_____________________ INTERCÂMBIO
# 10/03/2007
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Estatísticas do DAAD sobre as candidaturas de alemães a bolsas individuais para estudar (graduação, mestrado ou doutorado) na América Latina mostram que as medidas tomadas pelas universidades brasileiras para atrair mais estudantes estrangeiros vêm rendendo resultados. Se até 2005, o México era o país mais visado pelos estudantes alemães que candidatavam-se a uma bolsa para a América Latina, a situação mudou em 2006, favoravelmente ao Brasil, graças ao alto nível de muitos cursos e programas no país e apesar de a língua espanhola ser mais falada e divulgada na Alemanha do que o português. No ano passado, o DAAD registrou 141 candidaturas para o Brasil, 118 para a Argentina, 106 para o México e 102 para o Chile. Particularmente as bolsas para estudantes são muito concorridas. Entre os graduandos, a demanda por bolsas individuais para o Brasil cresceu 78% em relação a 2005. Além das bolsas individuais para graduandos, mestrandos e doutorandos alemães, o DAAD também fomenta a vinda de alemães ao Brasil através dos programas institucionais Unibral e Probral (para a cooperação e internacionalização do ensino e da pesquisa respectivamente), em parceria com a Capes. Ao todo, cerca de 700 alemães estudam ou pesquisam atualmente no Brasil com algum tipo de fomento do DAAD. O interesse dos alemães em estudar e pesquisar na América Latina vem crescendo como um todo. Em 2002, quando o programa de bolsas individuais a alemães para estudos e pesquisas na AL começou, o DAAD havia recebido 182 pedidos de bolsa para o continente. Em 2006, os requerimentos chegaram a 639, um crescimento de 251% em cinco anos. A área
mais visada pelos candidatos no Brasil é a de ciências jurídicas,
economia e sociais, enquanto biologia destaca-se em si como o curso de
maior procura. O DAAD e seus parceiros brasileiros estão trabalhando
para que este processo continue.
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