observatório
Aula Virtual e Democracia
boletim 3, ano 1 — setembro de 2004
Jornalista responsável: Cláudio Júlio Tognolli (CJT)
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Ilan Gur-Ze-ev...PhD.em Filosofia da Educação
Universidade de Haifa, Israel
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Uma educação para a paz recebe hoje grande apoio e é vista com atitude favorável pela maior parte das orientações teóricas e das instituições políticas. Modernistas do Esclarecimento e pós-modernistas “light”, multiculturalistas, feministas, frankfurtianos e liberais todos celebram a nova onda. Um interessante conjunto de pressupostos mostra-se central na atual e generalizada recepção de uma educação para a paz. É importante destacar a convicção de que se deve buscar a paz, desejá-la e lutar por ela. Outro pressuposto é que a paz consiste no oposto da violência ou do conflito e que é possível diferenciá-los. E, ainda, outro pressuposto central é que é possível educar para a paz ou para a promoção da paz, de uma maneira ou outra, e que é justificável e desejável lançar mão dos meios adequados para assim proceder.

Fonte:  Filosofia de uma educação para a paz numa era pós-moderna (rascunho) ; Tradução do Inglês para o Português: Newton Ramos de Oliveira. Ler em Inglês: Philosophy of peace education in a postmodern era ; Tradução do Hebreu para o Inglês: Ilan Gur-Ze´ev (first draft)

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Andrew Lewis Feenberg...Ph.D., Philosophy
Simon Fraser University Canadian - School of Communication Research Chair Philosophy of Technology
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Acredita-se amplamente que a sociedade tecnológica está condenada à administração autoritária, ao trabalho irracional, e ao consumo igualmente irracional. As críticas sociais afirmam que a racionalidade técnica e os valores humanos competem pela alma do homem moderno. Este livro desafia tais clichês concebendo novamente a relação da tecnologia, racionalidade e democracia. A minha tese é a possibilidade de uma reforma verdadeiramente radical da sociedade industrial.

Fonte: Chapter 1 — Transforming Technology

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Leonardo Lazarte...Doutor em Lógica e Semântica de Programas (Imperial College of Science, Tecnology and Medicine), em Análise Numérica (UFRJ) e Ciência da Informação (UnB). Coordenador do Núcleo de Estudos da Sociedade da Informação da UnB
Universidade de Brasília
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Cada vez com maior freqüência, os termos Software Livre, Linux e inclusão digital aparecem nos jornais, nos debates legislativos e na reflexão acadêmica. Se por um lado as tecnologias de informática e de telecomunicações são cada vez mais importantes na sociedade, abrangendo desde as transações financeiras até o atendimento ao cidadão, a questão do controle desses recursos se faz cada vez mais crítica. Quanto custa essa tecnologia de que tanto dependemos? Que domínio tem a sociedade nacional sobre a produção e utilização desses recursos? Para onde vão os lucros de sua utilização? Até que ponto as tecnologias são adequadas às nossas necessidades, ou refletem prioridades, culturas e organização sociais diferentes das nossas? O movimento que no Brasil, nos últimos anos, tem sido chamado de Software Livre busca ter controle dos programas de computador – o “software” – que gerenciam áreas cada vez mais relevantes da interação social.

Fonte: Os porquês do software livre

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Cláudio Júlio Tognolli...Dr. em Ciências da Comunicação e Jornalista
Universidade de São PauloUniFIAM-FAAM ..—..Faculdade de Ciências da Comunicação
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O presente estudo enfoca questões envolvendo a mídia, ambivalência e transparência. Nosso objetivo primeiro é discutir as notícias sobre genética e o uso de câmeras ocultas naprodução da notícia. Também discutimos questões do fenômeno pós-moderno na cultura, mídia e comportamento.

Fonte: Mídia, transparência e pós-modernidade

Muito já se falou do efeito iatrogênico (o mal causado pela própria cura) que alguns interpõem à psicanálise – em que, francamente falando, a estetização da linguagem psicanalítica conduziria o paciente à criação de jogos de linguagem (Wittgenstein) que só funcionariam dentro da linguagem psicanalítica. Ou, por outra: "Preciso ir correndo ao psicanalista sem falta, hoje, porque acho que o meu Complexo de Édipo está me atacando", diria um incauto sofredor da iatrogenia lingüística.

Fonte: O mendigo kitsch

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Raquel Moraes.—.Doutora em Educação
Universidade de Brasília - Faculdade de Educação
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O presente texto tem por objetivo desenvolver o argumento de que a mídia e a educação tanto podem veicular/engendrar a opressão como também o seu pólo oposto: a emancipação.É necessária uma educação para a o diálogo, a crítica e a reflexão se queremos superar essa dicotomia, e não somente a educação para a empregabilidade, a competitividade e a inovação, como as grandes corporações da educação e do ensino virtual têm feito propaganda.

Fonte: Mídia, Política e Educação (VII EPECO 2004 - ver programação clicando aqui)

O objetivo da presente comunicação é sintetizar nossa pesquisa sobre as orientações políticas emanadas do Banco Mundial em relação às diretrizes educacionais para as tecnologias e a educação a distância à luz da Teoria Crítica, especialmente das idéias de Adorno & Horkheimer, confrontando-as com a problemática da ética e da emancipação da humanidade. Para esta comunicação, selecionamos como objeto de análise e exposição o PROFORMAÇÃO, dado a sua abrangência e importância estratégica no contexto das políticas públicas para a formação de professores no Brasil.

Fonte: Tecnologia, ética e formação de professores: o caso do PROFORMAÇÃO (Colóquio Internacional Teoria Crítica e Educação. Ver programação clicando aqui)

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Gustavo Barreto...Estudante de Comunicação Social e Editor da Revista Consciência.net
Universidade do Rio de Janeiro e Consciência.net
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A função da televisão em nossa sociedade não pode ser considerada uma novidade. A mitologia grega, principalmente pelo exemplo de Narciso, nos ensina que a fascinação pela imagem é muito mais antiga do que se costuma pensar. Uma fascinação pela aparência decorrente da introdução do conceito de perspectiva. A conquista do imaginário popular é uma característica marcante da TV e tem relação estreita com a estrutura psíquica do ser humano.

Fonte:  A TV e a representação do real

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Edméa Oliveira dos Santos (à esquerda) — Pedagoga e doutoranda em Educação pela UFBA e Alexandra Lilavati Pereira Okada (à direita) — PUC/SP
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As tecnologias digitais de comunicação e informação estão possibilitando muitas mudanças. As redes não só de máquinas e de informação, mas principalmente de pessoas e de comunidades estão permitindo configurar novos espaços de interação e de aprendizagem. Qualquer usuário de qualquer ponto pode não só trocar informações, mas reconstruir significados, rearticular idéias tanto individualmente quanto coletivamente; e, assim, partilhar novos sentidos com todos os usuários da rede. Não há mais emissores e receptores como dois grupos distintos com mensagens estáticas, e sim, um grande grupo emissor-receptor que pode constantemente reconstruir conhecimentos. A despeito do espaço e do tempo, pessoas podem colaborar, reforçar laços de afinidade e se constituírem como comunidades.

Fonte: A construção de ambientes virtuais de aprendizagem: por autorias plurais e gratuitas no ciberespaço..—..Anped 2003 - GT 16

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Lino Vaz Moniz...Cientista Político e Mestre em Educação
Universidade de Brasília - Faculdade de Educação
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O avanço das novas tecnologias de comunicação digital, nomeadamente a internet, exige uma grande inovação no método de ensinar e aprender para integrar o individuo na sociedade de informação.

Fonte: Na era de exclusão digital

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Ronald Acioli...Historiador e mestrando em Tecnologias na Educação
Universidade de Brasília - Faculdade de Educação

Em qualquer nível de ensino a presença de situações conflitantes ocorre com freqüência. O conflito está em toda parte, em todos nós, e tem vida virtual, latente, em potência, podendo se materializar a qualquer momento. Ocorre que na sala de aula, na presença de colegas estudantes e dos professores e parte dos conflitos tendem a se diluir por diversos fatores. Inibição ou submissão do educando, coação, mediação do professor ou dos colegas, a chamada turma do "deixa disso", regras rígidas regularmente explicitadas, posturas autoritárias, presença física e bem próxima do outro, espaço físico que tanto pode induzir o conflito — salas apertadas, mal ventiladas e cheias — como podem servir para distensionar — salas amplas e arejadas — ambiente mais agradável. É bem certo que estes fatores listados não impedem a eclosão de conflitos, mas podem atuar ora como um dificultador, ora como um facilitador de sua eclosão.

Fonte: A Convivência com os conflitos nos Cursos Online (VII EPECO 2004 - ver programação clicando aqui)
 
 

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