questão
indígena
CGU vê irregularidades em Dourados
A Controladoria Geral da União
(CGU) concluiu, ao investigar projetos para acabar com as mortes por fome
de crianças indígenas em Mato Grosso do Sul, que houve superfaturamento
em obras e compras de medicamentos, irregularidade em um contrato de R$
1,292 milhão e falhas no Bolsa Família. Os projetos do governo
são destinados a atender as aldeias dos guaranis-caiuás,
vítimas da desnutrição. Matéria
na
Folha
de S. Paulo de 30/8/2005.
Repórter é
agredido por deputado
A sessão
da Assembléia Legislativa do Mato Grosso do Sul foi encerrada na
última quarta (29/6), depois que o deputado Raul Freixes (PTB) agrediu
o repórter do jornal “O Estado”, Paulo Fernandes. Ao ser questionado
sobre processo em que é acusado de improbidade administrativa, por
denúncia do MPE (Ministério Público Estadual) em Aquidauana,
o parlamentar se irritou, empurrou o repórter, tomou o seu gravador
e jogou no chão. Ele também agrediu o funcionário
do jornal verbalmente. O repórter saiu do local rumo a uma delegacia
para registrar queixa.
Freixes
admitiu que se excedeu e alegou que, embora não seja uma pessoa
violenta, "perdeu a cabeça" em função do que classifica
como “perseguição” do jornal, que tem noticiado as acusações
contra o deputado. Ele reconhece que responde por processos, mas argumenta
que não foi condenado em nenhum. O parlamentar sustentou que o jornal
o está perseguido porque o proprietário, o empresário
do setor de curtume Jaime Valler, teria se sentido incomodado por projeto
de lei que dá incentivo para outras empresas do ramo se instalarem
em Mato Grosso do Sul, de autoria de Freixes. As informações
são de Fernanda Mathias e Thaísa Bueno, publicadas em um
meio local. Da
redação, 29/6/2005
Dinheiro de prefeituras
foi usado em campanhas
O dinheiro
que a União repassa aos municípios para saúde, educação,
creches e outros programas sociais foi desviado por vários prefeitos
antes das eleições, no ano passado. Os 60 relatórios
de auditoria de municípios divulgados ontem pela Controladoria-Geral
da União (CGU) - referentes ao 13º sorteio - mostram vários
casos de uso político da verba pública. (...) Em Nioaque
(MS), o dinheiro da atenção básica à saúde
foi gasto com serviços de capela, necrotério, refeições
e tarifas bancárias. O dinheiro da dengue comprou vestuários.
A CGU responsabiliza o prefeito Noé Nogueira Filho. Do
Jornal
do Brasil, 16/4/2005..[+]
Prefeitos esbanjam
sem critério
Recursos
do governo federal destinados aos programas Bolsa-Família e o Bolsa-Escola
estão sendo usados por alguns municípios para pagar benefícios
a pessoas que já morreram e financia compra de brinquedos, chicletes
e pirulitos. A prefeitura de Fátima do Sul (MS) comprou cestas
básicas e botões de rosas com dinheiro do Programa de Atenção
Básica de Criança em Creche. Nas compras com o dinheiro do
Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, a prefeitura
da cidade apresentou despesas com ''serviço de cabeleireira na jornada
ampliada urbana''. O Programa de Capacitação de Jovens em
Fátima pagou ''tarifa de cheque devolvido''. Do
Jornal do Brasil,
13/1..[+]
Verba federal escoa por fraudes municipais
De pires na mão, prefeitos
batem à porta do Planalto. Buscam dinheiro ou perdão para
dívidas. As dificuldades financeiras têm, no entanto, raízes
nas administrações locais; A prefeitura de Anaurilândia
(MS) usou dinheiro da Saúde para comprar convite para formatura
de auxiliar de enfermagem. Em Itabela (BA), a prefeitura gastou dinheiro
da Saúde na ''preparação de doces e salgados''. Do
Jornal
do Brasil, 24/11/2004..[+]
Homem é preso
por compra de votos em Anastácio
Foi preso
em flagrante em Anastácio, Mato Grosso do Sul, um homem por prática
de compra de votos. Segundo informações da Promotoria Eleitoral
da 49ª Zona Eleitoral, Antônio Ferreira dos Santos comprava
votos na madrugada de hoje. A polícia encontrou em poder de Antônio
cerca de R$ 1.300,00, em sua maioria em notas de R$50,00, bem como considerável
quantidade de propaganda do candidato a vereador João Macalé
Batista. Foi encontrado também listas com nomes e endereços
de possíveis eleitores a serem "comprados"..—.Portal
Terra, 2/10/2004
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