2004
.
Marchas em Brasília
mostram diferença na compreensão do governo
Na Esplanada dos Ministérios,
em Brasília, professores, estudantes e sindicalistas protestaram
contra as reformas sindical, trabalhista e universitária. Em frente
ao Banco Central, trabalhadores rurais pediram a saída do ministro
da Fazenda e do presidente do Banco Central...Agência
Carta Maior, 26/11
Relator
vai manter pontos polêmicos da Reforma Política
O relator
da Reforma Política na Comissão de Constituição
e Justiça, deputado Rubens Otoni (PT-GO), afirmou hoje que vai manter
os pontos polêmicos no substitutivo. A idéia é levar
o debate para o plenário da Câmara dos Deputados. Rubens Otoni
(PT-GO), afirmou que a reforma é necessária, já que
o modelo eleitoral brasileiro é defasado, de 1940, e já cumpriu
o seu papel...Agência
Câmara, 25/11
Artigo:
Reforma da CLT
Edmilson
Valentim, deputado estadual (PCdoB). A tão falada Reforma Trabalhista,
que seria apresentada pelo Governo Lula este ano, ficou para outra oportunidade.
Sem condições de construir um consenso entre empresários
e trabalhadores a tempo de mandá-la ao Congresso com tempo hábil
para ser aprovada, o Governo desistiu. Desde o primeiro Governo FH, ouvimos
a cantilena de que os direitos trabalhistas dificultam a contratação
e que a desregulamentação e o processo de flexibilização
poriam freio no desemprego. Objetivamente, o que ocorreu foi a precarização
das condições de trabalho e mais lucros para empresários.
Teria sido pior ainda não fosse a luta dos trabalhadores contra
o neoliberalismo...O
Dia, 24/11
Paim:
movimento sindical poderá "remar" contra reeleição
de Lula se governo encaminhar ao Congresso reforma sindical
Ao receber,
nesta segunda-feira (22), sindicalistas de 12 países que participaram
de um seminário sobre processos de integração, o 1º
vice-presidente do Senado, Paulo Paim (PT-RS), afirmou que, se o Executivo
enviar ao Congresso, este ano, a proposta de reforma sindical, o resultado
será negativo para o próprio governo e o presidente Luiz
Inácio Lula da Silva poderá ter grande parte do movimento
sindical "remando contra sua reeleição"...Agência
Senado, 22/11
Emendas
da reforma do Judiciário são aprovadas e vão a promulgação
Depois
de 12 anos de tramitação, os principais pontos da reforma
do Judiciário foram finalmente aprovados. O plenário do Senado
fez, nesta quarta-feira (17/11), 42 votações nominais, em
primeiro e segundo turnos...Consultor
Jurídico, Agência
Brasil, 17/11
Sibá Machado defende
reforma política, com prioridade para unificação das
datas de eleição
O senador Sibá Machado
(PT-AC) alertou o Plenário nesta quinta-feira (14) para a importância
de o Brasil fazer uma reforma política, mudando várias normas
hoje vigentes no processo eleitoral, como o financiamento de campanhas,
a possibilidade de reeleição para o Executivo e a não
coincidência das eleições...Agência
Senado, 14/10
João Paulo: atual
sistema eleitoral obriga deputados a aderir ao governo
Ao defender ontem a reforma
política e uma revisão do papel dos parlamentares, o presidente
da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP), afirmou que o atual sistema
eleitoral obriga deputados a aderir ao governo para garantir o atendimento
de pedidos feitos pelos eleitores. Segundo João Paulo, o eleitor
brasileiro acaba reduzindo o papel dos deputados federais ao de vereadores,
cobrando ações municipais como a realização
de pontes e calçamento de ruas...O
Globo, 17/9
Uma proposta favorável
aos trabalhadores
Os trabalhadores têm,
agora, uma proposta concreta de reforma sindical pela qual lutar. Trata-se
da PEC 314/2004, já na Câmara. Apresentada pelo deputado federal
Ivan Valente (PT-SP)...Brasil
de Fato, 16/9
Valente apresenta proposta
de reforma sindical
Da redação,
14 de setembro, 2004. Proposta de emenda constitucional (PEC nº
314/04) sobre reforma sindical foi apresentada pelo deputado Ivan Valente
(PT-SP). O projeto começa a tramitar na Câmara antes da reforma
sobre o mesmo tema em estudo pelo governo e que deve ser apresentada ainda
neste ano. Segundo avaliou Ivan Valente, de acordo com o Regimento Interno
da Câmara, a proposta do governo deve ser apensada à sua PEC
que foi apresentada primeiro e ganhou prioridade de tramitação..[+]
Reforma sindical é
inconstitucional, diz juiz trabalhista
A proposta de reforma sindical
que será enviada ao Congresso Nacional é inconstitucional
e não deverá ser aprovada. A opinião é do juiz
José Carlos Arouca, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª
Região. Para ele, a reforma fere os princípios da unicidade
sindical e do poder normativo da Justiça do trabalho, ambos garantidos
pela Constituição...Consultor
Jurídico, 13/9
Vargas, se vivo, teria motivos
para se matar
A intenção do
Tribunal Superior do Trabalho (TST) de fazer uma homenagem ao presidente
Getúlio Vargas, que se suicidou há 50 anos, foi no mínimo
polêmica. Antes da sessão, o presidente do tribunal, ministro
Vantuil Abdala, disse que, se não tivesse se matado em 1954, Vargas
teria motivos de sobra para fazê-lo hoje, devido à intenção
do atual governo de flexibilizar as leis trabalhistas criadas por ele...O
Globo, 25/8
Bonavides afirma que politização
do STF gera retrocesso
Um grave risco para o princípio
da separação dos poderes públicos no Brasil, que devem
ser harmônicos, mas independentes. Foi essa a análise do professor
Paulo Bonavides, membro da Comissão de Estudos Constitucionais da
Ordem dos Advogados do Brasil, sobre a decisão do Supremo Tribunal
Federal favorável à constitucionalidade da taxação
dos servidores inativos...Consultor
Jurídico, 22/8
STF foi pressionado a aprovar
contribuição previdenciária de inativos, diz federação
Por sete votos a quatro, o Supremo
Tribunal Federal manteve ontem a cobrança da contribuição
previdenciária de 11% para os servidores inativos. A taxação,
incluída na emenda constitucional aprovada em 2003, vai incidir
sobre vencimentos superiores a R$ 2.400. A estimativa do Ministério
da Previdência é de que a arrecadação extra
será superior a R$ 1,9 bilhão por ano.
Para Carlos Antônio Ferreira,
diretor da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário
e Ministério Público da União, organismos internacionais
pressionaram o STF pela decisão, que configura um verdadeiro confisco
e fere o direito adquirido de todos os servidores. Ouça entrevista
com Carlos Antônio Ferreira...Rádio
CBN, 19/8
STF eleva teto para taxação
de inativos
Por sete votos a quatro, ministros
do Supremo Tribunal Federal decidiram que só serão cobrados
os 11% dos aposentados e pensionistas com salário superior a R$
2.508..Agência
Brasil, O
Globo, Folha,
Correio,
Jornal
do Brasil, 19/8
TJ de PE julga inconstitucional
taxação de inativos
A Corte Especial do Tribunal
de Justiça de Pernambuco considerou inconstitucional a incidência
da contribuição de 13,5% em proventos de aposentados e pensionistas.
O TJ pernambucano julgou o Mandado de Segurança interposto pela
Associação dos Magistrados de Pernambuco (Amepe) contra o
Funape/Funafin...Consultor
Jurídico, 17/8
Paim pressiona por votação
de PEC paralela
O senador Paulo Paim (PT-RS)
propôs ontem que os senadores suspendam as votações
de matérias de interesse do governo até que a Câmara
vote a chamada emenda paralela da Previdência, que restitui alguns
benefícios dos servidores públicos tirados pela reforma da
Previdência. Na verdade, o Congresso foi convocado extraordinariamente
no recesso de início de ano para votar a emenda paralela. Muitos
senadores só votaram a favor da reforma previdenciária por
causa da promessa do governo de aprovar a paralela. Mas a Câmara,
ninguém sabe por que, engavetou a emenda paralela.
Enquanto a tal emenda paralela
não for aprovada na Câmara e sancionada pelo presidente, as
pessoas que se aposentaram no serviço público desde janeiro
(ou se tornaram pensionistas de ex-servidor) não têm garantia
de reajustes iguais aos ativos (paridade). Mais: aposentados e pensionistas
com doenças incapacitantes estão pagando os 11% de contribuição
previdenciária sobre valores acima de aproximadamente R$ 1.500,
quando a emenda paralela prevê a cobrança apenas sobre o que
passar de cerca de R$ 5 mil. É uma decepção a mais
com o governo...Mauro
Braga, Tribuna
da Imprensa, 2/7
Reforma sindical retira direitos
dos trabalhadores
Cerca de 20 mil manifestantes
devem protestar, dia 16, em Brasília (DF), contra a flexibilização
generalizada das leis trabalhistas no Brasil. Essa é a expectativa
de sindicatos de base, federações e confederações
organizados em torno da Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas),
para quem a reforma sindical e trabalhista planejada pelo governo Lula
se insere numa conjuntura mundial de retirada de direitos dos trabalhadores...Brasil
de Fato, 10/06
Governo pressiona para taxar
inativos
Ministro da Previdência,
Amir Lando, reúne-se com o presidente do Supremo Tribunal Federal,
Nelson Jobim, para alertar sobre a perda na arrecadação do
Tesouro caso a contribuição de inativos seja derrubada. Votação
no STF a respeito da inconstitucionalidade da cobrança estava desfavorável
ao governo quando foi interrompida, na quarta-feira...Correio
Braziliense, Folha
de S. Paulo, O
Globo, 28/05
Reforma Sindical: Cenário
está desfavorável aos trabalhadores
O momento é inoportuno
para discutir a reforma sindical e trabalhista. Essa foi uma das principais
constatações do Observatório da Conjuntura, organizado
pelo Brasil de Fato, dia 20 de maio, em São Paulo (SP). Nesses
primeiros meses do governo, já deu para tirar conclusões
sobre a correlação de forças: desfavorável
nacional e internacionalmente para os trabalhadores, foi a opinião
do deputado federal Ivan Valente (PT-SP)...Brasil
de Fato, 27/05
Reforma sob pressão
Julgamento no STF sobre taxação
de inativos é interrompido quando o governo perdia por 2 x 1. Votação
deve recomeçar em 15 dias...JB,
O
Globo, FSP,
Correio,
27/05
Estranha reforma
Ministério do Trabalho
desiste da portaria que golpeava os sindicatos, mas explode acordo fechado
no Fórum Nacional do Trabalho e submete governo Lula a novo desgaste...Outras
Palavras, 27/04
Transparência já
Escândalos que envolvem
operadores de campanha e fragilizam partidos tiram do forno reforma política...Revista
IstoÉ, 28/2
O
torneiro-mecânico virou sociólogo
Carlos Chagas, 16 de fevereiro,
2004. Ao sustentar que patrões e empregados devem ter liberdade
para negociar direitos trabalhistas, mas jamais a participação
do trabalhador nos lucros e na gestão das empresas, Lula consagrou
a liberdade de negociação entre guilhotina e pescoço.
Paim
afirma que Previdência é superavitária.[02.01.2004]
Ano
eleitoral impede reforma política.[02.01.2004]
.
2003
.
Mais retrocessos
Carlos
Chagas, 22 de dezembro, 2003. Ao contrário do que divulgaram os
otimistas do governo, não está arquivada a reforma trabalhista
engendrada desde a administração passada. O Palácio
do Planalto deverá enviar ao Congresso projeto "flexibilizando"
as relações de trabalho, ou seja, estabelecendo a livre negociação
entre patrões e empregados.
A pretexto
de desafogar as folhas de pagamento, as empresas poderão "livre-negociar"
com seus trabalhadores o 13o salário e as férias, que seriam
divididos em doze parcelas e logo desapareceriam em função
da perda anual do poder aquisitivo dos salários. E quem não
aceitasse essas "livres" condições não encontraria
emprego. Não seria contratado...
Enfim,
a Reforma Política
Por 26
votos a favor e 11 contrários, a comissão especial da reforma
política aprovou ontem o anteprojeto que institui o financiamento
público de campanhas e as listas partidárias pré-ordenadas.
"Foi uma vitória. Vamos resgatar o caráter público
das campanhas e avançar na fidelidade partidária", comemorou
Chico Alencar (PT-RJ). O projeto agora será entregue ao presidente
da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP).
O que
muda
Se aprovadas,
as mudanças passam a valer a partir de 2006. As campanhas eleitorais
serão financiadas pelo Tesouro Nacional (R$ 7 por cada eleitor);
serão implantadas listas fechadas - o eleitor votará no partido,
que terá uma lista de candidatos pré-ordenadas; têm
fim as coligações nas eleições proporcionais;
serão criadas as federações partidárias, nas
quais os partidos deverão permanecer filiados por no mínimo
três anos; o Fundo Partidário destinará 15% dos recursos
de campanha para os pequenos partidos; e fica assegurado 20 minutos de
propaganda eleitoral em TV e rádio. [4 de dezembro de 2003]
Reforma
Trabalhista deverá ser votada em 2005
PSDB
vai ao STF contra aumento da Cofins
Esbulho
Mauro
Santayana,
Agência
Carta Maior, 7 de novembro, 2003. Estabelecer
o sistema de listas fechadas, com a organização partidária
atual, será perpetuar a deformação do instituto de
representação e, praticamente, estabelecer o mandato vitalício
para os atuais parlamentares. Leia
mais
Mais
impostos, sim
Luís
Nassif, Folha de S. Paulo,
6 de novembro, 2003. A medida provisória que aumentou a Cofins (Contribuição
para o Financiamento da Seguridade Social) de 3% para 7,6% vai arrasar
empresas prestadoras de serviço, escolas e pequenas empresas, além
de aumentar a carga tributária de forma evidente. Leia
mais
Governo
tenta recuperar taxação maior para bancos
Nelson
Breve,
Agência
Carta Maior, 3 de novembro, 2003. O bloco de apoio ao governo no Senado
tentará restabelecer no texto da reforma tributária o parágrafo
que dá amparo constitucional para cobrança de alíquota
maior da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido
(CSLL) das instituições do sistema financeiro. Lobby de bancos
e indústrias torna difícil recuperar a cobrança maior.
Leia
mais
Reforma
Trabalhista deve ficar para 2004
Agência
Câmara, 17 de outubro, 2003. A Reforma Trabalhista deverá
ser iniciada por mudanças na estrutura sindical, incluindo medidas
como o fim da contribuição anual compulsória do empregado
à sua entidade de classe. O projeto está sendo elaborado
pelo Governo com a ajuda do Fórum Nacional do Trabalho, formado
por empresários e trabalhadores. Leia
mais
Estados
adotam vale-tudo e acirram guerra fiscal no país.[out/2004]
Tramitação
conjunta de reformas favorece oposição no Senado
Ottoni
Fernandes Jr., Agência
Carta Maior, 26 de setembro, 2003. Governo federal bem que tentou,
mas não conseguiu evitar que as reformas Tributária e da
Previdência sejam discutidas ao mesmo tempo no Senado Federal. Agora,
o Palácio do Planalto tem de negociar até com aliados, que
usam a tramitação conjunta para aumentar poder de barganha.
Leia
mais
Congresso
retoma proposta do novo Estatuto da Magistratura
Layrce
de Lima, Valor Econômico,
23 de setembro, 2003. O texto do novo Estatuto da Magistratura Nacional,
em discussão na comissão especial criada para discutir a
reforma do Judiciário na Câmara dos Deputados, vai mudar novamente.
A atualização do texto, após 12 anos aguardando para
entrar em tramitação no Congresso Nacional, pode exigir que
a proposta (Projeto de Lei nº 144) seja retirada por seu autor - o
Supremo Tribunal Federal (STF). Leia
aqui
Reforma
Tributária e Lei de Incentivo Cultural
Agência
Carta Maior, 9 de setembro, 2003. Estão asseguradas a manutenção
dos incentivos culturais das leis estaduais e a possibilidade para a criação
de fundos de incentivo.
Leia
aqui
Reforma
Tributária é aprovada na Câmara
Posição
da bancada do PCdoB, 4 de setembro, 2003. Foi aprovada em primeiro turno,
na madrugada desta quinta-feira, dia 04 a Emenda Aglutinativa Global da
PEC 41/2003. Foram 378 votos favoráveis, contra 53. Mesmo com a
obstrução da oposição a base aliada reuniu
as condições para aprovar a proposta.
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mais
Pronunciamento
de Jandira
Nesta
quarta-feira, dia 27, Jandira Feghali (PCdoB-RJ) foi à Tribuna da
Câmara dos Deputados, para mais uma vez reafirmar seu compromisso
com a Previdência Pública: Sr. Presidente, está em
pauta hoje o segundo turno da reforma da Previdência. Desejo contestar
notícia divulgada pela grande mídia, de que o voto no segundo
turno significa, para aqueles que se posicionaram diferentemente das orientações
partidárias, voto reincidente.
Falso.
O conteúdo da reforma da Previdência é o mesmo. De
fato a matéria é a mesma. Tem de ser apreciada em 2 etapas
por motivo de segurança do processo legislativo, já que se
trata de emenda constitucional. Não há um segundo voto, não
há voto reincidente; o voto é uno.
Termina
o 1º turno da Reforma da Previdência
14 de
agosto, 2003. Na quarta-feira, dia 13, a Câmara encerrou o 1º
turno da Reforma da Previdência. Uma das questões mais polêmicas
foi a definição da forma de cálculo das pensões.
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mais
Em
respeito ao servidor, a respeito da Previdência
14 de
agosto, 2003. Argumentos que norteiam nossos votos na questão da
Previdência, e que nos levaram oito deputados do PT [nomes no
final] - a, pela primeira vez na nossa história, não
seguir a orientação do Partido.
Leia
mais
O engodo
do PFL na Taxação dos aposentados
11 de
agosto, 2003. Não votamos o projeto da Previdência, contrariando
determinação do nosso Partido (PT) e cientes das conseqüências
políticas e disciplinares da ABSTENÇÃO, por entendermos
que a Emenda Global, mesmo modificada para melhor, contém equívocos
estruturais de momento, método e mérito. Repetiremos este
voto no segundo turno. Leia mais
Justificativa
de 24 deputados do PT
11 de
agosto, 2003. Declaração de 24 deputados federais do PT na
votação da Reforma da Previdência em primeiro turno
na Câmara. Os parlamentares seguiram a orientação do
partido na votação, mas se manifestaram contrários
à proposta apresentada pelo governo Lula. Leia
mais
Por
que não votamos na Emenda da Previdência
6 de
agosto, 2003. Documento assinado pelos deputados petistas: Ivan Valente
(SP), Chico Alencar (RJ), João Alfredo (CE), Maninha (DF), Mauro
Passos (SC), Orlando Fantazzini (SP), Paulo Rubem Santiago (PE) e Walter
Pinheiro (BA), expõe os motivos da Abstenção.
Leia
a íntegra
Câmara
aprova nova Previdência em 1º turno; PT sai fraturado
6 de
agosto, 2003. O governo obteve importante vitória política
com a aprovação da reforma da Previdência, na madrugada
desta quarta. O PT, porém, sai com muitas feridas. Além dos
votos contrários de Luciana Genro, Babá, e João Fontes,
outros oito petistas se abstiveram. O presidente do PT, José Genoíno,
fala em expulsão. Agência Carta Maior, aqui
Reforma
da Previdência: mudanças aprovadas
6 de
agosto, 2003. Com o plenário lotado, a Câmara pôs em
votação, marcada por críticas da oposição,
a reforma da Previdência. Depois de longas e tensas negociações,
acordo fixou o subteto dos magistrados estaduais em 85,5% dos vencimentos
de ministro do Supremo Tribunal Federal.
Leia
matéria completa
Na
vez do plenário, a voz do diálogo
Documento
assinado por 22 parlamentares do PT, 24 de julho, 2003. De forma acelerada
e atropelada, onde não faltaram limitações à
presença popular, batalhão de choque absurdamente postado
dentro do Congresso e substituições de parlamentares na última
hora, foi aprovado o Relatório/substitutivo à PEC 40 (que
tem como sujeitos quase ocultos os governadores estaduais).
Leia
mais
Jandira
Feghali é substituída na Comissão da Reforma da Previdência
Gustavo
Alves, 24 de julho, 2003. Sustentada pela discussão, construída
e deliberada no PCdoB, a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) participou
durante esses últimos meses de inúmeros debates em diversos
estados, fazendo a defesa da Previdência pública. Sempre pautada
na lógica de fortalecimento do Estado e manutenção
dos direitos do trabalhadores, abordou a necessidade de alterações
na proposta original, inclusive para que o foco da reforma da previdência
fosse a questão da inclusão. Leia
mais
Para
a deputada Jandira
Feghali (PCdoB-RJ), a mudança constitucional que transfere para
os entes federados a possibilidade de criar e gerir seus próprios
fundos de pensão é um risco. "Estou convencida de que essa
proposta está errada, a começar pelo fato de serem fundos
privados. Ela joga os servidores para uma atividade de risco, sem nenhuma
garantia, inclusive da mudança constitucional. A proposta do Governo
deixa em aberto a modalidade do fundo, transfere sua definição
de lei complementar para lei ordinária, sem contar que cada nível
de Governo vai fazer a sua própria Reforma", alerta.
Por que choram os magistrados?
CartaCapital,
23 de julho, 2003. Um deles poderia explicar como uma aposentadoria de
R$ 13 mil por mês ameaça as instituições.
Leia
mais
Não
há déficit no sistema da Previdência, diz economista
Rafael
Cariello, junho de 2003,
FSP.
Para a economista Laura Tavares Soares, o governo apresenta a conta errada
para tentar justificar a reforma previdenciária. Os números
conferem, mas ela fala que é um erro isolar o déficit da
Previdência, quando essa deveria ser considerada dentro da seguridade
social - sistema concebido pela Constituição de 1988, que
reúne as contas da Saúde, da Assistência Social e Previdência.
Leia
mais
Governo
aceita mudar propostas
10 julho
2003. Representantes do Governo e do Congresso costuraram ontem um acordo
que garante o pagamento de aposentadoria integral aos atuais servidores
públicos.
Leia mais
Heloisa
Helena combate reformas
Época
e O Globo, 10 junho
2003. A senadora afirmou que é preciso desconfiar de uma proposta
de reforma que é aplaudida pela direita e defendida pelo FMI e pelos
bancos. Para ela, o importante é mostrar que essa reforma nada faz
pelos pobres e trabalhadores rurais, por exemplo.
Leia
mais
Reformas:
petistas apresentam mais de 50 sugestões
Agência
Câmara, 3 junho 2003. Líder do PT na Câmara, deputado
Nelson Pellegrino (BA) tem a expectativa de garantir um canal de negociação
com o Governo, mas alerta que essa negociação vai envolver
toda a bancada de apoio, os partidos de oposição e os governadores,
aqui
Reforma
recebe críticas de governistas em seminários
21 maio
2003. Duas mudanças são consideradas extremamente graves
pelo deputado governista Arlindo Chinaglia (PT-SP).
Leia
mais
Paulo
Paim: proposta do governo para Previdência diferente
CBN,
30 abril 2003. Após a entrega de Lula, no Congresso, dos projetos
de reforma tributária e da Previdência, o senador petista
Paulo Paim reconheceu que a proposta da Previdência apresentada pelo
governo é diferente da defendida pelo PT nos últimos 16 anos.
A deputada
federal Luciana Genro (PT-RS) disse que a proposta está em consonância
com o mesmo modelo de Previdência Social que o Governo FHC tentou
implementar e que não foi permitida pelo próprio PT e pelos
sindicatos.
Leia mais
Outras
notícias,
aqui
Leia o editorial.do
Consciência
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