Por uma CPI da Mídia
.
BRASIL # 30/04/2007
elroto@inicia.esImprensa de varejo

Diante de tanto grandes esquemas de troca de favores na política, por que a grande imprensa só se interessa por “varejista”? Se eu gostasse de pizza, proporia uma CPI da imprensa. Por Oliver Buzzo..[+]

IMPRENSA, PF E A DINHEIRAMA # 24/10/2006
TV Globo, o delegado e outros assuntos capitais

(...) se o setor não fosse dominado por um oligopólio talvez nem estivéssemos discutindo a atitude do delegado Bruno. Vivesse o Brasil numa democracia midiática, com 40, 50 emissoras abertas, pertencentes aos mais diversos grupos da sociedade civil e em igualdade de condições econômicas, a história seria diferente. Porque aí, se uma delas (ou seis delas, como acontece hoje) resolvesse que as imagens do R$ 1,7 milhão são a coisa mais importante do mundo, outras seis poderiam achar que a privatização da Vale do Rio Doce e de outras empresas do povo brasileiro foi um escândalo maior; outras sete poderiam achar que a auditoria da dívida pública, conforme prevê a Constituição, é o assunto mais premente; de repente, outras cinco destacariam e lei de remessa de lucros e outras poderiam falar, quem sabe, sobre os leilões que entregam o petróleo brasileiro a preço de banana. Por Marcelo Salles no Observatório da Imprensa.

ELEIÇÕES E MÍDIA # 22/10/2006
O “interesse público” da TV Globo

Ali Kamel, que não gosta de mentiras, considera “interesse público” um ato político e ilegal de um delegado da Polícia Federal, útil para o jornalismo “imparcial”. Por Gustavo Barreto..[+]

POLÍCIA FEDERAL.#.17/10/2006
Ouça gravação do delegado Bruno sobre o Jornal Nacional

Ouça a íntegra da gravação da conversa do delegado da Polícia Federal Edmilson Pereira Bruno com os jornalistas na hora em que ele entregou o CD com as fotos do dinheiro apreendido com petistas para a imprensa. Os jornalistas que participaram dessa conversa são: Lilian Christofoletti, da Folha de S. Paulo; Paulo Baraldi, do jornal O Estado de S. Paulo; Tatiana Farah, do jornal O Globo e André Guilherme, da rádio Jovem Pan. Clique aqui para ouvir ou leia a íntegra da reprodução em texto.

entre amigos
Banco estatal beneficiou aliados de Alckmin

O governo Geraldo Alckmin (PSDB) direcionou recursos da Nossa Caixa para favorecer jornais, revistas e programas de rádio e televisão mantidos ou indicados por deputados da base aliada na Assembléia Legislativa. Documentos obtidos pela Folha confirmam que o Palácio dos Bandeirantes interferiu para beneficiar com anúncios e patrocínios os deputados estaduais Wagner Salustiano (PSDB), Geraldo "Bispo Gê" Tenuta (PTB), Afanázio Jazadji (PFL), Vaz de Lima (PSDB) e Edson Ferrarini (PTB). A cúpula palaciana pressionou o banco oficial para patrocinar eventos da Rede Vida e da Rede Aleluia de Rádio. Autorizou a veiculação de anúncios mensais na revista "Primeira Leitura", publicação criada por Luiz Carlos Mendonça de Barros, ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique Cardoso. A reportagem é de Frederico Vasconcelos na Folha de S.Paulo, em 26/3/2006. (link da versão impressa)

entre amigos
Assessor especial de Alckmin pede demissão após denúncia

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, aceitou nesta segunda-feira o pedido de exoneração de seu assessor especial de comunicação Roger Ferreira. Em carta enviada ao governador, Ferreira justifica seu pedido para não servir de "pretexto" para atrapalhar a candidatura do governador à Presidência da República. Em reportagem publicada no último domingo (26/3), a Folha de S.Paulo apontou indícios de irregularidades em contratos de publicidade da Nossa Caixa, com direcionamento de verbas para veículos de comunicação para atender pedidos de deputados estaduais. Segundo a reportagem, o assessor Ferreira seria o intermediário entre a agência de publicidade que distribuía as verbas e o governo estadual. Matéria na Folha Online, 27/3/2006.

mídia
Luís Nassif responde a Diogo Mainardi

(...) Mainardi é um dos inúmeros personagens parajornalísticos que existem na mídia. Não são jornalistas, não se assumem como tal, seu papel é provocar e divertir. Em quase todas as publicações, há limites a serem obedecidos pelos showmen, de deixar clara a galhofa, de não enveredar pelo caminho da injúria e da difamação (...) Na mesma edição em que Mainardi me ataca e também procura vitimizar [Daniel] Dantas, há duas notas no "Radar" que atacam os fundos de pensão pelos gastos com advogados (contratados para defendê-los de Daniel Dantas) e um encarte publicitário de seis páginas da Telemig Celular e da Amazônia Celular - que chama a atenção pelo fato de empresas de atuação regional gastarem pesadamente em uma publicação de circulação nacional, ambas serem controladas por Daniel Dantas e a veiculação ter sido exclusiva na "Veja". Leia a coluna de Nassif na Folha de S. Paulo de 16/8/2005..[+]

leitor
'Precisamos lembrar de fazer a CPI da midia...'

Leitor escreve - "(.....) Nao se pode falar em macartizaçao da midia, como sugerem algumas conversas, porque há ladroes e ilegalidades a serem questionadas e punidas, ninguem duvida nem discute. Mas terminado este terrivel capitulo da historia brasileira, precisamos lembrar de abrir a CPI da midia, para denunciar e punir todas as acusaçoes sem provas, as publicaçoes apressadas e o abandono das regras mais elementares da profissao, preteridas pela sórdida perseguiçao ao aumento da tiragem dos jornaloes e dos revistoes. E, sem macartizar, denunciar e punir tambem o cartel de opiniao formado pelos donos dos jornais para exercer o papel de rolo compressor a favor dos seus interesses e objetivos (.....)". Do BlueBus, 12/8..[+]

leitor II
CPI da midia, vamos lembrar dela

"Muito oportuno e pertinente o comentário do Pedro Mendes. Se pararmos um pouco pra pensar o que é esta crise, veremos que se trata de disputa política, uma vez considerando que estas práticas nao sao novas e que a maioria dos congressistas sempre soube deste tipo de coisa e agora aparecem nos jornais com cara de indignaçao pedindo puniçao dos culpados, estes que eles sabem muito bem quem sao mas jamais vao nos falar ou punir (.....)". (Alvaro Luis Braga) Do BlueBus, 12/8..[+]

cpi da mídia
Rádios comunitárias querem CPI sobre Abert

O representante da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) Clementino dos Santos Lopes defendeu, no dia 1º de agosto, a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar a influência da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) na repressão às emissoras comunitárias. A declaração foi feita durante o debate "Radiodifusão Comunitária - Desafios e Perspectivas", promovido pelo Conselho de Comunicação Social. Apesar do Brasil ser signatário do Pacto de São José, que proíbe restrições ao exercício da comunicação e da livre expressão, aplica-se no país uma lei que criminaliza os operadores de radiodifusão comunitária. Com informações da Revista do Terceiro Setor, agosto de 2005.

opinião
A crise que se propaga

Não é a primeira vez que agências de publicidade são flagradas em esquemas que podem ser definidos, com boa vontade, como imorais. Em 2003 e 2004, a Folha noticiou o envolvimento de agências regionais na intermediação da compra de reportagens em jornais e revistas locais por dois governos do Paraná (em 1991 e 2002). A publicação de propaganda oficial paga em formato de reportagem para enganar o leitor é uma prática ignominiosa que afeta, além da população iludida, a credibilidade da imprensa e das agências de publicidade, fora o uso criminoso de dinheiro público. Por Marcelo Beraba, ombudsman da Folha de S. Paulo, 31/7/2005..[+]

veja-psdb
Editora Abril fez doações a candidatos tucanos

A Editora Abril S/A, proprietária da revista semanal Veja, doou, nas eleições de 2002, R$ 50,7 mil a candidatos do PSDB. A informação foi obtida junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pelo gabinete do deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR). Um político do PPS também foi beneficiado pelas doações. Segundo a assessoria do deputado petista, a campanha do atual líder da bancada do PSDB na Câmara dos Deputados, Alberto Goldman (PSDB-SP), recebeu doações de R$ 34,9 mil da editora em 2002. Durante o governo FHC, Alberto Goldman foi relator da Lei Geral de Telecomunicações, que regulamentou a participação do capital estrangeiro no setor. Do Portal do PT, 27/7..[+]
 

Consciência.Net
Mídia

Mapa da Corrupção

CPI da Mídia, já!