análise da notícia
Lei boliviana desmente
mídia brasileira
“A reação
da imprensa deveria ter ocorrido quando a Petrobrás assinou contratos
de gás com a Bolívia”, aponta Fernando Siqueira, da AEPET.
Segundo ele, “Por pressão de FHC, ela assumiu o gasoduto boliviano,
quando ainda não existia aqui mercado para o gás. Durante
cinco anos, a empresa importou 18 milhões de metros cúbicos
do produto e pagou por 25 milhões, pois a atividade era anti econômica”
(...) Por Gilberto Maringoni, na Agência Carta Maior, 3/5/2006..[+]
stf
Convite à
corrupção
Está
em andamento no Supremo Tribunal Federal o julgamento de uma Reclamação
que contesta o processo de um ministro do governo Fernando Henrique Cardoso
por improbidade administrativa. O ministro usou um avião da FAB
e hospedou gratuitamente sua família em instalações
federais, mas o advogado geral da União na época argumentou
que “agentes políticos” — indivíduos
eleitos ou nomeados por estes, como ministros e secretários estaduais
e municipais — não
poderiam ser processados por improbidade administrativa, mas apenas por
crime de responsabilidade. Se o argumento for aceito, poderá se
tornar um verdadeiro “convite à corrupção”. Participe
da campanha de emails ao STF! Da Amarribo, fevereiro de 2006..[+]
vale do rio
doce
Parlamentares apóiam
revisão do processo de privatização
Frente
de congressistas defende decisão de juíza que determinou
a retomada do julgamento sobre a privatização da Companhia
Vale do Rio Doce (CVRD). Atuação da empresa Merrill Lynch
no processo é alvo de questionamentos. Matéria de Jonas Valente
na Agência Carta Maior, em 17/2/2006..[+]
governo
fhc
Negócios
de telefonia celular efetuados durante governo de FHC deixaram dívida
de R$ 1,1 bilhão
Quatro
empresas de telefonia celular foram condenadas a recolher aos cofres públicos
R$ 1,1 bilhão por conta de negócios irregulares feitos durante
o governo FHC. A irregularidade foi detectada pelo TCU em 1997. Vem sendo
confirmada em sucessivos julgamentos. Mas não há sinal de
liquidação da dívida. A encrenca envolve quatro empresas:
BCP, Americel, BSE e Maxitel. As três primeiras são controladas
pela Claro. A última pertence à TIM. As empresas não
reconhecem a dívida. Por Josias de Souza, em 29/11/2005..[+]
O Brasil
não esquecerá
45
escândalos que marcaram o governo FHC
O documento
"O Brasil não esquecerá - 45 escândalos que marcaram
o governo FHC", de julho de 2002, é um trabalho da Liderança
do PT na Câmara Federal de Deputados. O objetivo do levantamento
de ações e omissões dos últimos sete anos e
meio do governo FHC, segundo o então líder do PT, deputado
João Paulo (SP), não é fazer denúncia, chantagem
ou ataque. "Estamos fazendo um balanço ético para que a avaliação
da sociedade não se restrinja às questões econômicas",
argumentou. Entres os 45 pontos estão os casos Sudam, Sivam, Proer,
caixa-dois de campanhas, TRT paulista, calote no Fundef, mudanças
na CLT, intervenção na Previ e erros do Banco Central. A
intenção da Revista Consciência.Net em divulgar tal
documento não é apagar ou minimizar os erros do governo que
se seguiu, mas urge deixar este passado obscuro bem registrado. Leia
o documento.
Toninho
da Barcelona
Doleiro insiste
em depor, mas CPI recua
O doleiro
Antônio Claramunt - o Toninho da Barcelona - disse ao deputado Pompeo
de Mattos (PDT-RS) que a abertura das contas de doleiros brasileiros no
MTB Bank, nos Estados Unidos, ''pode derrubar o governo Lula e jogar lama
sobre o governo de Fernando Henrique Cardoso''. "Ele me disse que, se quebrarem
as contas dos doleiros brasileiros no MTB Bank, derruba esse governo e
enlameia o outro", confirma Pompeo (...) Do
Jornal do Brasil, 18/8/2005..[+]
memória
Ex-tesoureiro de
Serra tem empresa em paraíso fiscal
Acusado
de receber propina durante a privatização do sistema de telefonia,
para favorecer o consórcio que comprou a Telemar, ex-diretor do
BB comanda empresa com sede nas Ilhas Virgens. Do
Correio Braziliense,
15/4/2002..[+]
marcos
valério
Ex-ministro de FHC
teve aval de publicitário
O publicitário
mineiro Marcos Valério Fernandes de Souza também foi avalista
do advogado Pimenta da Veiga, ex-presidente nacional do PSDB e ex-ministro
das Comunicações no governo FHC, num contrato de empréstimo
de R$ 152 mil com o banco BMG de Belo Horizonte. Uma cópia do contrato
foi entregue pelo próprio Valério à Procuradoria Geral
da República, após o depoimento que prestou em 14 de julho
ao procurador-geral Antônio Fernando de Souza. Da
Folha
de S. Paulo, 29/7/2005..[+]
para boi
dormir
Nem ligue, corrupçao
do passado é coisa da Historia
O ex presidente
Fernando Henrique entrevistado pelo Globo hoje, falando de corrupçao
- "Precisamos passar o Brasil a limpo e temos que investigar tudo, mas
sem perder o foco de que a crise é hoje". Separou - "O que aconteceu
no passado, no meu Governo, é coisa da Historia". Sim, foi isso
que ele disse, leia aqui.
Leia tambem, a proposito, a coluna do Elio Gaspari de hoje aqui.
Do
BlueBus, 27/7..[+]
correios
CGU investiga contratos
da gestão FH
BRASÍLIA.
A devassa iniciada pela Controladoria-Geral da União (CGU) nos Correios
há duas semanas atingirá também contratos assinados
no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e não apenas
os acordos feitos na atual administração. A ordem é
fazer uma varredura completa em todos os contratos suspeitos e em todos
os negócios que envolveram altas cifras, não importa a data
em que foram fechados. Foram destacados 28 auditores para analisar 600
contratos e 400 processos de licitação. Do jornal O Globo,
1/6/2005..[+]
'que vivam
bastante'
Senadora critica
privatização da Vale do Rio Doce
A senadora
Ideli Salvatti (PT-SC) pediu que fossem registrados nos Anais da Casa o
artigo "Que vivam bastante", do jornalista Mauro Santayana, publicado no
jornal Correio Braziliense do último dia 31. No artigo, lido por
ela em plenário, o jornalista expressa seu desejo de que o ex-presidente
Fernando Henrique Cardoso e seus ministros e conselheiros "tenham vida
longa", para que possam prestar contas sobre o prejuízo que causaram
ao patrimônio nacional, pela submissão aos interesses estrangeiros.
O articulista referiu-se especificamente à privatização
da Companhia Vale do Rio Doce, ocorrida em 1997. Segundo ele, a Vale obteve
de lucro no ano passado R$ 6,46 bilhões, ou seja, duas vezes o valor
que o Tesouro recebeu por sua privatização. Ideli lembrou
que, na época, o preço foi estimado em R$ 10 bilhões
pelos avaliadores - um valor ínfimo se comparado ao valor de suas
jazidas, que seria incalculável. Da
Agência Senado,
6/4/2005..[+]
Governo FHC tentou
comprar parlamentares, diz senador
Maguito Vilela (PMDB-GO) denuncia
compra de votos no governo FHC e diz que ele mesmo recebeu oferta de propina
"Fui abordado e ameacei o cidadão com prisão, caso ele insistisse
na conversa. Todos os senhores sabem que houve todo tipo de pressão
aqui dentro". Da Agência Senado, 1º/3/2005..[+]
governo fhc
Ex-ministro contesta denúncia
Ministro do Esporte na gestão
de Fernando Henrique Cardoso, Caio Luiz de Carvalho contestou ontem as
denúncias de que seria responsável por irregularidades em
licitações para aquisição de material de informática
no governo, de acordo com relatório do Tribunal de Contas da União
(TCU). Do
Jornal do Brasil, 12/1/2005..[+]
Tsunami no Brasil
Algum dia saberemos o prejuízo
do povo brasileiro com a tsunami das privatizações e outros
abalos que provocaram a destruição do Estado e a grande tragédia
nacional que foi o governo Fernando Henrique Cardoso. Por Mauro Santayana,
dezembro de 2004..[+]
Privataria I
A década de 90 foi marcada
pelo emagrecimento do setor produtivo estatal, com a privatização
de 133 empresas do setor no período de 1997 a 2002. O dado consta
na primeira edição da pesquisa Finanças Públicas
divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), em substituição à pesquisa Regionalização
das Transações do Setor Público, que traz dados sobre
atividade empresarial em 2002 e administração pública
em 2001. Segundo o gerente de projetos da Coordenação de
Contas Nacionais do IBGE, Carlos Sobral, "o processo de privatização
provocou um forte enxugamento das estatais que passaram a ter um menor
peso na economia". Ele explicou que as privatizações faziam
parte das políticas publicas dos governos Collor e Fernando Henrique
Cardoso. (...) Em 20/12/2004, na Agência
Brasil
Privataria II
Algum dia saberemos o prejuízo
do povo brasileiro com a tsunami das privatizações e outros
abalos que provocaram a destruição do Estado e a grande tragédia
nacional que foi o governo do Sr. Fernando Henrique Cardoso. Ou seja, apenas
com uma parcela do que perdemos nas privatizações, poderíamos
reconstruir os luxuosos hotéis asiáticos, os portos, as embarcações,
as pontes, as ferrovias, as rodovias, as centenas de milhares de casas,
escolas e hospitais. Só os juros anuais, da dívida decuplicada
pelo Sr. Fernando Henrique Cardoso, nos custam, a cada ano, cerca de 150
bilhões de dólares. (...) Mauro Santayana, na Agência
Carta Maior
Privataria III
Esse processo nos deixou nas
mãos do setor empresarial. Aquele que visa, compreensivelmente,
o lucro. Em geral, internacional. Diferente do Estado, que prezaria em
primeiro lugar pelo bem comum e tem controle público. Parabéns,
FHC, Collor e derivados, estamos nas mãos agora de gente como Pierre
Gadonnelx.
Criminosos de Alcântara
Está protocolada na Auditoria
Judiciária Militar denúncia feita por Mário Villas
Boas, advogado do Rio de Janeiro, contra o ex-presidente FHC, o ex-ministro
da Ciência e Tecnologia, Ronaldo Sardenberg, e o ex-ministro das
Relações Exteriores, Celso Lafer, responsáveis pela
assinatura do acordo de uso (entrega) da base aeroespacial de Alcântara
com os Estados Unidos. A juíza auditora, Zilah Maria Callado Fadul
Petersen, porém, não deu o devido encaminhamento ao pedido..—.Dioclécio
Luz, Brasil
de Fato, 16/9/2004
Querem FHC na cadeia
Faz três
anos hoje o inquérito contra o acordo Brasil-EUA na Base de Alcântara
(MA), movido pelo engenheiro Mário Villas Boas. Denunciou por “alta
traição” o ex-presidente FHC e os ministros Ronaldo Sardenberg
(Ciência e Tecnologia) e Celso Lafer (Relações Exteriores),
com base no artigo 142 do Código Penal Militar. A pena é
de 15 anos. Iniciado no Ministério Público Militar do Rio,
o processo foi ao Superior Tribunal Militar..—.Cláudio
Humberto,
O
Dia, 13/9/2004
Bilbao
Viscaya
Lula vetou convocação de
FHC para depor a respeito de operação do BC
A ameaça de convocar
o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para prestar depoimento à
CPI do Banestado é baseada numa operação de US$ 840
milhões entre o Banco Central e o banco espanhol BBV (Bilbao Viscaya)
em 1998. Levado o caso ao conhecimento do presidente Luiz Inácio
Lula da Silva, ele vetou a convocação de Fernando Henrique,
segundo a Folha apurou. No entanto, a ameaça e o veto evidenciam
que membros do PT na CPI têm uma linha direta com o Palácio
do Planalto para levar informações sobre os tucanos. O ministro
José Dirceu (Casa Civil) é o receptor dos dados. Foi ele
quem informou Lula da possibilidade de convocar FHC, mas manifestou posição
contrária à idéia. O presidente Lula também
achou que seria um "constrangimento injustificado".
Da
Folha
de S. Paulo, 13/8/2004..[+]
Justiça também
bloqueia bens de assessor da Saúde no governo FH
Fischer-Pühler está
sendo investigado por contrato de R$ 380 mil com consultoria..—.O
Globo, 29/05
Empresa de amigo de Lula
já tinha contratos no governo FH.—.O
Globo, 29/05
Fortaleza tucana
O ex-presidente Fernando Henrique
Cardoso inaugurou, com muita pompa, o seu próprio instituto: três
espaçosos andares de prédio no Centro de São Paulo,
reformados pela bagatela de R$ 3 milhões, sem contar o acervo, a
mobília e a manutenção de pelo menos dez funcionários.
Para quem vive com a aposentadoria de professor da USP há muitos
anos, além das remunerações de cargos públicos
(Senado e Presidência da República), FHC deu muita sorte na
vida.
O vice-presidente do instituto
FHC é o agropecuarista Jovelino Mineiro Filho, proprietário
de terras no Pontal do Paranapanema (SP), sócio de FHC na Fazenda
Córrego da Ponte (MG) e proprietário oficial do apartamento
em Paris (França), onde o ex-presidente passou boa temporada no
ano passado..—.Hamilton
Octavio de Souza, Brasil
de Fato, 27/5
Governo FH: uma história obscura
Apesar do incrível passado
de corrupção e mau uso do dinheiro público, o governo
FHC [1995-2002] surpreende e se firma como um dos piores e mais corruptos
governos que já estiveram no poder..[+]
2003
De
Benedita a FHC
[novembro de 2003]
A
verdade que os jornalões não contam
[Helio Fernandes, 31.07.2003]
Angeli:
Fim de mandato presidencial
FHC
e Almir Gabriel são "condenados" por crimes no Pará.[outubro
de 2003]
FHC
e Gabriel são réus em Tribunal de Crimes do Latifúndio.[outubro
de 2003]
2002
corrupção
Ex-sócio
de Serra foi responsável por operações fraudulentas
em parceria com Ricardo Sérgio
(...)
A Operação Banespa que ajudou Ricardo Sérgio a internar
dinheiro de paraísos fiscais foi aprovada pelo então vice-presidente
de operações do Banespa Vladimir Antônio Rioli.
Na época, o senador José Serra (PSDB-SP) era sócio
de Rioli. De acordo com o contrato social, Serra tinha 10% das cotas da
empresa Consultoria Econômica e Financeira Ltda. Rioli foi
companheiro de militância de Serra e do falecido ministro das Comunicações
Sérgio Motta na Ação Popular (AP), movimento de esquerda
da década de 60 – e arrecadador de recursos para campanhas do PSDB
juntamente com Ricardo Sérgio. Por Amaury Ribeiro Jr., da Revista
IstoÉ, 24/5/2002..[+]
Ex-tesoureiro de
Serra tem empresa em paraíso fiscal
Acusado
de receber propina durante a privatização do sistema de telefonia,
para favorecer o consórcio que comprou a Telemar, ex-diretor do
BB comanda empresa com sede nas Ilhas Virgens. Do
Correio Braziliense,
15/4/2002..[+]
Caixa explosivo:
Caso Ricardo Sérgio
Principal
articulador da formação dos consórcios que disputaram
o leilão das empresas de telecomunicações, o ex-diretor
da área internacional do Banco do Brasil, Ricardo Sérgio
de Oliveira, está tirando o sono da cúpula do PSDB e dos
coordenadores da candidatura do senador José Serra. Companheiro
de militância política de Serra desde a época do regime
militar, Ricardo Sérgio, que em 1998 foi caixa das campanhas de
Fernando Henrique Cardoso, para a Presidência, e de Serra, para o
Senado, acaba de ser responsabilizado pelo Banco Central por um caminhão
de irregularidades que favoreceram a entrada do Banco Opportunity
em um consórcio para disputar o leilão da Telebrás.
Mantido em absoluto sigilo, o relatório do BC, ao qual ISTOÉ
teve acesso, é uma bomba que vai jogar estilhaços por todos
os lados. O efeito é tão devastador que uma operação
foi montada na Polícia Federal do Rio de Janeiro para abafar o caso.
Por Amaury Ribeiro Jr., da Revista IstoÉ, 24/3/2002..[+]
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