| Polícia
Federal apresenta relatório final do caso Waldomiro
O ex-subchefe
da Casa Civil para Assuntos Parlamentares, Waldomiro Diniz; o consultor
petista Rogério Buratti, que foi secretário municipal de
Ribeirão Preto, na gestão do então prefeito Antonio
Palocci; e o jornalista Mino Pedrosa foram os indiciados pela Polícia
Federal, no relatório final apresentado à justiça
pelo delegado César Nunes, nesta quarta-feira (15/12). Contra os
dirigentes e ex-dirigentes da Caixa Econômica Federal e da Gtech
nenhum indício de delito foi detectado. "Ao contrário, no
caso da empresa todas as informações prestadas foram confirmadas",
afirmou o delegado que presidiu o inquérito..—.Consultor
Jurídico, 15/12
CPI
da Loterj pede prisão de Waldomiro
O relatório
preliminar da CPI da Loterj, apresentado ontem à comissão
da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, propõe
ao Ministério Público estadual que Waldomiro Diniz seja investigado
por oito crimes e tenha prisão preventiva decretada..—.O
Globo, 17/8
Caso Waldomiro: PF ocupa
Caixa Econômica
Em busca de mais informações
sobre o contrato com a GTech, Polícia leva computadores e agendas,
mas é obrigada a devolver parte do material apreendido.—.Correio
Braziliense, Folha
de S. Paulo, O
Globo, 13/8
CPI do Rio vai indiciar Waldomiro
por corrupção e extorsão
A CPI da Assembléia fluminense
que investiga irregularidades na Loterj (Loteria do Estado do Rio) encerra
os trabalhos nesta quarta-feira e vai indiciar o ex-presidente do órgão
e ex-assessor do Planalto Waldomiro Diniz pelos crimes de corrupção
ativa, corrupção passiva, improbidade administrativa e concussão
(extorsão praticada por funcionário público)..—.Folha
Online, 29/6
Investigação
na Loterj leva Universal a "cassar" Bispo
Ministério Público
Estadual do Rio investiga participação do deputado Carlos
Rodrigues, ao lado de Waldomiro Diniz, num esquema de arrecadação
ilegal de recursos de publicidade da Loterj..—.Agência
Carta Maior, 3/3
Palocci
e Benedita foram alertados sobre esquemas do PT no Rio
Março de 2004. Luiz Eduardo
Soares: "Os velhos métodos da política mais tradicional brasileira
continuam dando as cartas."
Ligação
do PT com os bingos vem de 1995
Valor
Econômico, 25 de fevereiro, 2004. Em
1995, quando chefiava a assessoria parlamentar do governo do Distrito Federal,
Waldomiro fez lobby para a regularização dos bingos na capital
da República. A pressão deu certo.
Caso
Diniz: PT-RS responde acusações.[21.02]
Chico
Alencar: "Interesse eleitoral se sobrepôs à questão
ética".[20.02]
Últimas
quatro linhas
Gustavo Barreto, 18 de fevereiro,
2004. O jornalista Aloysio Biondi escreveu em 1999: "Os editores escondem
a verdade, isto é, os problemas, nas últimas quatro linhas".
"Interesses
contrariados" tentam envolver RS no caso Waldomiro, diz Olívio
Agência
Carta Maior, 18 de fevereiro, 2004. Atingido por tabela pela
repercussão do primeiro escândalo de corrupção
envolvendo alto funcionário do governo petista, o ministro das Cidades,
Olívio Dutra, reagiu nesta quarta ao movimento de ligação
do caso com fatos que ocorreram no governo do Rio Grande do Sul em sua
gestão.
Queimando
pela borda
Milton Temer, 18 de fevereiro,
2004. Essa história não está bem contada.
A
estranha lógica do PT
Dimenstein, 17.fev.2004
"New
York Times" dá destaque a caso Diniz
Folha
Online, 16 de fevereiro, 2004. O "New York Times", deu destaque,
em sua edição de hoje, ao escândalo envolvendo o ex-assessor
do ministro José Dirceu, Waldomiro Diniz, demitido na sexta-feira
por envolvimento em um escândalo de corrupção.
A
corrupção venceu a esperança
Helio Fernandes, 14 de fevereiro,
2004. Bicheiros pagam o que está escrito: Vídeo mostra homem
de confiança do Planalto cobrando propina e doações
de campanha de bicheiro no Rio de Janeiro. Benedita (PT-RJ) e Rosinha (PMDB-RJ)
e Magela (PT-DF) seriam beneficiados.
Genoino:
PT não compartilha com corrupção
13 de fevereiro, 2004. Governo
age com rapidez e exonera subchefe de assuntos parlamentares do Ministério
de Articulação Política, Waldomiro Diniz, estaria
envolvido em casos de corrupção.
Faxina
geral
Leonel Rocha, IstoÉ,
14 de fevereiro, 2004. Denúncias derrubam assessor do Planalto
e, no Legislativo, atingem senadores e deputados.
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