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auditoria
Cartilha bilíngüe
sobre Auditoria da Dívida já está disponível
Durante
o Fórum Social Mundial 2006, foi lançada a cartilha “Auditoria
de la Deuda: America Latina y El Caribe”. Editada em português e
espanhol, contou com a colaboração de entidades de diversos
países. Também está disponível o artigo “Contradição
Inexplicável”, sobre o pré-pagamento ao FMI. Para acessar
a cartilha e o texto visite www.divida-auditoriacidada.org.br.(Da
redação, 1/3/2006)
alca
Declaración
del Encuentro Sur-Norte de Resistencias y Alternativas a la Dominación
de la Deuda
La
Habana, Cuba - 30 de septiembre de 2005 (...) 1.
Cinco años después de la realización del primer encuentro,
En Dakar, Senegal, representantes de movimientos sociales y campañas
contra la deuda de 51 países, nos reunimos en La Habana, Cuba, del
28 al 30 de septiembre de 2005, para el II Encuentro Sur-Norte "Resistencias
y Alternativas a la Dominación de la Deuda". Conmemoramos el 20
aniversario de las históricas reuniones que tuvieron lugar en La
Habana y que centraron la atención del mundo en la verdadera naturaleza
de la crisis de la deuda y fortalecieron la resistencia al pago de la deuda
esclavizadora..[+]
educação
Comitê estuda
conversão de parte da dívida externa
O ministro
da Educação, Tarso Genro, lançou hoje o Comitê
Social da Conversão da Dívida em Educação,
grupo que estudará modalidades viáveis de transformação
de parcela da dívida externa brasileira em recursos a serem investidos
na área. Dos R$ 192 bilhões da dívida líquida,
R$ 8,81 bilhões poderão ser revertidos por meio de perdão
de parcelas, de compra de títulos ou de rolagem. Da
Agência
Brasil, 23/6/2005..[+]
Um museu para refletir
sobre a dívida
Cada argentino
nasce, hoje, já devendo 4 mil dólares. Tradicionalmente ocultada
pelos meios de comunicação hegemônicos, a história
dessa triste sina comum a todos países latino-americanos (e subdesenvolvidos)
virou um museu na Argentina. No final de abril, a Faculdade das Ciências
Econômicas na Universidade de Buenos Aires, uma instituição
pública, inaugurou o Museu da Dívida, para que os argentinos
conheçam e reflitam sobre o impacto do endividamento externo na
situação socioeconômica de um país.
Do
Brasil de Fato, maio de 2005..[+]
Trocar dívida
por educação é boa idéia
A iniciativa
do ministro da Educação, Tarso Genro, de buscar uma troca
de papéis da dívida externa por investimentos em educação
é a mais corajosa e criativa providência tomada pelo governo
Lula. Foi um governo desse tipo que 52 milhões de brasileiros elegeram
em 2002. A idéia é simples, troca-se um pedaço da
dívida por um investimento monitorado em educação,
ciência ou ambiente. A dívida externa pública brasileira
está em US$ 114 bilhões. Se tudo der certo, pode-se tentar
converter umas poucas centenas de milhões, não mais que isso.
Por
Elio Gaspari, 23/3/2005..[+]
Precedente histórico
Noam Chomsky recorda que, em
fins do século 19, os EUA cancelaram a dívida de Cuba para
com a Espanha, argumentando que ela era “odiosa (odious debt) por ter sido
imposta”. No início deste século, a Costa Rica se recusou
a bancar sua dívida com o Banco do Canadá. O caso foi levado
a um tribunal internacional, cujo juiz, o americano William Howard Taft,
deu razão à Costa Rica, alegando que a dívida havia
sido imposta pela Inglaterra. Segundo tal critério, a dívida
dos países do Terceiro Mundo deveria ser cancelada, argumenta Chomsky.
[+]
O preço de
uma dívida sem fim
Em 10
anos, o Brasil acumulou despesas com juros próximas ao total que
deve. Até janeiro deste ano, com valores corrigidos, os gastos com
juros do governo central (federal) atingiram R$ 710,134 bilhões
na última década, o que representa 88% da dívida pública
em dezembro, quando registrou a cifra de R$ 810 bilhões. Do
Jornal
do Brasil, 21/3/2005..[+]
Argentino sugere
negociação conjunta de dívidas latino-americanas com
organismos internacionais
A Argentina
entrou em moratória em dezembro de 2001, durante uma crise econômica,
política e social que levou o país a trocar de presidente
cinco vezes em 12 dias. Um plano de reestruturação econômica
foi apresentado pelo governo do atual presidente, Néstor Kirchner,
baseado na troca de títulos da dívida com pagamento suspenso
por outros títulos – com descontos de até 75% se considerados
os juros que não foram pagos no período da crise. De cada
100 pesos emprestados, o credor receberia 25. Em fevereiro de 2005, quando
o plano terminou de ser aplicado, foi considerado um sucesso por Kirchner.
O embaixador argentino, Juan Pablo Lohlé, em entrevista exclusiva
à Agência Brasil, falou sobre a atual situação
argentina e aproveitou para sugerir que a renegociação das
dívidas que os países latino americanos vêm desenvolvendo
com o FMI fossem feitas em conjunto. Da
Agência Brasil,
8/3/2005..[+]
Argentina: Nova dívida
A imprensa
brasileira tentou ridicularizar a proposta Argentina de negociação
da dívida, mas a adesão dos credores é prevista acima
dos 70%, limite fixado pelo FMI para a aceitação da proposta.
O resultado foi um sucesso, a Argentina conseguiu economizar 63% de uma
dívida de 81 bilhões de dólares. Pena que o governo
brasileiro tenha perdido a oportunidade de apoiar o governo Kirchner. Por.Hamilton
Octavio de Souza, 3/3, no Brasil
de Fato
Os povos são
credores: Dívidas sociais e ecológicas são a prioridade
Entre
9 e 11 de novembro de 2004 realizamos uma Oficina Internacional sobre a
Auditoria das Dívidas, em Brasília. Éramos ativistas
das Redes Jubileu Sul Brasil e Américas, professores universitários,
religiosos e trabalhadores de vários campos, além de congressistas
brasileiros. A campanha brasileira pela auditoria da dívida externa,
lançada durante o Tribunal Internacional das Dívidas, em
1999, no Rio de Janeiro, tornou-se tema do primeiro Plebiscito Popular
realizado em 2000, em todo o território nacional pela Campanha Jubileu
2000-Brasil. Por Marcos Arruda, janeiro de 2005..[+]
Auditoria da Dívida
Externa
A Dívida
Pública é o centro dos problemas nacionais. A maioria dos
recursos públicos tem sido destinados ao pagamento dos juros escorchantes
dessa questionável dívida, impossibilitando a realização
de investimentos promotores de crescimento econômico ou o desenvolvimento
das políticas sociais. As conseqüências são graves
para toda a sociedade. Por Maria Lucia Fatorelli Carneiro, janeiro
de 2005..[+]
FMI: A submissão
de Lula
Nos últimos
20 anos o Brasil tem sido o mais importante devedor do Fundo Monetário
Internacional. O Brasil recebeu empréstimos no valor total de US$
58 bilhões, ou seja, cerca de 1/4 do valor total dos empréstimos
concedidos pelo Fundo aos seus 14 principais clientes. Por Reinaldo
Gonçalves, janeiro de 2005..[+]
Dívida social
e ajuste fiscal
Até
quando vamos continuar pagando a conta do banquete dos outros? Até
quando a realização da auditoria da dívida externa
vai ser adiada? Afinal, desde 1988 ela está prevista na Constituição
brasileira. Temos o direito de saber para onde está indo o dinheiro
público. Por Sandra Quintela, janeiro de 2005..[+]
Sobre a Construção
e Encontros Solidários
A dívida
ecológica é um dado real dessa história, que em grande
parte pode ser quantificado (apesar de que não querermos cair na
armadilha de buscar a sua monetarização). Sem o seu enfrentamento
político será impossível buscar um futuro sustentável
para a humanidade. Por José Augusto Pádua, janeiro
de 2005..[+]
Credores ganham com
a dívida externa
Elites
se opõem à realização de auditoria porque obtêm
lucro com o endividamento dos países latino-americanos. Do
Brasil
de Fato, 6/1/2005..[+]
Conta crescente
A política
de juros altos, mantida nos governos FHC e Lula, foi responsável
- segundo dados da Fundação Getúlio Vargas - pelo
aumento da dívida interna em R$ 500 bilhões, nos últimos
dez anos. O custo dessa política recai diretamente sobre os trabalhadores,
seja pela falta de investimentos públicos, seja pelo alto valor
dos juros que encarecem financiamentos e crediários. Por.Hamilton
Octavio de Souza, 6/1/2005, no Brasil
de Fato
OAB pede no STF auditoria na dívida
externa
O presidente nacional da Ordem
dos Advogados do Brasil (OAB), Roberto Busato, entrou ontem, no Supremo
Tribunal Federal, com ação para que o Congresso realize uma
auditoria da dívida externa, conforme determina a Constituição.
O artigo 26 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias
ordena que o Legislativo Nacional "promova e ultime, através de
comissão mista, exame analítico e pericial integral, sob
todos os aspectos, de todos os atos e fatos geradores do endividamento
externo brasileiro". Depois de 16 anos, o artigo não foi cumprido.
"A dívida externa comprometeu o crescimento brasileiro, permitiu
a perpetuação da miséria e atingiu a própria
soberania do País", afirma o parecer do Conselho Federal da OAB
aprovado em unanimidade..—.Tribuna
da Imprensa, 7/12/2004
Oficina Internacional
da Auditoria das Dívidas divulga carta final
"Contribuições
para incentivar a realização de auditorias frente a ilegitimidade
da dívida externa" é o título do documento final divulgado
pela Oficina Internacional da Auditoria das Dívidas, que aconteceu
em Brasilia, entre 9 e 11 de novembro último. A Adital divulga o
documento na íntegra. Da Adital, 24/11/2004..[+]
proposta de
pauta
Apuração
da dívida externa
prevista
na Constituição
O artigo
26 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias
(ADCT) da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte:
“No
prazo de um ano a contar da promulgação da Constituição,
o Congresso Nacional promoverá, através de comissão
mista, exame analítico e pericial dos atos e fatos geradores do
endividamento externo brasileiro.
§
1º – A comissão terá a força legal de comissão
parlamentar de inquérito para os fins de requisição
e convocação, e atuará com o auxílio do Tribunal
de Contas da União.
§
2º – Apurada irregularidade, o Congresso Nacional proporá ao
Poder Executivo a declaração de nulidade do ato e encaminhará
o processo ao Ministério Público Federal, que formalizará,
no prazo de sessenta dias, a ação cabível”.
A comissão
foi instalada, mas o parecer nunca foi votado. Na última segunda-feira
(8/11), o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) aprovou
em plenário o envio ao Supremo Tribunal Federal (STF) de uma Argüição
de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) que solicita a instalação
de uma nova comissão mista para concluir uma auditoria da dívida
externa brasileira. Fontes para pesquisa: www.oab.org.br,
www.jubileubrasil.org.br
e www.agenciacartamaior.com.br
* * *
OAB vai ao STF por comissão para apurar
dívida externa
Constituição de
1988 prevê comissão mista com o objetivo de “exame analítico
e pericial dos atos e fatos geradores do endividamento externo brasileiro”.
Entidade decidiu apresentar uma argüição junto ao Supremo
Tribunal Federal pedindo a instalação de comissão
parlamentar para analisar contratos..—.Agência
Carta Maior, Agência
Brasil, 13/11
Seminário internacional debate endividamento
externo
“Ilegitimidade da Dívida:
Um caso de auditoria“ é o tema central do seminário internacional
sobre o endividamento externo que foi realizado, nos dias 10 e 11, em Brasília.
No primeiro dia foram debatidos temas como dívida externa no contexto
internacional; dívida, comércio e as políticas sociais;
dívida e o desenvolvimento nacional; e ética e dívidas
sociais. Durante as discussões, foram apresentados argumentos jurídicos
da ilegitimidade da dívida por Jorge Acosta, do Equador, e a Auditoria
Cidadã da Dívida: uma experiência brasileira, por Maria
Lucia Fattorelli, da Unafisco. Ontem (11/11), houve a oficina sobre auditoria
da dívida e estratégias de trabalho. Da
Comissão
Pastoral da Terra, 12/11/2004..[+]
Países desenvolvidos deveriam perdoar
dívidas externas
O 4º encontro do Grupo
de Alto Nível do Educação para Todos, que terminou
na quarta-feira, dia 10, resultou em um documento no qual os participantes
sugerem que as nações desenvolvidas perdoem a dívida
dos países em desenvolvimento. A principal conclusão a que
chegaram foi a de que além de dinheiro e comprometimento, faltam
transparência e melhor gerenciamento no manuseio dos recursos para
que as metas do Educação para Todos sejam atingidas..—.Banco
do Brasil, 12/11
OAB quer auditoria na dívida externa
O Conselho Federal da Ordem
dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu ontem que vai encaminhar ao Supremo
Tribunal Federal (STF), nos próximos dias, ação de
descumprimento de preceito fundamental. Em outras palavras, trata-se de
uma ação que visa obrigar o Congresso Nacional a realizar
uma auditoria sobre o endividamento externo do País. Esse tipo de
exame analítico está previsto no Artigo 26 do Ato das Disposições
Constitucionais Transitórias. Segundo o Conselho da OAB, a auditoria
deveria ter sido realizada pelo Poder Legislativo no prazo de um ano, após
a promulgação da Constituição Federal, em 1988,
que completou 16 anos no dia 5 de outubro..—.O
Dia, 9/11
Seminário discute auditoria da dívida
no Brasil
Uma atividade organizada por
dezenas de organizações sociais colocará o tema da
dívida externa na pauta do Congresso Nacional. Entre os dias 10
e 11, será realizado o Seminário Ilegitimidade da Dívida
Externa: Um Caso de Auditoria, em Brasília, no Senado. Estarão
presentes pesquisadores, ativistas e especialistas na questão do
endividamento dos países pobres. Já confirmaram presença
o equatoriano Jorge Acosta, o peruano Ercilio Moura e a argentina Bervely
Keene. O deputado federal Ivan Valente (PT-SP) e o senador Eduardo Suplicy
(PT-SP) serão alguns dos representantes parlamentares..—.Brasil
de Fato, 4/11
Deputados argentinos querem criar comissão
para investigar dívida externa
Partidos de esquerda e centro-esquerda
da Argentina querem que legalidade da dívida externa seja julgada
na Corte Internacional de Haia, na Holanda. Apesar da resitência
do Governo Kirchner, deputado Mario Cafiero fará lobby no exterior
para defender a idéia..—.Agência
Carta Maior, 25/10
Deputados argentinos querem criar comissão
para investigar dívida externa
Partidos de esquerda e centro-esquerda
da Argentina querem que legalidade da dívida externa seja julgada
na Corte Internacional de Haia, na Holanda. Apesar da resitência
do Governo Kirchner, deputado Mario Cafiero fará lobby no exterior
para defender a idéia..—.Agência
Carta Maior, 25/10
o discurso.
E a prática?
Lula critica o papel de “devedores perpétuos”
dos países da periferia
Este é um bom momento
para repensar as opções feitas pelo Brasil e que foram responsáveis
pela nossa inserção dentro do sistema mundial, porque o Brasil
foi, até hoje, um dos casos exemplares de aplicação
e aceitação da doutrina do livre-cambismo que esteve por
trás de todos aqueles grandes “tratados comerciais”, assinados no
século XIX. Por José Luís Fiori, 27/9/2004..[+]
Os
inúteis compromissos de campanha
Helio Fernandes, 3 de maio,
2004. Lula prometeu salário mínimo de 480 em 4 anos. Se ficar
8, chegará a 450.
Protesto
pede cancelamento da dívida
Brasil
de Fato, 29 de abril, 2004. Milhares de pessoas marcharam pelas
ruas de Washington, nos Estados Unidos, dias 24 e 25 de abril, durante
a reunião dos diretores do Fundo Monetário Internacional
(FMI).
OAB
exige auditoria da dívida externa
Brasil
de Fato, 15 de abril, 2004. Ordem moverá ação
na justiça para obrigar o Congresso a analisar origem e legalidade
do endividamento brasileiro.
Dívida
sobe a R$ 737 bilhões; governo prevê estabilização
Agência
Carta Maior, 18 de fevereiro, 2004. A dívida interna
do governo federal em títulos atingiu R$ 737,3 bilhões em
janeiro, um aumento de 0,8% em relação a dezembro. Causas
são incorporação de juros ao principal e desvalorização
do real.
Barbeiragem
e ortodoxia
Luís Nassif, 5 de fevereiro,
2004. Nos últimos dias, caiu a ficha da opinião pública
sobre os estragos provocados pela imprudência do Banco Central no
manejo da política monetária em 2003.
Os
números e o poste
Carlos Chagas, 4 de fevereiro,
2004. Sexta-feira os jornais publicaram, certamente por um cochilo do Banco
Central, que em 2003 o Brasil pagou R$ 147 bilhões de juros de nossas
dívidas. No barato, US$ 50 bilhões.
Falta
é vergonha
Sebastião Nery, 4 de
fevereiro, 2004. A taxa de juros elevou a dívida pública
(interna, sem contar a externa) de R$ 516,5 bilhões em 99 para R$
563 bilhões em 2000, R$ 661 bilhões em 2001, R$ 881 bilhões
em 2002 e R$ 913 bilhões em 2003: desde 99, a dívida pública
subiu R$ 396,5 bilhões.
De
1964 a 2004
Helio Fernandes, janeiro de
2004: A "dívida" cresce mais do que o País.
Precedente
histórico
Noam Chomsky recorda que, em
fins do século 19, os EUA cancelaram a dívida de Cuba para
com a Espanha, argumentando que ela era “odiosa (odious debt) por ter sido
imposta”. No início deste século, a Costa Rica se recusou
a bancar sua dívida com o Banco do Canadá. O caso foi levado
a um tribunal internacional, cujo juiz, o americano William Howard Taft,
deu razão à Costa Rica, alegando que a dívida havia
sido imposta pela Inglaterra. Segundo tal critério, a dívida
dos países do Terceiro Mundo deveria ser cancelada, argumenta Chomsky.
Sarney
defende renegociação da dívida (!) e Palocci critica
(!!)
Folha
de S. Paulo, 26 de dezembro, 2003. Defesa de renegociação
da dívida pública feita por presidente do Senado gera queixa
de Ministro a Lula e a Dirceu.
O
governo Lula tem muitos problemas
Mas nada que se compare com
"dívidas" e juros. Por Helio Fernandes, 19 de dezembro, 2003.
A
fome e o mito da vontade política
Marco
Aurélio Weissheimer, 26 de novembro, 2003. Políticas públicas
(...) que custam dinheiro não geram lucro e, portanto, pouco interessam
ao “mercado”, a não ser quando um determinado governo resolve ter
“vontade política” e começa a produzir menos superávit
primário para pagamento de juros da dívida e mais políticas
públicas. Aí, o mercado fica “estressado” e começa
a expressar a sua “vontade política”.
Queremos
descobrir o que a dívida esconde
Jubileu
Brasil, 17 de novembro de 2003. O ministro do Planejamento, Guido Mantega,
descartou uma auditoria da dívida com a frase: "Não sei o
que descobriríamos com ela". Nós, brasileiros, também
não sabemos. Por isso, consideramos imprescindível sua realização,
como prega a Constituição e promete o Programa de Governo
do PT, divulgado em 2002.
Sindicatos
reforçam campanha por auditoria da dívida
Marcel
Gomes, 9 de outubro, 2003. A proposta de realização de auditoria
oficial da dívida brasileira foi tema de discussões durante
o I Fórum Social Brasileiro. Sindicato dos Auditores-fiscais da
Receita Federal (Unafisco) considera que dívida já foi paga.
Os
juros, o desemprego e a renegociação da dívida interna
Odilon
Guedes & João Machado, 9 de agosto, 2003. Há um setor
que pouco, ou nada, tem contribuído para a manutenção
da estabilidade econômica e para o controle da inflação:
o setor financeiro. Os aplicadores no mercado financeiro têm tido
ganhos extraordinários; os bancos, lucros exorbitantes.
Na
nossa cara
Gustavo Barreto, 9 de agosto,
2003. O economista Marcos Arruda sentencia: “Quanto mais pagamos, mais
devemos”. O pesquisador do PACS – Instituto de Políticas Alternativas
para o Cone Sul – lembra que a dívida externa do Brasil em 1985
era de 105 bilhões de dólares. Entre 1985 e 1998 o Brasil
pagou 282 bilhões de juros e amortizações. Só
de juros a conta foi de 126 bilhões. Mesmo assim, em 1998 tal dívida
cresceu para 230 bilhões de dólares. É realmente impressionante. |