Reformas...Opiniões
Há justiça?
Um governo que obriga mais de
dois terços da mão de obra brasileira a sobreviver com 260
reais, não iria ter dó dos aposentados. E não teve.
Executivo, legislativo e judiciário, em bloco, atacaram o bolso
dos aposentados do serviço público federal. Apostam na fraqueza
do idoso, a quem deviam proteger. Alegam déficits na Previdência
Social, que não fomos nós que provocamos. Em vez de auditoria
para averiguar quem desviou o dinheiro público, o expediente do
arbítrio: tirar de quem é mais fraco. Por Rolando Lazarte,
25 de agosto, 2004.[+]
Artigo:
Reforma da CLT
Edmilson
Valentim, deputado estadual (PCdoB). A tão falada Reforma Trabalhista,
que seria apresentada pelo Governo Lula este ano, ficou para outra oportunidade.
Sem condições de construir um consenso entre empresários
e trabalhadores a tempo de mandá-la ao Congresso com tempo hábil
para ser aprovada, o Governo desistiu. Desde o primeiro Governo FH, ouvimos
a cantilena de que os direitos trabalhistas dificultam a contratação
e que a desregulamentação e o processo de flexibilização
poriam freio no desemprego. Objetivamente, o que ocorreu foi a precarização
das condições de trabalho e mais lucros para empresários.
Teria sido pior ainda não fosse a luta dos trabalhadores contra
o neoliberalismo..—.O
Dia, 24/11
Política vedetizada
e personalista
JB
Online, 25 de novembro, 2003. O deputado Chico Alencar (PT-RJ)
está preocupado com os rumos da discussão da reforma política.
Ele teme que o envio da matéria à Comissão de Constituição
e Justiça (CCJ) seja uma protelação do debate sobre
a reforma. ''Temos que admitir uma verdade: o nosso governo empurrou esse
assunto com a barriga'', disse.
O deputado acredita que as mudanças
vão tornar o sistema político mais eficiente, principalmente
se for definida a votação pelo sistema de listas partidárias,
no qual o eleitor vota na legenda e não no candidato. ''A política
hoje é vedetizada e personalista'', concluiu. Original aqui
Reforma
Tributária
Pronunciamento
de Chico Alencar (PT/RJ) e Iara Bernardi (PT/SP). A Reforma Tributária,
que não é aumento e sim uniformização e redistribuição
de impostos, teve um aspecto que incomodou a alguns deputados do PT. Mas
a disciplina partidária, valor que pregamos, e a aposta no compromisso
social do governo do presidente Lula, nortearam nosso voto pela manutenção
do texto original da Reforma Tributária enviada pelo Poder Executivo,
mantendo a vigência da Desvinculação das Receitas da
União.
Entretanto,
é inegável que a prorrogação da DRU facilita
o caminho para que recursos fundamentais à saúde, à
educação e ao social, em geral, não sejam plenificados.
A compensação será, quando da análise e alterações
no Projeto de Lei Orçamentária para 2004, uma forte alocação
de recursos nas áreas vinculadas às reais necessidades do
nosso povo. Leia
aqui
Previdência
e rumos do governo
Jandira
Feghali, 6 de agosto, 2003. (...) É importante o Governo compreender
que precisa imediatamente mudar sua agenda, sua política macroeconômica.
O ajuste fiscal exigido pelo Fundo foi de 3,75% do PIB. O Governo encaminhou
4,25% e executou 5,73%. A economia, com a reforma da Previdência
tão divulgada, em 20 anos, é menor do que um quadrimestre
de juros pagos nos primeiros 4 meses de 2003. Leia
mais
Para
que e para quem?
Ivan Valente,
30 de julho, 2003. Parece incrível, mas em vez de enfrentarmos o
gravíssimo problema do desemprego e a péssima distribuição
de renda no país, estamos às voltas com uma nova Reforma
da Previdência. Leia mais
Entrevista com Ivan Valente
[Junho de 2003] Integrante
da corrente de esquerda do PT Força Socialista, o deputado federal
Ivan Valente (SP), 53, disse em entrevista à Folha Online
que vai tentar convencer o governo de que os ganhos com a aprovação
das atuais propostas de reforma da Previdência não irão
compensar o desgaste político para aprová-las. Leia
mais
Reforma
ou Contra-Reforma da Previdência?
César
Benjamin, 13 maio 2003. Hoje, e ainda por muito tempo, os problemas da
Previdência não decorrem principalmente da demografia, nem
do tipo de benefícios concedidos. Decorrem da economia, ou seja,
da combinação de desemprego, informalidade e baixo crescimento
(além, é claro, de corrupção e sonegação).
Leia
mais
Chico Alencar
"Acho que a cúpula [do
PT] está lidando com a questão de forma equivocada e autoritária.
(...) Eles [dissidentes] têm todo o direito de cobrar coerência
e se manifestar dizendo que a taxação de servidores inativos
nunca constou de programas do partido. É verdade". O texto aqui
Eduardo Valverde
Para o deputado Eduardo Valverde
(PT-RO), os fundos de pensão podem se transformar em um instrumento
de poupança pública de investimento de médio e longo
prazo. Para isso, o deputado defende regras claras e fiscalizatórias
para esse sistema.
M.C.Tavares
A economista e ex-deputada
Maria
da Conceição Tavares critica a taxação
dos inativos: "Não estava na proposta original do governo, não
havia sido posta nas discussões anteriores com a bancada, nunca
fez parte de qualquer dos programas do partido ao longo de sua história".
Leia a íntegra
aqui
Os
rumos da Previdência
Chico
Alencar, 17 de julho, 2003. A mobilização dos servidores,
a crítica da Universidade e as dezenas de emendas da Bancada do
PT tiraram nosso governo do fechamento quanto a alterações
no projeto - com erros de momento, método e mérito - da Previdência
(PEC-40). Começam a surgir alguns sinais positivos da nossa batalha
em Brasília (que tantas vezes nos detém longe dos movimentos),
como a integralidade e a paridade dos proventos. Sem um Serviço
Público qualificado não se garante os direitos elementares
da população. O Estado é maior que o mercado. A luta
faz a lei!
Na
média, ou Bill Gates no restaurante
Verissimo,
17 de julho, 2003. Meu saldo bancário junto com o do Antônio
Ermírio de Morais seria um dos mais altos do Brasil. O fato de o
Antônio Ermírio ser responsável por 98,2 por cento
do saldo não afetaria a exatidão da frase.
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mais
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