COMUNICAÇÃO
# 21/03/2007
Carta aberta ao
Governo Lula e ao povo brasileiro por um sistema democrático de
rádio e TV digital
A Frente
Nacional por um Sistema Democrático de Rádio e TV Digital,
reunida no Clube de Engenharia do Rio de Janeiro nos últimos dias
15 e 16 de março, vem a público reafirmar o compromisso expresso
em sua fundação e questionar a política estabelecida
pelo governo Lula para o setor de Comunicações, especialmente
no que se refere à implantação da tecnologia digital
no País. Constituída em abril de 2006, a Frente Nacional
por um Sistema Democrático de Rádio e TV Digital agrega diversas
entidades e iniciativas que, até então, atuavam isoladas
(...) Leia a carta em www.frenteradiotvdigitaldemocratica.org
MÍDIA
LIVRE # 18/10/2006
Semana Nacional
pela Democratização da Comunicação
A diversidade
do país e os interesses dos cidadãos brasileiros não
estão refletidos na mídia nacional. É para travar
esse debate que um coletivo de organizações, redes e fóruns,
espalhados pelas diversas regiões brasileiras, organizou a 4ª
Semana Nacional pela Democratização da Comunicação.
Debates, mesas de diálogo, apresentações culturais
vão mostrar à sociedade que a mídia é dela,
que a informação é um bem público e a comunicação
é um direito. Será de 18 a 25 de outubro. Mais informações
em www.ciranda.net/sedeco
MÍDIA
LIVRE # 18/10/2006
Usuários
brasileiros de rede P2P já podem ser processados
A indústria
fonográfica começou a sua caça no país. Movimento
em defesa do direito de compartilhar música pela internet colhe
assinaturas para mudar lei do direito autoral. Leia na Ciranda.
COMUNICAÇÃO.#.17/10/2006
As outorgas de rádio
e TV que vencem em 2007
Em contribuição
à 4ª Semana Nacional pela Democratização da Comunicação
– de 18 a 25 de outubro – o Fórum Nacional pela Democratização
da Comunicação (FNDC) publica, a título de serviço
público, a relação das 181 emissoras cujas outorgas
expiram no ano que vem. São 28 emissoras de TV, 80 de rádios
FM e 73 de rádios AM que terão buscar renovação
em 2007. As cinco emissoras da Rede Globo estão entre elas. Leia
no boletim
e-Fórum nº 122, de 14/10/2006, do FNDC.
imprensa
livre
‘Rádio
Livre Ataca!’ no Rio de Janeiro
Dias 23
(sábado) e 29 (sexta-feira) de setembro, as Rádios Interferência
e Pulga convidam para evento com música, arte, projeções,
transmissão ao vivo e oficina de rádio. No dia 23 no Campus
da Praia Vermelha (UFRJ), onde funciona a Rádio Interferência
(91,5 FM na região), e no dia 29 no IFCS/UFRJ, a convite da Rádio
Pulga (102,5 FM na região). Clique no cartaz ao lado para informações
adicionais..(Da
redação, 18/9/2006)
são
paulo
Instituto
Ecos lança rádio-revista
Acabou
de ser lançada na Rádio Comunitária de Heliópolis
(SP) a rádio-revista Silvia e Você. O projeto foi desenvolvido
pelo Instituto Ecos, em parceria com o Ministério da Saúde
e UNESCO, e é direcionado às mulheres. Os episódios
falam sobre sexo, relacionamento, direito ao prazer, violência de
gênero, entre outros. A radialista e apresentadora do programa Claudia
Rocha diz que a rádio-revista traz temas importantes para sua comunidade.
Clique
e ouça a rádio-revista Silvia e Você..(Da
redação, 17/9/2006)
cidadania
Rádio
traz inclusão em Penitenciária Feminina de São Paulo
No ano
passado, um grupo de 8 estudantes de jornalismo da Universidade Metodista
de São Paulo decidiu criar uma rádio comunitária dentro
de uma penitenciária, e usar a experiência para o TCC (trabalho
de conclusão de curso). O que era para ser apenas uma tarefa de
estudantes em vias de se formar acabou se transformando em um projeto de
inclusão social. Em setembro de 2005, o programa Rádio Espaço
Livre estreou pelos auto-falantes da Penitenciária Feminina da Capital
(PFC). Os alunos custearam do próprio bolso a compra dos equipamentos
necessários. Atualmente, o programa é transmitido uma vez
por semana, durante 45 min. Os recém-formados visitam a Penitenciária
duas vezes por semana e o restante já é tocado pelas próprias
internas. O projeto segue adiante, ainda sem financiamento, mas com muita
disposição das internas de aumentar para mais dias a transmissão
semanal dos programas. Leia a entrevista
com Gabriela Araújo, uma das idealizadoras do projeto (abr/2006).
rádios
comunitárias
“Guerrilha
Aberta” volta ao ar na Lapa, RJ
O comunicador
popular Vinicius Longo está retomando, junto com outros, o programa
"Guerrilha Aberta", da Rádio Comunitária da Lapa Madame Satã
(92.1 FM). Na próxima quinta, 9 de março, o programa volta
ao ar, das 14 às 15hs, toda semana. Esse ano, afirma Vinicius, um
"pod-cast" será montado para possibilitar a transmissão pela
internet para não puder escutar ao vivo. O "Guerrilha Aberta" é
voltado ao público jovem, principalmente aos menores de rua que
estão entre a Lapa e entorno. Quem quiser participar ao vivo é
só mandar um email para guerrilhaaberta@gmail.com, ligar para o
(21) 2224-1414 ou visitar a comunidade no Orkut, em www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5109959
rádio
digital
Democratização
ou “cala-boca tecnológico”?
A maneira
como está sendo conduzido o processo de digitalização
do rádio no Brasil aponta para um possível “cala-boca tecnológico”
das rádios livres e comunitárias. Esse foi o alerta dos movimentos
sociais na Audiência Pública sobre rádio digital, realizada
na última quarta-feira, dia 22 de fevereiro, na Assembléia
Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Os movimentos receiam que os testes
que têm sido realizados com o padrão de rádio digital
estadunidense Iboc (In-Band-On-Channel) façam parte de uma estratégia
para tornar sua implantação no país um "fato consumado".
A preocupação deve-se ao fato de que o Iboc reduz a capacidade
de democratização do espectro de radiodifusão, dificultando
o surgimento de novas emissoras. Matéria de Bruno Zornitta e Raquel
Junia, do Fazendo
Media, em fevereiro de 2006.
comunicação
popular
Sem Terra inauguram
rádio comunitária no Maranhão
A história
da Diamante FM começou a ser traçada em 1995 com a instalação
de uma rádio poste (apenas com alto falante) no Assentamento Diamante
Negro, conhecido como Vila Diamante, no Maranhão. A partir daí,
a comunidade percebeu a importância de uma Rádio para a sua
organização e decidiram criar uma emissora FM. Depois de
uma longa campanha de arrecadação de recurso, com o apoio
do MST, a rádio entrou no ar em outubro de 1999 com o nome de Rádio
Comunitária Diamante FM. No mesmo mês a policia federal tentou
fechar a rádio mas os trabalhadores e as trabalhadoras rurais impediram.
Do
Portal
do MST, 5/9/2005.
investigação
Rádios comunitárias
querem CPI sobre Abert
O representante
da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias
(Abraço) Clementino dos Santos Lopes defendeu, no dia 1º de
agosto, a instalação de uma comissão parlamentar de
inquérito (CPI) para investigar a influência da Associação
Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) na repressão
às emissoras comunitárias. A declaração foi
feita durante o debate "Radiodifusão Comunitária - Desafios
e Perspectivas", promovido pelo Conselho de Comunicação Social.
Apesar do Brasil ser signatário do Pacto de São José,
que proíbe restrições ao exercício da comunicação
e da livre expressão, aplica-se no país uma lei que criminaliza
os operadores de radiodifusão comunitária. Com informações
da Revista do Terceiro Setor, agosto de 2005.
políticas
públicas
Gestão de
Hélio Costa preocupa entidades da sociedade civil
Proximidade
do novo ministro das Comunicações com o grande empresariado
da área preocupa organizações da sociedade civil,
que temem retrocessos nas políticas construídas nos últimos
anos, sobretudo em radiodifusão digital, software livre e rádios
comunitárias. A matéria é de Jonas Valente na Agência
Carta Maior em 16/8/2005.
Abaixo-assinado pede demissão do
ministro das Comunicações
Em seis dias, quase três
mil pessoas subscreveram o documento virtual que pede a destituição
de Hélio Costa (PMDB-MG) do cargo de ministro das Comunicações.
O abaixo-assinado eletrônico foi criado pelo engenheiro eletrônico
Milton Maldonado Jr., defensor do software livre, e está em segundo
lugar na lista dos mais ativos do saite Petition Online. Por Bruno Zornitta,
do FAZENDO
MEDIA, ago/set de 2005.
A quem interessam as propostas de Hélio
Costa?
"Foi com consternação
que recebemos o anúncio, pelo presidente Luiz Inácio Lula
da Silva, de sua segunda mudança no comando do Ministério
das Comunicações. Num momento de reforma ministerial, de
revisão das políticas implementadas e projeção
de ações e metas, nos deparamos com as primeiras declarações
do novo ministro que, em duas semanas, já demonstrou pretender seguir,
no ministério, a linha política que vinha adotando como senador
pelo PMDB. Historicamente, Hélio Costa tem defendido no Congresso
Nacional os interesses dos grandes empresários da comunicação
do país, representados
principalmente pela Abert."
Leia a carta
aberta do Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação
Social, de julho de 2005.
entrevista
“Precisamos fazer as coisas ficarem mais
próximas do povo”, diz juiz federal
“Precisamos fazer as coisas
ficarem mais próximas do povo, para o povo controlar o governo.
Deixar de ficar tudo em Brasília e o resto do país ficar
inerte, parado, esperando decisões”, diz o juiz Paulo Fernando Silveira,
que ajudou a aprovar a lei número 14.013, que dá o direito
às Rádios Comunitárias de operarem legalmente, mesmo
sem a concessão liberada de Brasília. Entrevista a Júlia
Costa e Júlia Gaspar, estudantes de jornalismo das Faculdades Integradas
Hélio Alonso (FACHA), no Rio de Janeiro, publicada no Núcleo
Piratininga de Comunicação em agosto de 2005.
cpi da
mídia
Rádios comunitárias
querem CPI sobre Abert
O representante
da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias
(Abraço) Clementino dos Santos Lopes defendeu, no dia 1º de
agosto, a instalação de uma comissão parlamentar de
inquérito (CPI) para investigar a influência da Associação
Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) na repressão
às emissoras comunitárias. A declaração foi
feita durante o debate "Radiodifusão Comunitária - Desafios
e Perspectivas", promovido pelo Conselho de Comunicação Social.
Apesar do Brasil ser signatário do Pacto de São José,
que proíbe restrições ao exercício da comunicação
e da livre expressão, aplica-se no país uma lei que criminaliza
os operadores de radiodifusão comunitária. Com informações
da Revista do Terceiro Setor, agosto de 2005.
rio de
janeiro
Continua a repressão
às rádios comunitárias
No começo de julho, a
Polícia Federal fechou mais cinco rádios comunitárias
que operavam no bairro de Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro (RJ).
A ordem, novamente, foi dada pela Justiça Federal do estado. Só
neste mês, a Agência Nacional de Telecomunicações
(Anatel), em parceria coma Polícia Federal (PF), fechou 14 rádios
na região, que tiveram seus equipamentos apreendidos. Para se ter
idéia do absurdo, só neste ano foram fechadas 2.204 rádios,
sendo 118 no RJ. A Anatel considera estas rádios clandestinas por
não possuírem autorização do Ministério
das Comunicações. Cerca de 15 mil rádios operam ilegalmente
no país, isso porque, não conseguem concessão do governo
federal. (Fonte: Abraço e NPC, julho de 2005)
eventos
Jordânia sediará
conferência de rádios comunitárias em 2006
Jordânia
será o primeiro país árabe a sediar a Assembléia
Mundial da Associação Mundial de Rádios Comunitárias
(AMARC, em inglês), programada para a segunda metade de 2006. Os
organizadores esperam que o evento atraia 300 a 400 representantes de rádios
comunitárias de mais de 100 países de todo o mundo. A AmmanNet
Internet-rádio e outras organizações de mídia
jordanianas e palestinas ajudarão a organizar o evento localmente,
com a ajuda de autoridades locais em Aqaba e a Comissão Audiovisual
Jordaniana. A comissão começou recentemente a licenciar emissoras
de rádio locais e comunitárias no país. Da
Rede
de Jornalistas Internacionais, 21/7/2005..[+]
repressão
Governo fechou 200
rádios por mês este ano, anuncia Anatel
A Agência
Nacional de Telecomunicações (Anatel) ampliou, este ano,
seu trabalho de repressão às emissoras de rádio que
considera clandestinas. Somente no primeiro semestre de 2005, 1.199 estações
em todo o Brasil tiveram suas transmissões interrompidas, ou seja,
uma média de 200 por mês. O resultado é superior ao
obtido no ano passado, quando 1.807 rádios foram fechadas de janeiro
a dezembro, isto é, 151 por mês. Da
Agência
Brasil, 20/7..[+].via
SULRÁDIO
inclusão
Programa de inclusão
digital deve levar rádio, TV e telefonia por internet a 3.200 comunidades
A partir
de agosto, as 3.200 comunidades atendidas pelo Governo Eletrônico
Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac), um programa de
inclusão digital coordenado pelo Ministério das Comunicações,
devem receber uma plataforma multimídia composta por rádio,
TV e Voz sobre IP. O sistema irá transmitir ao vivo, pela internet,
programas locais em áudio e vídeo que as comunidades produzem.
Da
Agência
Brasil, 30/6..[+]
baixada
fluminense
Mais uma rádio
comunitária fechada
Continua
a investida do governo brasileiro contra as rádios comunitárias
em todo o país. A rádio comunitária 'Novo Ar', de
São Gonçalo, na Baixada Fluminense, foi fechada pela Agência
Nacional de Telecomunicações (ANATEL) no último dia
20 de maio. Os agentes Márcio Lobato e Mário Correia não
apresentaram qualquer mandado judicial e chegaram a chamar membros da Polícia
Militar para garantir o lacre dos equipamentos. Da redação
com Boletim Prometheus, maio de 2005..[+]
repressão
Rádios comunitárias seguem
resistindo à grande imprensa
As elites sempre tentaram calar
as vozes dissidentes, que contrariam o pensamento único. O oligopólio
das comunicações é bastante eficaz nesse sentido.
Veículos pequenos são sistematicamente engolidos pelo mercado.
Basta lembrar o que a Globo fez com os jornais de bairro no Rio. E atentar
para a parceria do império das comunicações com a
ONG Viva Rio para que esta, por meio de sua rádio, distribua o áudio
dos programas da Rede Globo às rádios comunitárias.
Como se não bastasse isso, as emissoras comunitárias são
vítimas de dura repressão do Estado, por meio da Agência
Nacional de Telecomunicações (Anatel) e da Polícia
Federal. Por Bruno Zornitta, maio/2005, do Fazendo Media..[+]
políticas
públicas
Pesquisa revela
apadrinhamento de outorgas de radiodifusão comunitária
Pesquisa
apresentada por Cristiano Lopes Aguiar, no encontro da Associação
Latino-Americana de Pesquisadores em Comunicação (ALAIC),
revela que o governo Lula vem construindo um banco de dados ("Pleitos")
sobre os pedidos de políticos profissionais para expedição
de outorgas de rádios comunitárias. A pesquisa se baseou
em documentos sigilosos obtidos através de fonte do próprio
Ministério das Comunicações. Segundo o Boletim Prometheus,
uma outra fonte teria afirmado que estas informações existem
desde o governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC), mas foi a sistematização
dos dados a grande novidade do governo petista.
Segundo
a pesquisa, dos 2.329 processos arquivados (negados) nos anos de 2003 e
2004, apenas 653 (28,04%) contavam com algum apoio de político.
Já entre as 503 autorizações expedidas no mesmo período,
357 (70,97%) tinham padrinhos políticos. Cerca de 5% do apadrinhamento
é feito por políticos de nível estadual e municipal.
A enorme maioria parte de demandas de deputados federais e senadores. Procurado
por telefone e e-mail pelo Boletim Prometheus, o Ministério das
Comunicações não se manifestou até o fechamento
desta edição. Do Boletim Prometheus, maio de 2005
radcoms
Senador apresenta
projeto que legaliza rádios comunitárias
O senador
Aelton Freitas (PL-MG) apresentou Proposta de Emenda à Constituição
(PEC) objetivando alterar "os arts. 21 e 223 da Constituição
Federal para modificar a competência da União para explorar
serviços de radiodifusão". Caso aprovada a PEC em questão
– nº
19 de 2005 –, a exploração de denominados 'serviços
de radiodifusão de curto alcance' – cujo 'ótimo exemplo',
segundo a justificativa apresentada por Freitas, são as rádios
comunitárias – não precisarão mais de autorização
do Poder Público para operar. A proposta pretende também
dispensar autorização para o funcionamento de serviço
de radiodifusão de sons e imagens de curto alcance. Da
redação,
19/5
são
joão de meriti (rj)
Rádios comunitárias
fazem audiência púlica nesta quinta (5/5)
No dia
29 de março, sete rádios comunitárias de Vilar dos
Teles, em São João de Meriti (RJ), tiveram seus transmissores
lacrados por agentes da Agência Nacional de Telecomunicações
(Anatel). Segundo comunicadores ouvidos pela redação, a agência
teria agido sem mandado judicial. As emissoras comunitárias da região
vão promover uma audiência pública no dia 5 de maio,
às 19h, na Câmara de Vereadores de São João
de Meriti, para discutir o caso e propor ações. Da
redação,
2/5/2005..[+]
rádio
/ tv
Deputado apresenta
projeto de lei “anti-jabá”
O deputado
Fernando Ferro (PT-PE) é o autor do projeto de lei 1048/03, atualmente
em regime de tramitação ordinária, que proíbe
o aceite, por parte de emissoras de rádio e televisão, de
dinheiro ou qualquer outra vantagem de gravadoras, artistas, empresários
ou promotores de eventos para executar ou privilegiar a execução
de determinada música. De acordo com o projeto, as emissoras que
adotarem tais práticas cumprirão pena de detenção
de um a dois anos, multa, suspensão ou cassação da
concessão governamental. Da
redação, 2/5/2005..[+]
repressão
Piauí e Rio
Grande do Sul foram as bolas da vez
A despeito
de uma trégua para as rádios comunitárias divulgada
recentemente pela Agência Carta Maior, após incursões
também em outros pontos do pais, às 9 horas da manhã
de hoje, a Anatel e a Polícia Federal agiram de forma covarde contra
os companheiros da Rádio Mocambinho FM, que transmite na Zona Norte
de Teresina, capital do estado do Piauí, arrombado portas no chute,
humilhando, algemando e xingando os comunicadores populares ali presentes.
Da
Abraçonet, 26/4..[+]
meios
comunitários
Comissão
aprova estímulo cultural a rádio e TV comunitária
A Comissão de Finanças
e Tributação da Câmara Federal aprovou na última
quarta (6/4) o Projeto de Lei 1263/03, do deputado Leonardo Monteiro, que
autoriza a dedução no Imposto de Renda das pessoas que realizarem
doações para a implantação de rádios
e televisões comunitárias. A proposta modifica a lei que
cria o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac).Pela legislação
atual, a dedução é permitida quando há incentivo
para a realização de peças de teatro, na circulação
de exposições de artes plásticas, na produção
de música erudita ou instrumental, ou ainda pelo patrocínio
de livros e pela doação de acervos para bibliotecas públicas
ou museus. Da
Agência Câmara,
15/4..[+]
são
paulo
Deputados criam
Frente Parlamentar em Defesa da Radiodifusão Comunitária
Com a
presença de representantes das rádios comunitárias
de todas as regiões do Estado, foi lançada nesta quarta (6/4)
na Assembléia Legislativa, a Frente Parlamentar em Defesa da Radiodifusão
Comunitária no Estado de São Paulo, coordenada pelo deputado
Simão Pedro (PT). De acordo com Simão Pedro, as rádios
comunitárias são um espaço de vital importância
para o exercício da liberdade de expressão e do direito à
informação – ambos direitos humanos reconhecidos pela Declaração
Universal dos Direitos Humanos.
Segundo
ele, desde 1990 diversas entidades nacionais e regionais trabalham para
construir um movimento de defesa da legalização das rádios
comunitárias. “Esta Frente Parlamentar passa a ser uma importante
ferramenta para o sucesso deste trabalho”, declarou. Já o deputado
Carlos Neder (PT) afirmou que o trabalho da Frente pode mudar a consciência
do poder público no que tange às leis adequadas à
democratização da informação. “Pode ainda discutir
o papel do Ministério das Comunicações no que se refere
à subordinação de concessões a interesses que
não sejam aqueles de servir à democracia e à sociedade”,
concluiu. Com informações do site Cidadania.org.br.
ANATEL fecha rádios
na Baixada Fluminense
No dia
29 de março, o caderno Megazine do jornal O Globo publicou uma matéria
sobre como as rádios comunitárias podem tirar os jovens da
criminalidade. No mesmo dia, a ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações)
lacrou seis rádios comunitárias de São João
de Meriti, na Baixada Fluminense. Do
Boletim Sintonia Digital, 29/3/2005..[+]
Violência atinge rádios comunitárias
O governo Lula pratica violências
contra as rádios comunitárias, coloca emissoras fora do ar,
não procura diálogo com o movimento social, não busca
mudanças na legislação atual e mantém aliança
com o monopólio das comunicações. Essas foram considerações
feitas por representantes de dezenas de rádios comunitárias,
no Fórum Social Mundial (FSM), que dividiram-se entre a participação
em plenárias e debates e a cobertura do evento, muitas por meio
da Agência Pulsar, da Associação Mundial de Rádios
Comunitárias (Amarc). Do
Brasil de Fato,
3/2/2005..[+]
Carta aberta das
rádios comunitárias aos três poderes da República
Nós,
entidades, pessoas físicas e jurídicas, militantes, aliados
e parceiros das rádios comunitárias do Brasil, em plenária
realizada durante o V Fórum Social Mundial, nos manifestamos em
apoio à radiodifusão comunitária, que ocupa lugar
estratégico na comunicação social eletrônica
do Brasil, representando a participação da sociedade brasileira
na efetiva democratização da comunicação. Porto
Alegre, 30/1/2005..[+]
Violência contra rádios comunitárias
é sistemática
O Estado brasileiro promove
perseguições e violência sistemática contra
as rádios comunitárias, afirmam instituições
que trabalham com esses grupos. "Não apenas o número de rádios
comunitárias que são fechadas está aumentando, mas
a violência com que são fechadas aumenta também", afirma
o uruguaio Gustavo Gómez, diretor do programa de legislação
e direito à comunicação da Associação
Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc). Da
Agência
Brasil, 6/1/2005..[+]
Mais 15 emissoras
fechadas
Dia 25
de outubro, foram fechadas 15 rádios comunitárias na região
de Belo Horizonte, capital mineira. Entre elas, a Rádio Constelação,
que há sete anos vem atuando junto à comunidade e é
formada em sua totalidade por portadores de necessidades especiais. No
ato do fechamento, Roberto Emanuel, cego de nascença, foi algemado
e levado preso até a Polícia Federal de Belo Horizonte..—.Brasil
de Fato, 4/11/2004
Repressão
às rádios comunitárias aumenta no Brasil
A repressão
da Polícia Federal brasileira sobre as rádios comunitárias
que funcionam no país tem sido cada vez maior e mais violenta. A
denúncia é da Associação Mundial de Rádios
Comunitárias (Amarc) no Brasil, que está debatendo e desenvolvendo
ações para reverter o quadro.—.Adital,
12/11/2004
Rádios Livres, resistência
no ar
Em abril deste ano, Cristiane
Andriotti defendeu a tese "O Movimento das Rádios Livres e Comunitárias
e a Democratização dos Meios de Comunicação
no Brasil", na Unicamp. Antes disso, a única pesquisa de pós-graduação
sobre o tema conhecida pelos ativistas era a de Marisa Meliani: "Rádios
Livres; o outro lado da voz no Brasil", defendida na USP em 1995..—.CMI
Brasil, 14/6/2004
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