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Catarse [sf. ‘purgação, purificação, limpeza’ (Psic.) efeito salutar provocado pela conscientização de uma lembrança fortemente emocional e/ou traumatizante, até então reprimida’ ‘(Teat.) o efeito moral e purificador da tragédia clássica’ XX. Do inglês catharsis, derivado do grego kátharsis ‘purificação’] Deus (do latim dei) Os símbolos da divindade são, principalmente, os do pai, do juiz, do todo-poderoso, do soberano. E porque o estudo de Deus (teologia) está ligado ao do ser (ontologia), esses dois termos foram, muitas vezes, confundidos, e cada um deles foi tomado por símbolo do outro, no sentido em que um repete ao outro no conhecimento imperfeito que possamos ter dos dois. O nome de Deus seria apenas um símbolo para recobrir o desconhecido do ser: e o ser um outro símbolo que remete ao Deus ignoto. Não há outro nome para Deus além do que ele mesmo se conferiu: “eu sou aquele que é” [Êxodo, 3, 14] Etnocentrismo. No seu primeiro sentido etnocentrismo é uma cegueira para diferenças culturais, a tendência de pensar e agir como se elas não existissem. No segundo sentido refere-se aos julgamentos negativos que membros de uma cultura tendem a fazer sobre todos os demais. Conforme a antropologia deixou bem claro, as culturas diferem muito entre si, mas há também grande variação no grau em que pessoas estão conscientes desse fato simples ou querem aceitá-lo. O etnocentrismo pode ser considerado a contrapartida sociológica do fenômeno psicológico do egocentrismo. A diferença é que, em vez de indivíduos se definirem com o centro do universo, em relação ao qual tudo o mais deve sua existência e significação, uma cultura inteira é colocada nessa posição elevada. Tal como o egocentrismo, o etnocentrismo é como um prisma, através do qual tudo é percebido e interpretado em relação a um único arcabouço cultural, com exclusão de todas as demais possibilidades. Sefirot. O simbolismo muito complexo dos Sefirot, elementos essenciais da tradição cabalística, só pode ser objeto, aqui, de alguma considerações sumárias. Sefirah tem o sentido da numeração. Dissemos que os números estabelecem a relação entre o princípio e a manifestação – estamos vendo um código binário e uma Matrix nisso? -. Este também é o papel dos Sefirot, raios, qualidade, atributos de Deus cuja atividade descendente elas manifestam e cuja mediação permite, inversamente, ascender de volta ao princípio, apreender a inapreensível essência, Ayn Soph. (Soph, como abrevisção de “Sofia – sabedoria?” Encontramos mais um padrão, uma coincidência ou como diria Jung uma “sincronia”?]
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