sociedade, caberia questionar visões e pontos de vista com que somos semanalmente brindados, até mesmo porque depreende-se de sua leitura uma certa ambição de representar o saudável meio termo, o ‘bom-senso’ que não se inclina ideologicamente à esquerda ou à direita. Por Antonio Sampaio Dória, da Novae.inf.br, jun/2005..[+]

análise
Quem precisa de VEJA?

Matéria da revista VEJA - intitulada “Quem precisa de um novo Fidel?” - acusa Hugo Chávez de ameaçar “a estabilidade da América Latina com o financiamento e o apoio a grupos radicais de países vizinhos”, a formar “uma milícia civil”, a usar o “petróleo para chantagear as repúblicas da América Central”, e a aliar-se à “ ditadura cubana de Fidel Castro” etc. etc. A ladainha é repetição do recado de Condoleezza Rice em seu périplo continental. Veja, que exaltou o golpe de abril de 2002 contra o líder venezuelano, tenta firma-se como o maior panfleto da direita brasileira. Leia o artigo de Gilberto Maringoni no site da FENAJ, em maio de 2005.

Distorção rotineira

A ONG Ação Educativa, uma entidade séria e respeitada em São Paulo, enviou carta de protesto à revista Veja, por ter publicado na edição 1904 uma matéria sobre a indisciplina dos alunos da escola pública, na qual distorce a realidade, manifesta preconceito contra os jovens e tenta estigmatizar os filhos das camadas mais pobres da população. Veja não aprende mesmo. Por.Hamilton Octavio de Souza, 19/5, no Brasil de Fato

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Maringoni, março de 2005, na Agência Carta Maior
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carta I
Não Veja mais mentiras

Já cancelei minha assinatura de mais de vinte anos. Fernando Humberto dos Santos, Professor de Direito Civil da PUC/MG e Juiz de direito em Belo Horizonte, 17/4/2005, à Redação Consciência.Net

carta II
Para a Revista Veja

A capa da Revista Veja que está nas bancas (Edição 1899 de 6 de abril de 2005) deve ter sido feita para chocar e o título "A GRANDEZA DA FÉ" diz tudo. Choca pela falta de sensibilidade do momento. Choca pela falta de grandeza, é realmente uma revista pequenina. Choca pelo sensacionalismo, deve ser a foto mais dolorida de João Paulo II em 27 anos como papa. Não compro e não leio a Revista Veja. Desejo a a Revista Veja os meus sinceros votos de  fracasso financeiro e de público. Que as vendas continuem caindo e quanto mais rápido melhor. Que o seu fim seja breve, pois neste dia estará prestando um grande serviço a "NAÇÃO BRASILEIRA"! Atenciosamente, Carlos R. S. Moreira  ( Beto ), 4/4/2005

Lixão semanal

A revista Veja, da Editora Abril, tem conquistado há anos o troféu de pior jornalismo de toda imprensa burguesa nacional. Seja pelas matérias sensacionalistas, preconceituosas e/ou mentirosas, a publicação bate todos os recordes de indecência. Na última edição apresentou fantasiosa história sobre as Farc, explorou de forma sórdida o sofrimento de uma jovem de 15 anos e tentou colocar o músico e escritor Chico Buarque no mesmo nível do esgoto freqüentado pela redação. Nunca uma publicação brasileira foi tão venal para a sociedade. Por.Hamilton Octavio de Souza, 24/3, no Brasil de Fato

Os assinantes pagam, VEJA mente

Em sua edição de 5 de março, a revista - ou melhor, panfleto da direita racista tupiniquim - volta a produzir injúrias, calúnias e difamações contra o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), com a "reportagem" intitulada "Nós pagamos, eles invadem". Por José Arbex Jr. em resposta à revista Veja, 17/3/2005..[+]

Registros do BC desmentem matéria da Veja

O registro de capitais estrangeiros do Banco Central, disponível para consulta pública na página da instituição na internet, comprova que não houve nenhuma entrada de capital proveniente de Trinidad e Tobago em 2002 e em 2003 no Brasil. A constatação é do secretário de Relações Internacionais do PT, Paulo Ferreira. Segundo ele, este dado comprova que a revista Veja não checou as informações obtidas sobre uma suposta ligação do PT com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) antes de transformá-las em assunto de capa. Do Portal do PT no Sul, 16/3..[+]

Líder tucano manteve contatos com as Farc no governo FHC

Polêmica levantada por revista Veja não apresenta provas mas resgata passado e desatenções da mídia. No governo FHC, atual líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio, foi designado para falar com “narcoguerrilheiros envolvidos em corrupção, seqüestro e morte de brasileiros”, na tentativa de encontrar uma solução pacífica para o conflito que sangra a Colômbia há décadas. Como disse Virgílio na época, “isso poderá ajudar a Colômbia a pôr fim aos conflitos”. E também propiciar à revista Veja corrigir desatenções de outras épocas. Da Agência Carta Maior, 14/3/2005..[+]

Coréia do mal...

O anticomunismo da revista Veja beira sempre o ridículo. Na última edição do semanário, há reportagens sobre as duas Coréias. O fato de que a Coréia do Norte possui arsenal atômico mereceu uma reportagem cujo sensacionalismo pode ser resumido pelo título: “Louco, bizarro e tem a bomba” (em referência ao presidente Kim Jong II).

... e Coréia do bem

Já os coreanos do Sul são tratados como verdadeiros gênios da humanidade por terem realizados uma “revolução na educação”. Veja sugere que o governo brasileiro copie o modelo coreano. A quantidade de asneiras é de deixar de cabelo em pé qualquer especialista em educação (curiosamente, nenhum educador foi ouvido). Ademais, a própria tese advogada pela revista (a “revolução educacional” tirou a Coréia da miséria e a colocou no 1° mundo) é falsa, pois deixa de lado os ajustes macroeconômicos realizados não apenas na Coréia, mas em todos os chamados Tigres Asiáticos. Por.Luiz Antonio Magalhães, 17/2, no Brasil de Fato

'veja é sempre a veja'
Qualquer capa serve para esconder o Fórum Social Mundial

A disputa de hegemonia que a Veja faz com a esquerda não é coisa para amadores. Em cada número há páginas e páginas que fazem esta batalha, no meio de alguma notícia mais ou menos indiferente. Neste ano, na sua edição do dia 2 de fevereiro, saída logo após o Fórum de Porto Alegre, esta revista campeã de conservadorismo repetiu a mesmíssima dose dos outros anos. Por Vito Giannotti, fevereiro de 2005..[+]

Surpresa na Veja dura pouco

A "Nota de redação" de quase duas colunas com que a Veja desta semana respondeu à carta conjunta de mais de duas colunas dos ministros Celso Amorim, Tarso Genro e Gilberto Gil foi uma surpresa e tanto [veja íntegra na rubrica Entre Aspas, desta edição]. Nem sombra, ali, da truculência habitual das matérias da revista sobre o governo Lula. Por Luiz Weis, 31/1/2005, no Observatório da Imprensa

Dois Pesos, A Mesma Revista

(...) Não consegui encontrar reportagem sobre a visita de Tony Blair, Gerhard Schroeder, Berlusconi e Jacques Chirac ao "sanguinário ditador" Kadafi, termos como "estado de transe", "rodopiante", "sonho terceiro-mundista" ou similares, como os empregados para se referir à Lula quando o mesmo e sua equipe o visitaram há pouco menos de um ano. Aliás, nem sequer uma citação sobre a visita de nosso presidente pode ser encontrada nesta última matéria. Leia a contribuição de Marcelo Junqueira. Do Surra.org, 18/10/2004..[+]

A farsa do agronegócio

Gustavo Barreto, 27 de setembro, 2004. Deveria estar no centro das atenções da população brasileira o que acontece no campo no que diz respeito às atividades agrícolas. Daí decorre a maior parte dos problemas lá vividos. Novo grande campo de batalha entre a elite e os trabalhadores, o tema diz respeito à dignidade da população pobre, o respeito ao meio ambiente (com previsível dano à saúde coletiva) e fortes interesses econômicos de grandes proprietários de terra. E lá está a Veja, mais uma vez, pregando ao lado da elite econômica..[+]

Revista Veja, que vergonha!

Reportagem da revista VEJA sobre o MST carregada de preconceito e desinformação (primeiro texto). Abaixo dela, resposta publicada na Caros Amigos. Setembro de 2004..[+]

Jornalista diz que sabia de erro que cassou Ibsen

O jornalista Luís Costa Pinto, autor de reportagem da revista “Veja” em 1993 que contribuiu para a cassação do ex-presidente da Câmara Ibsen Pinheiro, admitiu que sabia que a informação sobre a movimentação financeira do ex-deputado era falsa. Em depoimento que será usado em livro a ser lançado por Ibsen, Costa Pinto diz que, mesmo sabendo do erro, sustentou que o ex-deputado movimentara US$ 1 milhão porque estava preocupado em manter o emprego...O Globo, 15/8/2004

'veja' vs. 'mst'
Memória e atualização de sentidos em três atos do discurso jornalístico

Lucília Maria Sousa Romão. Partindo dos postulados teóricos da Análise do Discurso, de matriz francesa, esse trabalho objetiva discutir como os sentidos são construídos historicamente e como há sempre uma memória caudatária que sustenta a significação. Sabendo que a linguagem é o palco em que sujeito, ideologia e memória se engendram, pretende-se interpretar três reportagens jornalísticas, publicadas na mesma edição da revista Veja, marcando como os deslizamentos de sentido, os espaços intervalares de não-ditos e o silenciamento estão constituídos...Observatório da Imprensa, 14/9/2004

Salário mínimo versus Veja

Paula Batista, de Curitiba, 10 de junho, 2004. A Revista Veja, desta semana, edição 1875 (9 de junho de 2004), publicou, na Carta ao leitor, o editorial “Muito barulho por nada”. Para a revista a discussão do Câmara Nacional “foi um exagero de inutilidade”. O que a revista chama de inutilidade, eu chamo de democracia. Seja lá qual for o motivo daqueles políticos que eram contra o valor do salário mínimo (R$ 260), estipulado pelo governo federal, o que importa é que não se pode perder a chance de discutir e participar desse processo.

A revista-símbolo do atraso

Gustavo Barreto, 24 de maio, 2004. Quando você pensa, ao assistir às torturas no Iraque e o massacre aos palestinos, que o desprezo pela vida humana chegou ao limite, eis que surge algo ainda mais impressionante. Há publicações que apóiam a barbárie.

Jornalismo tipo VEJA

Na edição nº 1856 (2 de junho), a revista Veja defende o agronegócio como exemplo do “país que dá certo”. A revista defende a Veracel, do grupo Aracruz-Celulose, instalada no sul da Bahia, por gerar 10 mil postos de trabalho, “diretos e indiretos”. A Veracel, recentemente ocupada por trabalhadores sem-terra, não planta feijão nem arroz; planta somente eucaliptos para atender ao mercado.

A Veja não informou que: 1) a Veracel vai produzir 900 mil toneladas/ ano de celulose – tudo para exportação; 2) a empresa ocupa terras agricultáveis da Bahia, no que era Mata Atlântica; 3) os tais empregos “diretos e indiretos” incluem pipoqueiros, vigias, serventes, enfim todos os subempregos que o empresariado costuma contabilizar quando precisa obter recursos públicos e construir sua imagem social.

Boa parte dessa edição foi bancada por todos nós: tem seis páginas de propaganda do Banco do Brasil...Dioclécio Luz, Brasil de Fato, 10/06/2004

Veja e George W. Bush

Michael Moore, vencedor do Oscar de melhor documentário de 2003, foi aclamado no Festival de Cannes – maior concurso europeu de filmes – com “Fahrenheit 9/11”, obraprima contra a política imperialista de George W. Bush. Isso é notícia? Para a maioria das publicações, sim. Mas para a revista Veja, não. A última edição da revista só traz uma frase de referência ao episódio: “Michael Moore tenta nos fazer acreditar que George W. Bush é burro. Mas Bush não é tão burro e Moore também não é tão inteligente.” Burro, mesmo, é quem acredita nisso...Espelho da Mídia, Brasil de Fato, 27/05/2004

Revista Veja: "eleitabilidade"
Sebastião Nery, 5 de fevereiro, 2004

Movimentos sociais propõem boicote nacional à revista Veja
Agência Carta Maior, dezembro de 2003

Jogo sujo e difamação de VEJA

“Imprensa marrom” é, segundo o maior enciclopédia livre do mundo, a forma como podem ser chamados meios de comunicação considerados sensacionalistas e que busquem alta audiência e vendagem através da divulgação exagerada de crimes e diversos acontecimentos ‘apelativos’. É o equivalente brasileiro do termo ‘yellow journalism’. No Brasil, é perfeitamente traduzível na Revista VEJA, da Editora Abril, que na edição de 16/11/2003, pág. 94, jogou sujo com uma chefe do Estado brasileiro ao desrespeitá-la – não só como figura pública, mas com uma ofensa pessoal e ideológica. Escreveu: “A soja ideológica - Deputado petista pró-transgênicos leva a melhor sobre a ministra natureba”. Fica registrado o mau gosto e a ausência de caráter dos autores da manchete, que certamente não teriam coragem de dizer pessoalmente tal adjetivo e devem ser processados pelo livre ato de difamar uma figura pública de respeito, como é a ministra Marina Silva..(Da redação, nov/2003)

Veja e o caso Felipe e Liana

Em 19 de novembro de 2003, Veja trouxe uma reportagem sobre o assassinato do casal Felipe Caffé e Liana Friendenbach. “Quanta covardia!” é o título da matéria. E já nessa escolha, apela ao sentimento de revolta, compreensível no leitor, mas de caráter tendencioso do ponto de vista jornalístico.

Equívocos e omissões de Veja sobre os transgênicos

Idec, outubro de 2003. A reportagem especial "Transgênicos, os grãos que assustam", publicada na última edição da revista Veja, apresenta uma série de incorreções e omissões que induzem o leitor a concluir que a transgenia só oferece benefícios e que todos os grupos contrários à liberação de tais organismos sem as devidas avaliações de riscos à saúde e ao meio ambiente são irracionais, passionais e inimigos do progresso.

O futuro do passado

Flávia Aguiar, Agência Carta Maior, 14 de outubro, 2003. No Brasil, temos uma visão anacrônica de nós mesmos, ou nos vemos como um anacronismo no mundo. Como indica a última capa de Veja, faz parte dessa sensação a idéia de que somos despreparados para o mundo moderno. Leia aqui

Revista Veja: Linguagem truculenta
Dioclécio Luz, agosto de 2003

Veja falando de sexo, nem Viagra dá jeito

Julho de 2003. A reportagem de capa da edição de Veja de 23 de julho é de deixar os cabelos em pé. E só os cabelos. Pelo menos para quem não concorda com leituras vulgares de Darwin e sabe que os seres humanos não são meros escravos de seus instintos.

Fuzilamentos em Cuba e Beira Mar

Nei Srouleivich, 17 de maio, 2003. É preciso informar sem "parti-pris". A Veja não é mais uma revista para se respeitar. Nossa imprensa tradicional, também, sobre o assunto, é bastante facciosa.

As capas de Veja: dos cães raivosos ao imperador Bush, passando por Gisele

Dezembro de 2002. Depois de colocar um cão raivoso simbolizando o PT na capa de sua edição de 23/10, vésperas do 2º turno, a Veja da semana de 30/10 trouxe na capa o rosto sorridente de um Lula eleito com mais de 52 milhões de votos. A manchete: “Triunfo histórico”.

A Revista Veja, o PT e as Tendências
Antonio Ozaí da Silva, outubro de 2002

Teatro é a solução

Augusto Boal, 16 de julho, 2002. Li, com inaudito espanto, artigo que a revista Veja publicou sob o título de O teatro é o problema.

Por que Veja se voltou contra Serra?
Maio de 2002
 



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O Manifesto

VEJA nunca mais
Depoimentos e considerações sobre o jornalismo marrom de VEJA, bem como críticas à campanha "VEJA que mentira"

No orkut:
Leu na Veja? Azar o seu!.(55.263 membros, campeã de participação; comunidade espelho)

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Números de 03/11/2007.

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Se o público do ‘Jornal Nacional’ é o Hommer Simpson, [a revista] ‘Veja’ deve imaginar que o seu é o Sr. Burns.
.José Chrispiniano, jornalista, no Boletim Veja Q Porcaria n.2, de janeiro de 2006