Tag: ‘história’

21/01/2012

Mais mortes de indígenas no Acre

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Uma criança indígena de nove meses da etnia Apurinã morreu na manhã desta sexta-feira (20) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Criança, em Rio Branco, capital do Acre. Além dos Apurinã, que vivem no Alto Rio Inauini, os Huni Kuin (Kaxinawá) e Madjá (Kulina), do Alto Rio Purus, também registraram mortes.

De acordo com as lideranças indígenas que compõem o Conselho Distrital de Saúde, sobe para 16 o número parcial de crianças mortas no estado vítimas dos mesmos sintomas: diarreia, febre e vômito.

O dado confronta o divulgado pela Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), que aponta 13 vítimas. Saiba mais aqui.

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INDÍGENAS NO CEARÁ. A população indígena do Ceará é composta por cerca de 22 mil índios divididos em 14 etnias. Atualmente, a luta deles é pela a regularização do seu território de direito em todo o País.

Apesar disso, representantes da FUNAI no Ceará apontam melhorias na saúde e educação das tribos no Estado. Na reportagem do Diário do Nordeste, eles falam sobre dificuldades enfrentadas (leia aqui).

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NOBEL DA PAZ CRITICA BRASIL. Rigoberta Menchú, que ficou notável pelo seu engajamento desde cedo na luta por melhorias sociais na Guatemala, afirmou em entrevista à revista ‘Carta Capital’ que “nenhum país trata tão mal os seus índios como o Brasil”.

Prêmio Nobel da Paz em 1992 pela reivindicação dos direitos de povos indígenas, Menchú dispara: “Os índios são os mais marginalizados da sociedade brasileira e o País se opõe às soluções debatidas no âmbito internacional. O Brasil permanece a nação mais conservadora na concessão de direitos aos povos indígenas.”

Leia aqui a entrevista na íntegra.

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AMEAÇA A AGRICULTORES NA PARAÍBA. No último dia 13 de janeiro, a comunidade formada por 33 famílias de posseiros que vivem na Fazenda Salgadinho, no município de Mogeiro (Paraíba), se reuniram em mutirão para preparar a terra para o plantio, como era de costume.

No entanto, ao iniciar os trabalhos, por volta das 9h, os agricultores foram surpreendidos por quatro capangas armados de espingardas de calibre 12, e revolver calibre 38.

O relato é da Comissão Pastoral da Terra.

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REFORMA AGRÁRIA SEM RECURSO. A diminuição de recursos orçamentários, seja na disponibilidade como na execução, implica
na negação da reforma agrária, como uma política de efetivação do direito humano a uma vida digna.

É também uma negação da função social da propriedade à medida que mantém a terra improdutiva.

A excelente análise – intitulada “Baixa execução do Orçamento Agrário prejudica famílias assentadas” – foi elaborada por Edélcio Vigna, assessor do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), e está disponível aqui.

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RAP DOS MEGAEVENTOS. Como a população está vendo a Copa de 2014?

Para saber, ouça o rap “Megaeventos”, criado por vários coletivos de hip hop do Rio de Janeiro – e saiba como as obras já atrapalham a vida das pessoas.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Saiba mais aqui.

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MEMÓRIA DOS TORTURADORES. A Revista de História da Biblioteca Nacional brasileira publicou no final de 2011 uma lista com 233 nomes de torturadores do último regime militar no Brasil (1964-1985).

O documento, que faz parte do acervo do ex-senador comunista Luiz Carlos Prestes, foi compilado por 35 presos políticos do Presídio da Justiça Militar em 1975.

Leia aqui a matéria na íntegra.

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DIREITO DOS ANIMAIS. Não sei vocês, mas eu honestamente tô fora. Posso dizer que essa é uma das poucas opiniões que eu garanto que não mudo, até que eu for desta pra melhor.

Um amigo pondera que a legislação brasileira é mais rigorosa com o abate, faço o registro: “Ela [a lei] determina que o animal não pode estar consciente na hora do abate, e os métodos são muito bem descritos pela mesma.”

http://www.youtube.com/watch?v=sT9K_U-icA4

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UMA BOA IDEIA. Se vale para o cigarro, por que não para a bebida?

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RITMO DA GALERA. Eu não acredito em quem diz que não gosta de funk.

Até o Thom Yorke já aderiu ;)

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POR FALAR EM FUNK. A periferia, como sempre, remixa e reorganiza ao seu próprio modo o que chega de cima pra baixo. Como na ótima conversa cultural abaixo:

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A VIDA COMO ELA É [1]. Você e outra pessoa no elevador. Aquele silêncio constrangedor.

Você pensa: “Falar do tempo só vai piorar a situação”. Mantem o silêncio e respira fundo. A pessoa sai antes e diz: “Tchau”.

Você, no susto, responde: “Obrigado”.

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A VIDA COMO ELA É [2]. Fui ao ortopedista outro dia. “(…) Sim, doutor, isso mesmo. Uma dor terrível nas costas, principalmente nos ombros.”

No que ele responde: “É isso mesmo. Os ombros, como se sabe, carregam todo o peso.”

Fiquei com medo SÉRIO dele emendar um Drummond: “Teus ombros suportam o mundo. E ele não pesa mais que a mão de uma criança.”

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PENSAMENTO DO DIA [1]. “Porquanto
como conhecer as coisas senão sendo-as?”

– Jorge de Lima

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PENSAMENTO DO DIA [2]. “Todas as coisas cujos valores podem ser disputados no cuspe à distância servem para poesia.”

– Manoel de Barros


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28/12/2011

Rubens Paiva, desaparecido desde 1971

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Curta documentário sobre a história de Rubens Paiva, engenheiro civil e político, desaparecido durante a ditadura militar no Brasil. Filme realizado para a exposição “Não tens epitáfio pois és bandeira”, no Memorial da Resistência de São Paulo, na Estação Pinacoteca.


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21/06/2011

Araguaia: o massacre que as Forças Armadas querem apagar

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Em meio ao debate sobre a emenda que propõe o sigilo eterno de documentos do governo, a ‘Pública’ revisita uma das histórias mais obscuras do período militar: a repressão à guerrilha do Araguaia (1972-1975).

Em três dias de pesquisa nos 149 volumes do processo judicial que investiga o desaparecimento dos guerrilheiros do Araguaia, a Pública coletou relatos de dezenas de moradores que foram obrigados a prender, enterrar, matar e decapitar guerrilheiros – e sofrem até hoje as consequências do que viveram nesse tempo.

Reportagem especial de Marina Amaral e Tatiana Merlino, da agência Pública

Araguaia: o massacre que as Forças Armadas querem apagar

Em entrevista exclusiva, a juíza titular da 1a Vara da Justiça Federal, Solange Salgado, diz que, passados quase 40 anos, reina o medo de se falar sobre o assunto entre os que participaram do conflito. Mateiros e ex-militares que colaboraram com o Grupo de Trabalho Araguaia – que investiga o caso desde 2009 em cumprimento à sentença judicial promulgada por Solange Salgado em 2003, que obriga a União a entregar os corpos dos desaparecidos às famílias – estão recebendo ameaças.

Por isso, quando esteve na região no ano passado, para recolher e checar informações sobre o paradeiro dos corpos, a juíza optou por preservar o sigilo dos autores dos depoimentos. “Foi uma garantia que o Poder Judiciário deu a essas pessoas. Elas ainda estão muito apavoradas, se sentindo muito acuadas”, disse ela à Pública.

Nossa reportagem esteve em Marabá, no Pará, e conversou com ex-mateiros e ex-soldados que confirmaram a realização das chamadas “Operações Limpeza”, por meio das quais os restos mortais dos guerrilheiros foram desenterrados e transportados a outros locais. Além disso, cinco entrevistados afirmaram ter visto atuando na repressão o ex-diretor do Dops de São Paulo Romeu Tuma, falecido em outubro do ano passado.

VÍDEO: 5 MIL CRUZEIROS POR CABEÇA


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28/08/2010

Um milhão de indígenas mortos por século

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Trecho do documentário Lutas.doc, produzido pela Gullane filmes em parceria com a TV Brasil. Visite YouTube.com/videosmst


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