| Cartas
de 2004..maio
e junho
Afastando-se de Deus
Caro Gustavo
Não
gostei da citação
de Renato Kress. Conheço a Bíblia, desde o Antigo ao
Novo Testamento. Aqueles que crêem nos ensinamentos ali contidos
ganharão o reino dos céus. Aqueles que não crêem
estarão neste mundo maligno. Não confundir os fatos históricos
e a condução de uma época. Mas os 10 mandamentos ainda
estão valendo.
O padre
Marcelo Rossi está mais para o marketing pessoal e de sua igreja,
do que os bons ensinamentos (e educativos) que a Bíblia traz. É
só ler Provérbios e Eclesiastes. Quer um exemplo? "Se és
sábio, para ti mesmo o és; se és escarnecedor, tu
só o suportarás" (Provérbios 9.12). Ou então:
"O caminho para a vida é de quem guarda o ensino, mas o que abandona
a repreensão anda errado" Provérbio 10.17. Essa eu
gosto muito: "Quem ama a disciplina ama o conhecimento, mas o que aborrece
a repreensão é estúpido" Provérbios 12.1.
Quanto a
parábolas, realmente na Bíblia tem muitas. E que a sabedoria
divina não permite que muitos saibam seu significado. Mas lá
em Apocalipse está previsto o código de barras, a composição
das 7 grandes nações que já são 8 e quando
chegar a 10 virá o anti-cristo. Os rios e a atmosfera poluída...
O Antigo
Testamento prevê a vinda de Jesus e a invenção dos
automóveis. Está em parábola... Um bom livro para
você ler é "O Código da Bíblia", escrito por
um jornalista ateu, que já está no segundo volume.
Portanto,
meu caro Gustavo, falando mal de Jesus ou pondo em dúvida sua existência
você estará se afastando de Deus, que mandou Jesus a semelhança
do homem para que com este tivesse a facilidade de comunicação
com a humanidade.
Finalizando,
um recado de Jesus para você lá em João 10.26-30: "Mas
vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas.
As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem.
Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, eternamente, e ninguém
as arrebatará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é
maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar.
Eu e o Pai somos um".
Um forte
abraço
Roberto Bendia, editor do
Jornal dos Amigos, 30/06
Jorge Kajuru
original
do texto
Olá
Gustavo,
Primeiramente,
gostaria de parabenizá-lo por suas opiniões sempre precisas.
Quanto ao assunto do Kajuru, também fiquei indignado. Apesar de
não apreciá-lo como apresentador esportivo, admiro sua coragem
e sua capacidade de se indignar com as injustiças, principalmente
aquelas cometidas pelos 'poderosos'.
Um abraço
Anderson, Cataguases (MG),
27/06
Sugestão
Prezados
cocriadores de um mundo melhor.
Parabéns
pelo site e pelo esforço. Recentemente tomei contato com o consciência.net
(até um pouco por um acaso) mas de agora em diante serei um grande
usuário e divulgador do mesmo.
Gostaria,
neste email, de fazer uma sugestão para ser incluída na sua
listagem de sugestões (em inglês). O site é o www.commondreams.org
e ele é uma compilação de várias notícias
e artigos progressistas na mídia mundial. Muito bom.
Se gostarem
incluam em seu Sugestões que garanto que seus leitores irão
apreciar.
Abraços
e continuem com o ótimo trabalho.
Fernando Spalding, 23/06
Sucata e seus problemas ambientais
Amigos,
Que conseqüências
existem a quem vive perto de uma lixeira de sucata de automóveis?
Dizem-me que são muitas e graves. Gostaria que alguém sabedor
me informasse sobre o assunto.
Manuela, 23/06; contato:
manuelagranja@sapo.pt
Demissão de Alberto Dines
"Dines, seu
artigo diz o essencial sobre a atitude do Jornal do Brasil, ao brindar
o casal Garotinho com o sacrifício do espaço que você
iluminava com inteligência e senso crítico." Leia
a repercussão sobre o caso
*
"Bom dia. Desde
a manchete que referia a Proclamaçao da Republica no Dia da Independência
ou vice versa (nao lembro ao certo), ja desconfiava que a crise do JB era
um buraco mais fundo do que parecia. Isso faz uns dois anos. O JB de hoje,
vergonha pra todos que construiram sua marca, escreve suspensao com c cedilha
(no email que repreende o Dines) alem de servir um noticiario pautado fora
do interesse do seu publico."
Julio Hungria, "Cedilha
no JB, um jornal desfigurado", copyright Blue Bus (www.bluebus.com.br),
16/06/04
Propaganda
partidária
texto
original
Prezados
senhores:
Manifesto
minha apreensão e surpresa ao ver aberto apoio a candidatos e partidos
feito pelo "consciencia.net". Talvez tenha sido erro de interpretação
de minha parte quanto aos objetivos traçados. De qualquer maneira
há a partir de agora um certo "empanamento" no brilho e na credibilidade
do informativo, já que toma deliberadamente a atitude de apoio a
um conjunto de partidos com clara tendência política. Meus
agradecimentos
Airo Zamoner, 14/06
*
A neutralidade, em política,
é uma ficção. Se Zamoner procura encontrar aqui algo
parecido, ainda mais agora em período eleitoral, equivoca-se. Gustavo
e todos os que aqui se encontram militam na causa dos oprimidos e não
dos opressores. E logicamente, ao dar oportunidade à voz do oprimido
no site da revista está se fazendo justiça, já que
os opressores têm esse espaço garantido, pois são
seus próprios donos. Abraços,
Raquel Moraes, co-editora
Consciência.Net e professora da UnB, 20/06
*
Caro Zamoner,
Cabe aqui
fazer alguns esclarecimentos sobre o receio em relação ao
apoio que estamos dando formalmente a candidatos (e não a partidos)
nas eleições de 2004.
A idéia
de uma imprensa não-partidária, ou seja, que não se
posicione politicamente (no sentido mais amplo da palavra, e não
apenas institucional) é um juízo de valor oriundo do jornalismo
norte-americano. Segundo este modelo, a busca da imparcialidade e objetividade
deve ser o eixo da produção jornalística.
Mesmo tendo
um profundo respeito por ela, os editores e colaboradores da revista, em
grande parte, não concordam com esta visão. É principalmente
na Europa que se pratica um outro modelo, que consideramos mais pertinente,
no qual o posicionamento político é natural e necessário.
O argumento
envolve também o respeito pela inteligência do leitor: nós
achamos que nosso público é soberano o suficiente para entender
tal posicionamente e escolher, de forma independente, se o aceita ou não.
A revistaConsciência.Net
ressalta ainda que não possui qualquer vínculo, seja político
(no sentido restrito) ou econômico, com tais partidos e candidatos.
Atualmente, aliás, nossa excessiva "independência" faz com
que não tenhamos vínculos econômicos com nenhuma instituição
ou empresa o que, em um sistema capitalista, poderá significar
inclusive a inviabilidade técnica de uma boa iniciativa.
Vale destacar
que nós não estamos dando apoio a partidos políticos
estes são, lembra-se, o único instrumento possível
de ação dos candidatos a cargos parlamentares. Inevitavelmente
serão citados.
Por último,
faço uma saudação pessoal pela pertinente observação.
Espero que ela possa trazer a necessária reflexão sobre o
assunto aos demais leitores.
Gustavo Barreto, co-editor
Consciência.Net, 20/06
*
Olá,
Raquel, olá, para todos
No livro
do Perseu Abramo, página 38, ele nos diz o seguinte: "Vejamos: é
desejável, para um jornalista, para um órgão de comunicação
uma postura de neutralidade. (...) "Neutro" a favor de quem? (...). "Imparcial"
contra quem? (...). "Isento" para que lado?(...). Assim é defensável
que o jornalismo, ao contrário do que muitos preconizam, deve ser
não-neutro, não-imparcial e não-isento diante dos
fatos da realidade. E em que momento o jornalismo deve tomar posição?
Na orientação para a ação. O órgão
de comunicação não apenas pode mas deve orientar seus
leitores/espectadores, a sociedade, na formação de opinião,
na tomada de posição e na ação concreta como
seres humanos e cidadãos".
Isso que
ele escreveu é impagável. Troque as palavras "jornalismo",
"órgão de comunicação", e substitua por "Escola",
"guerra", "fome" , "política", "governo" ou seja lá o que
for, serve para tudo nesta vida.
Teka, 20/06
*
Caros amigos
Creio que
é uma ótima iniciativa, esta abertura para a exposição
de candidatos comprometidos, com uma trajetória política
empregada de anseios e por uma nova postura ética em nosso país,
onde precisamos mostrar aos cidadãos da necessidade de novos figuras
na política. Não podemos nos agarrar a preceitos da grande
mídia que nos iludem que são parciais e fazem abertamente
campanha para seus candidatos de sempre... vejam o caso da Folha de S.
Paulo com o Serra aqui em Sampa. Até espaço ele tem ... e
isto é o que amigos?
Hermyr Douglas, 21/06
*
Acredito que ao se posicionar claramente
a revista, ao contrário do que pensa o leitor, ganha credibilidade,
uma vez que não se utiliza, como meio informativo, de propaganda
política dissimulada. Abraços
Daniel Bahia, 21/06
Precisamos de mais agricultura
Srs. comunicadores
e formadores de opinião, bom dia!
Sobre a
notícia que fala da necessidade de maior área de plantio
para suprir a alimentação da humanidade crescente no planeta:
só faltou dizer quanto de terra está sendo usada para pasto.
Interessante
que todos os programas que falam de alimentação x saúde
enfatizam a necessidade do consumo de legumes, vegetais, frutas e água,
mas isto conflita com o mundo econômico em que vivemos onde o patrocínio
de toda a mídia está calcada em cigarros, bebidas e da indústria
alimentícia baseada em conservantes e aromatizantes - interessante
que os tais aromatizantes são utilizados tanto na alimentação
como nos cosméticos e nos cigarros - ou seja, quem é que
vai bater de frente com o SENHOR MERCADO?!
Ops! Não
citei ainda a poderosa indústria farmacêutica!
Márcia Cruz Lima,
09/06
Carta dos Pós-Graduandos
contra o corte de bolsas
Capes e CNPq
foram criados como fruto de um projeto de desenvolvimento nacional que
colocava a C&T como estratégicos para o crescimento e desenvolvimento
econômico.
Manifesto
das Associações de Pós-Graduandos das Faculdade de
Educação, Instituto de Física, Instituto de Economia,
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas e representantes discentes
na CCPG e no Consu da Unicamp:
A política
nacional para C&T e para a Universidade Pública está
fundada, desde o início da década de 90, na tese do Estado
mínimo, expressa no Plano Diretor de Reforma do Aparelho de Estado.
Este plano
toma como pontos fundamentais a idéia de uma crise fiscal, da burocratização
dos serviços públicos e de sua conseqüente ineficiência.
As soluções apresentadas representaram a redução
progressiva de verbas públicas para os serviços sociais básicos,
dentre estes, a educação pública.
Se podemos
constatar preocupação governamental com o ensino fundamental
bem como medidas para a expansão do ensino médio, o que ocorre
com o ensino superior e, particularmente, com a pós-graduação,
é, de fato, muito preocupante, gerando inquietação
na comunidade universitária.
A redução
progressiva no envio das verbas de custeio às Universidades; a redução
do quadro de pessoal através da não substituição
das vacâncias; a desvalorização/distorção
da carreira do servidor compõem um conjunto de ações
que vão desfazendo um projeto de ensino superior público
considerado de excelência e vanguarda na América Latina.
Para resolver
o problema da ineficiência do Estado foram realizadas privatizações,
criação de agências regulatórias e principalmente
sistemas de avaliação de setores públicos, atrelando-se
seus resultados ao financiamento.
A Capes
e o CNPq foram criados como fruto de um projeto de desenvolvimento nacional
que colocava a ciência e tecnologia como estratégicos para
o crescimento e desenvolvimento econômico.
Como a própria
sigla expressa, sua tarefa era promover aperfeiçoamento do pessoal
de ensino superior e fomento à pesquisa.
A partir
da idéia do Estado avaliador, observamos uma reviravolta no papel
histórico da Capes.
Num plano
brilhante de geração de dificuldades para acesso ao financiamento,
o Estado avaliador instaura mecanismo de controle com a finalidade de justificar
o corte de recursos a partir da improdutividade docente e institucional:
implantam-se
o Sistema de Avaliação do Programas de Avaliação
Capes, com ranqueamento das instituições, a Plataforma Lattes,
o Cadastro Nacional dos Grupos de Pesquisa e o Currículo Lattes,
ao mesmo tempo, extingue-se o PICDT e implementa-se o PQI (programas com
editais suspensos, o que deixa os servidores públicos sem acesso
ao financiamento de sua capacitação), profundamente amarrado
ao cadastro nacional dos grupos de pesquisa e aos índices de produtividade.
Todo este
sistema dá suporte ao ajuste fiscal, colocando a avaliação
como instrumento legitimador do ajuste.
Entendemos
que estas políticas constituem um erro histórico e na contramão
do desenvolvimento nacional.
No exemplo
concreto do corte de 89 bolsas, recentemente imposto à Unicamp (e
às demais Universidades brasileiras), atinge-se uma instituição
com inserção na formação de quadros em toda
a América do Sul, 15% da produção científica
nacional, reconhecimento internacional em várias áreas de
pesquisa integradas extensivamente às demandas da população,
promovendo o desenvolvimento regional e nacional.
O que justificaria
o corte de bolsa então?
Chamamos
a atenção para a posição dos pareceristas (que
não são funcionários do staff da Capes): se, por um
lado, o corte de bolsas é resultado do ajuste fiscal, no bojo das
políticas de redução das verbas públicas para
a educação pública, fugindo, portanto de sua responsabilidade;
por outro lado, ao emprestar seus nomes e respaldos acadêmicos para
a legitimação dos cortes, os membros das comissões
de avaliação corroboram com o processo de desmonte, desconstrução
e descontinuidade do projeto de consolidação de uma Universidade
voltada para o desenvolvimento nacional, para a pós-graduação
e a pesquisa/ensino/extensão nestas instituições.
Esquecidos
do processo que os gera como pesquisadores de excelência, os pareceristas
da Capes esquecem também o compromisso que devem manter com a continuidade
da Universidade Pública, gratuita e de qualidade.
ADUnB,
02/06
Ajudem a TV Pinel
Pessoal,
Preciso informar a todos que a TV Pinel, do Rio de Janeiro, está
falindo. A sociedade carioca não pode perder o importante trabalho
que é realizado dentro da instituição. Quem puder
ajudar, por favor, entre em contato com a TV Pinel.
Endereço
e contato: Av. Venceslau Brás, 65 - Botafogo - Rio de Janeiro -
RJ, CEP: 22290-140 Tel.: (0xx-21) 2542-3049, ramal: 2035 e 2111.
Atenciosamente
Juliana Lanzarini, Estudante
de jornalismo da UFRJ, 31/05
Pauta Social
Olá,
gostaria de convidá-lo a conhecer e se cadastrar no site Pauta Social
(www.pautasocial.com.br).
Trata-se da primeira agência de pautas exclusivamente sobre responsabilidade
social do país. Obrigada.
Abraços,
Luzia Lindenbaum, 31/05
A VIVO e a todos os trabalhadores
Sou cliente
da VIVO desde o começo, quando ainda era Telefônica. Nestes
anos todos, nunca deixei de pagar minhas contas. O que significa que venho
enriquecendo os empresários, donos dessa empresa, desde então.
Minha indignação,
motivo pelo qual escrevo esta carta, ocorreu este mês de abril de
2004, quando tive uma considerável baixa em minha renda.
Dez dias
se passaram da data do vencimento da conta e a VIVO cortou minha possibilidade
de fazer chamadas. Vinte dias depois, cortou a recepção,
impossibilitando até que as pessoas deixassem recados.
Veja bem.
Sou terapeuta corporal, professor e pai de quatro filhos. O telefone celular
é um serviço prestado que pago fielmente, para que eu tenha
uma linha direta com meus clientes, alunos e filhos, pois cuido de todos
eles e presto serviço.
Fico chocado
quando me dou conta de que, por trás desta empresa, existem seres
humanos autorizados pela economia e pela política a explorarem a
energia de outros seres humanos e dela obterem lucro para si, com a roupagem
de quem está contribuindo para a comunidade com muitas inovações
tecnológicas.
No mesmo
mês, atrasei meu aluguel. Isto significa que, no dia seguinte ao
vencimento, sou obrigado por lei a pagar 10% de juros do aluguel, da cota
do IPTU e do condomínio. Sem falar, que o telefone que me cortaram
também será pago com 10% de juros, num país onde a
inflação é menor que 1% ao mês. Isto também
revela a parceria dos políticos com os empresários. O contribuinte
pode perder; o empresário não pode esperar. Sua espera rende-lhe
um lucro substancial.
Imagino
que quem está lendo este texto tem discernimento suficiente para
perceber que um sistema baseado nesta relação não
é humano.
São
coisas, empresas de fachada de homens coisificados.
Tudo que
se vê na mídia é mentira, porque tem o lucro como raiz.
Os ricos continuam cada vez mais ricos e o pobres cada vez mais pobres.
E a média faz a mídia para sustentar tudo isso.
Guerras,
terrorismo, violência, desemprego, pobreza, muita pobreza, num planeta
que tem o suficiente para todos e, se todos forem irmanados, dá
pra criar muito mais e fazer deste planeta um jardim, uma biblioteca viva.
Estou me
desligando da VIVO e indo para outra companhia. Sei que não vai
mudar porque todas bebem do mesmo poço do nosso sangue.
Seria necessário
que elas, as empresas, e eles, os homens, abrissem mão do lucro
ou, pelo menos, de parte dele. Mas saiba que jamais acontecerá,
pois isto é querer que pratiquem o suicídio.
A indignação
bate, porque a lei protege o lucro das empresas; isso é democracia,
em que todo mundo tem o direito e a liberdade de fazer o que quiser, inclusive
explorar a força de trabalho.
A indignação
bate, quando vejo todo mundo tapado, aceitando como se fosse assim mesmo.
Preocupados com sua sobrevivência. Pagando 10% de juros no aluguel
ou em qualquer outra prestação, como se fosse justo e digno.
O que é
dignidade e justiça, então?
Que enredo
é este em que nos metemos para praticar a exploração
e a morte?
Estamos
num emaranhado de aparências e ilusões, sufocados por aquilo
que criamos.
E, na vida,
somos aquilo que nos permitimos ser.
Por que
queremos tão pouco?
Somos nosso
maior tesouro!
Se cada
um de nós brilhar, poderemos criar novos universos.
Por que
vivemos, então, da energia do outro, se cada um de nós possui
energia suficiente, dada pela natureza, para viver perfeitamente até
o final de sua vida?
O que é
isso que nos faz ignorar a existência alheia e dela nos beneficiarmos?
Que covardia
é essa que nos cega, autorizando a tão poucos a se darem
bem?
A última
atitude que me resta é gritar, através da ponta de minha
caneta, e torcer para que, por trás dos olhos que me lêem,
sobreviva um espírito de liberdade.
Rosam Cardoso, Terapeuta
corporal, Professor de teatro, expressão corporal e dança.
Palestras, cursos e oficinas. Sala em Ipanema. Tel. Cel.: 9696-4495 cortado
pela VIVO, Tel.: 2294-6316
A revista-símbolo do
atraso
texto
original
Caro Gustavo,
Recebi por
e-mail, de um amigo, o teu texto sobre a Veja, a revista símbolo
do atraso. Fiquei feliz ao constatar que existem outros brasileiros que
comungam da mesma opinião. É muito dificil ver a verdade
através das máscaras que nos são impostas, através
do mar de ignorância no qual estamos imersos. Parabéns.
Viviane Barros, 27/05
*
Caro Gustavo,
Há
um ano acompanho a sua e-zine. Dezenas de vezes tive vontade de respondê-las
com esfuziado apoio, mas acabo priorizando outras coisas, pois sinto que
você não precisa muito ou quase nada do saco "puxado", já
que tem "culhão" de sobra. Desculpe-me os termos, mas você
me passa isso. Coragem!!! Parabéns pelo seu trabalho.
Aproveito
esta para assinar embaixo as críticas a (in)Veja, esta revista que
é o tiro semanal que a medíocre classe média se dá
no próprio ouvido via leitura de textos sem contextos, mas com muitos
pretextos, tantos que os próprios jornalistas se perdem na pequenez
dos termos mencionados por você. Gostei muito do frasismo, é
uma variação pop do fascismo, é uma espécie
de haraquiri cultural de longo e doloroso prazo. Até quando?
Não
agüentamos mais... pois aqueles que pensam um pouquinho, mas muito
pouquinho mesmo, podem perceber que a Carta Capital e o "Seo Mino",
são hoje o que melhor o Brasil pode produzir em termos de jornalismo
verdadeiro.
Continue
o seu trabalho pois além de consciente é inspirador para
aqueles que lutam pelo revalorização da humanidade.
Um abraço,
Adriano Sica, Curitiba, 26/05
*
Infelizmente
temos uma grande imprensa branca. É por isso que não renovo
mais a minha assinatura de Veja. Abraços,
Mami Yasunaga, Assessora
de imprensa do Idec (www.idec.org.br)
Operações
com a Mídia
Posição
do BNDES com relação ao apoio financeiro ao setor de mídia.
A
propósito do programa destinado a financiar empresas da chamada
indústria de comunicação (mídia impressa e/ou
eletrônica), ainda em fase de estudos e debates no Banco Nacional
de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e no Congresso, torna-se
necessário prestar alguns esclarecimentos.
De
início, deve-se destacar que o BNDES é uma instituição
do Estado brasileiro e tem, entre suas mais importantes atividades, a função
de atuar no sentido de preservar atividades econômicas de interesse
nacional, como é o caso da indústria de comunicação,
que, apesar da crise que atravessa, ainda propicia a manutenção
de aproximadamente 500 mil empregos.
Além
disso, deve-se lembrar que a democracia pressupõe a existência
de uma imprensa livre, independente, múltipla e vigorosa, que possa
alimentar e desenvolver o debate dos temas de interesse público,
possibilitando um confronto de opiniões que permita a fixação
do melhor entendimento democrático.
Por
suas características estratégicas, existe consenso no sentido
de que a indústria de comunicação tem de ser genuinamente
nacional, para que possa se posicionar adequadamente em defesa dos interesses
do País e tenha também condições de contribuir
para o fortalecimento da cultura brasileira, em suas mais diversas manifestações.
Nenhuma sociedade nacional terá preservada sua identidade se não
dispuser de espaço livre e múltiplo para produção
de conteúdos artísticos e apresentação de novos
talentos.
Diante
da fragilidade em que se encontra a indústria de comunicação,
em todos os seus segmentos, ameaçando a preservação
de grande parte de seus 500 mil empregos, recentemente o BNDES foi procurado
por três entidades de classe (Associação Brasileira
de Emissoras de Rádio e Televisão, Associação
Nacional de Jornais e Associação Nacional dos Editores de
revistas), que solicitaram apoio financeiro ao setor.
Esclareça-se
que as normas adotadas pelo BNDES permitem operações tanto
para a mídia eletrônica quanto para a mídia impressa,
da mesma forma como ocorre com os demais segmentos da economia. Os estudos
do Banco propõem que haja três tipos de operações:
apoio a investimentos; financiamento para compra de papel pela mídia
impressa; e reestruturação financeira.
O
programa, elaborado pela equipe de técnicos do BNDES, será
executado depois de consultas ao Governo e ao Congresso Nacional, pois
entende-se que é preciso um amplo debate envolvendo toda a sociedade
brasileira. Seu objetivo é atender micros, pequenas, médias
e grandes empresas de todo o País, sem distinção e
sem privilegiar nenhuma delas.
Atenciosamente,
Central
de Atendimento BNDES, 27/05/2004
Desempregados
e o Acesso à Cultura
Pessoal,
Gostei demais do site. Vou passar a visitar com freqüência...
Queria botar a boca no trombone para compartilhar com vocês o que
descobri com um simples acesso ao site do National
Gallery: Os desempregados de Londres têm desconto na entrada
do museu... Imaginem isso no Brasil! Um abraço
Tânia,
21/05
Oração
em Gaza
"Pediam
paz, levaram bomba"
Ariel
Sharon é
tão
Assassino
quanto
Hitler
Stalin
Bush
O bandeirante
Domingos Jorge Velho
o Conde
Drácula
e tantos
outros Assassinos
da História
da Humanidade
no Ocidente
Oriente Ásia África Oceania...
Ariel
Sharon
deve
sentar-se no Tribunal
contra
Crimes Hediondos
contra
a Humanidade
assim
como os antigos nazistas
foram
sentados
nos bancos
dos tribunais
em Nüremberg...
Acreditamos
que Javé,
Deus de toda Israel
não
está ao lado de Sharon
quanto
esteve ao lado
de David
e Salomão
e testou
a fé de Abraão,
o grande
Patriarca
no alto
do monte do Holocausto...
Sharon
quer apagar de toda maneira
que os
filhos de Ismael,
filho
Abraão com a escrava Egípcia,
também
pertencem à Jerusalém!
Shalom
Salamaleikum Amém!
Ras
Adauto, 20/05 [ras.adauto@web.de]
Universidade
ou Educação Para Todos?
Um
dos principais problemas no Brasil é o elitismo educacional. Nossa
classe trabalhadora possui, em média, 5 anos de escolaridade, enquanto
que nos países ricos, a média é 10 anos de escolarização.
Um
outro problema, é a idéia da universidade como castelo, alheia
ao setor produtivo, fazendo pesquisa escolástica, alienada dos reais
problemas do país, como a fome, a miséria, a ignorância,
a violência.
Isto
posto, há que se superar a visão estreita de que a universidade
e setor produtivo estão separados, mas também não
dá para ficar a reboque do mercado, fazendo pesquisa sob "encomenda",
ao sabor dos estreitos interesses dos empresários.
Raquel
Moraes, UnB - Faculdade de Educação), 20/05
Sorrisos,
cometas e empregos
texto
original
Parabéns!
É uma manipulação maquiavélica. Realmente aqueles
que combatem o que chamam de "teoria de conspiração" têm,
em um sentido muito diferente do que pensam, razão. Não há
conspiração simplesmente porque o poder já foi tomado.
Luz, Amor e Carinho,
Evandro
Vieira, 19/05, do Rio de Janeiro
Rede Globo:
fama a qualquer preço
texto
original
Parabéns
pelo artigo Gustavo! É a primeira vez que respondo a uma mensagem
recebida do grupo, justamente por verificar que este assunto não
suscitou tanta discussão como foi o caso do (...) presidente Lula.
Espero que cada um do grupo faça a sua parte: boicote e ensine a
boicotar a novela, senão seríamos incoerentes ou coniventes.
Atenciosamente
Jod
Tanaka, Professora de Ética do Centro Educacional e Assistencial
de Pedreira (SP), 19/05
*
Pois
é caro Gustavo, é a Globo realizando seu trabalho sem tréguas
de destruição da consciência e valores do povo brasileiro.
Até quando deveremos aturar a ação perniciosa desta
instituição? Atenciosamente,
Franklin
Goulart, 19/05
*
Quando
se trata de televisão, a crítica que tenho sobre a programação
é a insistência desse meio de comunicação em
chamar o público de "bobo", etc. Infelizmente as novelas motivam
as pessoas a se vingarem através da violência. Sou ciente
que temos um lado vingativo, mas precisamos de orientação
e exemplos que mostre que o ideal é o dialogo. Não é
isso que vemos diariamente! A mídia a cada dia demonstra que o poder
está na beleza e na maldade. Que pena!!! Abraços
Shirley,
18/05
Lula e o "álcool" no
New
York Times
texto
original
Muito bem
colocado, Gustavo.
Somente
2 comentários:
I) A abertura
do brinde com exaltação à caipirinha foi na cerimônia
do FHC, a caipirinha virou bebida nacional por decreto presidencial na
festa dos "500 anos", você se recorda? Ninguém falou nada.
Quem ficou tonta e indignada foi a embarcação que nunca ficou
de pé e a polêmica dos gastos... foi arquivada.
II) Aqui
também em todo o Alto Solimões (7 municípios) o pau
literalmente come solto com a instrução do Sen. Artur Virgílio
Neto (O peixe liso) que controla todos estes prefeitos neo-liberais e neo-libertinais.
Por ironia do destino, o povão, a massa adora o Lula. Mesmo com
a extrema dificuldade de chegar até eles um programa social. A Máfia
do Neo come toda a verba e vivem na opulência da herança maldita.
Manoel Moura Tukano, 09/05
*
A principal
conclusão que tenho tirado de tudo isso é que o governo Lula,
sobretudo o chamado núcleo duro, ainda não entendeu que não
adianta dar o que o FMI pede. Eles sempre vão querer mais. Sempre
vão estar em cima, em público (como o artigo de Rohter) ou
de maneira velada. Sempre vão estar vigiando, grampeando - inclusive
o presidente, como mostrou a CartaCapital.
Enfim, o
pior nisso tudo é que o Brasil ficou sem oposição
no momento em que o PT virou governo sem um projeto de país. Se
o novo partido não der certo, temo que uma guerra civil declarada
tome as ruas e os mortos cheguem aos milhares. Porque é para este
caminho que a corrupção e a exclusão e a injustiça
e etc. apontam.
Um forte
abraço,
Marcelo Salles, 09/05
*
Caro jornalista,
Gostei muito
do seu artigo "Lula e o álcool no NYT". Meus parabéns.
Contudo, tomo a liberdade de discordar de sua afirmativa - Lula é
o único homem capaz de governar o País. Ano e meio de mandato
revelaram o que já esperavam aqueles que conhecem e acompanham a
política nacional há muitos anos: Lula não tem programa
de governo. A exemplo dos demais candidatos, o que ele apresentou nos debates
de campanha, pela TV, nada mais era do que um elenco de intenções
e de idéias, porém sem qualquer base.
Exemplos
disso, para não citar outros: promessa de elevação
do salário mínimo a um nível decente e redução
da taxa de juros. Tenho comigo as fitas de VCR, que tive o cuidado de gravar
quando dos debates com Collor e com Serra, nas campanhas eleitorais. Naquelas
oportunidades, Lula bradava contra a indignidade do salário mínimo
vigente naquelas épocas, e prometia elevá-lo a nível
que permitisse ao trabalhador brasileiro comer quatro vezes ao dia... Também
naquelas oportunidades Lula dizia, com todas as letras, que não
há nação no mundo que consiga crescer e se desenvolver
com aquelas escorchantes (então vigentes) taxas de juros.
Lula foi
eleito e, decorrido 1/3 do mandato, nada ocorreu em contrário. O
salário mínimo continua irrisório e a taxa de juros
continua a desestimular o investidor (diga-se, a iniciativa privada) e
conseqüentemente a ampliar o mercado de trabalho. Ao contrário,
a taxa de desemprego no maior mercado da América Latina - São
Paulo - chegou a 20 por cento, o que torna cada vez mais remota -
e porque não dizer UTÓPICA - criação
dos DEZ MILHÕES DE EMPREGOS, promessa de honra da campanha do então
candidato petista. Entendo que não apenas Lula é um despreparado
para governar o País, mas também que sua equipe não
tem revelado a competência que dela esperava o eleitorado petista.
Devo registrar,
ainda, que sou um homem que acompanha a política brasileira e que
assiste pela TV, quase que diuturnamente, as sessões do Senado Federal,
procurando sempre estar bem informado acerca do panorama socio-econômico
nacional. Mas sou apartidário. E não votei nas três
últimas eleições simplesmente porque não acreditei
em qualquer dos candidatos.
E quanto
a Lula, eu, em conversas com pessoas das minhas relações,
já previa o que iria acontecer no caso de um governo petista
- ou ele faria um governo exclusivamente petista, confrontando-se assim
com as demais correntes partidárias e, portanto, SEM maioria no
Congresso, ou formaria ele a base governista, fazendo assim um governo
"caleidoscópio". E, claro, ele formou a base governista na base
do "é dando que se recebe", vale dizer, leiloando ministérios
e cargos dos demais escalões.
Resultado
disso é o que se vê - conflitos de interesses, desentendimentos
entre ministros e em conseqüência o emperramento da burocracia,
inviabilizando os tão alardeados programas sociais.
Devo registrar,
por último, que não vejo competência na equipe de governo
que aí está. Sou, confesso, um brasileiro desesperançado.
Respeitosamente,
Lucilio de Abreu, Rio (RJ),
21/05
Ex-reitor da UFC é novo
presidente do CNE
O novo presidente
do Conselho Nacional de Educação (CNE), Roberto Cláudio
Frota Bezerra, foi Reitor da Universidade Federal do Ceará (coincidentemente?)
nos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso. Sua indicação,
como indica um trecho de coluna transcrito abaixo, foi articulado pelo
atual reitor da UFC, René Barreira, e o deputado federal Inácio
Arruda (PCdoB).
O mesmo
que, como líder do PCdoB na Câmara Federal, substituiu de
última hora o deputado Sérgio Miranda (PCdoB-MG) na Comissão
de Constituição e Justiça (CCJ) para votar (tecnicamente,
segundo ele) pela viabilidade da PEC da Reforma da Previdência.
O mesmo
que se aliou ao PSDB, PMDB e PFL, utilizando-se do movimento de moradores(as)
para fazer oposição à Administração
Popular liderada por Maria Luíza Fontenelle (PT), de 1986 a 1988.
O mesmo
que, em 2002, quando os movimentos sociais enfrentavam a reunião
do Banco Interamericando de Desenvolvimento (BID) em Fortaleza, optou por
participar deste evento em detrimento da luta dos trabalhadores(as).
O mesmo
que se articula com Lula, José Dirceu e José Genoino (e seu
irmão, José Guimarães, dep. estadual no Ceará)
para barrar a candidatura da deputada estadual Luizianne Lins, aprovada
e legitimada na instância máxima municipal do Partido. Para
entender este ponto, acessar www.noolhar.com e procurar matérias
relacionadas nos meses de fevereiro, março e abril.
Enfim, é
isso. Avaliem.
Da coluna
de Sonia Pinheiro (jornal O Povo, CE, 31/03/2004):
"Mix Político"
Inácio Arruda escoltava,
ontem, o reitor da UFC, René Barreira, ao gabinete de Tarso Genro,
onde reivindicaram apoio à indicação de Roberto Cláudio
Bezerra à presidência do Conselho Nacional de Educação.
Do jornal O POVO, 05 de Maio
de 2004:
Novo presidente do CNE diz
que
medida não resolve
O novo presidente do CNE (Conselho
Nacional de Educação), Roberto Cláudio Frota Bezerra,
57, disse ontem, em Brasília, que a política de cotas para
negros na educação superior não resolve a origem do
problema, ou seja, a qualidade do ensino básico público.
Apesar de não se declarar
contrário à medida, que está prevista em projeto de
lei do governo federal a ser enviado ao Congresso, Bezerra afirmou que
o risco das cotas é o de o ''agente público se ausentar do
esforço, achando que o problema está resolvido''.
O novo presidente foi eleito
logo após a posse de 11 novos conselheiros do CNE escolhidos pelo
presidente Luiz Inácio Lula da Silva com mais de um mês de
atraso em relação ao prazo previsto. Do total de 24 conselheiros
das duas câmaras - de ensino básico e superior -, 12 tiveram
o mandato vencido em março e seus postos ficaram vagos até
o último dia 23.
A indefinição
política levou o conselho, pela primeira vez, a cancelar a reunião
mensal (de abril) por falta de quórum. (das agências)
Daniel Fonsêca Ximenes
Ponte, do Ceará, em 06/maio/2004 - e-mail: dfxp@bol.com.br
Corrupção em Três
Rios (RJ)
A Câmara
de Vereadores de Três Rios descobriu crimes graves e já provados
documentalmente, cometidos pelo prefeito Celso Jacob (PMDB), eleito pelo
PDT.
Entenda
o caso:
1) O prefeito
esta sendo processado pelo Ministério Público em três
frentes:
a) Representação
nº 47
Autor: Vereador
Nilton César Queiroz Cordeiro (24-9845-7220) do PFL, por uso de
um orçamento não aprovado pela Câmara de Vereadores
- corre no Ministério Público de Petrópolis, responsável
Dra. Vanessa Quadros Soares Katz telefone nº 24- 22463052 endereço
do Ministério Público: Rua Marechal Deodoro, 88/3 andar
Centro Petrópolis-RJ.
b) Representação
nº 48
Autores:
Vereadores Abel Zanardi Neto (tel.22-557901) e Marco Antonio de Azevedo
Torno (24-99119409), ambos do PTB, por falsificação do texto
de uma outra lei aprovada pela Câmara de Vereadores corre no Ministério
Público de Petrópolis, responsável Dra. Vanessa Quadros
Soares Katz telefone nº 24- 22463052 endereço do Ministério
Público: Rua Marechal Deodoro, 88/3 andar Centro Petrópolis-RJ.
c) Protocolo
nº MPRJ 2004.001.06800.00 19/02/2004
Autor: Vereador Presidente
da Câmara de Vereadores, Luiz Jorge Soares de Azevedo, PL, (tel.
24-99119399/22553215) por falsificação da lei 2734/2003 e
por utilização do orçamento não aprovado pela
Câmara de Vereadores de Três Rios responsável Dr.
Antonio Vicente da Costa Júnior Procurador Geral de Justiça
do Estado do Rio de Janeiro Av. Marechal Câmara, 370 Centro
Rio de Janeiro-RJ telefone 21-2550 9050.
2) CPI Municipal
instaurada dia 19 de fevereiro de 2004, na reunião da Câmara
de Vereadores, pedida pelos vereadores Nilton César Queiroz Cordeiro,
Abel Zanardi Neto, Marco Antonio de Azevedo Torno, Nilton Bernardes (PL),
(tel.24-99638424), Luis Monega, do PTB (tel. 24-99119408) e Reinaldo Maia
(PV); Esta CPI visa apurar as obras superfaturadas da administração
municipal de Três Rios, como um trevo que teria custado 94.000 (noventa
e quatro mil reais).
3) Representação
no Ministério Público Federal de Petrópolis, assinada
pelo presidente da Câmara e mais três vereadores, protocolada
dia 5 de março de 2004 e aguardando providencias; Cerca de 25 outras
representações estão sendo analisadas pela Justiça,
a pedido dos vereadores.
Mesmo assim,
até agora nenhuma punição foi observada. Os corruptos,
o prefeito e sua gangue estão nas ruas debochando de nossa cara,
rindo de nossa CPI; O vereador Abel Zanardi Neto afirma ter sido ameaçado
de morte. Não conseguimos uma linha em nenhum jornal aqui nem da
região, muito menos nacional. Já mandamos e-mails e releases
para todos. Por isso, escrevo para pedir apoio urgente.
Mais informações
nos telefones acima divulgados ou com os próprios vereadores: Luis
Jorge (PL), telefone (24) 9911-9399; Nilton César Queiroz Cordeiro
(PFL), telefone (24) 9845-7220; Ou com Dr. Tostes (advogado), telefone
(24) 9911-9371.
Grato,
Jose Souto Tostes, 05 de
maio de 2004
O que os mercados querem de
nós, afinal
leia
o texto
Nesta semana
eu trabalhei um vídeo do Walt Disney chamado Vida de Inseto com
a minha turma de graduação em Avaliação em
Administração Educacional e que, de certa forma, oferece
subsídios para entender essa questão posta pelo WEISSHEIMER,
colocado no cafeconsciencia.
Como no
filme, o que eles querem (gafanhotos) é, além do alimento,
manter a própria situação de opressão sobre
a população (formigas). E para que isso ocorra, eles usam
táticas explícitas e implícitas (simbólicas),
para impedir que a população (formigas) se organize e lute
contra essa situação, como fizeram, ao final, as formigas
quando uma delas saiu para buscar ajuda.
Eu e meus
alunos fizemos muitas associações com a realidade mundial
e a brasileira, em particular.
Raquel Moraes, de Brasília,
4/maio/2004
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