- Acompanhe as próximas notícias sobre o tema na seção Economia.
eleições
2006
Agenda
de Alckmin prevê retomada da ALCA e privatizações
Candidato
tucano já discute linhas gerais de seu programa de governo com um
grupo apelidado de "República dos Bandeirantes". Entre as propostas
estão a retomada das privatizações, o fim do Ministério
de Desenvolvimento Agrário e defesa da Área de Livre Comércio
das Américas (Alca). Matéria de Marco Aurélio Weissheimer
na
Agência
Carta Maior, em 15/3/2006.
Nova atração
O governo dos Estados Unidos
ainda reluta em negociar diretamente com o Mercosul e insiste na Alca.
Agora, acena com a redução nos subsídios da agricultura,
um setor importante para os países latino-americanos, mas não
fala em suspender as inúmeras barreiras comerciais que impedem a
entrada no seu mercado dos produtos agroindustriais do Brasil e seus vizinhos.
Por.Hamilton
Octavio de Souza, 3/3/2005, no Brasil
de Fato
De novo, o sonho de reviver
a Alca
Na expectativa de tentar reviver
a Área de Livre Comércio das Américas (Alca), brasileiros
e estadunidenses planejam se encontrar no fim do mês. Segundo Peter
Allgeier, subrepresentante comercial dos EUA, a idéia é retomar
as negociações e chegar a “um acordo” com as 34 nações
que participavam das negociações, paralisadas há quase
um ano. Do
Brasil de Fato, 17/2/2005..[+]
Campanha reafirma prioridades
A assembléia da Campanha
Continental contra a Área de Livre Comércio das Américas
(Alca) reafirmou, dia 28 de janeiro, sua estratégia para combater
o tratado proposto pelos Estados Unidos. Para as centenas de pessoas presentes,
ativistas de diversos países – entre eles Argentina, Brasil, Colômbia,
Chile, Cuba, Haiti e México – fizeram um balanço das ações
em seus países. Do
Brasil de Fato,
3/2/2005..[+]
ELIANE
CANTANHÊDE
Lenha do Ipea na fogueira da Alca
BRASÍLIA. O estudo do
Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado na sexta
pela Folha sobre o efeito da Alca para o comércio do Brasil com
os EUA soa como música para boa parte do governo, especialmente
para o Itamaraty. Às vésperas da retomada de conversas para
a implantação da Alca, ainda neste mês, era tudo o
que a cúpula da política externa queria ouvir. De acordo
com o estudo, o resultado da Alca seria desfavorável ao comércio
brasileiro. O Brasil aumentaria suas exportações em US$ 1,2
bilhão e suas importações em U$ 2,2 bilhões.
Ou seja, um desnível de US$ 1 bilhão na balança comercial.
Com um detalhe: isso sem contar as barreiras que os EUA certamente vão
exigir até o fim para alguns produtos.
Nada como um estudo técnico
para reforçar tendências e discursos políticos. É
exatamente esse o caso, porque o governo Lula e o seu chanceler Celso Amorim
nunca morreram mesmo de amores pela Alca, que estacionou no ano passado,
perdeu o prazo de implantação de janeiro de 2005 e tem futuro
incerto e não sabido. Como comparação: as negociações
do Mercosul com a União Européia também pararam no
ano passado, mas têm melhores chances. Os europeus cederam ao aceitar
cotas para os produtos agrícolas do bloco liderado pelo Brasil,
o que é um avanço. As negociações foram interrompidas
num patamar, digamos, razoável.
Já a Alca tem sido sucessivamente
atropelada por impasses, pelo jogo duro de lado a lado e sobretudo pelos
acordos bilaterais que os EUA fazem com países do continente. O
que significa comer a Alca pelas beiradas, isolando o Brasil e o Mercosul
e reduzindo suas condições de luta. O texto do Ipea é
como lenha na fogueira. Esquenta o debate e mostra que, se há poderosos
setores pressionando o governo a favor da Alca, com certeza há outros,
talvez não tão poderosos, mas bastante disseminados, com
bons motivos para cautelas. No empurra-empurra, as chances da Alca parecem
cada vez mais sombrias. Prioridade ela já não é mais.
Fonte: Folha de S. Paulo,
9/1/2005 |
|
............................................
Fidel e Chávez reforçam
sua aliança estratégica
A aliança estratégica
entre Havana e Caracas se consolida a passos de gigante. Isso foi demonstrado
na última terça-feira (14/12), quando os presidentes da Venezuela,
Hugo Chávez, e de Cuba, Fidel Castro, assinaram de surpresa um substancial
convênio de cooperação que amplia os laços existentes
e estabelece a eliminação de tarifas para as importações
entre os dois países, a concessão de facilidades para investimentos,
a venda de petróleo a um "preço mínimo de US$ 27 o
barril" e o financiamento estatal por parte da Venezuela de projetos no
setor energético e na indústria elétrica cubana. Presidente
da Venezuela diz que a iniciativa sela a morte da Alca..—.El
País, 16/12/2004
Celso Furtado: A Alca é uma manobra
dos EUA para consolidar a sua posição imperial
O presidente Luiz Inácio
Lula da Silva anunciou hoje, em Fortaleza, a recriação da
Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. Originalmente,
o órgão surgiu no governo JK em 1959, a partir de um plano
do economista Celso Furtado, que se tornou também o primeiro superintendente
a coordená-la. Furtado permaneceu no cargo até 1964, quando
foi um dos primeiros cassados pelos militares, três dias depois do
golpe de abril. Destituído de seus direitos políticos, ficou
10 anos no exílio. Hoje, é o economista latino-americano
mais lido do mundo. Spensy Pimentel, repórter da Agência
Brasil, julho de 2003.
Mobilizações do Grito mostram
a resistência dos povos contra a Alca
Contra os tratados de livre
comércio, as dívidas e as estratégias de dominação
estadunidenses. O 12 de outubro foi marcado com diversas Jornadas de Luta
e Resistência dos povos das Américas no dia do Grito dos Excluídos
Continental.—.Adital,
14/10/2004
Campanha defende voto contra a Alca
Jorge Pereira Filho.
Nas eleições municipais, organizações e movimentos
sociais alertam para riscos dos Tratados de Livre Comércio. O calendário
das negociações dos tratados comerciais inidica um perigo
cada vez mais próximo: a assinatura de um acordo do Mercosul com
a União Européia.—.ALAI
Net, 24/9
ALCA e educação
Caros
Amigos, ed.86, maio de 2004. Acompanhando
de perto as negociações a Alca, o Chefe da DivisÃo
da área de Livre Comércio das Américas do Ministério
das Relações Exteriores, Tovar da Silva Nunes, explica um
pouco como andam as negociações da Alca. E quanto à
educação, é taxativo: “A abertura do mercado educacional
brasileiro não está em jogo na Alca”. Leia
a íntegra da entrevista.
Alca em coma
Tudo indica que a Alca light
era uma ilusão. E se o impasse persiste, isso se deve fundamentalmente
ao fato de que o Brasil e a Argentina se mantêm firmes na mesa de
negociação..—.Paulo
Nogueira Batista Jr., Agência
Carta Maior, 7/4/2004
Mercosul
e Comunidade Andina buscam acordo sobre Alca
Carta
Maior, 02 de março, 2004. Países dos dois blocos
tentam superar diferenças e consolidar uma agenda de consensos mínimos
para fortalecer capacidade de negociação diante da proposta
da Área de Livre Comércio das Américas. Em El Salvador,
organizações camponesas da América Latina anunciam
criação de frente contra a Alca.
Venezuelanos
querem adesão a projeto alternativo à Alca
Carta
Maior, 10 de fevereiro, 2004. Encampada pelos movimentos sociais
venezuelanos, a Alternativa Bolivariana para a América Latina (Alba)
se contrapõe ponto a ponto às cláusulas negociadas
na Alca.
ALCA
empacada
Outras
Palavras, 11 de fevereiro, 2004. Na prática, nem proposta
de acordo light é aceita por EUA, que parecem cozinhar assunto até
eleição presidencial. Suspensa por falta de consenso, reunião
no México será reiniciada mês que vem.
Impasse
na Alca: vale a pena continuar?
Paulo Nogueira Batista Jr.,
10 de fevereiro, 2004. Com o passar do tempo, vai ficando cada vez
mais claro que o Brasil tem muito a perder e pouco ou nada a ganhar com
a Alca.
Nova
rodada continental contra a Alca
Brasil
de Fato, 4 de fevereiro, 2004. Em Cuba, mais de mil lideranças
populares, de 32 países das Américas, ampliam campanha contra
o livre comércio até 2005.
As
conseqüências da Alca serão as mesmas do Nafta?.[Noam
Chomsky, 06.01.2004]
Falta
“grandeza solidária” à Alca, diz co-presidente.[03.12.2003]
Mentiras
e verdades sobre as negociações da Alca.[26.11.2003]
Os
EUA não desistiram da Alca "heavy".[25.11.2003]
Reunião
ministerial da Alca tem final antecipado.[21.11.2003]
Protestos
mudam a cara de Miami.[21.11.2003]
Public
Citizen considera reunião de Miami o começo do fim da Alca
Laura
Cassano, 21 de novembro, 2003. "O começo do fim da Alca". É
assim que a organização progressista norte-americana Public
Citizen, que fiscaliza instituições multilaterais, caracteriza
o clima de Miami.
Em
vez de Alca, integração regional, propõem redes sociais.[19.11.2003]
Negociações
da Alca definem futuro das Metas do Milênio.[18.11.2003]
Alca
"à la carte"?
Paulo
Nogueira Batista Jr., 18 de novembro, 2003. Para o Brasil, o terreno da
Alca é um campo minado. Corremos o risco de que manobras diplomáticas
sutis e pouco transparentes acabem conduzindo a uma erosão da posição
negociadora do país.
Robert
Zoellick e "Sangue Sábio"
Toni Solo,
20 de novembro, 2003. O fracasso das negociações de Cancun
neste ano provavelmente selaram a tampa do caixão sobre qualquer
compromisso sério dos EUA em fazer com que a OMC funcionasse, enquanto
o regime Bush ocupar a Casa Branca.
Comissão
adia votação de projeto de plebiscito.[13.11.2003]
ONGs
analisam últimos lances da negociação.[13.11.2003]
Em
Washington, Brasil tenta impedir Alca que repita Nafta
Maurício
Hashizume, Agência
Carta Maior, 3 de novembro, 2003. Comparação preparada
pela equipe de Aloizio Mercadante (PT-SP) mostra divergência em relação
a pontos incluídos no capítulo de investimentos do Nafta.
Leia
aqui
Alca:
o precedente chileno
Paulo
Nogueira Batista Jr., Agência
Carta Maior, 19 de outubro, 2003. Com o passar do tempo, vai ficando
claro que a Alca não chega a ser propriamente uma negociação.
Talvez seja mais apropriado considerá-la uma espécie de contrato
de adesão, formulado segundo as prioridades dos Estados Unidos e
os interesses de suas corporações.
Leia
aqui
Garcia
defende nova postura com FMI e fala em “Alca light”
Agência
Carta Maior, 22 de agosto, 2003. O secretário de Relações
Internacionais do presidente Lula, Marco Aurélio Garcia, disse que
a relação do Brasil com EUA e FMI já é marcada
por uma nova postura do governo. Segundo ele, se os EUA não abrirem
a discussão de vários pontos comerciais, “no máximo
se chegará a um acordo mais diluído, espécie de Alca
light”. Leia
aqui
Após
9 anos de Nafta, México vive pobreza e desemprego
Marco
Aurélio Weissheimer, Agência
Carta Maior, 3 de julho, 2003. Assinado em 1994, o Acordo Norte-Americano
de Livre Comércio (Nafta) foi vendido como a salvação
para a economia mexicana. Após nove anos de acordo, mais da metade
dos mexicanos vive na pobreza, 19% na indigência, e desemprego continua
crescendo. Leia mais
Impactos
da Alca na agricultura
Altamiro
Borges e João Pedro Stedile, agosto de 2002. Dos nove grupos
de negociação que se reúnem periodicamente para agilizar
a implantação Área de Livre Comércio das Américas
(Alca), um trata especificamente da questão da agricultura. Segundo
o anódino texto de apresentação deste grupo, sua missão
principal é reduzir e, com o tempo, igualar todas as taxas alfandegárias
dos 34 países que integrarão este bloco econômico.
As regras a serem seguidas seriam as do Acordo Agrícola (AA) negociadas
na Organização Mundial do Comércio (OMC). O objetivo
seria o de liberalizar totalmente a circulação de produtos
num continente que conta com 808 milhões de habitantes..[+]
Apoio:
Consciência.Net |