mobilização
Pelo
fim das votações secretas no Congresso Nacional
Dois parlamentares
fluminenses estão promovendo uma campanha de apoio à proposta
de emenda constitucional que determina o fim das votações
secretas no Congresso Nacional. O abaixo-assinado começou a circular
na última segunda, 13 de março, no Buraco do Lume (ali na
Rio Branco). Você pode participar do recolhimento de assinaturas
neste sábado, 18 de março, às 10h, na Praça
Saenz Peña, e domingo, 19 de março, às 10h, no Posto
9, na Praia de Ipanema..(Da
redação, 16/3/2006)
revisão
da CF88
Comissão
da Câmara analisa “lipoaspiração” da Constituição
Emenda
prevê convocação de Assembléia de Revisão
Constitucional, a partir de 1º de janeiro de 2007, para “enxugar”
a Carta de 1988. Matéria foi aprovada na CCJ e ganhou comissão
especial, presidida por Michel Temer (PMDB-SP). Matéria de Maurício
Hashizume na
Agência
Carta Maior, em 10/2/2006.
será?
Uma
reforma de emergência
Está
marcada para esta quinta (18/8) na Comissão de Constituição
e Justiça do Senado a votação do projeto que traz
mudanças emergenciais na lei eleitoral. A movimentação
seria uma forma de os próprios parlamentares tentarem amenizar as
conseqüências da crise. De autoria do presidente do PFL, senador
Jorge Bornhausen (SC), o texto conta tem apoio das lideranças de
partidos governistas e da oposição. Os objetivos são
reduzir o custo das campanhas, garantir transparência em relação
a receitas e despesas dos candidatos e tornar mais rigorosas as penas previstas.
Do
Jornal do Brasil, 18/8/2005..[+]
eleições
Comissão
discute projeto de reforma eleitoral
A Comissão
de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) marcou
para esta quinta (18/8), às 9h30, a segunda reunião de discussão
do projeto de lei do senador Jorge Bornhausen (PFL-SC), que estabelece
normas para as eleições. Nesta quarta (17/8), a comissão
realizou a primeira discussão do projeto (PLS 275/05). Da
Agência
Senado, 17/8/2005..[+]
reforma
política
Papaléo Paes
defende a participação popular na reforma política
O senador
Papaléo Paes (PMDB-AP) defendeu maior participação
popular na reforma política que está sendo elaborada no Congresso
Nacional. Ele se disse contrário ao fato de o Legislativo tentar
iniciar uma reforma "de maneira açodada", para disfarçar
a crise moral pela qual passa a instituição política
brasileira sem ouvir a sociedade. Da
Agência Senado,
17/8/2005..[+]
marcha
urbana
Marcha pela Reforma
Urbana quer 50 mil casas para população pobre em 2005
Construção
de cinqüenta mil unidades habitacionais populares ainda este ano para
as famílias que recebem até três salários-mínimos.
A reivindicação é da Marcha Nacional da Reforma Urbana
e pelo Direito à Cidade, que teve início na segunda (15/8)
em Brasília e continua nesta terça. No protesto, cerca de
cinco mil militantes vindos de todo o país caminharam na Esplanada
dos Ministérios a fim de chamar a atenção para a desigualdade
social provocada pela urbanização. Organizam a Marcha quatro
movimentos de moradia, como entre eles a Central de Movimentos Populares
(CMP). Da
Agência Notícias do Planalto, 16/8/2005..[+]
manifestação
Milhares de militantes
de movimentos sociais se mobilizam contra a corrupção e pela
reforma política
Cerca
de 15 mil manifestantes sairão nas ruas de Brasília nesta
terça (16/8) para exigir rigor na apuração das denúncias
de corrupção e a reforma no sistema político brasileiro.
O ato está sendo organizado pela Coordenação dos Movimentos
Sociais (CMS), que reúne dezenas de entidades como o Movimento dos
Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a União Nacional dos Estudantes
(UNE) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT). Da
Agência
Notícias do Planalto, 15/8/2005..[+]
marcha
Reforma urbana busca
cidades menos desiguais e mais equilibradas
Cidades
mais equilibradas e que ofereçam uma qualidade de vida melhor para
a maioria da população. De modo resumido, essa é a
meta da reforma urbana, o mote da marcha que movimentos iniciaram hoje
(15/8) e devem concluir amanhã em Brasília. A reforma consistiria
num conjunto de medidas para se chegar a isso – como a regularização
fundiária, a urbanização de favelas e a criação
de condições para que mais pessoas residam nos bairros centrais,
reduzindo a carga do sistema de transporte, o desgaste dos trabalhadores
e a pressão sobre as áreas verdes nos subúrbios. Da
Agência
Brasil, 15/8/2005..[+]
reforma
urbana
Marcha busca chamar
atenção para os problemas urbanos
Os movimentos
sociais ligados à questão urbana e ao direito à moradia
marcaram para amanhã (15/8) e terça (16/8) a Marcha Nacional
da Reforma Urbana e pelo Direito à Cidade, em Brasília. O
objetivo é chamar a atenção para as desigualdades
sociais causadas pela urbanização. O Brasil tem mais de 7
milhões de famílias sem casa e mais de 10 milhões
de famílias morando de forma precária, em áreas carentes
de infra-estrutura urbana e saneamento básico. Da
Agência
Brasil, 14/8/2005..[+]
política
I
CCJ aprova projeto de revisão constitucional
Deu um passo enorme ontem aquela
que pode ser a maior resposta do Congresso à crise: a Comissão
de Constituição e Justiça da Câmara aprovou
a proposta de emenda constitucional que cria a Assembléia de Revisão
Constitucional a partir de 2007. Hoje (11/8), o presidente da Câmara,
Severino Cavalcanti (PP-PE), deve determinar a criação da
comissão especial que analisará o assunto. O próximo
passo será a votação pelo plenário. Pela proposta,
deputados e senadores eleitos em outubro de 2006 teriam poderes facilitados,
por um ano, para alterar a Constituição. O início
dos trabalhos está marcado para 1º de fevereiro de 2007. Depois
que a nova Carta for promulgada, só entrará em vigor depois
de um referendo. Da
Folha de S. Paulo, 11/8/2005..[+]
política
II
Reforma que tramita na Câmara atende
interesses dos próprios políticos, diz professor
O atual projeto de reforma política
foi feito pela classe política olhando para seus próprios
interesses, afirmou hoje o coordenador acadêmico do Programa de Estudos
Interamericanos da Universidade Cândido Mendes, Silvério Zebral.
Na avaliação de Zebral, as propostas do atual projeto em
discussão no Congresso reforçam o sistema partidário,
o poder da liderança e o grupo de partidos que são mais efetivos
ao mesmo tempo em que não atende à expectativa da sociedade
de aumentar a representatividade, a participação e a governabilidade.
Da
Agência
Brasil, 10/8/2005..[+]
comentário
'Deputados ingleses, ah, os deputados...'
"Outra coisa interessante sobre
o poder público da Inglaterra (Reino Unido) sao os Shadow Ministers.
Lá, como em outros paises do mundo, para cada Ministro indicado
pelo Governo existe um Ministro-Sombra indicado pela oposiçao no
Parlamento. Esses Ministros-Sombra têm uma reduzida estrutura de
gabinete e nao recebem salário. Seu trabalho é acompanhar
de perto as açoes de cada Ministério, apontar os erros da
administraçao atual e deixar o país preparado para uma possível
mudança de governo. Por terem um profundo conhecimento sobre cada
área específica do Governo, eles funcionam como porta-vozes
da oposiçao, quase como Ouvidores. (...)" Do
BlueBus,
5/8/2005..[+]
entrevista
‘O país precisa reduzir o número
de partidos’
Reduzir o número de partidos
para sufocar as legendas de aluguel. Implantar um sistema eleitoral semelhante
ao dos EUA, com voto distrital, e que invariavelmente dê ao presidente
eleito maioria no Congresso. Para o desembargador Marlan de Moraes Marinho,
que assumiu em maio a presidência do Tribunal Regional Eleitoral
do Rio, somente uma reforma política com esse formato pode impedir
que política e corrupção continuem caminhando de mãos
dadas. Do jornal O Globo, 1/8..[+]
reforma
política
Cláusula
de barreira: só restariam 7 partidos
Se nas
eleições de 2002 já estivesse em vigor a ''cláusula
de barreira'' instituída pela Lei 9096/95, pela qual só teriam
''direito a funcionamento parlamentar'' os partidos que obtivessem, no
mínimo, 5% dos votos apurados no pleito para a Câmara, apenas
sete legendas. Do
Jornal do Brasil, 26/6..[+]
reforma
sindical
Proposta polêmica
Por mais
de 20 anos, a CUT defendeu o fim da unicidade sindical e a liberdade de
criação de mais de um sindicato por categoria na mesma base
territorial. No entanto, agora, para tentar viabilizar a aprovação
da reforma sindical, voltou atrás e decidiu pela manutenção
da unicidade sindical, que garante aos sindicatos filiação
única e sustentação financeira sem concorrência.
Venceu a acomodação sindical. Por.Hamilton
Octavio de Souza, 19/5, no Brasil
de Fato
Paim pede que governo
retire da pauta PEC da Reforma Sindical
Em sessão
plenária em homenagem ao Dia do Trabalhador, realizada hoje no Senado,
o senador Paulo Paim (PT-RS) fez um apelo para que o governo retire da
pauta a proposta de emenda à Constituição (PEC) da
Reforma Sindical. Segundo Paim, a medida apenas dividiu os trabalhadores.
"Nós não queremos esta reforma sindical apresentada. Vocês
sabem disso. Diriam inúmeras centrais, confederações,
federações, sindicatos e associações de trabalhadores:
Ela não é boa para nossa organização, então,
nos façam esta homenagem!" Da
Agência
Brasil, 2/5..[+]
Lula diz que estrutura
sindical brasileira é cópia de documento fascista
O presidente
Luiz Inácio Lula da Silva defendeu hoje (2/5) a reforma sindical
que tramita no Congresso Nacional. "Não é possível
que alguém defenda a estrutura sindical brasileira como ela existe
hoje. A estrutura sindical brasileira é cópia fiel da Carta
del Lavoro, de Mussolini", afirmou. A Carta del Lavoro, de 1927, considerada
o documento fundamental do corporativismo fascista italiano, teria inspirado
a legislação trabalhista brasileira. Da
Agência
Brasil, 2/5..[+]
análise
O saque aos aposentados
e a indecência governamental
O governo
do “Partido dos Trabalhadores” impôs aos aposentados uma imoral taxação
com a qual o slogan de campanha “Quero um Brasil decente” mostrou-se apenas
isso: um slogan de campanha eleitoral. A moda de trocar lealdades por vantagens
não é o único que assemelha o governo Lula ao governo
que lhe antecedeu. Os aposentados são roubados para cobrir rombos
de quadrilhas impunes, para financiar privilégios imunes. Por Rolando
Lazarte, abril de 2005..[+]
reforma
sindical
Projeto alternativo tramita na Câmara
Tramita na Câmara dos
Deputados, desde o dia 25 de agosto de 2004, uma Proposta de Emenda Constitucional
(PEC) com duas preocupações centrais: defender a organização
dos trabalhadores e impedir que, em uma futura reforma trabalhista, direitos
conquistados com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT),
de 1943, sejam flexibilizados. A PEC 314/ 2004, conhecida como a “reforma
sindical alternativa”, foi elaborada pela esquerda da Central Única
dos Trabalhadores (CUT) e por sindicatos de advogados e apresentada ao
Congresso pelo deputado federal Ivan Valente (PT/SP). Do
Brasil
de Fato, 24/3..[+]
Mais avanços ou um passo atrás?
O governo federal apresentou
ao Congresso uma proposta que, na visão de seus críticos,
fragiliza a base dos sindicatos, enfraquece a mobilização
dos trabalhadores, flexibiliza direitos e reduz a autonomia sindical. Já
a Central Única dos Trabalhadores (CUT) vê avanços
no projeto, como o reconhecimento das centrais sindicais e a extinção
do imposto sindical. Do
Brasil de Fato,
24/3..[+]
Paim diz que só haverá reforma
sindical com muito diálogo
Sem bom senso e muita negociação
dificilmente o projeto de reforma sindical será aprovado no Congresso,
neste ano ou mesmo no ano que vem. O alerta é do senador Paulo Paim
(PT-RS), sindicalista há mais de 30 anos e que sempre se destacou,
na Câmara dos Deputados e no Senado, na discussão dos temas
trabalhistas. Da
Agência Senado,
2/3..[+]
Números que não mentem
Está provado que o déficit
nas contas da previdência não é um caso simples de
''evolução inercial dos benefícios'', como quer o
secretário ministerial. É, antes, um caso crônico de
sonegação fiscal permitida, por uma postura ''inercial''
dos agentes públicos responsáveis pela administração
das contas da previdência, como de resto, das contas públicas.
Por Denise Frossard, fevereiro de 2005..[+]
Reforma política será prioridade
na agenda do Senado para 2005
O líder do governo no
Senado, Aloizio Mercadante (PT-SP), destacou a reforma política
como o tema que deveria merecer a maior atenção dos senadores
neste ano. De acordo com ele, esse foi o assunto que mais despertou interesse
na reunião que teve nesta quarta-feira (12/1) com o presidente da
Casa, José Sarney, e o líder do PMDB e candidato do partido
para presidir o Senado, Renan Calheiros (AL). A reunião tratou da
agenda do Senado para 2005. Da
Agência Senado,
12/1/2005..[+]
opinião
Recusar a reforma sindical
Se cabe ao governo Lula fazer
mais esta (contra)reforma, devemos acrescentar: triste o país em
que um governo burguês (Vargas) criou, sob pressão operária,
a nossa legislação social; e um governo de origem operária
(Lula), sob pressão burguesa, parece servilmente disposto a destruí-la.
Por Ricardo Antunes, dezembro de 2004..[+]
opinião
Reforma
sindical e mídia rancorosa
A julgar
por dois artigos recentes na mídia do capital, a elite pensante
da burguesia ficou furiosa com a derrota da Portaria 160 do Ministério
do Trabalho na Comissão de Constituição e Justiça
do Senado e agora quer a revanche na reforma sindical em curso. A citada
portaria, decretada atabalhoadamente pelo governo Lula, inviabilizaria
de vez o desconto das contribuições assistencial e confederativa
e levaria ao estrangulamento financeiro de milhares de entidades sindicais.
Após intensa chiadeira, que unificou todas as correntes do sindicalismo
brasileiro, a medida foi sumariamente enterrada pelo parlamento. Por Altamiro
Borges, do
Correio da Cidadania, dezembro de 2004..[+]
opinião
Saco de maldades
O Brasil continua tendo regras"muito
benevolentes" de aposentadoria, e as reformas foram até aqui "muito
tímidas". Entre as propostas apresentadas por um grupo de quatro
economistas
estão o fim dos reajustes reais (acima da inflação)
para o piso previdenciário, equivalente hoje ao salário mínimo.
Isso atingiria 61% das aposentadorias e pensões pagas pelo INSS
(Instituto Nacional do Seguro Social). Ou cerca de 14 milhões de
pessoas beneficiadas. O texto propõe ainda, como forma de cortar
gastos públicos, reduzir o valor dos benefícios pagos a idosos
e a portadores de deficiência de baixa renda a 70% ou 80% do valor
do salário mínimo. Outra premissa do trabalho é que
os aposentados não fazem parte do grupo de pobreza extrema no Brasil.
"Só 2% dos indigentes tinham mais de 65 anos no final da década
de 90" diz o estudo.
Algumas
das conclusões a que chegou estudo recém-publicado pelo Instituto
de Pesquisa Econômica Aplicada, vinculado ao Ministério do
Planejamento. Fonte: Folha de São Paulo, 14/11/2004
opinião
Há justiça?
Um governo que obriga mais de
dois terços da mão de obra brasileira a sobreviver com 260
reais, não iria ter dó dos aposentados. E não teve.
Executivo, legislativo e judiciário, em bloco, atacaram o bolso
dos aposentados do serviço público federal. Apostam na fraqueza
do idoso, a quem deviam proteger. Alegam déficits na Previdência
Social, que não fomos nós que provocamos. Em vez de auditoria
para averiguar quem desviou o dinheiro público, o expediente do
arbítrio: tirar de quem é mais fraco. Por Rolando Lazarte,
25 de agosto, 2004.[+]
iniciativa
Infidelidade partidária poderá
ser punida
A comissão especial da
reforma política vai propor mudança no artigo 39 do Regimento
Interno da Câmara para punir a infidelidade partidária. Pela
proposta, o parlamentar que deixar o partido que o elegeu não poderá
ocupar cargo de direção nas comissões da Casa. A mudança
será apresentada em forma de projeto de resolução
da comissão, e passará a tramitar nas comissões competentes.
O prazo para a filiação partidária também foi
debatido nesta quarta-feira. A questão é polêmica e
dividiu os integrantes da comissão. Muitos defendem a manutenção
do prazo atual, de um ano antes da eleição. Outros, como
o deputados Chico Alencar (PT-RJ) e Antonio Carlos Magalhães Neto
(PFL-BA), acreditam que o prazo ideal seria de quatro anos. O deputado
Fernando Ferro (PT-PE) defendeu a vinculação do mandato dos
prefeitos ao domicílio eleitoral, para impedir que os prefeitos
transfiram o domicílio eleitoral durante o mandato..(Da
redação, 23/4/2003)
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