Questão Agrária
Crédito e orçamento agrário
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espírito santo
Inauguração de Cooperativa de Crédito Rural e Desenvolvimento Solidário em Colatina

A 2ª Cooperativa de Crédito Rural de Desenvolvimento Solidário do Estado do Espírito Santo (Credsol) será inaugurada em Colatina, no dia 15 de fevereiro de 2006 (quarta-feira). A Cooperativa, que também vai abranger os municípios de Marilândia, São Domingos do Norte e Governador Lindenberg, tem como objetivo fornecer serviços financeiros com qualidade e eficiência que resultem na melhoria da qualidade de vida e no aumento da produtividade rural. Da redação, 14/2/2006..[+]

agricultura familiar
Pequenos agricultores serão orientados ao buscar recursos

Técnicos deverão orientar famílias do Nordeste a calcular os recursos necessários para estimular a produção e a elaborar projetos do Programa Nacional da Agricultura Famíliar. Da Agência Brasil, 15/8/2005..[+]

safra 2005/2006
Microcrédito rural traz novas opções para agricultor familiar

A partir de julho o microcrédito rural vai trazer novidades para os agricultores familiares. Para a safra 2005-2006 os agricultores poderão pegar quantos empréstimos quiserem até atingir o limite de R$ 3 mil. Antes, os agricultores só podiam fazer três empréstimos e cada um no valor máximo de mil reais. "Isso fazia com que o agricultor acabasse pegando um empréstimo maior do que o necessário", explica a técnica da área de crédito rural da Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Letícia Mendonça. Da Agência Brasil, 30/6/2005..[+]

grito da terra
Governo se compromete a liberar R$ 4,4 bilhões para a reforma agrária

Em audiência com agricultores ligados à Contag, o presidente Lula prometeu executar o orçamento original do Ministério do Desenvolvimento Agrário, de R$ 3,7 bilhões, além de outros R$ 700 milhões adicionais. No entanto, liberação dos recursos ainda é lenta. Da Agência Carta Maior, 3/6..[+]

Contag leva a Lula questões centrais da categoria

Os trabalhadores rurais que participam do Grito da Terra 2005 aguardam ser recebidos hoje (2/6) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir as questões centrais da categoria. A informação foi dada pelo presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais na Agricultura (Contag), Manoel dos Santos, nessa quarta-feira (1º), ao deixar o encontro que teve com o presidente da Câmara, deputado Severino Cavalcanti (PP-PE). Da Agência Brasil, 2/6..[+]

Rossetto anuncia liberação de mais R$ 400 milhões

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, anunciou hoje a liberação de R$ 400 milhões para a reforma agrária. O valor liberado é parte dos R$ 2 bilhões que foram contingenciados do orçamento inicial de R$ 3,7 bilhões do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para este ano. O ministro deu a informação durante encontro com o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura (Contag), Manoel dos Santos. Da Agência Brasil, 7/4..[+]

o que diz o governo
Governo lança campanha de acesso ao crédito para trabalhadoras rurais

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, lançou nesta terça (8/3) a campanha Crédito para a Igualdade das Mulheres Rurais. A campanha, iniciada no assentamento Milagre, em Apodi (a 353 km de Natal - RN), faz parte das comemorações do Dia Internacional da Mulher. A intenção do governo é divulgar os programas já existentes de acesso ao crédito para o público feminino, como o Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Do Governo Federal, 8/3/2005..[+]

retrocesso
Rossetto: ‘O corte foi muito pesado’

BRASÍLIA. O corte de R$ 2 bilhões nas verbas do Ministério do Desenvolvimento Agrário — o orçamento aprovado pelo Congresso era de R$ 3,7 bilhões e caiu para R$ 1,6 bilhão — anunciado na sexta-feira pelos ministros da Fazenda, Antônio Palocci, e interino do Planejamento, Nelson Machado, deixou indignado o ministro da pasta, Miguel Rossetto. Para ele, “os cortes brutais” poderão agravar ainda mais o quadro de violência no campo no Pará, impedindo a adoção de medidas para "estabilizar a situação" como as que o governo anunciou logo após o assassinato da missionária Dorothy Stang há duas semanas.

"Os cortes são brutais. A sua magnitude vai fazer com que nenhum dos programas do ministério seja preservado. É preciso clareza em relação aos programas prioritários", disse o ministro. Segundo Rossetto, o dinheiro liberado para ser gasto ao longo de 2005 só dará para assentar 40 mil famílias, quando a meta eram 115 mil. O que sobrou é 25% a menos do que foi executado no ano passado, quando o governo também não cumpriu as metas no setor. Do jornal O Globo, 1/3..[+]

assentamentos
Muitas famílias, metade do orçamento

BRASÍLIA. A meta se repete: em 2005, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) deve assentar 115 mil famílias sem-terra, dispondo para isso de R$ 750 milhões, segundo o Orçamento da União. Contudo, para o objetivo ser alcançado, é necessário R$ 1,4 bilhão. O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) não divulgou as fontes dos cerca de R$ 700 milhões que faltam para garantir os assentamentos. No ano passado, o MDA obteve o valor total necessário para os assentamentos por meio da suplementação na arrecadação de impostos, que assegurava de 10% a 15% do excedente para fins de reforma agrária. Mas o próprio MDA admite que, neste ano, é possível que a suplementação não se repita. Do Brasil de Fato, 17/2/2005..[+]

Procon ameaça multar bancos oficiais

Uma multa de mais de R$ 3 milhões pode ser imposta aos bancos oficiais que estão obrigando pequenos agricultores a adquirir seguros de vida, títulos de capitalização e até cartões de crédito internacionais em troca da liberação de empréstimos. Do Jornal do Brasil, 18/1/2005..[+]

Banco pode ser multado por impor exigências

Multa atingirá instituições que obriguem pequenos agricultores a comprar seguros de vida, títulos ou cartões em troca da liberação de empréstimos do Pronaf. Da Agência Brasil, 17/1/2005..[+]

Lavradores nas mãos dos bancos

Os bancos oficiais estão obrigando os pequenos agricultores a adquirir seguros de vida, títulos de capitalização e até cartões de crédito internacionais como condição para liberar empréstimos do Programa Especial de Fortalecimento da Reforma Agrária (Pronaf). Do Jornal do Brasil, 16/1/2005..[+]
 
 

Reforma agrária, só no discurso

Até 7 de maio, dos R$ 993,5 milhões de gastos autorizados para o Ministério do Desenvolvimento Agrário, menos de 8% foram despendidos. A titulação de imóveis rurais para reforma agrária não recebeu um centavo. A implantação de assentamentos não obteve mais do que 0,3%. A maior parte das pequenas propriedades (65%) jamais viu a cor do crédito rural, enquanto 1% dos contratos de financiamento rurais fica com 40% dos recursos..—.Brasil de Fato, 3/6/2004

TCU conclui: governo investe pouco em Reforma Agrária

Por falta de assistência técnica, servidores e continuidade administrativa, a reforma agrária vai mal. Uma auditoria promovida pelo Tribunal de Contas da União em 34 assentamentos, no segundo semestre do ano passado, constatou no programa deficiências que abrangem parte do governo Fernando Henrique Cardoso e o primeiro ano da administração Lula. Segundo os auditores, a atuação do Incra "é esporádica" e não se reflete em orientação técnica ou gerencial na área de produção. Ficou clara a "desesperança" das famílias de trabalhadores rurais, isoladas pela falta de estradas e até de energia elétrica..—.Jornal do Brasil, 8/4/2004

Rosseto: falta R$ 1,4 bi para o campo

Ministro afirmou que serão necessários R$ 2,6 bilhões para a reforma agrária este ano; Orçamento da União prevê apenas R$ 1,2 bilhão..—.O Globo, 15/1/2004

Governo não aloca recursos para reforma agrária

Rodrigo Savazoni, Agência Carta Maior, 17 de dezembro, 2003. No planejamento dos gastos governamentais para o ano que vem, continuarão a constar para a reforma agrária R$ 630 milhões, número 75% inferior ao necessário (R$ 2,54 bilhões) para a execução da meta de 115 mil assentamentos anunciada pelo governo.

Incra investe R$ 80,2 milhões para qualificar assentamentos.[16.12]

Governador diz que FMI vai liberar R$ 5 bi para reforma agrária

Contag reivindica R$ 7,7 bilhões para a reforma agrária

MST e Contag exigem 200 mil famílias assentadas em 2004

Rodrigo Savazoni, Agência Carta Maior, 12 de novembro, 2003. João Paulo Rodrigues, líder dos sem-terra, dá nota 2 ao governo em questões agrárias. Manoel José dos Santos, da Contag, considera “tímidos” recursos destinados a assentamentos. De R$ 400 milhões, verba precisaria ir a R$ 6 bilhões. Leia aqui

Verba jumbo para a safra

13 de junho, 2003. Produtores vão receber R$ 32,5 bilhões para plantio, investimentos e comercialização da safra 2003/2004, o que representa um crescimento de 25,8% em relação ao volume de R$ 25,8 bilhões da safra passada, aqui
 

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