| Duda Mendonça
O publicitário Duda Mendonça
está se complicando cada vez mais com esta história de ‘offshore’,
nova palavra do vocabulário "nacional". O jornal O GLOBO
da sexta
19 informa que a Secretaria Nacional de Justiça do Ministério
da Justiça já tem o levantamento de 21 empresas e bancos
que fizeram depósitos na conta da Dusseldorf, "a empresa offshore
que pertence ao publicitário Duda Mendonça, na agência
de Miami do Bank of Boston International". O resultado do trabalho, diz
o diário carioca, é uma teia de bancos e empresas dentro
e fora do Brasil, que está sendo investigada pela CPI dos Correios.
O sigilo bancário das empresas de Duda Mendonça foram quebrados
por duas CPIs - Correios e Compra de Votos - na quinta 25. (da redação,
25/8)
Promotoria aponta elo entre Duda e Maluf
Uma das contas que pagou o publicitário
Duda Mendonça no exterior, em 1998, é apontada pelo Ministério
Público como a receptora do suposto dinheiro desviado durante a
gestão do ex-prefeito paulistano Paulo Maluf (PP). À época,
Duda era o responsável pela campanha de Maluf ao governo de São
Paulo -o ex-prefeito perdeu no segundo turno para o governador Mário
Covas (PSDB), morto em 2001. A conta que, segundo promotores e procuradores,
foi abastecida com dinheiro desviado durante a construção
da avenida Água Espraiada (hoje Jornalista Roberto Marinho) é
a Chanani, controlada por um doleiro de São Paulo. Da
Folha
de S. Paulo, 17/8..[+]
Assessor diz que campanha foi paga no Brasil
Adilson Laranjeira, assessor
do ex-prefeito paulistano Paulo Maluf (PP), disse ontem que a campanha
eleitoral de 1998 foi integralmente paga ao publicitário Duda Mendonça
no Brasil. O assessor disse que a declaração de gastos daquela
campanha foi submetida ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São
Paulo e aprovada. Da
Folha de S. Paulo, 17/8..[+]
CPI quer quebrar sigilo de ‘offshore’ de
Duda
BRASÍLIA. A CPI dos Correios
pretende quebrar o sigilo bancário da empresa Dusseldorf, que pertence
ao publicitário Duda Mendonça, no Banco de Boston, em Miami.
Foi pela conta dessa offshore que o publicitário responsável
pela campanha vitoriosa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva,
em 2002, recebeu cerca de R$ 10 milhões do esquema organizado pelo
então tesoureiro do PT Delúbio Soares com o empresário
Marcos Valério, responsável pelos pagamentos a políticos
aliados do governo. Do jornal O Globo, 17/8..[+]
PT e Duda fizeram contrato exclusivo para
Lula em 2002
O contrato assinado em 2002
entre o comitê de campanha de Luiz Inácio Lula da Silva e
o publicitário Duda Mendonça desmonta a versão de
que houve um "pacote global" de serviços prestados ao PT naquele
ano, apresentada por Duda em depoimentos prestados à Polícia
Federal e à CPI dos Correios na semana passada. (...) Ao contrário
do que disse Duda, o documento nada menciona a respeito das campanhas ao
governo de SP, de José Genoino, ao Senado, de Aloizio Mercadante,
ao governo do Rio, de Benedita da Silva, e ao Senado pelo Rio, de Edson
Santos, todos do PT. O contrato revela os dois personagens do PT que participaram
das negociações com Duda: o ex-ministro da Casa Civil José
Dirceu e o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares. Ambos assinam
o documento junto com Duda. Da
Folha de S. Paulo,
17/8/2005..[+]
Offshore de
Duda recebeu de firma atribuída a Maluf
A offshore
Agata, que intermediou pelo menos US$ 1,5 milhão em transações
financeiras atribuídas ao publicitário Duda Mendonça
e à sua sócia Zilmar Silveira, recebeu uma remessa, também
de US$ 1,5 milhão, de uma empresa ligada ao ex-prefeito Paulo Maluf.
A Agata, com sede nas Ilhas Virgens Britânicas - um paraíso
fiscal - e controlada por doleiros de São Paulo, recebeu uma remessa
de US$ 1,5 milhão no dia 1º de julho de 1997 da offshore Durant
International. Para o Ministério Público do Estado de São
Paulo, conforme documentos fornecidos pela Justiça suíça,
a Durant, com sede em Londres, é uma offshore - empresa cujos nomes
dos sócios são mantidos sob sigilo - controlada por Maluf
e seus familiares. Da
Folha de S. Paulo, 15/8..[+]
Duda Mendonça
diz ter recebido R$ 10 milhões de Valério em conta em paraíso
fiscal
Em depoimento
espontâneo à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito
dos Correios, nesta quinta (11/8), o publicitário Duda Mendonça
disse ter aberto conta nas Bahamas - por orientação do empresário
Marcos Valério, acusado de operar o mensalão - para receber
cerca de R$ 10 milhões como pagamento por serviços publicitários
e de assessoria política prestados ao PT. Ele relatou ter sido alertado
por seus advogados para o risco de contar a verdade na CPI, mas que teria
decidido falar assim mesmo. D'O
Globo,
Agência
Carta Maior, Agência
Brasil, Agência
Senado, Jornal
do Brasil,
O
Dia, Folha
de S. Paulo, Reuters,
11 e 12/8
Valério nega
ter forçado Duda Mendonça a abrir conta no exterior
Em depoimento
não agendado à CPI Mista do Mensalão nesta quinta
(11/8), o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza negou
ter obrigado o publicitário Duda Mendonça a abrir uma conta
bancária no exterior para receber recursos referentes à campanha
do PT em 2002, como alegado pelo publicitário em depoimento à
CPI Mista dos Correios, também nesta quinta-feira. Da
Agência
Senado, 11/8/2005..[+].via
Folha
de S. Paulo
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