Mapa da Corrupção: Amazonas
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PF prende 37 por fraude

MANAUS. A Polícia Federal no Amazonas prendeu 37 pessoas ontem e desarticulou um esquema de corrupção envolvendo policiais rodoviários federais e empresários do setor de transportes de cargas e de passageiros. A Operação Mercúrio cumpriu 38 mandados de prisão e 44 de busca e apreensão, expedidos pelo juiz federal substituto da 2 Vara Federal, Ricardo Augusto de Sales. Do jornal O Globo, 28/6/2005..[+]Do Jornal do Brasil, 28/6/2005..[+]

PF faz perseguição religiosa, diz pastor

O presidente da Igreja Assembléia de Deus no Amazonas, pastor Jonathás Câmara, classificou ontem como "perseguição religiosa" a operação de busca e apreensão de documentos promovida pela Polícia Federal. Durante a operação, na quinta-feira, agentes federais apreenderam computadores, livros de contabilidade, extratos bancários e de cartões de crédito nos escritórios de três estabelecimentos coordenados pela igreja..Folha de S. Paulo, 28/12/2004

PF apreende documentos na Assembléia de Deus de Manaus

A Polícia Federal do Amazonas apreendeu hoje documentos, computadores e livros de contabilidade em três estabelecimentos da Igreja Assembléia de Deus, em Manaus. A ação determinada pela Justiça Federal foi um desdobramentos das investigações das Operações Farol da Colina e CPI do Banestado. Realizada em agosto, a Operação Farol da Colina é de repressão à lavagem de dinheiro e remessa ilegal de recursos para o exterior. A CPI do Banestado investigou as remessas feitas por contas CC5 no Brasil entre 1996 e 2002.

Segundo o delegado da PF, Sérgio Fontes, dezenas de inquéritos foram abertos no Amazonas decorrentes dessas investigações. Perícias feitas em documentos da Fundação Evangélica Boas Novas e da Rede Boas Novas, administradas pela Assembléia de Deus, confirmaram remessas ilegais de dinheiro para o exterior, segundo a PF. Ele afirmou que o valor total das remessas está em sigilo por causa do segredo de Justiça. No Amazonas, a Assembléia de Deus tem 729 igrejas...Folha Online, 24/12

Investigação contra Amazonino não deve tramitar em sigilo

A Ação Penal que corre no Superior Tribunal de Justiça envolvendo o ex-governador Amazonino Mendes, do Amazonas, não será mantida em sigilo. O ministro Cesar Asfor Rocha, relator do processo, negou pedido dos advogados de Amazonino para que o caso corresse em segredo de justiça. O ex-governador e atual candidato a prefeito de Manaus é investigado por suposto crime de corrupção passiva. A denúncia partiu do Ministério Público Federal, que o acusa de intermediar compra de equipamento sem licitação...Consultor Jurídico, 16/9

Braga nega que tenha prometido obras a deputado

O governador do Amazonas, Eduardo Braga (PPS), negou ontem que tenha prometido entregar obras públicas ao deputado Antônio Cordeiro (sem partido), suposto chefe de um grupo acusado de desviar R$ 500 milhões nos últimos dez anos dos cofres do estado. Braga também defendeu os quatro secretários e ex-secretários estaduais suspeitos de envolvimento com a organização de Cordeiro...O Globo, 31/8

AM: Governador tinha interesse em fraude, diz PF

O governador do Amazonas, Eduardo Braga (PPS), é citado em relatório da Polícia Federal como "grande interessado nos negócios" envolvendo fraudes em licitações no Estado de 2002 a 2004...O Globo, Folha de S. Paulo, 30/8

PF indicia diretor da Saúde no AM

A Polícia Federal do Amazonas indiciou ontem Roberto Lisboa Pimenta, diretor do Departamento de Gestão Financeira da Susam (Secretaria de Estado da Saúde), por formação de quadrilha, fraudes em licitações e advocacia administrativa. À noite, Maria Clara Brás Ferreira, funcionária da secretaria, também foi indiciada. Já são dez pessoas ligadas ao governo do Estado investigadas pela Operação Albatroz da PF...Folha de S. Paulo, 28/8

PF indicia secretários do governo do Amazonas

Com o envolvimento dos responsáveis por Fazenda e Infra-Estrutura, são cinco os auxiliares de Eduardo Braga investigados..O Globo, 27/8

Polícia Federal indicia candidato a vice-prefeito de Manaus

A Operação Albatroz, deflagrada pela Polícia Federal no Amazonas, no começo de agosto, indiciou, nesta terça-feira (24/8), o candidato a vice-prefeito de Manaus, Bosco Saraiva, e o vereador Ari Moutinho, candidato à reeleição para a Câmara. Ambos são ex-secretários de estado e foram indiciados por envolvimento em um esquema de fraude em licitações estaduais. Eles foram ouvidos pela Polícia Federal, que já indiciou mais de 30 pessoas até agora. Bosco é candidato a vice pela chapa de Amazonino Mendes...Consultor Jurídico, 25/8

Ex-governador do Amazonas é denunciado por corrupção

O Ministério Público Federal denunciou à Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça o ex-governador Amazonino Mendes (PFL-AM) por crime de corrupção passiva. Ele recebeu, segundo a denúncia, vantagem indevida na compra de grupos de geradores sem licitação para a Companhia Energética do Amazonas...Folha de S. Paulo, 20/8

PF prende 20 por desvio de R$ 500 milhões em Manaus

A Polícia Federal prendeu ontem, em Manaus, 20 políticos, empresários e assessores acusados de integrar um grupo suspeito de desviar R$ 500 milhões com licitações superfaturadas no governo do Amazonas..O Globo, 11/8

CPI denuncia vice do AM por coação

Vice-governador do Amazonas, Omar Aziz (PFL), é acusado pela delegada Graça Silva, da Delegacia do Menor, de pressioná-la a não apresentar à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) de Exploração Sexual do Congresso inquérito no qual é citado por uma adolescente em caso de exploração sexual...Folha de S. Paulo, 28/5

CPI revela lavagem de dinheiro no Amazonas.[08.01.2004]

TCU condena ex-prefeito de Atalaia do Norte (AM), Marcos Monteiro da Silva

O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou o ex-prefeito do município de Atalaia do Norte (AM) Marcos Monteiro da Silva ao pagamento de R$ 43.331,50, valor já atualizado, por irregularidades na aplicação de recursos repassados, por convênio, pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa). O ex-prefeito também foi multado em R$ 15 mil e tem o prazo de 15 dias para comprovar o recolhimento das dívidas aos cofres da Fundação Nacional de Saúde. Caso não atendida as notificações, o tribunal já autorizou a cobrança judicial. Cabe recurso da decisão. O repasse tinha por objetivo a melhoria das condições sanitárias prevenindo a cólera. A obra previa a construção de filtro de fluxo ascendente, assim como a construção de fossas secas, construção de fossas sépticas absorventes, compostas de duas câmaras, para instalação em unidades escolares e creches, ampliação do sistema de abastecimento d'água e recuperação do reservatório. O ministro Augusto Sherman Cavalcanti foi o relator do processo. Informações do TCU via Portal Amazônia, 29 de julho, 2003.

Prefeito cassado de Tefé (AM), Hélio Bessa, foge e limpa o cofre

O prefeito do município de Tefé, Hélio Bessa, foi cassado pela Câmara Municipal por 10 votos a cinco, nesta quarta-feira (16). No mesmo dia, o vice-prefeito Vivaldo Cabral foi empossado. O problema, é que segundo Cabral, o ex-prefeito fugiu da cidade depois de sacar 100 mil Reais da conta da prefeitura - que seriam utilizados para pagamentos de agentes de saúde - e mais 38 mil Reais para o repasse do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Hélio Bessa foi cassado em função de várias acusações: impedir o funcionamento regular da Câmara; desatender, sem motivo justo, os pedidos de informações da Câmara, quando feitos a tempo e na forma regular; praticar, contra expressa disposição da lei, atos de sua competência ou omitir-se na sua prática; omitir-se ou negligenciar-se de bens, rendas, direitos ou interesses do município, sujeitos à administração da prefeitura; além de falta de decoro. Informações do Portal Amazônia, 17 de julho, 2003.

TCU condena ex-prefeito de Guajará (AM), Samuel Farias de Oliveira

O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou o ex-prefeito de Guajará (AM), Samuel Farias de Oliveira, ao pagamento de R$7.799,82, já atualizado, por irregularidades na prestação de contas dos recursos repassados pelo extinto Ministério do Bem-Estar Social. O ex-prefeito também foi multado em R$5 mil e tem o prazo de 15 dias para comprovar o recolhimento das dívidas. Caso contrário, o TCU já autorizou a cobrança judicial. Cabe recurso da decisão. O repasse objetivava a construção de 13 unidades habitacionais no município. A principal irregularidade é a não comprovação da aplicação de parte dos recursos recebidos. O TCU também identificou outras irregularidades que não foram esclarecidas pelo responsável, como a obtenção de materiais sem o processo licitatório e a construção de oito unidades habitacionais fora das especificações do planejamento. O ministro Marcos Bemquerer Costa foi o relator do processo. Informações do TCU via Portal Amazônia, 17 de julho, 2003.

Raimundo Damasceno Fonseca, ex-prefeito de Japurá (AM), é condenado pelo TCU

O Tribunal de Contas da União (TCU) julgou irregulares as contas e condenou Raimundo Damasceno Fonseca, ex-prefeito de Japurá (AM), ao pagamento de R$ 183.286,90, por irregularidades constatadas na prestação de contas dos recursos federais repassados por meio de convênio celebrado com o Fundo Nacional de Saúde e a prefeitura do município, para construir e equipar parte do Hospital São Francisco. Foi constatado que a obra estava inacabada e os equipamentos não haviam sido adquiridos. Os documentos apresentados a título de prestação de contas não comprovaram a regular aplicação dos recursos. O TCU determinou o prazo de 15 dias para o recolhimento da dívida ao Tesouro Nacional. Cabe recurso de decisão. O ministro Ubiratan Aguiar foi o relator do processo. Informações do TCU via Portal Amazônia, 1 de julho, 2003.

TCU julga as contas irregulares de ex-prefeito de Barreirinha (AM), Gilvan Geraldo de Aquino Seixas

O Tribunal de Contas da União (TCU) julgou as contas irregulares e em débito Gilvan Geraldo de Aquino Seixas, ex-prefeito de Barreirinha (AM), pela importância de R$ 39.799,88 por irregularidades apuradas na execução do convênio firmado entre o município e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), com o objetivo de promover ações de combate à malária. O responsável terá prazo de 15 dias para comprovar o recolhimento da quantia aos cofres da Funasa. Cabe recurso de decisão. O ex-prefeito não conseguiu comprovar a regular aplicação da totalidade dos recursos públicos que lhe foram repassados. O ministro Benjamin Zymler foi o relator do processo. [Imprensa/TCU].(Portal Amazônia, 23/6/2003)

TCU condena ex-prefeito de Boca do Acre (AM), João Neves Silva

O Tribunal de Contas da União (TCU) julgou irregulares e condenou João Neves Silva, ex-prefeito de Boca do Acre (AM), ao pagamento de R$ 32.802,75, já atualizado, e multa de R$ 5 mil, pela não comprovação da aplicação da última parcela dos recursos repassados do convênio celebrado com o Projeto Cunhantã e Curumim. O objetivo era dar assistência integral à criança e ao adolescente. O ex-prefeito não foi capaz de comprovar o regular emprego dos recursos federais. O TCU fixou o prazo de 15 dias para efetuar e comprovar o recolhimento da dívida aos cofres do Tesouro Nacional. Cabe recurso de decisão. "Omitir-se do dever constitucional de prestar contas de recursos públicos traduz, a meu ver, o desdém à autoridade, o descaso à coisa pública, a indiferença e o desprezo às instituições e, sobretudo, o desrespeito à sociedade cujos recursos dela provém", disse o ministro Augusto Sherman Cavalcanti foi o relator do processo. [Imprensa/TCU].(Portal Amazônia, 20/6/2003)

TCU julga irregulares as contas de ex-prefeito de Codajás (AM), Simão Barros da Silva.[Junho/2003]

TCU condena ex-prefeito de Canutama (AM), Raimundo Sampaio da Costa.[Junho/2003]

Sudam: TCU condena Carlos José Esteves, ex-prefeito de Maués (AM).[Fev/2003]
 

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