políticas
públicas
Ministério
do Desenvolvimento Agrário quer aumentar índice para cálculo
de terras improdutivas
O ministério
do Desenvolvimento Agrário quer mudar os índices para cálculo
de terras improdutivas. As novas fórmulas foram apresentadas hoje
(13/4). Para serem colocadas em prática, contudo, precisam ainda
da aprovação do ministério da Agricultura. "Acho pouco
provável que se estabeleça um grau de divergência",
afirma o coordenador do Núcleo de Estudos Agrários de Desenvolvimento
(Nead) do ministério do Desenvolvimento Agrário, Caio Galvão
de França. Da
Agência Brasil, 13/4..[+]
incra
Índice de
produtividade está defasado e dificulta reforma agrária
O superintendente
do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária
(Incra), Celso Lisboa de Lacerda, afirma que há dificuldades em
declarar terras improdutivas no Paraná, uma vez que os índices
que medem a produtividade são de 1980 e estão defasados.
Em 2003, foram feitas 187 vistorias e, seguindo esses critérios,
apenas quatro áreas foram declaradas improdutivas. A solução
encontrada, segundo o superintende do Incra, é adotar a modalidade
de compra e venda de terras para agilizar o processo de reforma agrária.
Da
Agência Brasil, 13/4/2005..[+]
Documento da ONU
diz que governo Lula deve acelerar reforma agrária
PARIS.
O governo brasileiro precisa passar do estágio de fazer leis para
a prática, acelerando a reforma agrária e adotando rapidamente
medidas para dar moradia aos sem-teto e para frear um novo problema: a
feminização da pobreza no país. O alerta está
no documento de 20 páginas que o relator da ONU para moradia, Miloon
Khotari, vai apresentar na reunião da Comissão de Direitos
Humanos, no dia 30, em Genebra, como resultado de sua visita ao Brasil
entre 29 de maio e 13 de junho de 2004. O relator da ONU percorreu várias
cidades e zonas rurais no país para avaliar se os brasileiros têm
acesso ao direito à moradia e a níveis de vida adequados
— dois princípios previstos em tratados internacionais e também
na Constituição. Do jornal O Globo, 10/3/2005..[+]
Contag e CPT questionam números
divulgados em balanço
Entindades cobram que a contabilidade
do número de famílias assentadas seja feita com base em desapropriações.
Segundo o Incra, foram assentadas em 2004 81,2 mil famílias. Da
Agência
Brasil, 20/1/2005..[+]
122 famílias
de trabalhadores rurais serão assentadas em Goiás
Segundo
dados do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), duas
fazendas serão desapropriadas em Goiás para beneficiar 112
famílias de trabalhadores rurais. Do
MDA, 12/1/2005..[+]
Reforma Agrária
caminha devagar
Em entrevista,
João Pedro Stedile, da coordenação nacional do MST,
fala sobre Reforma Agrária no governo Lula e discute um modelo de
desenvolvimento para o país. "O processo de reforma agrária
do governo Lula anda a passos de tartaruga", afirma..—.Correio
da Cidadania, dez/2004
Governo não
atinge metas para Reforma Agrária
Em 2004,
apenas o estado do Paraná ultrapassou a meta estabelecida de assentamentos
do programa nacional de Reforma Agrária. A maior parte dos estados
não chegou à metade dos índices propostos. Os dados
são do Incra, que alega ter assentado este ano 84 mil famílias.
A meta inicial eram 115 mil..—.MST.org.br,
28/12/2004
Lula assenta 46% da meta
no 1º semestre
Governo beneficiou 22 mil famílias,
mas previsão era 47 mil; greve do Incra teria atrasado processos.—.Folha
de S. Paulo, 1/7/2004
Governo e MST divergem sobre
números da reforma agrária
Uma reunião que entrou
pela noite de ontem, entre líderes do Movimento dos Trabalhadores
Rurais Sem-Terra (MST) e três ministros, tentou passar a limpo as
estimativas da reforma agrária para 2004. Os números não
batem. O MDA afirma ter assentado de janeiro a maio 29.847 famílias
nas diversas etapas do processo de assentamento; já os números
do MST dão conta de cerca de 8 mil famílias..—.Diário
Vermelho, 25/5/2004
Promessas de campanha
No primeiro trimestre de 2004,
o governo Lula assentou apenas 6.130 famílias de trabalhadores rurais
sem terra. Para atingir a meta do ano – de 115 mil famílias –, o
Ministério do Desenvolvimento Agrário terá de acelerar
bastante o ritmo das desapropriações de terras e dos assentamentos.
Sem contar a defasagem do ano passado, quando a meta era de 60 mil famílias
e apenas 36 mil foram benefi ciadas..—.Hamilton
Octavio de Souza, Brasil
de Fato, 6/5/2004
TCU conclui: governo investe
pouco em Reforma Agrária
Por falta de assistência
técnica, servidores e continuidade administrativa, a reforma agrária
vai mal. Uma auditoria promovida pelo Tribunal de Contas da União
em 34 assentamentos, no segundo semestre do ano passado, constatou no programa
deficiências que abrangem parte do governo Fernando Henrique Cardoso
e o primeiro ano da administração Lula. Segundo os auditores,
a atuação do Incra "é esporádica" e não
se reflete em orientação técnica ou gerencial na área
de produção. Ficou clara a "desesperança" das famílias
de trabalhadores rurais, isoladas pela falta de estradas e até de
energia elétrica..—.Jornal
do Brasil, 8/4/2004
Para
MST, jogo da reforma agrária este ano dá empate
Verena Glass, Agência
Carta Maior, 16 de dezembro, 2003. Em
balanço da reforma agrária de 2003, coordenador do Movimento
dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) avalia que as metas de assentamento
do governo não foram cumpridas nem são exatos os números
divulgados semana passada pelo Incra. Por outro lado, a disposição
do governo de conversar fortalece o MST e sinaliza melhoras em 2004.
Plano
de Reforma Agrária muda política agrícola
Nelson Breve, Agência
Carta Maior, 21 de novembro, 2003. Se propostas de integração
dos assentamentos ao modelo econômico forem implementadas e metas
de beneficiar mais de um milhão de famílias até o
fim do mandato forem cumpridas, o presidente Luiz Inácio Lula da
Silva poderá promover uma revolução econômica
e social.
Rossetto
afirma que 2004 será o ano da reforma agrária
Maurício Hashizume e
Rodrigo Savazoni, Agência
Carta Maior, 20 de novembro, 2003. Na abertura da Conferência
da Terra pelo Plano Nacional de Reforma Agrária, nesta quinta, o
ministro Miguel Rossetto (Desenvolvimento Agrário) afirmou que 2004
será o ano da reforma agrária no Brasil. O presidente do
PT, José Genoino, tentou dividir a responsabilidade pela reforma
agrária entre os três Poderes.
Movimentos
renovam voto em Lula pela reforma agrária
Plano de Reforma Agrária
promete 3 milhões de empregos
Rodrigo Savazoni, Agência
Carta Maior, 17 de novembro, 2003. Previsão é assentar
um milhão de famílias ao custo de R$ 18 bilhões (1,5%
do PIB) e elevar a renda mínima dos assentados para 3,5 salários
mínimos, ampliando sua participação no Produto Interno
Bruto (PIB) agrícola de 1% para de 8%. Governo está dividido
entre ousadia política e realismo fiscal. Leia
aqui
MST e Contag exigem 200 mil
famílias assentadas em 2004
Rodrigo Savazoni, Agência
Carta Maior, 12 de novembro, 2003. João Paulo Rodrigues, líder
dos sem-terra, dá nota 2 ao governo em questões agrárias.
Manoel José dos Santos, da Contag, considera “tímidos” recursos
destinados a assentamentos. De R$ 400 milhões, verba precisaria
ir a R$ 6 bilhões. Leia
aqui
MST critica lentidão
do processo de reforma agrária, aqui
Consciência.Net |